"Os mais excitantes contos eróticos"

 

12 - Professora do Próprio Cunhadinho


autor: bernardo
publicado em: 25/08/16
categoria: hetero
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Professora do Próprio Cunhadinho

Ângela é uma morena clara, olhos verdes, 1,65m, 25anos, 58 kg muito bem distribuídos, fruto de horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente presenteia.

Ângela casou-se muito jovem com Carlos, um amigo de faculdade, e como a construtora, como de praxe, não cumpriu o prazo de entrega do apartamento, e por insistência da sogra, foi morar com ela até o término da obra.

No início ficou meio receosa, mas aos poucos percebeu que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morava na mesma casa: Ângela, Carlos seu marido, Dinho seu cunhadinho adolescente e a sogra, já que o sogro era falecido.

A sogra saía cedo para o trabalho e só voltava à noite e Carlos, trabalhava em uma empresa que as vezes tinha que viajar a negócio e ficar dias ou até semana fora. Dinho e Ângela ficavam sozinhos na maior parte do dia, salvo duas vezes por semana quando vinha uma diarista fazer a limpeza mais pesada da casa e Dinho estudava à noite.

Dinho ao contrário do marido de Ângela era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, supertímido, era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa Ângela era tratada por todos como uma princesa.

Com o tempo, Ângela foi percebendo olhares maliciosos por parte do cunhadinho, principalmente quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos seios, que por sinal eram lindos, uma verdadeira obra de artes, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da bucetinha. Dinho sempre ficava observando-a pelos cantos da casa.

Cansou de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria para o banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos. Ângela se divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.

Certo dia ela estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que pegou do marido e notou que seu cunhadinho a observava disfarçadamente. Então para dar vazão as fantasias do adolescente, ela foi até um canto da cozinha, enrolou a calcinha e a enterrou no seu reguinho deixando a bundinha totalmente livre e parte da bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingiu não o perceber, abaixou-se na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinou a bundinha o máximo que pode para facilitar a visão do garoto, ficando um bom tempo naquela posição imaginando a cara do seu cunhadinho vendo-a daquele jeito.

Após algum tempo, se levantou sem olhar pra trás, deu alguns segundos para o cunhadinho se recuperar e voltou para a sala. O adolescente estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, ela se ajoelhou na frente dele fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e seus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Pegou uma revista e sentou no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, o cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, permanecendo lá por algum tempo até que Ângela, que estava adorando a situação e porque não dizer, estava sentindo muito tesão com o exibicionismo, sem fazer barulho foi expiar o que ele estava fazendo. Dinho pensando que ela estava na sala lendo, se descuidou um pouco e ela pode vê-lo de costa se masturbando e entre sussurros pronunciava seu nome.

Ângela, bem safadinha, ficou num canto da janela, mas de onde estava só dava para ver seus movimentos, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, e qual não foi sua surpresa quando ele se virou de lado e ela pode ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do seu marido que media 16 cm.

Dinho se masturbava cheirando uma das calcinhas de Ângela que estava no cesto para lavar. De repente ele se encolheu e ela viu várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme. Ali escondida, ela não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande e a partir deste dia, sempre que estava transando com seu marido pensava no pau do cunhadinho e gozava como louca.

Sabendo que o garoto se acabava na punheta cheirando suas calcinhas, Ângela, resolveu provocá-lo ainda mais. Toda vez que ia tomar banho, antes, se masturbava e deixava as calcinhas bem molhadinhas paro o garoto cheirar e a homenagear. Quanto mais o tempo passava, Ângela ficava louca de vontade de dar para o seu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair seu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se se oferecesse para ele, portanto desistiu desta ideia, mas sempre que fazia uma chupeta para o seu marido imaginava o pau do Dinho na sua boca.

Com o tempo, foram pegando intimidade e seu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que suas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.

Certo dia quando entrou no banheiro, pegou-o no flagra se masturbando, cheirando uma das calcinhas e gemendo falava o nome dela que ao vê-lo naquela atitude, fingiu estar indignada e disse aos gritos.

- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão sabe o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? O que sua mãe vai fazer com você quando eu contar a ela suas peripécias?

O pau do garoto murchou na hora com o susto, mas mesmo mole continuava grande. Trêmulo de cabeça baixa, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse para sua mãe e seu irmão.

Ângela, foi muito convincente na sua encenação, e para acabar de vez com o garoto, fingiu estar inconformada e chorando entrou no seu quarto batendo a porta com força. Dentro do quarto ria por dentro lembrando a cara do garoto na hora do flagra. E ainda deitada na cama afastou a calcinha para o lado e começou a se masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozou bem gostoso, agora pronunciando o nome do garoto com os dentes cerrados em um gemido delicioso e enlouquecedor. Não demorou para que ele batesse na porta pedindo para conversar com ela.

Antes de abrir a porta, ela esfregou as mãos nos olhos, foi até o espelho e viu que estavam bem vermelhos, abriu a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim? Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?

- È sobre isto que quero falar com você! Disse. Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte para o Carlos e nem para minha mãe, eles vão me matar.

Nesta hora ela percebeu o quanto o garoto estava perturbado, então resolveu amenizar a situação, mas mantendo ele em suas mãos. E perguntou: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?

- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse lhe de cabeça baixa.

- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa.

- Você não vai rir de mim, vai?

- Claro que não. Ângela, disse-lhe.

- Eu nunca tive uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, algumas até zombam de mim e dizem que sou feio e desajeitado. Até acho que nunca vou ter uma namorada e o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando-as.

- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntou.

Gaguejando o cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar para o seu irmão e a fez jurar que não contaria.

Para ganhar novamente a confiança do cunhadinho Ângela disse: - Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser mais confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro. Surpreso e vermelho de vergonha disse:

- Agora? - Na sua frente?

- Claro? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?

Como ele estava travado de medo, ela disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?

Não acreditando no que estava para acontecer ele ficou sentado no pé da cama, Ângela subiu até a cabeceira, sentou-se e abriu as pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a ela a puxou de lado e pela primeira vez na vida ele viu uma bucetinha de perto. Seu pau ficou enorme dentro da bermuda, então, com cara de safada ela pediu para ele tirar o pau pra fora e a acompanhar numa masturbação.

Dinho abaixou a bermuda liberando um cacete de dar inveja a muitos homens formados e meio tímido começou alisando seu pau, enquanto a safada da cunhada gozava com seus dedos atolados na bucetinha ao mesmo tempo em que via o cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na sua frente.

Quando ela gozou, retirou a calcinha lentamente e enfiou parte dela na rachinha toda molhada, e quando a umedeceu, tirou bem devagar e a jogou para o cunhadinho que agarrou como um goleiro desesperado na hora do pênalti, esfregando no nariz, sentindo o cheiro, e em poucos segundos, lavou a cama de porra.

Para sentir seu gosto, a putinha da cunhada molhou os dedos porra e levou a boca chupando até ficar limpinhos. Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando para ela e pediu:

- Deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?

- Não Dinho, você não pode pôr seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?

- Me deixa pôr na sua bundinha então!

- Você está louco seu safadinho? Disse a safada, sorrindo.

- Não aguento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina aguentar essa tora no meu cuzinho? E o que vou dizer para o seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado? Se controle seu malandrinho tá bom?

Ângela falava assim, mas estava com muita vontade de dar a bundinha paro o seu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu marido em comer seu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.

Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão daquela bucetinha, pois ela continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente. Vendo aquele olhar, deu uma peninha dele, e então, resolveu ceder um pouco já que tinha chegado até ali e o deixou tocar na sua bucetinha dizendo: Preste atenção, vai ser só está vez tá bom?

O garoto parecia hipnotizado olhando a bucetinha da cunhada e começou a tocar com a mão meio trêmula apalpando até apertá-la quase machucando.

- Devagar, ela disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.

E pegando sem ua mão a guiou até seu grelinho e foi ensinando a massageá-lo. O garoto aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na bucetinha e começou a foder com a mão, Ângela não aguentou e teve seu primeiro orgasmo com o cunhadinho lhe tocando.

