"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fudendo minha irmã caladinha


autor: Historiador
publicado em: 21/08/16
categoria: incesto
leituras: 34901
ver notas


Essa história aconteceu antes de eu conhecer minha noiva, em julho do ano passado (2015), na data do meu aniversário de 20 anos.
Na época já residia no RN (onde moro atualmente), porque cursava administração na universidade federal daqui e trabalhava com alguns familiares que também moravam aqui. Voltava pra visitar a família no CE (Aquiraz) nas férias ou folgas prolongadas que tinha, e uma dessas foi as férias no meio do ano em que eu faria duas décadas (mal sabia do presente que iria ganhar da minha meia irmãzinha aqui).

Para os 4 dias que passei (cheguei numa sexta pela manhã e fui na segunda seguinte à noite) minha mãe convidou à nossa casa minha meia irmã Samira pra comemorar minha estada junto a ela.
Samira nunca foi próxima da casa em que morei na infância e na adolescência, isto porque sua mãe tinha relações péssimas (logo, ela também) com meu pai e a impedia de ver até os irmãos.
Mas com o divórcio dos meus pais (logo após eu sair de casa), minha irmã já mais velha se aproximou de nossas irmãs menores e, por conseguinte, de minha mãe.
Justamente por não ter sido criado com ela, não tivemos aquela barreira cultural imposta à relações sexuais entre irmãos, e acabamos por foder muito naqueles dias.

Cheguei aproximadamente 8h da manhã na sexta na casa da minha mãe e fui recepcionado com muita festa. Minhas irmãs mais novas mudavam a cada temporada que eu passava lá, uma estava virando uma mulher (15 anos), mas não me atraiu como mulher, haja visto gostar de mulheres mais velhas.
Aproximando-se a hora do almoço, minha irmã chegou. Não a via a anos, a não ser por foto. Era morena e de seios fartos, bastante coxuda e com um bumbum bem redondinho: Aquela gordinha gostosa! 25 anos e baixinha, 1.66 de altura.

Nos cumprimentamos e dei um belo beijo na bochecha dela. Almoçamos todos juntos e minhas irmãs mais novas foram ao colégio. Dispensei a babá da mais nova e eu e Samira ficamos com a casa só para nós. Minha mãe me ligou do trabalho (scta. execut.) e me mandou arrumar o quarto de hóspedes para eu e Samira dormirmos nele, já que ela tinha seu quarto e minhas irmãs mais novas já dormiam juntas.

Foi o que aconteceu a tarde toda até minha mãe chegar, arrumamos o quarto pra nós e aproveitamos pra nos conhecer:
Eu: "Você fala com o pai?"
Ela: "Não tenho nada o que falar com ele, você sabe. Vamo falar de coisa melhor."
Eu: "Vamo sim. Você tem namorado ou namorada?"
Ela: "Não. Pergunta engraçada. Já sabia que sou bi?"
Eu: "Mãe me contou."
Ela: "Que chato. Sabe tudo de mim."
Eu: "Não sabia que era tão bonita assim, nem que tinha esse corpão."
Ela: "Você gostou?"
Eu: "Claro."
Ela: "Então posso ficar mais a vontade que não vai desgostar!"

Dito isso, ela abriu o zíper do short que vestia e o tirou com dificuldade daquele rabo enorme, ficando só de calcinha. Nessa meu pau ficou bem duro dentro da bermuda, mas tinha mais... ela tirou o sutiã, deixando os melões firmes e bem saltados soltos por baixo da blusa, dando pra ver os bicos enormes que quis chupar assim que vi.

Eu: "Nossa. Que vontade de comer você, Samira!"
Ela: "Como tua mãe chega já, não vai. Quando ela tocar a campanhinha sai do quarto que vou tomar banho e depois saio dizendo que já arrumamos. Enquanto isso pode olhar e pegar. Mas não tira a roupa."
Eu: "Ai irmãzinha safada. Que melões gostosos. Que melancia essa sua bunda..."

