"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Histórias tórridas da juventude 03


autor: Chronos
publicado em: 29/08/16
categoria: jovens
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Fala, pessoal, Chronos e Lekelevado de volta pra contar nossas historias. Agradecemos a quem deu nota, comentou, isso foi importante pra gente, mas vamos para os finalmente de Chronos e Helena, pois o negócio tava pegando fogo nos limites territoriais do sítio.

Dinho: Você parou na melhor parte da história, podia ter contado lá atrás, véio. Olha a montoeira de coisas que a gente separou pra contar!

Não tem problema, não, amigo. Até porque foi a hora que nossos professores e coordenadora perderam o controle mesmo da situação. Helena tava dando suspiros profundos sentindo meu volume roçar a parte inferior do seu biquíni. Eu tava me amarrando naquilo, nunca tinha sentido uma garota enlouquecer com meu poder sexual. Sensação nova, essa, mas eu estava no caminho certo.

Os beijos aumentaram, ficaram mais intensos, até que a tanga dela caiu. A calcinha do biquíni tava já bem úmida, ela gemendo muito enquanto me beijava e eu tremendo de nervoso.

Helena: Seu amiguinho aqui em baixo é tão gostoso, dá vontade de pegar nele.

Eu: Pega. Eu deixo.

Helena: Garoto, você quer me enlouquecer, não é!?

Eu: Eu já estou louco por ter você. Só não quero te perder, por nada.

Helena: Pensei na mesma coisa! Você é muito diferente dos garotos que costumo sair. É carinhoso, sabe conversar, isso a gente não encontra todo dia. Nossa, acho que ganhei na loteria!

Eu: É... Seu prêmio tá quente aqui esperando você pegar ele pra você.

Helena: Safadinho, rs! Tá bom.

Quando Helena passou a mão por cima, gente, ele contraiu violentamente. Ela sabia o que tava fazendo. Massageava, aplicava uma pressão deliciosa sobre ele. Meu coração quase saindo pela boca, tudo em mim pulsava lancinante, fiquei mesmo fora de órbita. Então ela desatou o nó do laço na cueca e pôs a mão dentro. Uau, que pressão, cara!

Helena: Ele é perfeito. Chronos, eu to louca por você e preciso de você todinho pra mim. Eu nunca tinha feito amor com ninguém no meu primeiro encontro, mas eu quero você. Preciso.

Eu: ... Nem sei o que dizer agora.

Helena: Não precisa dizer nada, lindo. Deixa o momento levar a gente.

Cara, que loucura, mano. Eu reagi e pus a mão por cima da calcinha dela pra sentir aquela carne inchada, úmida, cheia de tesão por mim. Ela pegou a tanga, deu um nó sobre a cintura de novo de uma forma que não atrapalhasse o que eu estava fazendo. Pegou minha mão e levou ao centro de seu prazer e me ensinou como fazer.

Eu já tava alucinado sentindo meus dedos totalmente encharcados, pegajosos com aquele líquido que tinha um odor que subia às narinas libertando um monstro que eu achava que existia somente nos outros. Eu senti vontade de provar o gosto daquela coisa. Tirei a mão de dentro da calcinha dela, ela achou estranho, perguntou se eu não estava gostando de algo, mas quando pus os dedos na boca e sorvi aquele néctar, ela riu.

Helena: Eu acho que você não é virgem, não! Kkkkkkkkk, então, gostou do meu sabor?

Eu:Diferente. Intenso. Tô louco pra provar você inteira.

Helena: Você pode, eu já disse. Mas a gente precisa de um lugar seguro, e precisa se proteger. Ainda bem que sempre trago uma ou duas camisinhas. Vocês são muito distraídos com isso. Só transo se for com elas. Você quer?

Eu: Lógico! Não vamos dar moleza, não!

Helena: Não tô falando que você é diferente dos outros! Mas como a gente vai fazer?

