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Virei Personal Sex da Gordinha gostosa 2


autor: Chronos
publicado em: 29/08/16
categoria: romance
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É difícil dizer para vocês o misto de sentimentos que sentia depois de ter conhecido Viviane desfrutado com ela momentos tórridos de uma noite inesperada.

Quem leu VIREI PERSONAL SEXY DA GORDINHA GOSTOSA, viu o drama, o resgate e a transformação que ela promoveu a si mesma depois de um casamento frustrado por vários vícios que seu ex de recusara a sacrificar em prol da felicidade conjugal. Uma pena, pois agora, pessoal, eu estava sendo não um Personal Trainer simplesmente. Estava assistindo a ressureição de uma auto-estima totalmente abalada, fragmentada. Quem passou por isso sabe o que estou querendo dizer.

Claro que a mudança ocorrida nela gerou ódio no ex, que ligava para ela ameaçando-a com palavras muito agressivas, dizia para ela que não iria arrumar ninguém estando gorda do jeito que estava, que na cama não havia homem tão bom quanto ele...

Vivi seguiu tocando sua vida sabendo que ele não haveria mais de fazer mal, e levou a Polícia a queixa contra o marido, que a partir de então ficou proibido de se aproximar dela.

E eu!? Bom, não quero levar nenhum crédito por isso, a não ser que eu tava comendo uma mulher deliciosa.

Dani nem sonha que tenho um caso com Viviane, que combinou um dia comigo de corrermos à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. Eu tava meio entediado da rotina que quase sempre me deixava bombardeado, falei para Dani que sábado pela manhã iria fazer uma higiene mental caminhando pela Lagoa.

Daniela: Poxa, amor, queria tanto ir com você! To cheia de coisas aqui em casa para fazer e além disso, entregar trabalhos da faculdade. Você vem me ver mais tarde?

Eu: Amor, você sabe do que está precisando, não sabe!? Sua gostosa!

Daniela: Safado! Tô louca pra poder ter você inteiro pra mim hoje, você não me escapa!

Eu: Então a gente se vê mais tarde!

E fui para a Lagoa , recebendo a carona da minha aluna preferida. Caminhamos por quase meia hora apenas recebendo os já vigorosos raios daquelas primeiras horas do dia. Viviane seguia rigorosamente as prescrições médicas e o programa de treinamentos elaborado por mim mesmo. A minha licenciatura já tinha sido concluída, e agora estava prestes a começar minha graduação na área de Desporto Aquático, pois quero ser técnico de Natação, uma das minhas metas.

Entre nós havia um sentimento muito bacana, que não defino como amor, pois isso é o que sinto pela Dani, mas ver aquela mulher com sua auto-estima recuperada, sorridente, confiante de sua sensualidade, aquilo mexia comigo. E depois de percorrermos juntos quase seis quilômetros juntos, metade correndo e metade andando, voltamos com um louco apetite para o apartamento, agora dela mesmo, que havia conseguido alugar graças à ajuda da irmã.

Não estava ainda do jeito que ela sonhava, pois muita coisa que ela havia adquirido largou para trás na casa do Lelo, e não fez questão de porra, nenhuma, queria era refazer a vida longe do homem que a desgraçou sem ser seguida.

Viviane: Uma coisa que aprendi foi que bens materiais a gente recupera com trabalho, foco, perseverança. Vida e tempo temos um só. E o melhor dessa vida que tenho, Sávio, queira ou não, comecei por sua causa.

Eu dei um longo beijo nela. Mesmo exausto após a primeira atividade física matinal, meu pai estava inversamente proporcional ao estado de exaustão do meu corpo. Nada que não fosse recuperado após um suco de laranja com manga e gengibre. Dá um up, cara. Sem contar que é afrodisíaco.

Tomamos um café delicioso e entramos juntos no banho para tirar os sais do corpo. Mas o cheiro da Vivi me inebriava. Aquele odor de buceta melada com suor me despertava instintos muito animais.

Debaixo do chuveiro, Viviane se entregava num beijo super apaixonado. Nossas línguas dançavam numa melodia em que apenas o som das águas ao bater em nossos corpos produzia o ritmo da transa.

Eu: Porque toda vez que estou perto de você eu fico louco pra te comer, sua vadia!?

Viviane: Não sei. Aproveita o dia que essa puta é toda sua. Vida é uma só, eu já disse. E o melhor dela, é estar aqui com você.

Meu pau já roçava imponente na sua barriga. Ela se abaixou e enterrou ele dentro de sua boca. Que mamada gostosa, véio! Sua língua passeando por toda a extensão do meu caralho, fora as chupadas nas bolas que eu recebia me levavam às nuvens.

Eu: Isso, minha putinha, chupa a tora do seu professor, chupa! Vagabunda, hoje você vai ficar suada de verdade depois daqui!

Viviane: É, meu Personal Sex!? Pode vir quente, que minha buceta ta fervendo, meu deus grego!

