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Meti a picareta na grama do vizinho 02


autor: Chronos
publicado em: 01/09/16
categoria: traição
leituras: 2468
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Depois do sonho que eu tive com essa Marcinha, posso garantir a vocês que não conseguia mais tirar ela da cabeça mesmo. Quando a Rosana me contou que eu tava de pai duro na sala e que Marcinha viu e falou tudo aquilo, tive plena convicção de que ela queria levar uma picaretada minha.

Eu aproveitei a deixa e perguntei pra Rosana se o Alexandre ainda agia de forma suspeita com ela.

Rosana: Até acostumei, sabe. Ele nunca disse nada desrespeitoso para mim, então... Relaxa, tá more!

Relaxar, o caralho! Ele sabia tanto quanto eu que nossas esposas estavam gatas. Ele podia imaginar que eu também estava já secando a mulher dele. Os dois já tinham nos envolvido bastante. No que isso iria dar, eu não sei.

Os dias passaram, houve um período aparentemente calmo entre nós 4, Rosana e Marcinha seguiram firmes e fortes na academia, até que houve um dia que cheguei mais cedo do trabalho.

Tava um calor da porra, e não tinha ninguém em casa. Presumi que Rosana ainda estivesse na academia. Fui tomar um banho e aguardar a chegada dela. Provavelmente demoraria pois teria que pegar meu filho na creche. Eram mais ou menos umas...15:46h quando cheguei.

Tomei um banho bem gelado, demorado, e foi quando a campainha tocou. Quem seria naquela hora!

Sequei-me rápido,vesti uma bermuda sem nada por baixo desci e abri. Ah, não podia ser: Marcinha!?


Eu: Oi, tudo bom?

Marcinha: sabia que não era normal alguém ter chegado a essa hora. Rosana sempre vem depois. Posso entrar!?

Eu: Márcia, você sabe que...

Marcinha: Alexandre saiu, eu fiquei em casa e me atrasei para ir a academia, Rosana foi na frente, e achei estranho ela ter voltado rápido. Mas que surpresa agradável.

Ela olhou para baixo e viu que estava sem cueca pois minha bermuda é larga. A rua tava deserta, tava um calor doido, e impulsivamente a puxei para dentro de casa. Ficamos no corredor da escada olhando um pro outro, fitando nos olhos, sabia que ela me queria.

Marcinha: E aí?

Eu: E aí, que hoje você é minha...

Marcinha: Não, a gente não...

Peguei ela pela cintura com vontade e ela sentiu pulsando meu pau em sua barriga.

Marcinha: Não, Léo, você é casado, ela é minha amiga.

Eu: Pára de fazer charminho, pois ficou toda animadinha olhando pro meu pau enquanto eu dormia na sala. Sabe quem povoou meus sonhos!?

Marcinha mordeu os lábios, tava tremendo de medo mas não correu. Vestida de camiseta branca e calça legging azul, barriga desnuda, o perfume dela inebriou meus sentidos. Lasquei um beijo que foi respondido na mesma intensidade. Meu pau de 20cm roçava pulsantemente na sua barriga. Ela abaixou minha bermuda e pegou ele nas mãos.

Marcinha: Puta que pariu, que caralho é esse, bens a Deus, vizinho!

Eu: Chupa ele, sua vadia! Tô sonhando com essa boquinha no meu pau desde ontem.

Mamou feito puta de estrada. Mal conseguia engolir a cabeça pois era grosso. A desgraçada tinha boca boa pra falar e pra fazer maravilhas.

Levei ela pra meu quarto e sentei-me na cama com ela ajoelhada tentando engolir meu mastro. Arranquei o top dela e então apertei com gosto os bicos intumescidos daqueles seios deliciosos. Agarrei-lhe pela nuca e forcei a entrada do meu pau naquela boquinha miúda que ficou engasgada e a face ruborizada de sufoco.

Tossiu muito quando tirei da boca. Reclamou da grossura, dei um tapa na cara dela , agarrei-lhe pelo cabelo da nuca e mandei abrir a boca de novo. Dessa vez ela babou todinho, até os pentelhos. Tomou uma surra de pau babado na cara.

Marcinha: Tinha tempo que não era fodida desse jeito, minha nossa! É assim que Rosana goza com você!? Tenho inveja dela!

Eu: Agora não tem mais, né vizinha bucetuda? Anda, tira essa calça pra eu chupar esse grelo, vai!

Levantou-se bem devagar, virou de costas pra mim aquela puta, desceu lentamente e rebolando a calça legging e vi uma bucetinha raspadinha e carnuda. Agarrei-lhe pelos glúteos e chupei aquele rabinho branco. Ela rebolou e pediu mais: Pediu na buceta. Quando virou de frente pra mim, pulou em cima de mim e caímos juntos na cama. Ergueu-se sobre meu corpo e posicionou-se com minha cabeça e ordenou:

- Anda, seu pirocudo, mata essa vontade que tenho de você, caralho... Aaaaaahnnnnn, porra, que sonho de consumo é você, nunca em meus melhores sonhos eu vi algo parecido!

