"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Machista convicto pega mina de outro 01


autor: Chronos
publicado em: 22/08/16
categoria: jovens
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Sempre fui amarradão na Rochelle, mas devido a minha postura machista, por assim dizer, jamais admiti pegar uma garota que tivesse outro cara. Isso sempre achei coisa de gente sem caráter, baixa.

Ah, pessoal, desculpe. Primeiro as formalidades, né: Sou o Igor, hoje estudo Ciência da computação, e vocês já ouviram falar em mim. Sim! Como não!? Eu sou o amigo do Sávio, professor de Educação Física que pegou a Daniela, minha amiga, kkkkkkkkkkkk. Sávio é foda, gente, quando conheci aquele cara, ele era o tipo de maluco que você percebia na hora que gostava dele. A minha prima, que estuda no mesmo colégio , mas na época que eu estava era da sétima série, ou oitavo ano, provocava chamando ele de tio. Ele ficava puto, kkkkkkkkk. Mas sempre foi um cara muito maneiro. E é por causa desse amigo, parceiro que estou aqui para contar um pouco da minha vida pra vocês.

Sávio me contou o lance da Dani e fiquei feliz porque eles tem dado certo até hoje, e ele falou de um diário erótico na Web, eu achei estranho da parte dele, porque um cara descolado escrever estórias eróticas eu achava meio coisa de mulher,, sabe?

A minha mãe lê aquelas porras de livros de bolso, chamado Harlequim, e um dia peguei para ver por curiosidade sobre o que se tratava. Achei aquilo coisa de mulherzinha, a descrição do sexo como se fosse algo casto, o sentimento reprimido da garota em relação ao cara,,sempre bonito, porte atlético, ricaço, eu pensei cá comigo:

- Conto de Cinderela pra mulher ficar se iludindo, puta que me pariu!

Então achei da parte dele dizer que escrevia suas experiências eróticas num diário erótico chamado Clímax. Mas não falei nada com ele pra não magoar. Meu mano. Cada um com suas maluquices.

Aí, por curiosidade, né, entrei pra ver, e porra: Gente, to boquiaberto até agora com essa porra, vi contos reais, histórias muito loucas então resolvi contar essa caralha pra vocês.

Eu não tenho o mesmo porte físico daquele puto, sou mais baixinho, 1,70m, sou branco azedo, o típico homem branco opressor que as feministas tanto combatem. Tenho cavanhaque bem trabalhado, é mais como uma maquiagem, porque sem ele eu fico com cara de bunda de neném, e ninguém merece, porra, eu fico a entrar nos bailes e boates para tocar com meu pessoal e nego pensa que eu sou menor de idade. Aí aderi ao cavanhaque, mas estou pensando mesmo em entrar de vez para o Clube da barba. Acho show.

E como acabei de dizer, sou músico. Toco guitarra desde novinho, tenho uma banda que a gente ta investindo pesado pra gravar um CD, e a gente ta divulgando na net através de uns vídeos gravados no estúdio caseiro que montamos, ficou show de bola.

Onde entra a Rochelle nessa parada!? Bom, Rochelle é uma garota da minha turma, amiga do Sávio, também, não tem corpo de modelo, não, tem suas dobrinhas, pneuzinhos, o rosto cheio de espinhas típicas da puberdade, mas ela é uma preta bonita, véio: Cabelos crespos, cacheados, boca carnuda, olhos castanhos bem grandes, mas ela usa lentes verdes. Tem varias amigas gatinhas de um naipe mais alto que a própria Dani, mas era simples, carismática, boa aluna e não era muito de aparecer. Andava sempre bem maquiada e cheirosa.

A parada é o seguinte: Como eu disse para vocês, como bom machista que sou, não tenho olhos para mulher de outro homem. Não mesmo. Faço mesmo questão de dizer isso porque ela tava num rolo com um maluco aí, mas andava meio confusa porque o maluco tinha a pegada boa, segundo ela, era carinhoso, mas não conversavam muito. Era um relacionamento de passatempo, essa porra. Particularmente, pra viver assim, prefiro eu estar numa micareta, numa rave, que perder meu tempo com alguém em algo que não tem propósito.

