"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu e Mariana na Bahia.


autor: Publicitario45
publicado em: 18/08/16
categoria: hetero
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Eu e Mariana seguimos nossa saga de realizar todas as suas fantasias sexuais até o dia 1º de janeiro, pois no segundo dia do ano que vem ela se mudará para Londres onde fará um intercâmbio de um ano.

Poucos alunos da sua faculdade conseguiram esta vaga, portanto ela vai e nosso tempo juntos é curto.

Alguns parentes de Mariana moram em Teixeira de Freitas na Bahia e uma das suas primas convidou toda a família para o casamento. Os pais de Mariana disseram que não poderiam ir devido a outros compromissos (Leia-se, passar um fim de semana na Argentina) e sobrou pra Mariana representar a família, claro que isso iria sobrar pra mim também.

Então combinamos de sair aqui numa sexta pois não gosto de pegar estrada a noite e retornaríamos na segunda pela manhã. Mariana concordou, eu agilizei as coisas para poder ficar fora da agencia por dois dias e na quinta a noite Mariana foi dormir lá em casa para sairmos cedo.

Ai eu perguntei pra ela como era a família deles na Bahia, os tios, os primos e a tal prima que iria se casar. Inicialmente ganhei um silencio como resposta, mas aos poucos ela foi se soltando e contando tudo sobre as primas.

A prima que vai se casar se chama Flavia, mas Mari a chama de Flavinha. As duas têm exatamente a mesma idade e pelo tom de voz elas aprontaram muitas coisas juntas. Na verdade, as duas sempre que se encontravam acabavam transando e isso durou uns 3 anos mais ou menos.

No início cheguei a achar que Mariana era apaixonada por Flavia mas depois percebi que era só tesão mesmo. O sono chegou e acabamos adormecendo antes da meia noite e às 5h em ponto o despertador tocou. Levantamos, tomamos um café que eu preparei pra ela e depois pegamos a estrada rumo a Bahia.

Algumas horas depois chegamos na cidade onde moram os primos de Mariana, entramos no hotel e a primeira coisa que fizemos foi ligar o ar condicionado e abrir duas latas de cervejas bem geladas. Aliás, esta é uma das coisas que eu adoro nela. Mariana é cervejeira das boas.

Depois da cerveja fomos tomar banho para ajudar a refrescar o corpo. Mariana saiu primeiro do chuveiro e deitou nua na cama com o corpo todo molhado. Eu fiz a mesma coisa e deitei ao seu lado.

- Amor...

- Preciso te contar uma coisa.

- Conta.

- A minha prima Flavia vai casar com um cara que se chama Gustavo.

- Sim e daí?

- E daí que uma vez em Salvador, a gente estava no mesmo quarto e por pouco não transamos os três. E eu não sei como é que vamos reagir a tudo isso. Naquela época que queria muito, a Flávia queria mas não rolou.

- E você quer?

- Não sei, tem muito tempo isso. Mas ele é bem gostoso e minha prima é uma gata.

- Vamos fazer o seguinte: deixa rolar... a gente vê o que acontece até domingo.

- Ok, eu adro você por isso.

Só que a minha curiosidade aguçou e eu quis saber mais sobre o trio. Mariana então começou a me contar que no ano passado eles passaram o carnaval em Salvador e que a prima dela estava noiva de Gustavo. O clima esquentou no camarote e quase terminou em sexo na cama. Mariana e Flavia estavam dispostas a dividir Gustavo naquela noite mas em cima da hora o cara deu pra trás. Mariana e Flávia então acabaram transando debaixo do chuveiro e depois disso não se viram mais até aquele momento.

Meu pau foi ficando duro. Mariana percebeu e riu com aquela cara de sapeca que só ela tem. Tirou a toalha e sem dizer nada sentou no meu pau. O fato dela contar aquela historia deixou sua bocetinha melada e o pau deslizou fácil.

- Ficou excitada so de lembrar né putinha?

