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A grama do vizinho é melhor 01


autor: Chronos
publicado em: 30/08/16
categoria: outra
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Eu era de uma vizinhança que todo mundo se conhecia, conversava, batia papo até altas horas da noite sem nenhum problema. Meu querido bairro era tranquilo. E morando numa vizinhança dessas, não tinha como passar despercebido uma flatulência sequer. O lado bom é que todo mundo cuidava de todo mundo. O lado ruim é que todo mundo cuidava de todo mundo, rs.

Quando me casei, saí desta vizinhança e fui para um lugar não muito distante, cerca de 20 minutos a pé. Ali eu não consegui ter a mesma intimidade com as pessoas. Aliás, nem queria. Minha esposa já não era dada a visitar casa de vizinho, nem falar na porta de ninguém. Juntou a fome com a vontade de comer, né, aí já viu. Mas essa vizinhança nova era parecida com a antiga, e minha mulher enfurnou-se ainda mais em casa, sem buscar intimidade com ninguém. O lado bom de conhecer a todos é que você um dia pode precisar de alguém, então não é bom ser um boçal. Nesse ponto, minha esposa é mais fechada.

Com o tempo, permitimos nos abrir para que relacionamentos fossem construídos. E isso ficou mais fácil quando minha mulher engravidou e deu a luz ao nosso menino. Crianças abrem as portas nesse sentido. Quando chegamos a primeira vez, foi muito mais simples os relacionamentos serem construídos, e quem se aproximou mais da gente foi a Marcinha.

Marcinha é uma branquinha sardenta, ora ruiva, ora morena, ora castanha, ora verde, kkkkkk. Brincadeira, gente, verde é demais. Ela tinge muito o cabelo, mas de qualquer forma é uma bela vizinha. Baixinha, no máximo 1, 60m, uma filha, casada com um policial aposentado. Devido aos meus deslocamentos por causa do trabalho, Marcinha ajudou minha mulher em algumas coisas, porque ela ficou de resguardo por 43 dias. Bebê era grande demais, kkkkkk, puxou o pai: 1, 97m.

Marcinha ficou próxima da gente e logo puxamos uma amizade bacana. E não fazia cerimônia para entrar em nossa casa, não, sempre foi muito comunicativa, alegre, e a filhinha dela até brincava com meu filho fingindo que era mãe dele. Dava mamadeira pra ele e tudo mais.

Num lugar onde a família da minha esposa não ia porque todos estavam trabalhando, essa Marcinha foi uma mão na luva.

Minha vizinha tinha 45 anos, e vou falar: Muito bem conservada. Depois que começou a freqüentar a academia ficou muito, muito mais gata ainda, com as perninhas grossas e super torneadas, fora a barriga, sem um pneuzinho.

Não era raro encontrar Marcinha de shortinho no portão dela conversando com as amigas ou até mesmo dentro da minha casa. Eu até tentei encorajar minha esposa a fazer, mas com a desculpa de que tinha que cuidar do filho, foi protelando, protelando, e engordou um pouco. O problema não é esse. Problema é que eu tava de cara com essa Marcinha, já.

Todo dia, quando eu saía de casa para qualquer coisa, e ela tava no portão falando com alguém, a conversa diminuía o tom e me viam passando. Eu me senti observado secretamente . E não deu outra: Um dia, minha mulher marcou de visitar os parentes fora do estado, e eu fiquei agarrado por conta de compromissos no escritório , e todo dia, seja de dia ou de noite, ela me olhava de dentro da casa ou no portão. Ela tem varias amigas na vizinhança, e todo mundo passou a fazer a mesma coisa.

Esse hábito ficou frequente, achei que no mínimo se incomodavam comigo, ou não gostavam muito de mim. Mas, ao colocar o lixo pra fora de casa, no finalzinho da tarde, vi que ela observava e sem graça, ao levantar meus olhos para ela, dei um sorriso, acenei e entrei. Como a minha casa era mais alta que a dela, podia ver da rua ela e alguns amigos trocando idéias e como era uma época quente, todo mundo na rua, com cadeirinhas e até cerveja.

E para minha surpresa, Marcinha chamou-me para tomar assento com eles. E foi bastante agradável. Em meio a muitas piadas, palavras esdrúxulas sendo proferidas para debochar de algum governante ou simplesmente rir de nada, tentaram me fazer entrar no assunto.