Aí que foi a porra. No lugar onde estávamos era aberto demais, qualquer um poderia nos ver, no alojamento era arriscado demais. Então a gente saiu a procurar um jeito. Até que encontramos um deposito de coisas velhas, e para nossa imensa satisfação, havia sabe o que nele? Colchonetes antigos. Mas a porta tava fechada. A gente fez o seguinte: Voltamos para perto de todo mundo, separados para ninguém suspeitar, e fui acordar o Dinho. Contei pra ele a situação. Só podia contar com ele.

Dinho: Cara, agora tô feliz de ver que tu se tornou um homem de verdade. Porra, olha só: Eu sei como abrir sem chave, aprendi uma coisa que tu não pode contar pra ninguém que sei fazer isso. Vamos agir normalmente como se não houvesse acontecido nada. A gente vai pro baile, se diverte, mas cara: Se previna, por favor! Toma essa camisinha aqui porque elas não têm porque se arriscar. Mostra que tu é cabeça, adiantese nisso. Mostra onde é esse depósito.

Levei ele até o depósito. Ele tinha uma parada para abrir e conseguiu fazer, véio!

Dinho: Pronto. Vou deixar encostada aqui. Agora o resto é por sua conta em risco. Se tu puser sua cabeça à prêmio, se der errado, espero que você tenha coragem de não me incluir em nada, porque se me dedurar, vai ser sacanagem tua.

Eu: Mano, fica na boa, não farei isso. Você me conhece, tu é irmão.

Regressamos para onde estavam o resto das pessoas. Quando deu dezenove horas, após todos terem tomado banho nos alojamentos, fomos para o salão, com DJ e tudo. Nosso colégio organizou uma festa foda, os professores que pensaram nisso fizeram direitinho.

Dinho: Sem contar no coquetel que tava uma delícia, pena que não tinha bebida, prefiro minha velha caipirinha, kkkkkkkkk.

Eu: Cachaceiro!

Dinho: Tá, desculpa, ô certinho.

Deixa eu continuar o raciocínio. Tinha o cantinho do coração nesse salão, que a Mariana, nossa professora de inglês, tinha criado para recadinhos amorosos. Tinha karaokê pra quem quisesse arriscar pagar o mico, tinha tudo de bom nesse lugar, cara: Várias coisas gostosas, tava demais!

Depois de muito dançar, o povo sentiu fome e atacou as mesas, e tinha muita coisa pra comer. Logo vieram os recadinhos românticos e aí o clima começou a ficar mais quente. Para minha surpresa, eu recebi um da Helena. Quando falou meu nome, a galera da minha turma pirou, foi uma algazarra só.

Aí, sabe o que eu fiz? Pedi pro Dj por a musica A Dor desse amor, do KLB em dedicatória a ela. Aí a galera levantou de vez mesmo. Pedi silêncio e mandei o DJ soltar a música. Adivinharam qual era!?

Sim, a mesma canção que havia cantado de tarde para ela, ops, para o pessoal quando estávamos sentados no círculo de amigos formados no campo. Obviamente a galera perguntou se era namoro ou se era amizade.

As garotas da turma dela empurraram-na até onde eu tava e eu cantei o resto da música pegando nas mãos dela. Fiz aquilo tudo numa tremedeira doida, mas ela amou tudo, e aí perguntei se ela queria namorar comigo. Ela disse que não...

Brincadeira, pessoal, kkkkkkkkk. Lógico que disse sim! Depois disso, para descentralizar de nós, o DJ soltou outras músicas até chegar o sucesso do momento: Backstreet Boys.

Aí o Dinho se soltou e dançou s coreografia deles toda. Nesse contexto eu não vou entrar, porque estou contando a minha parte, que é a Helena, mas Dayana ficou de olho nele porque ele sabia tudo e mais um pouco do grupo, então já fiquem sabendo que outro casalzinho se formou. Ou melhor, vários casais de formaram, mas não quero detalhar isso.

