"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Histórias tórridas da juventude- 02


autor: Chronos
publicado em: 24/08/16
categoria: jovens
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Fala, pessoal! Eu , Lekelevado , e Chronos estamos aqui de novo para contar mais aventuras nesse acampamento que foi da porra.

Chronos: Até agora tu só tirou uma com a minha cara!

Eu: Porra, o lance do Carlinhos e da Maria Fernanda foi lance com a tua cara!?

Chronos: Ah, é... Foi, não! Kkkkkk. Mas porra, tu não tinha me contado essa história, não!

Teria contado, se tu não tivesse ido pro alojamento do oitavo ano com essa babaquice de socializar com a turma. Na nossa galera todo mundo já sabia. Tinha a panela que a gente andava: Chronos, Thiago, Robgol( apelido do Robson, mas de Robgol não tinha porra nenhuma), Anderson e eu, André. Carlinhos, é claro, esqueci dele.


Isso era sexta-feira, como falei, e a diversão apenas começando. Sol tava rachando então todo mundo foi pra piscina depois do almoço. Ali começaram as paqueras. Primeiro veio o jogo de cinco cortes. Vantagem para o Chronos que era um poste, ia em todas as bolas e tirou metade das pessoas da roda. A socialização entre as duas turmas aconteceu de forma natural, sem o Chronos precisar forçar a barra. Possuía uma certa popularidade por ser do segundo ano e além disso somente a turma sabia das maluquices dele.

O jogo tava quase no fim quando Chronos foi igual a um foguete pra cima do último corte e bombardeou a cabeça da Helena, uma gordinha do oitavo ano com uma bolada.

Eu: Porra, cara, toma cuidado! É uma garota! Pede desculpa!

Chronos: Colega, exagerei na força, fui péssimo com você!

Helena: Kkkk, nossa! Fiquei paralisada quando você voou nela, achei que fosse me matar. O susto doeu mais que a bolada!

Chronos: Matar, eu!? Só se for de carinho, você é tão delicada! Me perdoa!

Todos: Aeeeeeeeeeeeeeee, Helena ganhou uma pra hoje!!

Chronos estava aproveitando a oportunidade de de tornar um homenzinho de verdade. Pisquei pra ele acenando que chegasse junto. Continuamos a brincadeira até que sobrou Chronos e eu, mas por azar dele, escorregou tentando pular e eu enchi o peito dele com uma cortada fenomenal, kkkkkkkkk, David derrotando Golias mais uma vez!

O dia transcorreu super agradável, muito gostoso mesmo, deixei o meu amigo gigante pra lá curtindo a galera do oitavo ano e fui dormir a tarde, pois à noite teria o baile. Agora eu passo pro Chronos, porque ele foi o cara que ficou aceso até de madrugada.


Com vocês, Chronos falando! Bem, pessoal, não era bem a Helena que eu queria pegar, porque na verdade quando vi a Dayana de biquíni, meu Deus... Cara, tudo nela era grande, o biquíni de baixo apresentava uma parte carnuda, aparentemente depilada que levantou meu pau na hora dentro da piscina e eu tive que ficar nela um bom tempo para poder acalmar os ânimos.

Como o Dinho foi dormir, ele não viu, mas logo a galera do oitavo ano me chamava pra tudo: Jogar futebol, tirar foto, virei o mano mais velho da turma e o resto da minha turma ficou de longe observando, rindo da minha cara. Aproveitei essa chance pra conhecer as garotas, nome por nome. A primeira era a Thaisa, gordinha, faladeira, cabelo sarará, mulatinha; depois a Joyce, metida à patricinha, morena, baixinha, gostosa, seios bem desenvolvidos, coxas bem feitas, toda delicadinha; tinha a Alice, mais alta, cabelos castanhos, boca carnuda, magra, mas muito linda; Vivian, um mulherão igual a Dayana, seios grandes, quadril arredondado, sem pneu na barriga, super saudável; Fabiele, muito simpática, quietinha, baixinha, seios pequenos, cabelos até o ombro, corpo mignon, toda jeitosinha; Helena, sorridente, simpática, gordinha, seios fartos, tinha uma barriga saliente, mas não era varril, panturrilhas grossas, super gente fina... E a Dayana.

