"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Levou surra de xota da amiga da mãe


autor: Chronos
publicado em: 05/09/16
categoria: casual
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Numa época diferente de agora, quando se viviam dias de vacas gordas, a mãe de Dinho, dona Ana Francisca, vivia a frequentar um bar perto de casa montado pelo amigo do filho.

Douglas's Bar é um estabelecimento montado num espaço onde antes era um quintal enorme usado apenas para guardar bagulhos e ajuntar folhas que caíam da amendoeira que tinha. Douglas resolveu transformar aquele espaço em seu próprio negócio e com o tempo largou o antigo emprego e passou a viver somente dos lucros de seu empreendimento.

E Dona Ana Francisca estava todos os dias ali jogando papo fora depois que o filho, Dinho, chegava ao lar. Uma mulher sofrida, porém sempre bem humorada, não perdia a chance de encher a cara de cerveja e estava sempre acompanhada de amigas da redondeza. A única coisa que ela pedia ao filho era que ele a buscasse todos os dias quando o relógio batesse às 23:00h. Mesmo perto de casa, Francisca não gostava de voltar sozinha, até porque o lugar não era lá muito seguro.

Dinho nunca foi de ficar freqüentando bares, até bebe socialmente, porém com os amigos num happy hour, ou numa festa, bar não era costume. Ele tinha seus 19 anos, magrinho, já passava o rodo na mulherada porque sempre foi safado, mas era seletivo quantos aos lugares que frequentava: Apesar do bar ser do amigo Douglas, entrava nele apenas para levar a mãe para casa.

Até aí, tudo bem. Se é para beber, o cara pode beber até em casa, não é verdade!? Porém, seu ato em buscar a mãe era bem visto pelas amigas de copo dela, que sempre o trataram muito bem, e eram correspondidas com a mesma educação. Dona Francisca sempre teve orgulho do filho, sempre falava sobre ele com as amigas. Todas moram ali nas proximidades do Bar e , acompanhadas ou não dos maridos, estavam ali jogando conversa fora, contando piadas, rindo de causos da vida, ou então, falando mal dos próprios maridos, rindo da desgraça alheia ou no caso das solteiras, contando suas aventuras sexuais.

Não era raro Dinho chegar e ouvir um elogio ou uma cantada de alguma coroa ali. Mas nem dava muita bola, porque àquelas horas da noite quem tava no bar já estava eufórico, enfim. Procurar aventura em boteco não era algo do seu feitio até uma certa noite , quando ao descer do morro, onde seu amigo estava com a namorada em casa, passou no bar para buscar a mãe pois já era caminho. Isso por volta de umas 22:35h. Como sempre, vem educado, cumprimentou a todos e sua mãe um pouco surpresa, perguntou:

- Ô, filho, veio cedo hoje!

- Vim de lá do Alex, como é caminho pra cá, não ia passar direto pra depois voltar.

- Então senta aí e bebe com a gente, vai!

A mãe trocava umas idéias com a Drica, a amiga mais próxima dela, e ao sentar-se perto dela, Dinho já trocou beijos no rosto, sendo gentil como sempre, porém, atraído pela beleza da jovem. Drica, no pleno vigor de seus 35 anos, era uma loira cavalona com uma beleza de por muita garota que Dinho pegava no chinelo, não parecia ter a idade que tinha, quem olhava não dava nem 30 anos. 1,70m, olhos castanhos, lábios rosados e carnudos, e era bem cobiçada por alguns marmanjos ali no estabelecimento, mas como a maior parte deles era de velhos fedendo à cachaça, nem dava bola.

Dinho se perdia olhando nas coxas dela, e no decote dos seios, sen se importar com a presença da mãe, que já sabia que o filho era safado. Quando ele se sentou, a mãe pediu um copo pra ele acompanhá-las na rodada de Itaipava que estavam saboreando.

- Douglas, traz uma Antarctica, faz essa gentileza.- pediu Dinho, para a surpresa da mãe.

- Ô, garoto, tem cerveja aqui, pra quê vai pedir outra, e mais cara, ainda por cima?- questionou a mãe.

- Mãe, não leva a mal, não, mas eu prefiro Antarctica. Itaipava é muito ruim!