Helena e eu dançamos juntos nos beijando muito as músicas que rolaram no baile. A zoeira se estendeu até altas horas da madrugada, todo mundo se espalhou pelo sítio, brincando os casaizinhos se beijando nos cantos, e pasmem, até o secretário Aridelson arrumou uma pra noite: A estagiária da Mariana, Tatiana. Eram dois a menos pra ficar fiscalizando todo mundo.

Todos os alojamentos estavam fechados. Eles se precaveram de algum engraçadinho ou casal usar pra fazer sacanagem, abriram somente quando o pessoal foi dormir.

Foi foda, porque ao dar o toque de recolher, achei que frustrariam meus planos com Helena, ela até desanimou, mas mantive firme a ideia de a gente passar uma noite juntos, o clima já tava no ar. Peguei a camisinha e escondi na bermuda. A que o Dinho me deu. Combinei com ela de sair do quarto quando todos estivessem dormindo.

Gente, eu escovei o dente, chupei uma bala pra o hálito ficar gostoso, o tempo passava e a galera não tinha dormido ainda. Quando finalmente o último apagou a luz, os burburinhos diminuíram e então na encolha eu saí. Helena tava já do lado de fora me esperando. Fomos muito na encolha pra lá e no escuro, porque tava um breu do caralho.

Entramos no depósito velho, a porta rangeu no meio da madrugada e fez um barulho que parecia ecoar no sítio inteiro. Obvio que era um medo irracional da gente. Quando vimos que tava tudo tranquilo, retomamos os beijos intensos de algumas horas e o clima esquentou de vez. Helena tava muito mais intensa do que de tarde, tava louca pra fazer amor comigo. Tirou minha camisa e desabotoou botão por botão sem descolar os lábios dos meus, caçando impiedosamente minha língua.

Helena: Relaxa, amorzinho, não tenta apressar nada, tá muito gostoso. E você beija deliciosamente bem. Será que você é virgem mesmo!? Kkkkkk.

Eu: Sou sim, pode acreditar.

Helena: Tô brincando.

Repeti nela as mesmas coisas que eu fiz para não dar com os burros n'água: Tirei a camisa dela lentamente, e beijei-lhe o pescoço, arrancando delas gemidos bem baixinhos. Mordi gostoso sua orelha, ela se arrepiou toda dizendo que eu tinha pego num ponto fraco dela. Ficou toda molinha.

Ela tirou minha bermuda e já meu pau estava quase saindo da bermuda.

Helena: Uau, você já tá assim, pena que a gent não pode se ver nesse escuro todo, mas assim é até bom, porque a sensação do toque é muito mais excitante. E você pode não gostar muito do que vir.

Eu: Não seja boba, você é linda.

Helena: Jura?

Eu: Claro!

Aos poucos, nossa visão foi acostumando com o breu e como tinha janela , o céu podia ser visto estrelado e logo a lua também apareceu. Com isso, pude enxergar o corpo dela e ela o meu, mesmo que um pouquinho. Seus seios estavam durinhos, seus mamilos estavam todos muito arrepiados. Tomei um deles na mão e mamei gostoso. Eu sempre fui louco de vontade fazer isso numa garota, e ela adorou ser consumida pela paixão com que eu lhe tocava. Já deitados no colchão tiramos o resto de nossas roupas e a lua do lado de fora brilhava forte e vi os contornos de seu corpo. Os raios de luz da lua que entraram naquele velho depósito me possibilitaram enxergar os belos seios que ela tinha, e então perguntou-me:

Helena: Agora, o que você achou de mim!?

Eu: Linda.

Helena: É!? Rs. Agora você vai ver o que vou fazer com você, gostoso.

Deitou-me de costas no colchão, e beijou meu corpo todo até chegar ao meu pau já desnudo por ela.

Dinho: Chega de rodeio, porra!