Marcinha: Então, quando sua esposa volta de viagem? Tô sentindo falta dela por aqui.

Eu: É. Acho que ela falou com você que a família dela mora fora do estado, então... Como ninguém conhecia o meu filho ainda, ela aproveitou a época quente para poder ver os parentes.

Marcinha: E você não se sente sozinho, tão quietinho em casa?

Eu: É chato ficar sozinho, mas o que compensa é que o dia todo mantenho-me ocupado. À tarde, vou nadar no clube pra relaxar da tensão do dia.

Depois disso todo mundo passou a me cumprimentar mais vezes. Se tem uma coisa que posso dizer a você é o seguinte: Fiquei conhecido na rua por causa dela. E neste fim de semana, já fui convidado para uma social na casa da Marcinha. Churrasco com cerveja e vinho.

E, como o quintal dela é espaçoso,estavam presentes ali umas 10 pessoas adultas, sem contar comigo. E nesta feita pude trocar umas idéias com seu marido, o Alexandre.

Alexandre é reformado da Civil, trabalhou muito tempo como detetive e decidiu montar um bar. Só que o bar virou a casa dele. Então, café, comida e janta eram trazidos pela Marcinha. Um cara fechado, sorri pouco estando sóbrio, solta-se mais quando bebe. Leva a vida calma, serena e tranquila, e odeia confusões. E foi o único que elogiou meu jeito pacato de levar a vida reservada.

Alexandre: Cara, você é o único cara aqui que respeito de verdade. Minha mulher é muito mexeriqueira, enfia todo mundo aqui dentro de casa enquanto ralo pra caralho, às vezes quero tomar uma cerveja em casa, ela usa aí com eles e não tenho o que beber na janta. Não sei como tua esposa não pôs ela pra correr. Continua assim, pois aqui a vida de todo mundo corre solta e falada. Não acho que sua esposa esteja errada nem você. Vizinho bom pra mim são vocês. Tenho até uma certa inveja por isso. Sua mulher é falada nessa vizinhança inteira. Saiba disso.

Com certeza era a Marcinha que comentava de todo mundo. Guardei aquilo e fiquei mais observador.

Um certo dia, já com minha esposa de volta de viagem, precisou levar o filho ao médico para poder tomar as vacinas periódicas e, exames necessários a serem feitos. Fiquei sabendo que Alexandre deu carona para ela, que ficou muito grata. Ele criou afeição por minha família justamente por não me juntar aos vizinhos para fofocar. E minha esposa, um tanto desconfiada, aceitou essa carona. No caminho, foi ele um cara super gentil e sorridente com ela.

Alexandre: Olha, se Marcinha estiver sendo muito entrona, pode botar pra correr, hein! Aquela mulher cuida mais dos outros que de mim dentro de casa.

E pelo que pude perceber, era verdade. Minha esposa começou a falar uma, duas , três, e nada da versão dele ser mentirosa. Vai vendo...

Quando havia qualquer coisa, qualquer coisa mesmo que minha mulher precisasse, Seu Alexandre era o bom samaritano que ajudava. E falava sempre mal do comportamento da mulher dele.

Eu pensava: Se tava tão ruim, por que não largava!? Mas quando se está há muito tempo junto, a situação vira algo que você se acostuma, começa a literalmente cagar e andar, empurra com a barriga.

Foi ficando incômodo para mim ouvir sempre as reclamações dele. Porque era reclamação de um lado, e gentileza com minha esposa do outro. Justamente por ela ser ao contrário da esposa.

Até que um dia eu saquei: Esse cara tava secando minha mulher com os olhos! Fiquei puto, mas não falei nada. Quando a patroa passava na rua, ele sempre cumprimentava com carinho, sempre sorrindo. Ela me contava, por isso que sei.

Ficou chato de verdade, era notório para mim observar isso. Mas eu poderia estar enganado. Fiquei quieto. O estranho era a Marcinha não se incomodar com essa porra. Ou não percebia porra nenhuma, ou fazia vista grossa.

Bem. Quando meu filho desmamou, Marcinha convenceu-a a colocar ele na creche. Minha mulher disse:

- Olha, não me leva a mal, mas eu prefiro cuidar do meu filho. Essas moças não cuidam da mesma forma que a gente, acho complicado.

Marcinha: Se você fizer uma visita comigo, vai mudar de idéia.

E depois de uma visita que foi muito ponderada em casa, a patroa decidiu colocar o moleque na creche.