E ela ia e voltava da escola comigo, conversando sobre essas debilidades no relacionamento dela, mas ela gostava do cara. Puta que pariu, se gosta não tem que ficar falando tão mal assim, né!? Assim eu pensava.

Eu entrei num grupo de rede social para meu desenvolvimento pessoal, é um grupo de homens com pensamento machista. Lá, uma coisa que condenamos é o cara ficar com mulher de outro, pegar um monte de minas sem propósito, pedofilia, estupro, não aceitamos imagens de pornografia, odiamos e repudiamos qualquer postura vulgar das garotas, eu por exemplo sou do estilo antigo de se pensar que uma mulher pode ser sexy, provocante, sedutora sem mostrar o corpo. Meu jeito de pensar.

E caso alguém pense aqui que sou do tipo que acredita que mulher tem que ser bela, recatada e do lar, digo apenas uma coisa: Mulher tem que ser o que ela quiser. Seja professora, bombeira, empresária, presidente, cuidadora, boxeadora, jogadora, a única coisa que não acho normal é ela ser reprimida, violada, isso repudio.

Devido a esses princípios que defendo ferrenhamente, fora de cogitação pegar uma pessoa comprometida. Nunca mesmo. Mas existe a porra do coração. Caralho, odeio quando sou traído por meus próprios instintos. Por isso, encorajado pelo Sávio, estou aqui.

A convivência com Rochelle permitia-me muitas vezes usar da verdade feia para dizer a ela coisas que me deixavam profundamente revoltado com a situação dela. O rolo não era namoro, e assim mesmo ela não terminava com o maluco pois gostava dele. Pior que ela me procurava sempre pra conversar, procurava sempre para contar alguma coisa.

Mas, com eu sou amigo, companheiro, procurava compreender. Embora não apoiasse. Mas um dia, conversando juntos no WhatsApp, percebi que aquela proximidade entre nós estava se estreitando e eu não estava gostando disso, pois sentia que algo em mim estava se desfazendo e dando lugar a sentimentos que não queria sentir. Comecei a me flagrar muitas vezes pensando na Rochelle, em como seria bom se ela tivesse um cara que pelo menos pudesse conversar ao invés de ficar somente na agarração, e o pior: Como esse cara poderia ser eu, para dar a ela a segurança que ela precisa num relacionamento que... Porra, eu tava gostando dessa guria, puta que o pariu!!!

Comecei a ficar cheio de incertezas, traído pelos meus próprios instintos que sempre procurei policiar, mas era tarde. Mas se tem algo que aprendi foi que as coisas podem ficar piores, segundo Murphy, e um belo dia, ela mandou essa aqui para mim:

- Igor, às vezes... Minto, às vezes, não. Quase sempre, ultimamente, tenho pensado em você. Em como é bom contar da minha vida pra você. Tenho conversado tanto contigo que meu ficante passa menos tempo comigo falando sobre nós, e hoje sinto que mesmo gostando dele, não consigo ver um futuro para nós dois. Não consigo enxergar uma melhora. E você me entende de uma maneira que mexe comigo. Tenho começado a sentir coisas com você que nunca senti com ele. Eu não sei você, mas acho que estou gostando mesmo de você, mas ao mesmo tempo gostando dele. Eu sei que não deveria estar nessa posição te contando isso, pois estou comprometida, ainda que não oficialmente, mas penso, e como é bom pensar, imaginar, poder acreditar, que você gosta de mim, como eu de você!

CARALHO! Aquilo tirou meu chão , fez uma fissura na couraça que eu montara. Bem-vindo ao mundo confuso das mulheres, Igor! Agora eu tava refém naquele jogo que elas normalmente costumam ser mais inteligentes que nós!

O imbecil, aqui, ao invés de ficar calado ou então dar um basta na situação, não conseguia pensar friamente, com clareza, e na emoção do momento eu falei, em resposta:

- Sabe, Rochelle, se eu pudesse dizer que você está confusa, deve estar vivendo um momento de insegurança, talvez por estar num relacionamento bom com seu sei lá o que(namorado, ficante, amigo colorido, a caralha que for), eu diria com prazer. Mas não posso julgar você, simplesmente, pois acho que o sentimento é recíproco. E para que eu não tenha que violar meus princípios, acho que devemos... Afastar um do outro.