Cala a boca, Dinho! É minha primeira vez, vai tomar no seu cu!

Dinho: Tá, ô baitolinha, fica escrevendo igual autora de livro romântico de bolso, aí eu to me cansando aqui!

Se ficar quieto eu termino! Voltando: Helena fez uma deliciosa massagem com a mão, tocando uma punheta que me levou às nuvens. Como eu era o 0 km , ela assumiu controle de tudo. Abaixou-se lentamente e deu um beijo na cabeça dele... E outro... Então lambeu toda a extensão do meu pau até finalmente abocanhar ele com aquela boca deliciosa que ela tem ... Começou uma mamada lenta, porém bem profunda. Ah, que boca deliciosa, puta que pariu, fiquei louco , pois ela engoliu tudinho.

Dizia que meu tamanho era perfeito, que apesar de grosso era um tamanho que ela podia chupar com prazer. E chupou muito. Sentir aquele misto de quente com molhado e mexendo meu pai me causava as sensações mais indescritíveis até aquele momento. Tava tão gostoso que comecei a estocar na boca daquela gostosa. Ela foi ficando mais vadia e chupava e punhetava junto. Quando meu pai começou a anunciar o gozo, ela parou. Não queria estragar nossa noite.

Eu: Então agora é minha vez.

Ela deitou-se no meu lugar e fui beijando todo seu corpo arrepiando por onde minha boca passava. Quando cheguei ao abdome, ela riu sentindo cócegas. Fui descendo, até chegar a virilha. O cheiro daquela buceta molhada já chegava forte e inebriante às minhas narinas, cheiro de garota é delicioso, gente. Quando a beijei na buceta, mesmo desajeitado, ela arqueou seu corpo pra trás e soltou um gemido mais forte. Aí ela me ensinou como usar a língua e chupar o grelinho dela.

Helena: Isso, não muito forte ... Circula com a língua aqui. Ai, que delícia, sua boquinha é tão macia, você tá indo muito bem. Ai, Chronos, chupa mais sua namoradinha chupa! Tá gostando do meu mel, tá!?

Eu: Nossa, como você é docinha...

Helena: Sou toda sua, gatinho, me faz gozar na sua boquinha, vai...isso, você tá indo ótimo, assim... Ai, lindo, vou gozar, não pára... Continua, gostoso, eu tô indo... Isso, isso, isso, ... Aaaaaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaahnnn, que gostoso, você é virgem mesmo, lindinho!?
Nossa, aprendeu rapidinho, você sabe como agradar uma garota. Vem, deixa eu vestir você.

E foi aí que me adiantei e tirei triunfantemente a camisinha do bolso da bermuda e ela achou aquilo muito legal e fofo. Com muito cuidado, colocou o preservativo em mim e deu uma chupada deliciosa em mim antes de me por deitado outra vez e , sobre mim, encaixando lentamente ... Cara, que sensação louca, ela era apertadinha, muito gostosa. Começamos um vai-e-vem bem lento, ela deitou-se sobre mim e abusou dos beijos e das frases sacanas no meu ouvido.

Helena: Que delicia de pau que você tem, Chronos. Mete gostoso, mete.

Meti gostoso, gente. Eu ainda não conseguia acreditar, mas aquela garota mexeu comigo de uma forma que não podia imaginar. Ela adorava ser xingada, chamei de puta, de vadia, ela rebolava gostoso em cima de mim e cavalgava com uma pressão doida. Agarrei nos seus glúteos e meti com velocidade. Cara, ela é muito gostosa, bicho, melhor madrugada da minha vida.

Ela gozou com vontade, tava fácil agora de entrar e sair. Trocamos de posição e agora eu estava por cima dela. Beijei-a inteira de novo: Abusei das carícias de língua nos seus mamilos, agora eu tava mais animal, mais safo, invadi sua buceta com minha boca e sorvi seu mel enquanto penetrava com meus dedos na sua grutinha. Também vi pornô, gente, em segredo.