Falava e roçava nela que ficava parada e me provocando gemendo teatralmente igual a uma atriz pornô. Quando minha mãe chegou, fiz o que havíamos combinados. Fui lá, matei toda a saudade e quando estávamos conversando sobre minha vida no RN ela saiu do banho e falou com minha mãe com muito carinho.

Ficou esse clima de família até chegar a noite, e 20h disse que iria deitar pois estava cansado da viagem e da faxina. Fui ao quarto e me deitei. Não dormi, lógico. Fiquei de calção e deitado relaxando. Minha mãe abriu a porta e disse "é. Dormiu, filha. Boa noite pra você também. Espero que ele não te incomode muito com ronco."
Ela: "Não se preocupe, boa noite também tia Elane. "

E entrou na quarto simultaneamente à subida da minha mãe e irmãs para o andar de cimã, onde dormiam. Ela ascendeu a luz e ficou pelada procurando sua camisola. Tenho certeza que ela sabia que eu não dormia, ela abria desnecessariamente a buceta e o cu pra onde minha cara tava. Vestiu sem pôr calcinha, desligou a lâmpada e deitou de bruços na cama, ficando somente a luz da noite invadindo a janela e iluminando ela em sua cama de solteiro paralela à minha.

Me levantei, tirei o calção e com a rôla dura montei encima dela fazendo pressão naquele traseiro, segurando forte seu pescoço...
Ela: "Ai seu safado! Para!"
Eu: "Cala a boca que agora você vai levar vara. E contém esse gemido."

E então saí de cima, puxei aquele quadril pra cima e enfiei a língua naquele cuzinho que começou a piscar e ela puxou o travesseiro pra boca pra poder gemer baixo.

Eu: "fica caladinha. Sente e controla essa boca!"

Ela não se controlava, então deitei ela de barriga pra cima e na posição de 69 pus meu pau pra aquietar a boca dela enquanto lambia aquele buceta gostosa.

Ela mordia algumas vezes meu pau porque não conseguia se controlar e quando vi que ela ia gozar saí de cima, botei o travesseiro na cara dela e mexi forte o clitóris dela até ela melar a cama de gozo.

Tava foda fazer ela conter os gritos e gemidos, então a deitei de bruços depois de tirar aquela camisola e por trás invadi a buceta dela fazendo ela ficar louca pelo pau que tava levando. Mas a cama começou a fazer barulho. Então a pus de pés, botei a mão da boca dela e soquei com força nela. Enfiava tudo na xoxota da minha irmã, mas quando vi que ela ia gozar infelizmente ela saiu da posição...
Ela: "não vou conseguir me controlar se gozar. E vão saber, porque vou gritar."

Liguei a lâmpada pra ver melhor minha mana que tava comendo, olhando aquela buceta grelhuda abertura botei um colchão no chão - entre as duas camas - deitei e pus todos os travesseiros e lençóis embaixo do seu quadril, empinando bastante sua buceta e sua bunda pra mim.

Montei e enfiei devagar naquele cuzinho moreno enquanto tapava a boca de minha irmã com as duas mãos. Se ela pediu pra parar ou ir mais rápido não sei, mas o olhar indicava que ela tava sofrendo com meu cacete. Cada vez mais metia tudo, até que passou tudo. Que delícia! 'Fudendo minha irmã caladinha', meu saco tava cheio de muito leite...

Tirava todo e metia de uma vez várias vezes. Ela se contorcia quando eu fazia isso (conversando depois, ela me disse que eram orgasmos). E depois de meter muito naquele cuzão, tirei e fiquei de pé... gozando na barriga e nos seios dela e um pouco na cara.

Tomamos um banho silencioso naquela noite juntos, e nas noites subsequentes transamos mais, e ela sempre tentando ao máximo ficar caladinha.



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.