"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ana


autor: publicitario45
publicado em: 16/06/15
categoria: casual
leituras: 3337
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Um dia, lendo uma matéria no jornal sobre o Orkut, fiquei curioso sobre esta rede social que estava mexendo com todo mundo. Sim meus amigos, naquela época, o Orkut estava bombando e não foi à toa que ele deixou saudades. Era muito mais divertido que o Facebook ou qualquer outra rede sócia do momento. Após receber o convite de um amigo, comecei a vasculhar todas as possibilidades que a ferramenta oferecia. Reencontrei amigos, fiz novos amigos e assim se foi. Como meu dia a dia é muito corrido, eu deixava para acessar o meu perfil sempre pela manhã, antes de ir para a agencia. Um dia descobri as tais comunidades do Orkut e rapidamente encontrei de uma escola que estudei em Belo Horizonte (Sou mineiro e resido em Vila Velha), meu time d coração e o bairro onde moro em Vila Velha, Itapoã. Ao encontrar esta comunidade rapidamente me inscrevi e fui aprovado como membro. No dia seguinte, recebi uma mensagem de uma mulher bonita, pele clara, cabelos castanhos e sorriso capaz de rachar a terra ao meio. A mensagem dizia: valeu por ter entrado na comunidade. Beijos e boa semana.
Sem saber o que fazer, fui ao perfil da Ana (Nome fictício), agradeci a mensagem, retribui o beijo e fiz um elogio ao seu belo sorriso. Eu entrava de manhã para ver as mensagens e ela apenas a noite, com isso, nossas mensagens tinham quase 12 horas de atraso uma da outra. Durante meses, isso mesmo, meses nós ficamos neste ritmo pra lá de morno.
Um dia a tarde, Ana me manda uma mensagem e eu estranhei e resolvi entrar. Respondi, ela respondeu novamente e então pedi a ela o endereço do MSN. Após trocarmos os endereços começamos a conversar e ela me disse que estava de féria da empresa e da faculdade. Durante alguns dias a gente se falava e após ela me dar o número do telefone abandonamos o MSN e passamos a conversar literalmente.
Numa sexta-feira à tarde Ana me liga e diz que estava num café perto da minha empresa com uma amiga tomando café. Em cinco minutos eu já estava na mesma com ela e com a sua amiga que mais tarde descobri que era publicitária mas não trabalhava em agencia, ela apenas era professora universitária. Conversa vai, conversa vem, começas a nos despedir e fui com a Ana até o estacionamento, onde rolou um leve beijo. Simples, curto, mas o suficientemente bom para se tornar inesquecível.
No dia seguinte, estava na agencia resolvendo detalhes finais de campanha quando o telefone toca. Era a minha gerente favorita dizendo que estava dentro do carro na rua de trás da agencia. Tinha ido ao banco pagar umas contas e queria me ver. Chegando lá puder ver com mais calma a sua beleza. A pele branca se contrastava com um cabelo cacheado e preto que lhe davam um ar de mulher forte, decidida e sedutora. Ana usava um top e uma mini saia jeans. Começamos a conversa e rapidamente começamos a nos beijar. Um beijo bom, uma boca macia que parecia querer me engolir. Para a minha surpresa, Ana abriu o zíper da minha calça e pegou meu pau com força, deu uma lambida na cabeça e começou a chupa-lo por alguns minutos. Quando ela percebeu que eu ia gozar ela parou e disse que ali não seria o lugar ideal. Voltamos a nos beijar e desta vez foi a minha mão que começou a passear pelo seu corpo. Pernas grossas, lisas, pele bem tratada rapidamente entrei entre suas pernas e toquei a sua calcinha, que além de quente já estava úmida. Brinquei com o seu sexo por alguns instantes até que ela disse que teria que ir embora. Eu estava louco de tesão, pau latejando com os dedos melados mas não poderia ir além. Peguei meus dedos ensopados e enfiei na minha boca, suguei todo o seu caldo e depois lhe beijei a boca novamente.
- safado. Estou indo pra casa tremendo de tesão, isso não vai ficar assim.
Ana se despediu de mim com aquela cara de safada e foi embora. Naquela sexta-feira não nos falamos mais, ela iria para uma casa noturna com as amigas e eu passaria o fim de semana com os meus dois filhos. No sábado pela manhã, levantei, fui cortar meu cabelo, cuidas das coisas e a tarde resolvi lavar e passar uma cera no meu carro. Isso funcionava meio que como uma terapia e eu perdia a tarde toda cuidando do carro.