Dinho retirou seus dedos da buceta e levou a boca para sentir gosto se deliciando tanto com o néctar, que Ângela resolveu ceder um pouco mais deixando-o chupá-la!

- Está bom seu safadinho, vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça para o meio das pernas. Neste momento, o garoto, não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto. Ele chupava tão afoito que às vezes pensava que ia vira-la aos avessos.

- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?

- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo. Disse-lhe o cunhadinho retomando a chupada.

Bem mais calmo, ele a chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo, e depois mordia carinhosamente o grelinho, deixando a cunhada orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Como uma boa professora, Ângela, segurava sua cabeça e esfregava a buceta na boca dele que com competência a retribuía em forma de prazer.

Sua língua a levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre eles. De repente uma onda de calor começou a percorrer o corpo dela como se tivesse recebendo uma descarga elétrica e então começou a gritar:

- Não para Dinho! Não para.... Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!! Vai continua, meu machinho totoso, que deliciaaaaaa.... Ângela dizia isso puxando a sua cabeça contra a sua buceta e seu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que ela já teve até o momento na boca de um homem.

Quando ela se recuperou, percebeu que continuava prensando a cabeça do garoto contra a buceta, soltando-o e começou a acariciar sua cabeça passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.

Ângela, teve quatro namorados antes de se casar com Carlos, mas nem um deles a fez gozar tão gostoso como o Dinho, seu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sabe que foi maravilhoso para ela sem falar que ele estava no paraíso.

Em forma de agradecimento ela o puxou e abraçou forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, deu um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha lhe proporcionado.

Deslizou-se até seus pés e quando abaixou sua bermuda, percebeu que ele tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.

- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.

- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher, disse todo orgulhoso.

- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?

Pegou aquele pau enorme todo melado de porra e pôs na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho. Ela começou lambendo a cabeçorra que mal cabia na boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.

Sentindo pela primeira vez, uma boca macia em seu cacete, ele gemia enquanto era sugado. Ângela, experiente brincava com a língua naquela cabeçona, engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra a cabeça novamente. Quando abocanhou o pau o máximo que pode, o cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na a boca dela atingindo a garganta, engasgando-a. Então com uma mão segurou seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhou seu pau, e começou a punhetá-lo, Dinho não aguentou e inundou boca de Ângela de porra sem antes lhe avisar. Quando ela pensou que tinha acabado foi reclamar por não ter lhe avisado e foi surpreendida por mais uma golfada que atingiu seu rosto.

- Desculpe me, ele disse: - Não deu tempo de avisar.

Ela olhou para ele com a cara e a boca cheio de porra como uma verdadeira puta profissional do sexo, abriu a boca para lhe mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoliu. Limpou com a mão um filete que escorria pelo rosto, e levou até a boca sugando-a e deixando limpinha. Em seguida, sorriu para ele dizendo que estava desculpado e voltou para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.

Ela estava louca de vontade e sentir aquele pau dentro dela, mas na sua cabeça, já tinham ido longe demais. A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos vigiando-a e tornaram-se grandes amigos e confidentes.

Enquanto Ângela morou com a sogra, sempre que estava carente, se consolava com a língua deliciosa do seu cunhadinho na sua bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que lhe dava muito prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre eles.

Quando o apartamento ficou pronto e teve que se mudar, confessa que sentiu falta das chupadas que o Dinho lhe dava e das gozadas que enchia sua boca de porra. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela.

O tempo passou e Dinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás. Ele se casou com Cristina, uma loira lindíssima e muito safada. Carlos seu marido, vivia fazendo brincadeiras com ela. Para Ângela eles tinham um caso, e se remoía de ciúmes por dentro, então recomeçou a seduzir seu cunhado novamente, e desta vez seus encontros só não rolava sexo anal porque ainda não aguentava seu pau no cuzinho, mas para o seu marido ela o liberava de vez em quando.