Ok, sem problemas. Pagar creche não seria problema, a trama é que vem depois: Marcinha convenceu minha esposa a ir para a mesma academia que ela. E, adicionado a esse fato, paulatinamente foi afastando-se dos demais vizinhos. Óbvio que eles sentiram isso. Vizinhança é F-O-D-A !!! FODA!

Não reclamei dos resultados que começaram a aparecer: Perdeu aquelas gorduras localizadas no abdome, trabalhou glúteos e pernas, foi virando uma gata outra vez. Minha esposa é parda, 1, 70m, cabelos cacheados, bem mais séria que a Marcinha, porém agora foi ficando mais soltinha. E essa amizade foi expandindo fronteiras até a filha dela passar o dia lá em casa com ela e meu filho no fim de semana. Achava fofo, por um lado, por outro eu andava me indagando:

- Será que já estou mal falado na vizinhança?

Aparentemente, não. Mas, onde há fumaça...

E como diziam os antigos: Diga-me com quem andas, e dir-te-ei quem és! Isso mesmo, logo minha mulher ficou parecida com a Marcinha. Chegava em casa muitas vezes e achava-a onde? Na casa da Marcinha. Quando jantávamos, falávamos de quem!? Das coisas da Marcinha. Logo, não demorou muito pra eu começar a pensar mais na Marcinha que na minha mulher.

E quando a via, sorria de maneira cortês e informal, agora. Comecei a reparar mais no seu corpo. Ela sempre andava com o cabelo preso, agora soltava os cabelos e deixava o vento balançar. Eu me amarrava nos cabelos dela soltos. Sério mesmo, me fascinavam.

Marcinha: Oi, querido, tudo bem!?

Eu: Melhor agora, você sorrindo como sempre.

Marcinha: Ah, tem que rir mesmo, porque se olhar pra vida hoje em dia dá vontade de chorar. Concorda!?

Eu: Totalmente. Manda um abraço pro Xandão.

Marcinha: Pode deixar, querido. Vem junto aqui em casa com a minha amiga pra gente jogar umas conversas fora.

Eu: Ando meio atarefado, e ultimamente tenho trazido até trabalho pra casa, mas faço sim.

Marcinha estava influenciando tanto minha mulher, que ela começou a usar roupas mais curtas em casa, blusas mais decotadas, para me chamar atenção. Rosana nunca teve o corpo feio. Mas agora que começou a tricotar com a delícia da Marcinha, ficou mais feminina que antes.

Deu um gás na relação!? Deu. As fodas ficaram mais gostosas!? Ficaram. Vendo aquilo, comecei a me interessar mais por estar perto deles. E após chegar ao lar com um estresse do caralho, abri uma cerveja e traguei uns goles sem tomar banho. Tirei a blusa social e joguei em cima do sofá, quando me chegam Rosana e Marcinha com as crianças. Estavam passeando com elas no Shopping. O negócio é que estava sem camisa, e Marcinha não perdeu tempo de dar uma olhada no meu peitoral e aprovar. Estava atrás da minha esposa.

Rosana: Oi, anjo.( me deu um beijo bem gostoso). Tá arrasado hoje, hein? Dia difícil!?

Eu: Do capeta, puta que pariu! Desculpa, Márcia.

Marcinha: Relaxa, querido.

Eu não tirava os olhos do decote dela, Rosana foi pro quarto trocar o garoto e a filha da Marcinha logo atrás.

Quando Marcinha passou por mim, não pude deixar de reparar na bunda dela. Veio-me um pensamento lascivo e perturbador: " Acabar com esse estresse fodendo esse rabo com força seria muito relaxante".

Ela olhou para trás, parecia ler meus pensamentos de tão mexeriqueira que é. Sorriu maliciosamente e jogou a primeira semente do mal: Um beijo seguido de uma mordida no canto da boca.

Inevitavelmente sonhei com esta merda. Eu chegava em casa após um dia cão no escritório , jogava toda minha roupa na cama e ia tomar um banho. Ao sair do banheiro, pelado porque eu tava sozinho em casa, ao adentrar o quarto, deparo com Marcinha cheirando minha camisa suada do escritório. E o pau levanta na hora. Ela toma um susto, leva as mãos ao rosto e pede que eu me cubra.

Eu: Cubra-se, você! Tô no meu quarto, ora! E o que você tá fazendo na minha casa!?