Passei a tarde toda lavando o carro e lá pelas 16h meu telefone toca. Ana estava me ligando da sua casa e me convidou para comer um macarrão que ela havia encomendado. Ela tinha acabado de acordar e disse que a noite tinha sido divertida e que a farra com as amigas durou até as 5 da manhã. Pedi o seu endereço, disse que iria tomar um banho e seguiria para a casa dela. Assim que ela me falou o nome da sua e do prédio, eu nem acreditei, Ana morava na rua que ficava atrás da minha casa, bem em frente a escola dos meninos. Tomei banho e fui para casa dela, não demorei mais do que 3 minutos para chegar lá, andando.
To quei o interfone e ela atendeu com aquela voz rouca que é peculiar de quem acabou de acordar. Quando disse que era eu, Ana se espantou com o tempo que eu gastei para chegar na sua casa. Subi e me deparei com aquela mulher que mesmo descabelada continuava linda e sedutora. Ela estava com uma camisola azul escuro, de seda, bem curtinha e usava meias brancas, pois o tempo ainda continuava frio na Grande Vitória. Entrei e fui recebido por um caloroso beijo e elogios:
- nossa, você esta cheiroso, que perfume é este?
- Azzaro. Gostou?
- sim, vontade de grudar no seu pescoço, ficar cheirando você inteiro.
Minhas mãos já começam a deslizar pelo corpo dela sentindo aquela sensação boa de tocar o corpo de uma mulher por cima de um tecido fino. Fomos caminhando lentamente para o quarto sem deixar que nossas bocas se desgrudassem uma da outra. Nem fechamos a porta, Ana começou a me despir e ia beijando cada espaço do meu corpo, beijou a minha boca, meus peitos após retirar a minha camisa, passou a língua pela minha barriga lentamente e me causando arrepios. Se ajoelhou e começou a desabotoar a minha bermuda me deixando apenas com uma cueca box. Se levantou e começou a me beijar novamente.
Fomos para o seu quarto e lá me deitei na beirada da sua cama, assim, Ana colocou o joelho na cama por cima de mim usando a outra perna para se apoiar. Desta forma, coloquei a calcinha dela de lado e pedi que ela sentasse na minha boca. Ana entendeu as minhas intenções e se aproximou devagar. Ao sentir o toque da minha língua no meio do seu sexo tremeu e soltou um leve gemido. Pedi que ela se mexesse devagar e usasse a minha boca do jeito que ela quisesse e assim ela o fez. Com movimentos leves, Ana encostou o braço na parede, fechou os olhos e continuou sem movimento. Gemia, pedia mais, fazia uma carinha de choro e dengo enquanto rebolava na minha cara. Não demorou veio o primeiro gozo, depois o segundo e ela deixou seu corpo cari sobre a cama. Mas eu queria sentir mais daquele gosto e me virei e tirei de uma vez só aquela minúscula lingerie ensopada. Cai de boca mais uma vez e chupei até que Ana gozasse mais uma vez.
- vira safado, eu quero chupar o seu pau. Quero ele todo na minha boca.
Ana começou a me engolir com força. Não teve lambidinhas nem beijinhos. Ela simplesmente pegou meu pau e engoliu, chupou, mordeu, foi no meu saco, subiu na cabeça e depois se colocou de quatro e pediu rola. Aquela mulher enorme (1,79) de quatro, chupando um dos dedos me levou a loucura. Posicionei minha pica na entradinha e resolvi judiar dela. Não penetrei. Fiquei pincelando a cabeça do meu pau na porta da sua buceta quente, chamando ela de putinha, de safada, de vadia e cachorra. Ana sorria e pedia pica e eu resolvi entrar de uma vez só. Ai sim, Ana se soltou:
- uiiiiiiiiiiiiiiiiiii, safado, vagabundo.
- mete pica nessa buceta que a partir de hoje ela é só sua, fode, fode com força. Mete tudo sem dó.
Resolvi estocar com força, fazendo com que Ana gemesse ainda mais alto. O som do meu saco batendo entre as suas coxas nos excitava ainda mais. Ana mais uma vez anunciou que ia gozar e gritou, gemeu, urrou, chorou sentindo 20cm de pica esfolando suas entranhas. Dei-lhe uns tapas, puxei o seu cabelo e avisei que ia gozar. Agora era a minha vez de gritar. Berrei, puxei seus cabelos e deixei meu corpo cair sobre o seu.
Durante um ano e meio eu e Ana transamos. Algumas vezes pensamos em namorar, mas o seu temperamento difícil não deixava. Ana só baixava a guarda quando o assunto era pica. Adorava acordar cedo e virar a bunda pro meu lado querendo pau logo pela manhã.

Beijos e espero que tenham se divertido com o conto.





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