"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Lubieska


autor: publicitario45
publicado em: 18/06/15
categoria: hetero
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Após três meses de muito trabalho em campanhas eleitorais, resolvi pegar aquela grana e investir em outro negócio. Após avaliar algumas oportunidades comprei uma loja de ternos num dos principais shoppings da Grande Vitória. Isso fez com a minha vida virasse um inferno de tanta correria. Trabalhava na agência de 9h00 as 19h00 e depois seguia para a loja de onde saia somente após as 22h40 quando o shopping fechava. Resultado desta correria toda: me afastei da internet e não tinha tempo de conhecer novas pessoas.

As pessoas que eu conhecia, as vezes me ligavam, mas a correria e o cansaço não me permitia sair de casa, eu só queria dormir nos finais de semana. Foi num destes fins de semana, que juntou um feriado no sábado onde o shopping não abriria e uma gripe descomunal que eu resolvi ligar o notebook e bater papo com quem viesse. Queria conversa, seja com homem ou com mulher pois devido a gripe eu continuaria em casa.

Comecei um papo bacana sem ser no reservado com um cara que se dizia empresário. Papo legal, falamos de futebol, dinheiro, mercado etc. Logo em seguida, entrou na sala uma mulher usando o apelido de Italianinha. Vendo a nossa conversa ele se intrometeu e perguntou se iríamos ficar de papo e deixa-la sozinha. Meu amigo puxou assunto, foi sendo muito direto e assustou a presa. E eu ali, lendo tudo até ser questionado pela menina:

- e você publicitário, vai ficar ai caladão? Está com sono?
- sono não, mas a febre esta me matando aqui. Tudo bem com você?

A conversa rendeu e em poucos minutos eu já sabia quem era. O nome dela era Cris Lubieska, filha de pai russo e mãe italiana. Loira, 1,60 de altura, cabelos na altura do ombro, olhos azuis e apenas 22 aninhos. Conversa vai, conversa vem saímos do chat e fomos para o antigo MSN. Lá eu vi uma foto que de cara deu para perceber que não era dela e não era mesmo. Cris me disse que só me mostraria uma foto real após alguns dias de conversa. Entendi, levei numa boa mas fui dormir.

Alguns dias depois após ter retomado a correria normal do dia a dia, Cris entra no MSN e começamos a conversar. Descobrimos quase tudo um do outro e ela me mostrou uma foto. A danada era realmente bonita, tinha uma beleza exótica, era diferente, mas insistentemente ela falava sobre casamento, e eu querendo sexo, mais sexo.

Um dia, Cris me liga e me informa que estava na P. da Costa e que queria me conhecer. Marcamos numa churrascaria por questão de segurança e chegando lá fui recebido por ela e por uma amiga. A amiga, linda e casadinha se apresentou, se desculpou e foi embora nos deixando sozinhos. Conversamos, tagarelamos, bebemos, rimos e no final nos beijamos em frente ao prédio da amiga dela. Fui embora para casa de pau duro, mas feliz por ter conhecido mais uma mulher bacana que fatalmente iria parar na minha cama, certo? Errado! Cris era do tipo que se vendia caro, não era de ir dando logo de cara e eu precisei exercitar a minha paciência até o dia que ela me ligou, disse que estava sozinha na casa dela e que eu poderia ir dormir lá, desde que na manhã seguinte saísse cedo de casa, pois ela e a prima que dividia o apartamento com ela tinham um acordo: nada de homens dormindo no apartamento.

Chegando lá, me deparei com uma visão dos deuses. A menina difícil e quase puritana, me recebeu com uma lingerie de tirar o folego de qualquer atleta profissional. Não pensei duas e me joguei naquela boca carnuda com toda força do mundo. Cria começou a tirar a minha camisa, beijar meu pescoço, lamber a minha orelha e retirando o cinto para que a minha calça fosse retirada logo em seguida. Se ajoelhou na minha frente, caiu de boca na minha pica sem usar as mãos. Era inacreditável como aquela menininha que se vendia de inocente engolia o meu pau. Lambeu meu saco, passava a língua em volta da cabeça, enfiava novamente na boca enquanto me olhava com cara de puta. Gozei. Gozei jatos de porra na boca daquela menina que fez questão de engolir cada gota possível da minha porra. Ela se levantou rindo, me olhou fixamente com cara de safada e se jogou num sofá grande de três lugares.