Dinho: Eita, porra! Se eu soubesse disso teria emprestado os que eu tenho, mó santinho do pai oco, que tu é.

Nem tudo eu conto, né, cumpade! Pow, me atrapalhou, deixa eu ver aqui onde parei...

Dinho: Parou com os dedos na xana dela.

Isso, foi mesmo! Enquanto sugava seu grelo, penetrei com os dedos na xana dela e ela ficando mais encharcada ainda.

Helena: Onde você aprendeu isso, amor!? Que delícia, você não existe!

Eu: Quando me solto revelo meus segredinhos. Aprendi vendo por aí!

Helena: Safado! Então continua, vai! Fode sua putinha, fode com força.

Aumentei a velocidade das dedadas e suguei o grelo dela a ponto de ela ter que tapar a boca para não gritar.

Então meti o pau xaninha adentro e desci a lenha até finalmente encher a camisinha de leite. Gozei pra caralho, mano, nunca tive um orgasmo violento assim nem nas minhas melhores punhetas.

Helena: Garoto, rs... Que sexo fantástico! Uiiii! Foi bom pra você!?

Eu: Melhor noite da minha vida.

Helena: Nossa, tô acabada! Vamos voltar agora?

Eu: Voltar nada! Vamos fazer de novo.

Helena: Que??? Sério isso!?

Eu: É minha primeira noite com uma garota. Eu esperei tanto tempo pra isso, não é agora que a gente vai terminar. Achei pouco, quero mais!

Helena: Uau!

Começamos tudo de novo: Tornamos a nos beijar, dessa vez um beijo bem ofegante, sôfrego, mas profundo. Ela se excitou ainda mais com o sabor de sua essência na minha boca. Tirou o preservativo de mim, deu o nó e colocamos na bermuda para ninguém suspeitar que estivemos ali. Terminou de limpar-me mamando gostoso no meu caralho. Sentiu meu sabor e achou uma delicinha o salgadinho.

Eu: Vamos nos chupar, quero fazer ao mesmo tempo com você.

Helena: Kkkkkkkkkkk, Chronos, você é muito safado, seu cachorro. Quem imagina que você tenha uma mente tão poluída!?

Eu: Já disse que tenho meus segredos...

Helena: Pois você vai me contar todos, né!

Eu: Vou pensar no seu caso!

Helena: Bobo, rs!

Fizemos o primeiro 69 juntos. Agora que ela tava gozada tava muito mais gostosa a buceta dela, fiquei com a cara toda melada. E meu pau...rsrsrs, já imaginou, né! Tava durinho, pronto pra outra.

Uma posição que sempre quis comer uma mulher foi a de quatro. Coloquei ela de 4 e meti devagarinho. Dessa vez esquecemos a camisinha, mas combinamos de eu tirar quando sentisse vontade. Muito melhor comer sem preservativo, fala sério! Sentir carne na carne, sem palavras! Fodi com vontade, dessa vez com um contato muito maior, pois era sem camisinha, levou menos tempo para sentir vontade de gozar.

Tirei o meu pau de dentro e gozei num dos glúteos. Ela tava cansada, kkkkkk. Mas muito satisfeita.

Voltar pro alojamento não voltei, fiquei ligadão até o amanhecer.

Ela voltou para tomar um banho e aguardar as outras levantarem para o café. Eu passeei pelo sítio, ouvindo os primeiros cantos dos pássaros, e a ficha não tinha caído. Cara, não era mais virgem!

Quando deu mais ou menos oito horas da manhã eu tava morto de fome, comi feito um cavalo sem dar papo pra ninguém. Nem Dinho .

Quando Helena chegou, todo mundo que tava à mesa começou a zoar: " Hummm, o amor está no ar, aeeeeee!"

Helena: Dormiu bem, coração?

Eu: Noite foi melhor do que imagina, linda. Melhor do que imagina...


Continua.





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