No começo se encontravam em motéis, mas com o tempo, passaram a se encontrar em sua casa mesmo. Bastava seu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol para sua esposa e ia para a casa de Ângela onde após uma chupada deliciosa, arrombava sua buceta com seu cacete enorme.

Sua buceta já não era a mesma depois que começou a dar para o Dinho. Cada sessão de sexo com seu cunhado tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar para o seu marido para ele não desconfiar. Com o tempo foram ficando descuidados até que um dia chegando em casa Carlos achou estranho que o carro do seu irmão estivesse estacionado na frente da casa do seu vizinho, pois se ele e a sua cunhada foram fazer uma visita porque não estacionaram na garagem da casa?

Como casa é cercada por um muro bem alto e portão totalmente fechado não dando para ver o que se passa do lado de fora, Carlos, estacionou o carro, longe da sua garagem, abriu o portão sem fazer barulho e pode notar que a luz do seu quarto estava acesa.

Se aproximou devagarinho da janela e pode ouvir uns gemidos inconfundível que ele conhecia muito bem. Seu coração começou a bater mais forte e tentou achar um lugar para ver o que se passava no interior de casa e quase teve um enfarto quando viu pela fresta da janela a sua esposa de quatro na cama sendo enrrabada pelo seu irmão.

Seu irmão a segurava pela cintura e castigava sem piedade sua buceta. Os dois continuava em um vai e vem alucinado, de fora ouvia a batida dos seus corpos tamanha a violência que ela era possuída. Ângela estava transtornada, cada vez que Dinho atolava todo seu pau na sua buceta ela virava o rosto e gritava, dizia frases sem sentido, coisas que pensava que ela só dizia para ele.

O ritmo das estocadas se aceleraram e num urro de prazer do seu irmão Carlos, percebeu que ele tinha gozado e a sua esposa gritava para ele não parar pois ela também estava para gozar. - - Não para, meu macho, não para, eu vou gozaaaarrrrr!!!!! Aaaaiiiiiiiiii!! Que tesão, como você tem um pau gostoso e desfaleceu na cama.

Carlos ainda viu, que seu irmão ao tirar o pau da buceta da sua esposa, muita porra escorreu pelas suas pernas. Ficaram um pouco abraçados em silencio, sem trocarem palavras até que Ângela se se virou, pegou o pau do Dinho, pois na boca e limpou toda a porra que tinha ficado no seu pau, e lentamente começou a fazer uma chupeta, logo o pau foi dando sinal de vida, e ele ainda pode ver o quanto era enorme o pau do seu irmão, dava quase o dobro do seu e muito grosso, por isso a Cristina, sua cunhada esposa do Dinho, dizia que na roda de amigos do clube de Swing que frequentavam, ele era conhecido como cavalo.

Conforme Ângela, ia chupando, aquilo ia crescendo até que mal cabia na sua boca. Ela passava a língua na cabeçona, descia até suas bolas e segurava aquela tora com as duas mãos e ainda sobrava pau para ela chupar. Naquele momento até Carlos estava com tesão, confessou-me que já tinha imaginado sua esposa trepando com outro, mas era só uma fantasia, nunca pensou que isto fosse acontecer, até porque nunca desconfiou da fidelidade dela.

Seu irmão se levantou deixando Ângela de costa, abriu suas pernas e caiu de boca na sua buceta ainda toda melada com a sua porra. Pelo que notou ele gostava disso porque sugava com tanta vontade que parecia que ele queria entrar com a cabeça e tudo na buceta dela e ficou chupando por uns dez minutos, depois se ajoelhou na sua frente pegou-a pelos cabelos e botou o pau na boca dela para mais uma chupada, coisa que ela sabia fazer muito bem. Após uns cinco minutos de chupação, ele a colocou de quatro, abriu com as duas mãos a bunda maravilhosa deixando o seu cuzinho livre para meter a língua, enquanto Ângela gemia de tesão.