Os garotos da turma delas ficaram meio enciumados pois ali no meio deles, mais novos, eu parecia mais maduro, mais inteligente. E arrisquei a cantar algumas músicas com eles. Eu sempre tive uma voz boa, então gostaram na hora. Aí a Helena, pra me chamar atenção, começou a puxar uma musica que era sucesso no Brasil na época, do KLB.

Helena: Conhece essa música, colega!?

Eu: Não, canta pra mim!

Aí ela começou a balbuciar, baixinho, com vergonha:


A dor desse amor


"Perdoa se estou te ligando, amor, nesse momento
Mas me fazia falta escutar de novo
Só por um instante sua respiração
Desculpa, sei que estou quebrando o nosso juramento
Sei que existe outro em seu pensamento
Mas meu coração pediu pra te dizer

Que estou morrendo
Morrendo por dentro (estou morrendo)
E é tanta saudade morando em meu peito, uh uh uh uh uh

Vida, devolva minhas fantasias
Meus sonhos de viver a vida
Devolva-me o ar
Sem teu carinho, meu mundo fica tão vazio
Os dias quentes são tão frios
E as noites me trazem
A dor desse amor"

Eu peguei a musica rapidinho, depois cantei alto no meio da galera, e ela cochichou alguma coisa no ouvido da Dayana e da Vivian que eu pude sentir algo suspeito. As duas amigas sorriram de volta pra mim. Naquele momento, senti que ela tinha entrado no papo. Helena era a mais velha da turma, tinha uns meses a mais de idade que eu e Dayana, tinha um jeito contagiante e conseguiu desviar minha atenção da Dayana. Tava igual a um franco-atirador, acertei nela sem querer, e parece que todo grupo manjou aquilo e largou a gente conversando, aos poucos.

Nós fomos descobrindo várias coisas em comum, tipo: Gostávamos de ler muito, principalmente poesias, filmes de ação, comédia romântica, e o mais interessante: Preferia relacionamentos duradouros a aventuras. Isso porque ela já tinha se magoado muito com aventuras, pois quando se apaixonava os garotos normalmente metiam o pé fora, e aí contou algumas desventuras. Fomos desenrolando até o assunto chegar no sexo. Porra, aí fiquei meio sem graça porque eu era virgem nessa época, não tinha tido experiência, e fui honesto em dizer.

Helena se espantou comigo, mas achou aquilo fofo. Perguntou porque eu ainda não tinha perdido a virgindade.

Eu: Não achei alguém que valesse a pena.

Helena: É raro um cara que pensa desse jeito. Você seria perfeito pra mim.

Eu sei que a gente saiu do campo e foi conversando até as fronteiras do sítio. E senti que apesar de não ser a garota mais linda, era meiga, do jeito que eu idealizava alguém, e aquilo nos aproximou bastante.

Helena: Hoje, mais cedo quando a gente tava cantando lá no campo, eu percebi uma coisa.

Eu: O que?

Helena: Você tem uma voz linda.

Eu: Sério!? Rs, olha que só arranho, faço somente uma social.

Helena: É, mas você canta com satisfação, nunca pensou em ser músico?

Eu: Bem, na verdade, eu toco violão. Na minha roda de amigos, lá em casa, e no centro jovem onde vou, eu costumo acompanhar todo mundo, mas ninguém sabe que canto.

Helena: Deveria investir nisso, amei ver você cantando. Sorte da garota que namorar você, vai ouvir serenata sempre.

Eu: Eu nunca cantei pra ninguém, Helena. Nunca mesmo. Normalmente sou alvo de muita zoeira na sala de aula e então tenho vergonha.

Helena: Vergonha pelo que!? Você é um cara tão legal.

Eu: Humm... Você que tá dizendo. Olha, se não nos conhecêssemos num momento como agora, eu jamais chegaria tão descolado assim com o pessoal, sou um pouco tímido, nem sei cantar uma garota.

Helena: Pois acho que você fez do jeito certo. Os meninos da sua turma pelo que vi são muito assanhados, eu não gosto. Você tem esse jeito expansivo, mas tem um coração muito bom. Sério mesmo.

Eu: Primeira vez que alguém fala isso.