- vem publicitário, me mostra até onde vai a sua criatividade.

Me joguei em cima daquela loira e começamos a nos beijar. Cris me arranhava as costas, puxava meu cabelo e foi me guiando onde queria ser beijada. Lambi os seus mamilos rosados e duros, um depois o outro, beijei aquela barriguinha linda, desci a ponta da minha língua para a sua virilha e passei direto para as suas coxas. Beijei cada centímetro de cada uma das suas pernas e cada toque da minha boca no seu corpo, lhe arrancava um suspiro mais forte e um gemido. Comecei a puxar a sua calcinha levemente e ai eu descobrir a melhor surpresa da noite. Cria tinha clitóris avantajados, grossos e duros. É raro encontrar uma mulher assim. Ao tocar por cima da calcinha dava uma sensação que havia ali um pequeno pênis. Ela ficou me olhando enquanto eu admirava a cena:

- e ai, gostou ou se assustou?
- nossa, é lindo. Nunca vi assim.
- espera até você sentir o gosto.

Cris falou já puxando a minha cabeça em direção a sua bucetinha melada, grande e quente. Fiquei pincelando a cabeça da minha pica na porta e vendo aquela carne toda de jogando para os lados. Ela implorava mas eu não resistia à aquela cena. Coloquei a cabeça e ela envergou a coluna e gemeu mais alto. Coloquei mais e aos poucos ela foi engolindo meu pau que sumia entre as suas pernas. Uma buceta quente, molhada que me enlouquecia. Tive que me concentrar para não gozar logo de cara. Comecei a socar aquela mulher sem dó. Se estava doendo eu nunca saberei. Soquei, bati na sua bunda com uma mão enquanto mantinha uma das pernas no meu ombro, aquela visão de buceta carnuda ainda me impressionava e me deixava cada vez mais louco. Cris era baixinha, leve e fácil de pegar no colo. Sai de dentro dela e pedi para que ela ficasse de quatro. Reparei que no meu pau havia rastro de sangue, provavelmente fruto da violência nas estocadas. Ela segurou no encosto do sofá, levantou uma perna e se abriu:

- mete!
- me soca mais e mais... eu quero essa pica aqui dentro.

Começamos outra sessão barulhenta e eu senti meu pau escorregar ainda mais fácil quando ela começou a gritar por conta do seu gozo. Assim que ela deu sinal que havia gozado diminui o ritmo. Sai de dentro dela e me deitei naquela chaise enorme de três lugares.

Cris se deitou do meu lado respirando lentamente, sorriu e me beijou. Começou a passar a mão no meu pau ainda duro e melado e desceu lentamente. Abocanhou e começou outro boquete alucinante.

- cris, senta ai, cavalga no meu pau.
- agora. Vou gozar aqui em cima.

Cris vou descendo e minha pica sumindo dentro daquela buceta mágica. Rebolou, quicou, subiu, desceu, me bateu na cara quando gozou de novo e parou uns segundos. Ela fazia isso quando gozava, parava e sentia as reações do seu corpo. Retomou os movimentos cavalgando gostoso e ai foi a minha vez de gozar. Senti meu pau inchando para dentro dela, o calor aumentou, minha respiração descompassou e gozei. Gozei com vontade e senti aquela porra toda escorrendo de dentro da sua buceta. Cris saiu de cima do meu pau, ajoelhou novamente e começou a limpar meu pau e meu saco com a boca.

Saímos do sofá e ela ligou pedindo uma pizza e cerveja. Fomos pro banho e debaixo do chuveiro começou outra pegação. Pedi para comer seu cuzinho mas ela disse que isso ela só me daria na lua de mel. Saímos mais algumas vezes mas a insistência em falar de casamento acabou esfriando o meu tesão. Acho que hoje eu me casaria com ela caso a encontrasse. Linda, inteligente, independente e gulosa na cama.

Beijos. Espero seu comentário.






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