Carlos a estas alturas mesmo com raiva da “traição da esposa e seu irmão” se acabava numa punheta, tamanho era o tesão que estava sentindo no momento vendo aquela cena. De vez em quando seu irmão molhava o dedo e enfiava no cuzinho da esposa e ela dava uns gritinhos e rebolava na boca dele que deu uma cuspida no cuzinho dela e outra no seu cacete e pincelou na entrada do cuzinho. Ela percebendo sua intenção disse - você sabe que não aguento seu pau no meu cuzinho, mal aguento com o do seu irmão que por sinal e bem menor! E era verdade pois ela sempre reclamava de dor quando eles faziam sexo anal.

Seu irmão continuou esfregando aquela tora no cu da Ângela, até que num momento ele forcou a entrada e ela deu um grito, e foi para a frente escapando da investida, ela olhou para ele e disse: – se você insistir acaba tudo aqui agora mesmo.

Dinho, mesmo chateado por não conseguir comer seu cuzinho olhou para ela e disse: Ângela me perdoa, sei que você já disse que não aguenta no cuzinho, mais eu fico com um tesão danado de enfiar meu pau nesta sua bundinha deliciosa, te prometo que não vou mais insistir. Deu-lhe um beijo na boca dela e disse: vamos continuar, não vamos deixar que isso acabe por um momento de bobeira!

Ângela continuou de quatro na cama e Dinho pincelou a vara na bucetinha dela e foi enfiando devagar até suas bolas baterem na sua bunda, e continuaram num vai e vem bem devagar. Quando ele ia tirando o pau, parecia que nunca ia sair de tão grande que era, então lembrou-se que a Cristina sua cunhada, esposa do Dinho, sempre usava um consolo, uma prótese peniana do mesmo tamanho nas transas entre eles.

Ângela fazia movimentos leves para receber aquela tora, quando ele enfiava ela vinha com o corpo para trás bem devagar para receber toda aquela vara na buceta e aos poucos foram aumentando o ritmo enquanto ela gemia como uma louca cada vez que o Dinho estocava forte em sua bucetinha.

Ela rebolava alucinada gritando: - eu vou gozar, mete tudo, aiii eu vou gozar, goza comigo por favor, aiiiii eu não vou aguentar que tesão aiiiiiiiii.

Dinho, ouvindo isso aumentou mais o ritmo das estocadas e num urro gritou: - Também vou gozar, como você e gostosa uuuiiiii sua putinha..... você é melhor que a Cristina....sua safadinha....

E os dois acabaram gozando junto naquela foda alucinante. Caíram na cama ficaram um tempinho abraçados e Dinho disse: já são quase três da manhã tenho que ir pra casa, eu disse pra Cristina que tinha um jogo de futebol com os amigos e depois íamos tomar umas cervejas, já era pra estar em casa a essas horas, quando o Carlos vai chegar?

- Depois de amanhã, disse Ângela.

- Ele desconfia de alguma coisa?

- Que eu perceba não!

– Amanha vamos nos encontrar de novo? Perguntou-lhe Dinho.

Melhor não, deixa para outra oportunidade. Não é certo o que estamos fazendo com seu irmão e com a Cristina, disse a Ângela. - Nós temos que acabar com isto, ou se não, contar tudo para eles.

– Vamos dar um tempo antes de tomar qualquer decisão precipitada, eu amo a Cristina e sei que você ama o Carlos, para que estragar tudo se podemos ir levando, o que sentimos um pelo outro? É uma atração incontrolável que faz a gente cometer estas loucuras, além do mais desconfiamos que o Carlos e a Cristina também têm um caso, só não temos certeza, não é?

Carlos, engoliu seco ao ouvir isso e saber que o irmão desconfiava que ele, por sua vez, também transava com a sua cunhada, esposa dele. Então, mais que depressa saiu sem fazer barulho e foi para seu carro, onde ficou pensando o que fazer e acabou dormindo pois já era muito tarde.

E aí, Gostou? Se excitou? Como será a vida dos nossos personagens daqui para a frente, já que os irmãos já sabem que um transa com a esposa do outro. Quer ver onde vai dar essa história toda? Peça-me a continuação Skype: bernard.zimmer3 ou, e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878



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