Helena: Eu gostei de você. Espero que quando a gente voltar, a gente possa se dar bem todo dia na escola.

Eu: Sabe, Helena...

Helena: Fala.

Eu: Gosto de você.

Helena: E eu de você.

Confesso que nessa hora senti algo diferente, subiu um arrepio pela espinha, um frio na barriga, e ela também sentiu isso. Sentamos numa mesa vem longe da agitação toda e seguiu-se aquele momento que ninguém mais sabe o que fala.

Minha mão suava frio, ela sorriu meio tímida, arrisquei fazer um carinho no seu rosto. Ela repousou seu rosto quente na palma da minha mão. Então arrisquei trazer seu rosto pra perto de mim e dei um beijo no rosto. Ela correspondeu com o mesmo carinho no rosto, mas chegamos tão perto que... Quando dei por mim, os lábios estavam bem próximos.

Aquela troca demorada de olhares pros olhos, pra boca, pros olhos , pra boca, era tudo muito intenso. De repente, ela levantou e me levou até uma árvore, encostou nela e disse:

Helena: Acho que tô me apaixonando.

Eu: Eu não sei dizer o que to sentindo, Helena, mas se pudesse dizer que já imagino os momentos felizes que a gente pode viver junto, você acredita ?

Helena: Acredito.

Eu: Tô realizando uma utopia.

Helena: Jura!? Eu também.

E demos um delicioso abraço apertado um no outro. Meu rosto tava queimando, o dela também, e quando as bocas de acharam... Véio, que boca gostosa do caralho! Puta que pariu, fui ao céu com aquele beijo. E nesse momento eu tava de Cueca de banho,,pois tínhamos acabado de sair da piscina, e ela tava de tanga e biquíni por baixo.

Caralho, meu pau tava quase saltando a cueca, que loucura, véio! Arrisquei aprofundar o beijo e ela deu um gemido que entorpeceu meus sentidos. Meu membro pulsava forte no ventre dela. Ela deu um suspiro profundo, um sorriso, levou minhas mãos à cintura, mas sabe aquela escorregada inocente nas mãos para os glúteos. Ela sorriu e me chamou de safado.

Eu, nervoso, me desculpei. Mas ela disse que era coisa de garoto mesmo. E no caso ali, ela tava amando.

Helena: Também estou louca, com esse calor pulsante no meu ventre. Gostoso, nem grandão nem pequeno. Tamanho perfeito. Ai, você é lindo! Queria ter perdido a virgindade com você!

Eu: Finge que não perdeu e curte o momento!

Tava procurando passar uma imagem de seguro, mas eu tava com um medo do caralho: E se ela não gostasse de mim!? E se eu fizesse besteira? Essas porras todas passavam na minha cabeça.

Helena: Não fica com medo, não. Eu prometo que vou te ensinar tudinho.

Ela sabia que eu tava com medo, minhas pernas estavam trêmulas, eu suava gelado pra caraca. Helena tinha um namorado, terminou há pouco tempo. Então já não era uma donzela, sacas!? Era quatro anos mais velho que ela. Então tipo: Eu era totalmente inexperiente, em matéria de sexo, nunca tinha pego ninguém.

Ela foi me acalmando, foi super carinhosa comigo. Só não deu para a gente fazer, porque a gente tava sem camisinha, mas fizemos um esqueminha. Conto depois. Mas não deixei de ganhar uma bela massagem no pênis por cima da cueca.

Helena: Nossa, ele é duro mesmo, igual a uma pedra. Assim eu nunca tinha pego, não.

Eu: Acho que é tesão por você. Nunca senti isso na minha vida.

Helena: Você é um fofo - e encaixou um beijo super agressivo e molhado. Eu abaixei mais um pouco, abrindo as pernas, e encaixei meu membro rijo no meio das pernas dela.

Helena: Ai, que delícia..
Aaahnn... Quer me deixar louca, garoto!? Kkkkk , para...não para, não, vai, pra um virgem você mexe bem gostoso, imagine dentro, nossa...


Querem saber o resto, galera!? Não perca a continuação!

Dinho: Ué, vai acabar agora, tava bom, porra!

Eu: Não, já escrevemos demais, deixa pra contar a noite do baile.

Continua...





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