- Fiquei.

Mariana continuava rebolando lentamente no meu pau e eu fui colocando lenha.

- Conta pra mim como foi conta.

- A gente estava num camarote, Flavia estava linda de sainha e eu também. A gente estava dançando e de repente começamos a nos beijar.

- E o Gustavo?

- Ele estava na pista e viu a gente quando subiu.

- Ele achou ruim?

- Na hora sim, mas a Flavia puxou ele pro meio e eu e ela começamos a beija-lo. Ele me beijou, beijou a minha prima, eu senti o pau dele na minha barriga pois ele é bem forte e mais alto que a gente.

- E ai... conta mais...

Mariana seguia rebolando lentamente no meu pau de olhos fechados.

- Nós fomos pro hotel e tiramos a roupa dele. Quando vi o cacete dele fiquei louca, uma pica preta, enorme, cheia de veias e com uma cabeça roxa que sequer cabia na boca da Flávia. Então nós jogamos ele na cama e começamos a chupar o pau dele, ele gemia, empurrava a tora na nossa boca e a gente engasgava com aquilo tudo.

- E porque vocês não transaram com ele?

- Ele não gostou de ver a gente juntas e saiu sem dizer nada. Eu e
Flavia acabamos transando e depois ela foi atrás dele e eu voltei pra casa.

Contando os detalhes Mariana acabou gozando no meu pau sem fazer grandes esforços. Fiquei muito excitando já imaginando o que poderia acontecer e virei Mariana de bundinha pra cima. Abri bem as suas pernas e meti meu pau com vontade. O tesão era tão grande que, com algumas estocadas eu já estava enchendo sua bocetinha de porra.

Depois disso, deitamos de ladinho e eu fiquei com meu pau entre as pernas de Mariana que acabou dormindo. Por volta das 20h o telefone dela tocou, era Flavia dizendo que passaria com Gustavo no hotel para nos levar a uma festa de um grupo de amigos. Levantamos e tomamos outro banho para poder acompanhar o casal de noivos. Eu coloquei uma bermuda, um tênis e uma camisa bem confortável.

Borrifei meu perfume e fiquei esperando Mariana que vestia apenas um vestido e sandálias mais confortáveis. Quando nos abraçamos percebi que sua calcinha era minúscula e que estava sem sutiã deixando um generoso decote.

Descemos e o casal já nos esperava. Gustavo é alto, mais ou menos 1,80, moreno, quase negro, olhos expressivos, cabelo bem curto, forte, mãos ásperas mas extremamente educado. Já Flávia é a visão do paraíso, loira, mas com a pele bem queimada de sol, cabelos cacheados até a cintura, olhos verdes, um corpo gostoso, boca carnuda e cara de quem adora aprontar.

Mariana me apresentou aos dois e perguntou aonde iriamos. Flavia explicou que era uma festa de uns amigos do Gustavo num bar que ficava quase em Prado e que por isso iriamos de carro. Mariana perguntou se cada casal iria no seu carro e Gustavo interrompeu dizendo que queria que eu e ela fossemos em seu carro. Concordamos e entramos para seguir viagem.

Flavia e Mariana não paravam de cotar as novidades e vira e mexe Flavia colocava as mãos nas pernas de Mari. Trocaram olhares e não conseguiam disfarçar muito a química evidente entre elas. Algum tempo depois chegamos e sentamos numa mesa que ficava numa varanda grande. A música era alta e as pessoas riam, dançavam, conversavam e Mariana e Flavia ainda colocando o papo em dia. Eu e Gustavo começamos a conversar sobre assuntos de homem até mesmo para não virarmos meros telespectadores, daí falamos sobre futebol, carro, musica, praia etc.

- Vamos dançar?

Disse Flávia já puxando Mariana pelas mãos que nem teve muito tempo de responder. Chegaram na pista e começaram a dançar, era nítido o clima entre elas e Gustavo mudou de assunto.

