"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Virei Personal Sex da gordinha gostosa.


autor: Chronos
publicado em: 19/08/16
categoria: traição
leituras: 3988
ver notas


Viviane e Lelo já eram casados há pelo menos uns cinco anos quando eu os conheci num churrasco na casa do meu parceiro Genilson. Não foi difícil fazer amizade com o Lelo, que desde o início mostrou ser um cara simpático, comunicativo, debatia qualquer assunto sem levar pro lado pessoal, o que hoje é um pouco raro, pois redes sociais são do mal: O indivíduo é seu amigo somente quando concorda com você. Você fala o que pensa de verdade, e a zona de Gaza está confirmada: É uma terra do mal.
Na época eu estava cursando meu terceiro e último ano na faculdade de Educação Física, estava namorando Daniela há pelo menos uns um ano, comprometidos seriamente para casar, e não tinha muito o que reclamar do meu relacionamento com ela até porque estudando no mesmo campus da Zona Oeste, um ver ao outro não era um problema.

Sou Sávio. Alguns aqui me conhecem da recente história escrita sobre mim do Estagiário Seduzido por Aluna Gostosa, rs. Pois é, galera, a aluna gostosa já está há um ano comigo e estamos noivos. Casar!? Sem pressa alguma. Mas, como ambos trabalhamos, não apenas estudamos, temos juntado já nossas forças aquisitivas para montar nossa casinha com o melhor planejamento possível.

Mas, voltando aos personagens críticos dessa história: Viviane e Lelo( seu nome verdadeiro é Wellington) demonstraram ser um casal super envolvente, e a partir desse dia ficamos amigos. Viviane era um pouco mais reservada, em contraste com o seu esposo, muito alegre, metido a arranhar a voz no karaokê do primo da esposa. E depois de uma ou duas garrafas de vinho ficava eufórico demais, achando-se o fodão, contando vantagem das porras todas. Fiquei somente observando.

É um cara grandão, forte, trabalha com mecânica e retífica de motores, extremamente talentoso no seu ofício, mas tem um pequeno problema: Exagera na bebida. Muito, gente. E quando ele bebia muito, já era preocupação na família, porque a bebida alcoólica levava ele a consumir outros tipos de drogas. Uma pena, um cara tão talentoso desperdiçar a vida desse jeito!

Segundo os relatos do próprio Genilson, Lelo quase rodou porque tinha uma dívida pra pagar no movimento de tráfico e a esposa teve que correr as pressas para tirar do banco algumas de suas economias para poder salvar a pele do marido. Por conta desse estresse todo, ela ficou abalada emocionalmente e começou a se entupir de doce , uma porrada de besteiras. Engordou direto. Mas aí o metabolismo desregulou de vez e ela tava beirando a obesidade mórbida.

Olha, longe de mim julgar marido ou esposa que encontram seus cônjuges nessa situação, mas se fosse comigo, já tinha ganho uma bicuda no meio do cu, puta que pariu. E Vivi, apesar de gorda, é muito linda. Eu estudo Educação Física, óbvio que ganho com a satisfação do cliente que atinge seus objetivos pessoais, mas porra, ela é linda, uma mulher branca, cabelo liso, rosto com uma simetria que poucos têm e super tranquila, paciente, e apesar de tudo, ainda gosta do cara.

Eu realmente não sei como ela agüentou tanta merda dele. Mas Lelo também sabia chantagear a esposa emocionalmente. Ameaçava de se matar, que não podia viver sem ela, essa caralhada toda, e quando o primo de Viviane, meu amigo, contou isso, fiquei puto!

Eu: Porra, Genilson, sei que é tua prima, tenho respeito e tal, mas cara, ela tá precisando de ajuda, mano.

Genilson: Cara, a ultima vez que eles se separaram eu a convidei para ficar aqui em casa. Nem os pais do Lelo gostam dele direito. Quando ele fica transtornado agride eles e tudo pedindo dinheiro, e não para em trabalho nenhum, deixa serviço por fazer e um monte de gente já quis pegar esse maluco, cara, tenho medo pela minha prima que gosto muito.

Eu: Quem não teria, né! Gostei dela, cara, Dani também. Vamos marcar algo pra gente ir se conhecendo mais, ela precisa de amigos.

