"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ESTUPRADA NA FACUL


autor: PsicoPutinha
publicado em: 01/09/16
categoria: hetero
leituras: 12032
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Olá delícias!

Primeiramente quero pedir desculpas pelo meu sumiço, estava fazendo intercâmbio em Santa Catarina e com as tarefas não me sobraram tempo algum.

Tenho mil aventuras da viagem para contar, mas essa que vou contar hoje aconteceu aqui em MG mesmo, quando cheguei de viagem e fui apresentar a conclusão de meu trabalho de campo.

Paulo, é um dos meus professores, negro, cabelo cacheado/crespo estilo "black power", 1, 75 de altura, um sorriso bonito e um corpo musculoso devido aos anos de academia, deve estar na casa dos 30, pois tem um rosto até bem novinho.

Bem, vamos ao que interessa.

Sempre fui "assediada" por Paulo, que sempre me elogiava, dizendo que eu estava em forma e cada dia mais bonita.

Vez ou outra o pegava olhando para o meu corpo com tanta malícia, que me causava medo.

Pois bem, chegando o dia da entrega dos trabalhos, mandei o meu por e-mail, Paulo, me respondeu quase que imediatamente, dizendo que precisava falar comigo sobre uns possíveis ajustes em minha tese, disse que estava disposta a conversar sobre o assunto e marcamos às 20:00 na universidade.

Como não haveria aula no dia, por "descanso" aos alunos que estiveram viajando, a minha parte do campus estava deserta, estacionei, e segui direto para a sala dos professores, que foi onde marcamos a nossa pequena "reunião".

Eu não via nada de mais naquilo, até chegar à determinada sala...

O lugar estava vazio, com iluminação fraca, tinha uma grande mesa de madeira posta no centro, e na ponta desta mesa estava Paulo, com um sorriso mais que dissimulado estampado no rosto.

Eu usava um vestido de camiseta vinho e minhas botas de salto que iam até a altura dos joelhos.

Ele se levantou, veio caminhando lentamente até minha direção, passou por mim e trancou a porta, fiquei observando imóvel, com os olhos arregalados, a boca seca:

- O que está fazendo professor?

Olhando novamente para mim ele disse:

- Algo que já devia ter feito a muito tempo!

Me agarrou pela cintura, lascando um beijo em minha boca.

Sua língua invadia minha boca ferozmente, quanto desejo havia naquele beijo!

Quando fiz menção de gritar, ele mordeu meu lábio e disse:

- Se gritar, apanha!

Comecei a tremer, ele com voz firme disse:

- Ajoelha e chupa o meu pau piranha, agora!

Larguei a bolsa em cima da mesa e fui me ajoelhando devagar, mantendo os olhos fixos nos dele.

Agarrou meu cabelo com violência, abriu o zíper e forçou o pau na minha garganta, fodeu minha boca com tanta força, me chamando de piranha, safada, putinha...

Tirou o pau de minha boca e me mandou sentar na mesa, não obedeci de pronto, ele me empurrou contra a mesa e me deu um tapa forte no rosto, subi na mesa e ele veio abrindo minhas pernas, arrebentou minha calcinha de renda e passou um dedo na portinha da minha xana, minha buceta me traiu...

Estava toda molhada, meu sulco escorria...

PORQUÊ DIABOS O PERIGO ME CAUSA TANTO TESÃO?

Aquele canalha urrou de prazer vendo a minha situação e caiu de boca na minha bucetinha, não consegui me conter, gemia pedindo mais e mais, o safado sabia chupar gostoso.

Não aguentando mais me entreguei ao prazer que aquele homem me proporcionava, eu apertava meus seios por cima do vestido, gemendo gostoso e gritando palavras sujas e desconexas.

O gozo veio quase que de surpresa, e antes que meu orgasmo chegasse ao fim, ele me penetrou.

Fundo, com força e sem camisinha.

Metia com força, com violência, me dando tapas ora no clitóris, ora no rosto, arregaçava as minhas pernas e usava minha bucetinha.

Tirou o pau da minha buceta e me empurrou para o chão, cai de joelhos e ele forçou minhas costas pra frente, me obrigando a deitar de bruços, abriu um pouco minhas pernas e enfiou o pau todo no meu cuzinho.

Lágrimas involuntárias saíram de meus olhos, ele reprimiu meu berro tapando a minha boca com suas mãos enormes.

Meteu a mão nos meus cabelos e os enrolou no pulso, eu não era nada mais que uma potranca nas mãos do filho da puta do meu professor, que metia implacavelmente no meu buraquinho.

Berrei, alto, quando ele enfiou suas bolas no meu cu, sem dó alguma, me mandando rebolar no seu caralho.

Com dor, eu me recusei, ele me pegou pela cintura e me forçou a rebolar, rindo e gemendo como um louco.

Tirou tudo de uma vez, me mandando ajoelhar, me forçou a olhá-lo nos olhos, enfiou o pau na minha garganta e fodeu minha boquinha, até que gozou fundo na minha goela.

Cai desfalecida no chão, ele subiu a calça, fechou o zíper e em tom seco me mandou levantar e sair da sala.

Quando cruzei a porta, ele me segurou pelo braço, dizendo ao meu ouvido:

- Se contar para alguém, pode dizer adeus a sua vaga nesta universidade.
Ah! E na próxima, vou trazer um amigo pra comer esse teu rabão gostoso.

Assenti.

Deixou um beijo na minha orelha e fechou a porta.

Mal conseguindo andar fui para o carro, ainda assustada, mas surpreendentemente satisfeita.


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É isso safados, parei duas vezes para me masturbar, ahh!
Espero que tenham gostado.

Beijos gostosos da mais puta da cidade e até o próximo conto.



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