- Essas duas se amam.

- Percebi

- Já aprontaram muito.

- É, a Mariana me contou.

- Contou?

- Sim, contou tudo, inclusive sobre Salvador.

Gustavo ficou pálido e eu tratei de tranquiliza-lo. Apenas disse que ele perdeu a melhor oportunidade da vida dele, pois é difícil um cara arrumar uma mulher que seja assim tão liberal quanto Mariana e Flavia. Ele riu e disse que na hora ficou assustado.

A conversa fluía bem e as meninas iam se entregando ao ritmo das músicas. O álcool ia subindo e os vestidos iam na mesma proporção. Mariana e Flávia dançavam de forma sensual chamando atenção no bar, o olhos de Gustavo brilhavam e eu fiquei de pau duro só pensando na possibilidade das duas juntas nuas, na cama, dando pra mim e pra Gustavo.

- Gustavo.

- Oi.

- Vamos levar essas meninas para um lugar mais tranquilo?

- Voce topa?

- Claro, lá elas vão ficar mais a vontade ainda e quem sabe a gente melhora o nível da diversão.

- Eu tenho uma casa num local mais afastado, mas vamos levar meia hora pra chegar lá.

- Ok, a gente compra bebidas aqui e leva.

Gustavo concordou pressentindo o que iria acontecer. Chamamos as meninas que toparam na mesma hora, quando íamos entrar na camionete sugeri que as duas fossem pro banco de trás, elas riram e nem perguntaram o porquê.

Ao entrarmos no carro Flavia quis saber onde iriamos e assim que Gustavo disse ela perguntou apenas se ele tinha certeza de que realmente queria seguir com aquilo. Ele apenas balançou a cabeça e saímos do bar em direção a tal casa.

Mariana e Flavia já se atracavam no banco de trás. Os beijos eram longos e apaixonados, as mãos das meninas travavam uma batalha intensa explorando o corpo uma da outra. Gustavo acompanhava do retrovisor e o volume na calça dele já era assustador.

Chegamos lá e descemos com algumas garrafas de cerveja. Eu e Gustavo fomos colocar as garrafas no freezer e quando voltamos as duas já seguiam num sessenta e nove de dar inveja. Os corpos nus se entrelaçavam no sofá cama. Mari estava por baixo e Flavia por cima, uma sugando a boceta da outra. Meu pau já pulsava e do Gustavo parecia que ia rasgar a bermuda. As meninas não paravam e o banho de língua seguia a todo vapor.

O calor aumentou e eu e Gustavo nos livramos das roupas. Foi ai que eu vi o que Mariana iria encarar naquela noite. Eu nunca vi um pau daquele tamanho e daquela grossura. Era totalmente fora dos padrões. Algo em torno de uns 25 centímetros ou mais, uma rola preta, cabeçuda e cheia de veias.

Flavia olhou pro namorado quase marido e chamou para que ele participasse da brincadeira. Ele obedeceu e começou a chupar a boceta de mariana junto com Flávia. Eu fiz a mesma coisa, me acomodei por trás de Flavia e cai de boca na sua xana.

Flavia e Mariana gemiam alto. Flavia pediu que eu metesse meu pau na sua boceta e eu assim fiz. Que boceta quente, melada, lisinha, cheirosa e com um grelo duro como pau. Comecei a estocar e Flavia gemia gostoso olhando na cara do noivo que estava se deliciando na boceta da minha namorada.

Mariana aliás, gozava e gemia freneticamente. Parecia que estava colocando pra fora o acumulado. Depois Flavia saiu de cima dela e mandou que ela desse um trato na rola de Gustavo, quando Mari viu aquilo tudo ela recuou, disse que não aguentaria. Flávia insistiu enquanto rebolava na minha vara e Mari acabou indo e caiu de boca na tora de Gustavo.