Genilson: Claro, véio, a gente marca, sim!

No meio daquela confraternização toda, pois era aniversário do filho do Genilson, churrascada e o caramba, peguei o telefone do Lelo e da Vivi. E começamos a fortalecer os vínculos. Pelo WhatsApp a mulher dele se soltava mais, brincava mais um pouco, mas era comedida. Quando pegou confiança na gente, começou a desabafar os vacilos do companheiro. Sem contar que ela ficava na ansiedade, ela se entupia de comida, coitada, ficava em casa preocupada de ele fazer merda. Eu comecei a dar alguns toques a ela, pra ela poder cuidar da saúde, Daniela também, mas ela não escutava. E não parava de engordar.

Eu tinha a impressão de que aquela gordura dela era mais emocional do que algum distúrbio físico, mas os males da mente, do coração, manifestam-se em doenças. E algum tempo depois, ela desenvolveu uma bactéria gástrica que a fez chegar próxima à temida obesidade mórbida. Filho da puta, esse Lelo! Ele nem pra cuidar da mulher dele, o filho da puta! Ele tava um barril, a mulher dele se matando por ele.

Como eu sou amigo do Genilson, de vez em quando eu trocava ideias com ele, principalmente quando ela não dava notícias para a família. Ela passou a ter confiança na Dani, em mim para contar situações que não tinha coragem de contar, e certo dia ela ligou pra Dani chorando dizendo que ia se separar do Lelo.

Viviane: Gente, me ajuda, pelo amor de Deus! Meu casamento acabou! Não suporto mais esse homem!

Daniela: Mas o que houve, meu anjo?

Viviane: Ele sumiu de casa desde ontem à noite, eu liguei, liguei e ele não retornou, mal dormi essa noite, ele teve outra recaída com drogas, puta que pariu!

Ligamos pro Genilson, que voou pra casa deles e ajudou a procurá-lo pela cidade. Isso foi numa tarde de domingo, quando o localizaram o cara tava todo sujo, havia vendido o celular dele pra comprar cocaína! Genilson brigou muito com ele, levou ele pra casa, a mulher deu um banho nele e logo o puseram para dormir.

O início dessa história é muito tenso mesmo, pessoal, mas foi a partir daqui que minha amizade com Vivi se estreitou: Lelo foi internado para desintoxicação, e ao chegar da clínica de reabilitação, Viviane me ligou dizendo:

- Poxa, Sávio, você e sua noiva estão sendo uns anjos comigo, ainda mais com seus conselhos, que me chocam Às vezes, mas sinto que você se importa.

De fato, eu também tinha me afeiçoado a Viviane, e sim, pelo WhatsApp, havia dado conselhos a ela. Até fui duro com ela em relação a sua saúde.

- Olha, não é questão de amor que salva relação. Ok!? O que você precisa desencanar é que nosso amigo infelizmente está sendo seu suicídio. Você tá doente, porra, sua saúde já inspira cuidados e você não tá vendo isso. Você é jovem, linda, tem um futuro pela frente, merece ser amada, e não to falando por ser profissional de saúde, que falo contra gordura, não, você é uma gata, e ta se matando por ele, porra! Vai ficar nessa vive até quando!?

Viviane: Ai, Sávio, até quero, mas fico preocupada por ele. Se eu deixar ele, nem a família vai cuidar, tenho medo mesmo de ele acabar com ele próprio! Além disso, eu sempre fui gordinha, ele gosta de mim assim, poxa.

Eu: Só que essa gordinha tá doente e precisando de uma dose de amor próprio! Seja feliz, Vivi! Seja FELIZ! Quisera eu que todo amigo que eu conheço tivesse uma mina que nem tu.

Vivi tem 33 anos, faz 34 no fim do ano. Não tem filhos. Estava chegando a morbidez. Apiedei-me dela. Como ela precisava de um tempo para refrescar sua cabeça, foi para a casa de sua irmã, Vanessa. Lá ela relaxou um pouco. E com a orientação da família, que tomou conhecimento do drama, ela finalmente tomou a decisão esperada por todos: Divorciou-se do Lelo!