Peguei-a pela nuca e dei uma boa estocada na boca daquela cachorra. Levantei-a puxando para um tórrido beijo curtindo aquela água fria renovando minhas energias até a alma. Coloco-a de costas para mim na parede e invado seus glúteos num delicioso beijo grego. Arrebitando aquela bunda, chupo deliciosamente seu cuzinho e sua buceta.

Viviane: Filho da puta! Assim você me enlouquece... Ai, caralho, me fode logo, vai! Delícia de homem!

Desligo o chuveiro e saio com ela agarrado por trás e meu pau roçando atrás dela. Viviane arqueia seu pescoço para trás beijando-me com intensidade e rebolando para me excitar ainda mais. Ao adentrarmos o quarto, já fica de quatro na cama esperando ser invadida e sodomizada pelo meu caralho pulsante.

Recebe mais uma chupada gostosa naquela buceta encharcada, ganha um beijo logo após, para sentir o gosto do seu mel e suga minha língua buscando sorver seu prazer liquefeito.

Viviane: Não aguento mais, Savinhooo, me fode com força , fode, cachorro!

Peguei o KY, que ela fez questão de comprar para quando fortalecêssemos uma foda bacana, espalhei nas mãos e passei por toda extensão do meu membro, e lubrifiquei todo seu cuzinho com os dedos antes de dar a surra de cu e clitóris que ela tava precisando.

Eu: Hoje você vai tomar pica sem dó, sua cachorra!

Viviane: Anda, então! Quero ser surrada por um bandido cruel e implacável! Liberta esse vilão dentro de você, que eu tô louca pra isso!

Enfiei tudo de uma vez no rabo da minha gordinha sex e arrepiei com estocadas bem gostosas e firmes. Ver as ondas do impacto da minha virilha em seus glúteos reverberando em ondas pelo seu corpo faziam-na xingar mil e uma baixarias:

Viviane: AI, CARALHO! ISSO, CURRA COM VONTADE ESSE RABO, VAI! GOSTOSO, TE QUERO, COME SUA ALUNA BEM COMPORTADA, COME! AAAAAIEEEE, QUE DELÍCIA!

Vivi havia virado um verdadeiro vulcão na cama. Muito diferente daquela moça quieta, retraída que conheci. E o pior de tudo: Não queria parar de me encontrar com ela, não!

Eu: Tá gostando, tá sua vagabunda!?( enchi a bunda dela com um tapa vigoroso)Toma mais pau, ordinária, rebola pra mim, rebola... Isso, boa menina( ela vira pra mim e me encara mordendo os lábios. Ta ficando suadinha, já) Que carinha é essa de dengosa? Tá satisfeita, não!? Não!? Então toma mais, porra!(outro tapa), quer mais?( balança a cabeça dizendo que sim), toma, filha da puta! ( fico em pé em cima da cama e monto que nem um cavalo abrindo aquele rabo com estocadas velozes.

A vontade de gozar tava tão forte que tive que respirar fundo e diminuir a velocidade para me controlar. Eu tava amando foder ela, até porque ela aprendeu a reter o prazer, também. Tava se segurando.

Deitamos de conchinha e continuamos a deliciosa currada. Senti uma ponta de ciúmes ao ser invadido em meus pensamentos a hipótese de um outro cara a comer. Comi então com mais força. Senti seu corpo amolecer e dar um suspiro profundo. Ela tinha gozado.

Deixei o fluxo vir com violência e enchi seu cuzinho de porra. Trocamos um beijo demorado e adormecemos coladinhos um no outro. Ao acordar, vi no celular que eram quase 13h. Vivi tava na cozinha terminando de preparar o almoço. Como estava de dieta não abusou da iguaria caseira dela, mas dividimos bons momentos num suculento talharim caseiro ao molho branco com carne assada e um vinho branco.

Viviane: Um dia ou outro não faz mal render-se aos prazeres da carne, não acha!? Kkkkkkk

Eu: Não te condeno por isso. Foi a pedida certa. E tudo que você faz é delicioso, Vivi. Desde a comida até a cama.

Viviane: Obrigada! Melhor que isso, só tendo você todo dia aqui para me esquentar na noite, acordar com seu corpo me confortando, invejo a Dani por isso!

Não por admitir a ela que sentia o mesmo. Aliás eu tava com medo dessa realidade: Estaria eu me apaixonando pela minha cliente!?

Procurei fugir aqueles pensamentos. Tinha que me ir embora para não dar pinta de nada. O duro foi se despedir.

Viviane: Quando você volta!? Olha, queria fazer algo bem mais gostoso, mas ainda estou em reconstrução, você sabe, mas quando meu apê ficar pronto, você vai ser o primeiro a comemorar comigo!

Eu: Mal posso esperar!

Aquilo estava indo além do que eu gostaria que fosse, mas quanto mais eu me sentia preso a ela, estranhamente mais livre eu me sentia. Por quê? Ela não me cobrava nada, e isso é o que me mantinha próximo. Gostoso, isso.

Gostoso, gostoso, gostoso... Porra, tô gamado nela! E agora!? O que vou fazer!?

Continua.






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