A danada era profana, mesmo. Chupei até o mel vir abundante, melando todo o meu rosto. Continuei a lambê-la na posição 69. Marcinha devolveu todo o prazer proporcionado com um boquete e uma punheta circular feitos simultaneamente.

Eu: Isso, vagabunda, toma pica, filha da puta, mama no teu vizinho porque hoje essa sua boquinha de mexeriqueira vai acabar com essa falação. Hoje eu vou violar o jardinzinho do Xandão, kkkkkkkkk.

Marcinha: Por você eu viro uma santa, seu santo do pau oco! Fica sabendo que eu sei que o Xandão quer comer a Rosana faz tempo! Tô só adiantando meu lado, preparando o terreno.

Eu: Quer dizer que vamos ser dois cornos!? Maravilha!

Cara, aquilo me deu um tesão da porra. Marcinha saiu daquela posição e encaixou em cima do meu pau numa cavalgada invertida. Não sabe como ela me enlouqueceu com o rabão empinado , rebolando e atochando meu pau dentro dela. Agarrei-lhe pelos quadris e estoquei com força. Aí ela sustentou o peso do corpo sobre os braços apoiados em meu tronco, e recebeu o resto das brocadas com violência.

Que baixinha irada, parceiro! A bicha apanhava de pica e queria mais! Então eu a pus na posição de cadelinha e deliciei-me arreganhando aquele rabo e enfiando minha cara no meio daquela bunda e chupando aquele cuzinho apertadinho.

Fiz um batuque gostoso com meu caralho nas duas bandas daquele traseiro redondinho e depois mirei naquele buraquinho.

Marcinha: Ai, vizinho, eu nunca dei meu cu nem pro Alexandre, porque ele tem uma pica grossa igual a sua!

Eu: Prometo que não irei lhe machucar! Está em boas mãos, vizinha.

Peguei um óleo de massagem e penetrei o dedo devagarinho nela. Como minhas mãos são grandes, os dedos também são compridos. Ela urrou de dor, pediu pra parar, mas convenci que era assim mesmo. Aos poucos ela foi acostumando, fui mexendo o dedo num vai-e-vem bem lento, enquanto eu massageava seu grelo com a outra mão.

Quando ela sentiu que estava bem a vontade, permitiu que eu a enrabasse. Nossa, como ela é apertadinha, puta que pariu! É uma Afrodite na cama, aquela putinha, ai papai!

Começamos a foder com meu pau passando somente a cabeça, depois com a excitação crescente dela as pregas foram se desdobrando , e quando menos esperava, todo meu mastro estava fincado naquelas terras inóspitas!

Comecei a acelerar, acelerar, e a buceta carnuda dela, sendo manipulada por mim, tava encharcada de novo. Marcinha já olhava pra mim sem nenhum tipo de pudor ou remorso.

Eu: Vou encher esse cuzinho de porra, vizinha!

Marcinha: Goza, vizinho, goza gostoso porque hoje estou realizada!

O sêmen saiu com uma pressão tão grande que o caralho ficou ardido na uretra. Quando tirei meu pau do rabo da Marcinha, ele tava todo branquinho de leite. E o leite escorria pelas suas pernas. Dei um beijo delicioso naquela boca, então ela se levantou e foi tomar um banho. Voltou para casa às pressas, com medo de ser vista, e cerca de quase uma hora depois Rosana chegou com o moleque. Tomou um susto quando me viu pelado na cama!

Rosana: Ué, amor, tão cedinho em casa!?

Eu: É, hoje o dia foi tranquilo!

Rosana: E Marcinha? Teve aqui procurando por mim!?

Eu: Não vai com você todo dia para a academia!?

Rosana: Hoje ela se atrasou, pediu que eu fosse na frente. E você, por que tá pelado desse jeito?

Eu: Tomei um banho e vim relaxar( tomei outro banho). Fiquei aqui deitado na cama dando uma relaxada básica, deixando o saco respirar, kkkkkkkk

Rosana: Bobo! Anda, vai se vestir pois ela pode vir aí e não quero ela se engraçando pra você, não!

Eu: Pois trate ela da porta do quarto pra fora, quero ficar assim desse jeito!

Rosana: Léo!!!

Eu: Dê seu jeito de falar com ela fora daqui.

Marcinha: Zanaaaaaa!

Rosana: Olha ela aí, garoto, se veste!

Depois de muito me convencer, vesti uma bermuda e uma camiseta. Marcinha veio papear lá em casa, cumprimentei-a normal, mas foi engraçado vê-la sentada de ladinho o tempo todo! Kkkkkkkkk

Rosana: Por que você tá tortinha desse jeito, amiga!? Tá com as " morróidas " pra fora!? Kkkkkkkk

Marcinha: Não, amiga, é que Alexandre pediu carne nova, sabe... Doeu um pouquinho...

Continua.










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