E procurou-me para poder entrar num rígido programa de treinamento para perder peso. Obedeceu rigorosamente à nutricionista, Alessandra, indicada por mim, pois era professora e nutricionista na academia da universidade, e Viviane dentro de uns...três, quatro meses, saiu da zona de risco de obesidade mórbida.

Teve que trocar de telefone, claro, pois o Lelo sem noção ficava ameaçando ela com chantagens infantis.

Entretanto, com a mente mais sã, ela foi diminuindo, tomando os remédios para combater à bactéria gástrica, e logo começou a trocar seu manequim outra vez. Ainda em processo de recuperação de sua saúde, Viviane já mostrava sinais de sensualidade, amor próprio de volta, e seu rendimento na firma de contabilidade começou a subir outra vez.

Acompanhando ela na academia, nos aproximamos muito. Ela não mora longe da faculdade, então no fim do dia, estava lá comigo.

Viviane: Sabe, Sávio. Sua namorada é uma garota de sorte!

Eu: Por quê!? -dei um sorriso.

Viviane: Porque não tem como não gostar de você, cara, tem sido um anjo comigo. Não tem como alguém não ser pra cima do seu lado.

Eu: Se tem uma coisa que não suporto é depressão, linda. E com certeza nenhum amigo meu fica na mão.

Viviane: Escuta: Verdade que você me acha linda!? Mesmo gordinha?

Eu: Olha, Vivi, eu vivo nesse meio e estou mais que acostumado em ver garotas investindo pesado pra obter o corpo perfeito e tudo o mais... Mas cara, nada me deixa com...( sussurrando ao ouvido dela) com mais tesão que uma beleza natural, e ainda mais com carne pra pegar, que delícia!

Viviane: Ui!Assim eu vou gamar hein!

Eu: Pode se sentir, que se pudesse, eu solteiro, bem que te apertaria aqui e ali, sem contar que você tem uma simetria tão perfeita no seu semblante, que... Ah, você é linda gordinha, mais magrinha, só não é linda doente e deprimida!

Viviane: Obrigada, querido! Sinto inveja da Dani.

De verdade, essa foi a primeira conversa mais íntima que tive com ela. Enquanto ela estava na bicicleta, fazendo seus exercícios, pude perceber como ela tinha um corpo desejável. Na hora pensei: Porra, o velho Sávio estagiário voltando agora, não perdoaria! Mas esse pensamento me traiu. Meu pau mandou a mensagem:" Colha os louros por isso , amigo! Tamo junto! Entro nessa batalha contigo!"

Viviane me lançou um olhar e percebeu-me perdido em pensamentos nunca antes concebidos sobre ela. Deu um sorriso e continuou sua sessão.

Como eu ficava na parte da noite, no último horário, o numero de alunos diminuía drasticamente após às 21 horas. Ficavam mesmo as pessoas de fora da faculdade que faziam academia ali comigo. Marco Antônio era o único que supervisionava a academia. Meu professor também. E para me ajudar muito, o filho da puta viu que eu tava comendo Viviane com os olhos e chegou no ouvido e me disse:

- Chega junto, guloso, ali tem caldo a vontade- deu uma risadinha.

- Porra, Marco, que isso, véio!?

- Que isso, o caralho! Acho que só tu não viu que ela tá te dando bandeira, tu tem namorada mais não tá morto!

Essas palavras ecoaram na minha cabeça. Arremeteram-me a um passado não tão distante, rs. Daniela também havia me dito isso. E revirou-me por dentro.

O velho Sávio havia despertado. E agora!? O que fazer diante do tesão que começava a se acumular pela Viviane!?

Ao final do horário,ela despediu-se de mim e eu pedi para que me aguardasse, eu iria junto. Guardei todo o material de musculação, limpei todas as cadeiras de aparelhos e fomos embora juntos conversando. Como ela iria para o lado do Shopping Carioca, era caminho para mim. A Dani já estava na casa dela, fica preocupada por conta do horário que saio, pois os ônibus ficam bem escassos, mas ao falar que estava voltando com Vivi de carro, ficou relax.

Durante o trajeto, nossa conversa foi bem descontraída, mas nossos olhares já estavam denunciando a química nascida durante as sessões de treinamento na academia. Como era visível a excitação, Vivi sorria e dizia pra mim, brincando:

Viviane: Aposto que você como personal trainer deve enlouquecer as alunas, seja na academia ou natação.