Mari tentou chupar o pau de Gustavo mas o máximo que conseguiu foi chupar a cabeça. Sua língua descia por toda extensão daquela tora negra. Mariana chupou as bolas do saco dele, mordeu o pau, chupou com vontade aquela cabeçorra e punhetou usando as duas mãos.

Eu e Flavia seguíamos fodendo no outro lado cama e a noivinha anunciou que ia gozar, eu acelerei pra gozar junto e gozamos deliciosamente sb os olhares de Gustavo e Mariana.

- Vem aqui Mariana, vou te dar hoje o que não te dei aquele dia.

Gustavo pegou Mariana pela cintura e puxou o corpo dela com extrema facilidade pra cima dele. A pica já estava apontada pro alto e Mariana foi se posicionando pra sentir o poste entrar no seu sexo. Ela pediu que ele fosse com calma e Gustavo obedeceu.

A cabeça entrou a Maria já suava. Seu corpinho de 1,66 de altura foi descendo lentamente e a tora foi entrando na xaninha da minha pequena namorada. Maria seguia engolindo a cobra, o pau foi ficando lustroso com o melzinho que escorria da sua boceta. Quando Gustavo percebeu que pouco mais da metade havia entrado, começou a estocar Mariana mesmo estando por baixo.

Mari gemia, sussurrava algumas palavras que ninguém conseguia entender direito. A cada estocada o pau entrava um pouco mais.

Flavia e eu assistíamos incrédulos a tudo aquilo. Gustavo perguntou se Mari estava bem e ela mandou ele continuar. Mais algumas estocadas e veio o primeiro jato de gozo de Mari que molhou todo os sofá
Gustavo com toda a sua força levantou com Mari grudada em seu pescoço. Ele caminhou até uma bancada e ela apoiou com os braços.

Gustavo então passou a foder Mariana em pé sem que os pés dela tocassem o chão. Vendo aquela cena meu pau voltou a latejar de tesão e Flavia sentou na minha pica novamente. Seus movimentos em cima de eram bruscos, ela quicava no meu pau e seguiu gozando assistindo o noivo dar uma bela surra de pica na prima.

Depois Gustavo colocou Mari de quatro no sofá, ao nosso lado. Flavia tentou beijar Mari que parecia não sentir muita coisa. Segurando Mariana pela cintura Gustavo começou a fode-la com mais força e virilidade, Mariana então jorrou seu orgasmo de novo sobre o sofá e da sua boca saia apenas soluções e algumas palavras mal pronunciadas. Confesso que cheguei a me preocupar com ela mas a cena era tão excitante que eu e Flavia gozamos de novo.

Depois de uns 25 minutos de pica, Gustavo gozou enchendo a boceta de Mari de porra. Os corpos suados caíram no sofá e ficamos ali, os quatro, recuperando o folego.

Mari se levantou e foi ao banheiro. Era nítido a sua dificuldade em andar. Quando ela retornou, deitou-se ao meu lado e Flavia a beijou.

- Amor, temos que ir embora?

- Voce esta bem Mariana?

- Sim, mas se eu repetir a dose, amanha não consigo ir na igreja.

Tomamos um banho e saímos da casa de Gustavo em direção ao hotel. Chegando lá pedimos um óleo lubrificante na farmácia pois o estrago na boceta de Mari foi grande. Eu nuca tinha visto ela ser fodida com tanta intensidade.

- Teria coragem de repetir a dose amor?

- Sim, desde que eu possa dormir dois dias diretos.

Quando a farmácia entregou o óleo eu mesmo passei na xaninha de Mariana. Estava inchada, vermelha e bem larga. Passei o óleo onde foi possível. Nesta noite Mar dormiu nua, de bindinha pra cima e com as pernas abertas.

No sábado foi o casamento. Flavia estava linda de noiva. Gustav também ficou bem de terno. Depois da festa fomos pro hotel e dormimos até as 12h. na segunda pela manhã viemos embora e Mari só conseguiu trepar cinco dias depois.





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