Marcinha: Vim procurar a Ro, mas, agora( tirou as mãos do rosto) ... agora vejo um monumento, que delícia! Será que dá tempo de tirar uma casquinha que seja!?

Eu: Senta na cama!

Marcinha: Que?

Eu: Agora! Você ouviu! Senta na cama!

Erguia-se diante dela um forte mastro carente de uma carne Nova.

Eu: Eu tô de olho em você há tempos e sei que você me quer. Agora lambuza esse caralho, que ele tá novinho e cheiroso, sua assanhada!

Marcinha: ...

Eu: O gato comeu sua língua!? Perdeu-se no caminho da vida!? Eu te ensino: Toma a direção reta( peguei-lhe na cabeça, atrás na nuca) segue direto e não vira nem pra esquerda nem pra direita. Chegará ao final feliz sem erro( enterrei meu membro naquela boquinha pequena), isso, sua vagabunda, sente o gostinho, sente a virilidade doa meus 20 cm pulsando querendo sua carne apertada.

Eu: Ta gostosinho, tá, meu docinho!?

Marcinha: Uhum!- olhava pra mim com cara de gatinha faminta. Tirava-lhe seu top suado da academia e seu corpo exalava puro tesão misturado com o a fragrância do hidratante de pele que ela usava. Metia até o gargalo entalar todinho.

Eu: Deita na cama anda! Vou fuder sua buceta suada, assim mesmo!

Ela se deitava submissa e ansiosa. Tirei sua calça legging e sua calcinha e cheirei o suor misturado com o mel que já escorria. Meu caralho pulsava violentamente.

Eu: Olha o que você fez comigo... Abra essa perna, deixa eu cheirar essa xota melada!

Era linda de se ver, toda melada, grelinho inchado precisando de uma língua esperta pra poder ser bem tratado. Tava um pouco peluda, mas o sabor... Puta que pariu! Marcinha rebolava, xingava, metia a buceta na minha cara me lambuzando inteiro, implorando pra eu fuder.

Virei ela de 4, aumentando a tortura, cheirei aquela bunda suadinha e chupei demoradamente aquele rabinho apertado. Enchi a bunda de um vigoroso tapa.

Marcinha: Ai, filho da puta, me come logo, porra! Esperei tanto tempo por um caralho desse, e você me tortura desse jeito?

Eu: Quer o que?

Marcinha: Quero pica, quero ser saciada!

Eu: Toma, filha da puta! ( atochei tudo de uma vez) Tá gostando? Vou fuder até você chorar!

Sua xota já sujava o lençol de porra de fêmea. O cheiro do sexo subia e era um verdadeiro incenso às narinas. Meti devagar, porém até sobrar minhas bolas de fora. Meu pau é levemente torto pra cima feito uma banana, então eu sabia usar ele para surrar seu grelo de baixo pra cima. Ela urrava, já não conseguia formar uma frase completa.

Eu: Tu queria ficar de fofoquinha, né sua puta? Agora malandramente toma surra de papauzão, ordinária!

Marcinha: Você já sabia que eu te queria, né, seu desgraçado! Desde que chegou eu vi que você era o mais gostoso vizinho que já passou por aqui. Agora é meu putão secreto.

Virei ela de frente e tirei minha rola pra surrar aquele grelo. Pincelei por toda a superfície até ela soltar um jato de mel. Depois enterrava sem dó. Xingava ela de tudo e ela chorava de prazer.

Pediu pra mamar, enterrei o pau na boca dela e fodi fundo até esporrar meu leite.

Eu: Prontinho: Agora sua boquinha de mexeriqueira vai ficar fechadinha por um bom tempo!

Acordei. Ainda estava na sala, empapado de suor, Rosana olhando pra mim, assustado , e rindo da minha rola quase saindo pela calça!

Rosana: More, você me mata de vergonha. Quando voltamos para te ver, tu tava desmaiado, suado e esse ponto explodindo a calça. Marcinha tomou um susto e até brincou:

- Nossa, amiga, quando acordar do sonho vai vir que nem vulcão, hein! Kkkkkkkkkkk

Fiz uma cara séria pra ela, mas não deixei de admirar. Quer relaxar comigo aqui, no cantinho à esquerda, rs, quer!? Vai tomar um banho!

Eu: Ok, amor!

O banho foi relaxante, deu um renovo mesmo. E pra todos os efeitos, quem se beneficiou com isso foi a Rosana. Mas o melhor ainda estaria por vir...







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