Eu: Ainda não pensei em ser personal trainer, não, mas caso esteja interessada a gente pode elaborar um programa de treinamento bacana para você. Prometo te fazer suar bastante, rs.

Viviane: Ai,ssss... Quero muito, sabia?

Mordia os lábios, e olhava para minha ereção latente. Porra, ela tava me querendo, nem disfarçava a carência, mais. Tentei desconversar, puxando outro assunto, mas o tempo que ela tinha de abstinência sexual estava lhe consumindo. Foi um período de isolamento e tratamento intenso. Reinventando-se como pessoa, auto afirmando sua beleza, sua sensualidade. E agora a aluna vira a caçadora, rs. O pior é que eu tava gostando do meu ego ser amaciado pela ex-mulher de um amigo. Caralho!

Viviane: Escuta, você vai ver sua namorada hoje!? Não né! Vamos relaxar um pouquinho, eu e você!

Na cara dura, ela me falou essa porra. Fiquei abismado com ela.

Eu: Poxa, Vivi, eu tenho namorada, você sabe disso!

Viviane: Tem namorada, mas parece que seu amiguinho aí não tá morto pra mim! E esse suor de academia vindo de você me excita muito! Ai, que inveja da Dani, Sávio! Anda, só um cadinho, vai! Nada melhor que você para eu agradecer pela poça de merda que eu tava. Posso pegar nele!?

Ao pararmos no sinal, meu pau tava pulsando e eu, tomando pelo frisson do momento, peguei na mão dela e trouxe pra cima dele. Viviane deu um suspiro e enfiou a mão por dentro da calça tactel e deu uma massagem gostosa. As mãos dela são muito fofinhas, pequenas, mas fazem um estrago.

Viviane: Nossa, que tora, Savioooooo... Porra, devo estar apertadinha depois de tanto tempo sem foder, também sou humana, preciso por meu lado lúdico de volta a ativa, rsrsrs.

Quanta ludicidade, hein, sua vadia! Quer pau, vai ganhar pau, porra! Comecei a tocar sua buceta por cima da calça legging dela e um forte odor de suor de xana com seu gozo encheu o ambiente. Aquilo me enlouqueceu.

Uma decisão precisava ser tomada: Pra casa de quem iríamos!? Ela tava indo pra casa da irmã, aí foderia o esquema. Minha casa era contramão pra ela, embora ela me deixasse na Avenida Brasil, sem perder o percurso. Vamos pro motel! Sorte que pudemos fazer o contorno e entramos no Bariloche. Cara, que loucura, mano! Ela fez questão de pagar, puxei o cartão, mas foda-se pra ela. Entramos no quarto já arrancando as roupas um do outro com beijos super voluptuosos, peguei na bunda dela com vontade e encaixei ela com a buceta na direção do meu caralho deitados na cama, ela em cima de mim.

Viviane: Ai, que pegada mais máscula, professor gostoso! Brigada por me fazer sentir mulher, liberta de novo!

Eu: Eu sempre achei que uma mulher linda como você não podia ficar com um babaca daqueles. Desculpa!

Viviane: Pode falar dele, não ligo! O que importa é que estou livre , posso fazer o que quiser agora!

Eu: Então você tá pronta pra suar comigo!?

Viviane: Sssss... Porra, o que mais queroo!

Primeiro, tomamos um banho, porque porra... Ninguém merece fazer sexo comigo estando imundo! Odeio essa porra, me sinto mal!

Viviane matou a vontade de pegar na minha pica quando me viu pelado a primeira vez. Queria ser violada até a alma por um deus grego como eu, segundo ela, para comemorar sua volta à vida e a ressurreição do seu amor próprio! Ficou boquiaberta com o tamanho dela. Ensaboou, punhetou, mamou deliciosamente com aquela boca carnuda( cheguei a me empolgar numas estocadas que quase me levaram a gozar antes do tempo) ,lavou-me nas costas, e depois começou a se lavar. Peguei-a num beijo bem encaixado debaixo do chuveiro e lavei sua xana suada com muito carinho. Ela gemia e abria mais as pernas recebendo a entrada dos meus dedos cheios de espuma, alcançando cada polegada de sua grutinha cheia de carne. Grutinha grandinha por fora e apertadinha por dentro, que delícia!