Você pode pensar que essa era uma resposta sensata, mas na minha mente machista, um corte grosseiro seria o mais correto a fazer, pois ela era minha amiga, e não deveria estar desejando uma pessoa que tem outra na vida dela. Mas minha resposta piorou a situação, porque eu falei demais. E pior, estava sentindo que estava perdendo a cabeça por uma mina que nem sei se seria capaz de largar tudo para ficar comigo.

-Igor, sei que parece que estou confusa, pois estar entre duas escolhas a tomar não é o correto na sua maneira de pensar. Não queria terminar com ele pois eu gosto. A gente tem esses problemas de não ter diálogo, mas a gente se dá bem, mas não queria me afastar de você. Por favor! Gosto da sua companhia, gosto dos seus conselhos, sua forma de ver a vida, sinto que nos parecemos tanto...

- Rochelle, pára por aí, cê quer foder com minha cabeça! Porra, o que quer de mim?

Ela pediu então pra gente se ver. Eu respondi que não. Pra que ela queria que a gente se visse!? O que eu pensaria de mim mesmo se alguém nos visse conversando a sós, ainda mais eu solteiro e ela comprometida!?

Eu respondi que seria mais adequado nos afastar por um tempo, e ela, muito triste, concordou, ainda que não quisesse.

Mas o que sucedeu depois disso piorou a situação: Mesmo tentando ser racional, em meus pensamentos mais ocultos, ela estava lá. E numa certa noite, após deitar-me tarde depois de uma noite de pesquisas para a Mostra Científica no meu colégio, e o dia inteiro com ela à distância me observando, sonhei com ela.

Nesse sonho, eu chegava perto dela num lugar movimentado, desconhecido, onde ela se encontrava solitária, e olhar vazio, pro nada, e começávamos a conversar, mas não lembro bem o que a gente falava, mas eu vi ela pegando a minha mão e dizendo como era bom que,eu estivesse ali junto com ela, que nada lhe faria mais feliz do que estar ao meu lado, e... Porra, quando dava por mim, no sonho, já estávamos nos beijando, e a sensação do beijo naqueles lábios carnudos era tão real que me deixava de pau duro. Estávamos em uma praça, com vários quiosques, e saíamos dali e a levava para um outro lugar que não conhecia, e sem trocarmos uma palavra sequer, podia ver nos olhos dela que ela queria ser cuidada, amada, desejada por mim, e eu queria dar a ela tudo que ela quisesse. Então entrávamos num quarto e... A cena mudava para nós já deitados nos pegando alucinadamente:

Via no sonho uma Rochelle totalmente despida, com belos seios negros arrepiados com meu toque e intumescidos, implorando pela minha boca. Ela estava em cima de mim, eu já sem camisa, com meu corpo delgado por baixo dela, e ela sentada em cima do meu pau duro por baixo da cueca, e podia sentir aquela buceta ralinha, quase sem pelo, molhando minha cueca e deitada sobre mim, quando...

- Igor, acorda menino! Vai se atrasar pra escola! Igor!

Não vi o resto do sonho, pessoal, mas ao levantar senti,algo úmido lá embaixo: Tava todo gozado! E o pau ainda duro pra caralho! Como um animal, eu fui enrolado numa toalha pro banheiro e no meio do banho bati uma punheta deliciosa pensando naquele corpo nu, em cima de mim, e tirando minha cueca e mamando como uma puta desprovida de vergonha na cara, possuindo meu corpo até eu me liquefazer naquela buceta preta e carnuda. Imaginei ela cavalgando em cima de mim, sendo preenchida por minha pica, e gemendo feito uma atriz pornô até ejacular na minha virilha. E outra vez sou interrompido com a voz da minha mãe falando que o café tava esfriando. Liguei o chuveiro e continuei a sentir aquela água fria deliciosa caindo no meu corpo, enquanto eu me masturbava lentamente, vendo aquela beldade negra, negra mesmo, fazendo meu pau branco sumir e ser mastigado dentro dela e ... Finalmente, gozei. Gozei em homenagem à minha pretinha.

Porra, olha eu: Pensando nela como minha pretinha, obcecado por quere-la comigo, e ao mesmo tempo culpado pelo orgulho, que dizia em meu interior que não deveria estar fazendo aquilo.

Continua no próximo episódio, rs.






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