Viviane gemeu alto quando penetrei freneticamente com os dedos, massageando com o polegar em seu grelo duro e encharcado, e ela teve um orgasmo em minhas mãos. Suas pernas falharam. Encostei ela na parede do banheiro e encaixei um oral nela que puta que pariu, ela melou meu rosto todo com seu melzinho doce.

Terminamos de nos banhar, nos jogamos ainda úmidos na cama. Vivi então confessou:

Viviane: Porra, sonho com isso há uma semana, meu personal sex! Vem, possui sua aluninha carente, vai!

Encaixei sobre ela num papai e mamãe e entrei com vontade naquela buceta apertada. Ela soltou um palavrão de tanta satisfação e mandou que eu a fodesse sem dó. Assim que eu gosto, minha putinha: É frenético, sem tempo pra descanso.

Fiz um vai-e-vem em meio a muitos beijos e mamadas nos seus seios, por sinal pequenos, mas eu não tenho problemas com seios pequenos, pois a Dani não é nenhuma Boing Boing.

Vivi era boa demais, véio. Ela contraía habilmente sua xota , fazendo uma deliciosa pressão no meu pau, aquilo me levava à loucura. No meio da foda, disse:

Viviane: Tu fode como um titã, professor! Liga aqui, liga!

Eu: Ligar!? Ligar o que!?

Viviane: Come meu cuzinho, eu adoro dar meu cu!

Puta que pariu, que noite! Coloquei ela de 4 e lambuzei e meti com a língua naquele cuzinho já explorado nas fodas. Viviane tava muito gostosa. Fui penetrando devagar, para ela não arregar com a dor, mas ela disse que com a dor era mais gostoso então atochei sem carinho. Meti muito, véio. Meti, mas meti igual a um cavalo. Viviane não aguentou, não, kkkkkkkkkkkk.

Viviane: Nossa, meu cu tá pegando fogo, kkkk, da próxima vez a gente usa um KY.

Eu: Próxima vez!?

Viviane: Ai, Savinhooooo... Diz que você vai comer sua putinha de novo, fala!

Desejo de cliente é uma ordem. Ok, minha putinha, vou te fazer suar muito ainda!

Ainda de 4 meti na buceta dela, e mesmo sem gozar, tava curtindo pra caralho ser comida. Fodi sem dó pensando no rabinho delicioso dela e então meu orgasmo anunciou sua chegada. Nossa, véio, leite saiu ardendo da pica. Foda boa pra caralho.

Viviane: Porra, que delícia! É... Tá aprovado para ser meu personal sex!

E demos um beijo caliente e nos vestimos às pressas pois já eram mais de 23 h.

Vim a mil por hora pra casa depois de uma foda dessa. Cheguei era quase meia-noite. Liguei para Dani.

Daniela: Nossa, demorou tanto!?

Eu: Não, eu que acabei esquecendo de ligar, amor, perdão. Cheguei tão estourado que fui pro banheiro, tomar um banho libertador, e meus pais dormem cedo , nem sentiram minha chegada!

Daniela: Viviane tá bem!?

Eu: É, estamos progredindo , parece que ela já vai parar com o remédio e continuar somente na dieta.

Daniela: Puxa, ela merece! Logo vai arrumar alguém! Tudo graças ao meu Personal sex! Kkkkkkkk

Eu: Ela quer um personal trainer, por falar nisso!

Daniela: Hummmm, tomara que não seja você, vou ficar com ciúme, ela não é feia!

Eu: Acredita que o Marco tava de olho nela e perguntou por que eu não pegava!?

Daniela: Ele é muito safado! Tá pegando duas colegas minhas sem uma saber da outra, elas são suas alunas também!

Eu: Sério!? Então ela vai rodar também!

Daniela: Por que diz isso!? Viviane está afim do Marco!?

Eu: Marco tava de olho nela!

E assim, enrolei a Dani e ela nem desconfiou que eu tava pegando a Vivi. Marco chegou a sondar o terreno, perguntou se tava livre, até tentou, mas... O treinador da Viviane já tinha nome: Savio Ribeiro!

Espero que tenham gostado, pessoal!



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.