- Vai pagar com seu dinheiro, né!

- Relaxa, dona Francisca, se quiser pode tomar um copo comigo. Você aceita, Drica!?

- Se a sua mãe não se incomodar...- sorriu Drica para Francisca.

- Por mim, sem problemas- resolveu Francisca- não sendo meu dinheiro posto pra rolo, boa tragada pra vocês.

Enquanto Francisca curtia o pagode que tocava no som estéreo do boteco, Dinho abria sua Antarctica e brindava com Drica, que além de desfrutar da companhia do filho da amiga, já lançava olhares libidinosos pra carne no pedaço. Moleque novo, bem afeiçoado, cara limpa, sem cheiro de cerveja e barba feita, Dinho virou objeto de cobiça da companheira de copo da sua velha.

-Então, Dinho- puxando assunto - pode me dizer por que não gosta de Itaipava!? É cerveja como outra qualquer!

- Eu já provei e achei horrível. Além disso, sou muito seletivo. Nunca gostei muito de bar, e bebidas, então, sou mais chato ainda. Não ponho qualquer coisa na minha boca, não.

Drica soltou uma risada e pousou a mão sobre a perna do jovem, que sentiu um leve arrepio da mão gelada da amiga da mãe. Não bastasse isso, ela fez um carinho por dentro da bermuda do garoto elevando-lhe o nível de testosterona , causando-lhe uma imaginação bem fértil. Ele soltou um sorriso, sacou a intenção da mulher que demonstrou estar aberta pra desenrolo.

- E você acha que minha boca tem sabor de Itaipava ou de Antarctica, rsrsrs?- jogou verde pro Dinho.

- Chega aqui pertinho, deixa eu provar...

Dinho aproveitou e lascou um beijo gostoso e demorado em Drica, que encantada com a atitude do rapaz, retribuiu com a mesma intensidade. A dona Francisca começou a beliscar a coxa direita do filho, pedindo pra ele parar com a cena na frente dela, mas foi ignorada.

A mãe sabe como o filho é, se levantou da cadeira sem graça e foi pro balcão terminar seu copo. Enquanto isso, Drica abusava de bolinar o moleque, passando a mão por cima da pica dele que já tava prontinha pra preencher sua bucetinha carente. Afinal, tu tá querendo um trato faz tempo, né Drica!?

- E aí, gostoso, Itaipava ou Antarctica ?

- Bohemia, devassa e altamente deliciosa do começo ao fim- Dinho abusou da confiança e respondeu a carícia da nova amiga com uma passada de mão bem descarada no meio das pernas dela. Puxou-a pra seu colo e abusou das mordiscadas no seu pescoço.

- Leva sua Bohemia pra casa hoje, hein gostoso?- mandou a deixa pro seu amante novinho.

- Vou fazer essa periquita cantar feito sabiá, hoje, sua vagabunda! Não é de hoje que eu te achava uma delícia.- virou-se para onde estava a mãe e disse:- mãe, vamos nessa!? Vou aproveitar e levar a Drica em casa também!

-Amanhã você trabalha, garoto! Deixa pra outro dia!

Outro dia que nada, né Dinho!? Largou a Antárctica em cima da mesa e foi abraçado com as duas pra casa. Despediu-se da mãe, que mandou ele tomar cuidado ao voltar pra casa.

-Vou cuidar do seu bebezinho pra você, tá, miga!?- sorriu lascivamente Drica.

Levou Dinho pra casa, que ai chegar agarrou ela por trás e abraçou seus seios dando um beijo arrebatador no seu pescoço e nuca. A calcinha da loba tava muito encharcada com o apetite do novinho. Tirou seu shortinho branco, rebolou com seu traseiro enorme na pica do cara, descendo até o chão, virou-se de frente para ele ainda agachadinha e despiu-o lentamente, contemplando cada detalhe do corpo de seu amante. Tocou uma punheta deliciosa nele, levantou-se e veio rebocando ele pelo caralho até o banheiro, convidando-o para um banho antes de brincar com a área de lazer do menino.

Cuidou do brinquedinho dele ensaboando lentamente, aproveitando a espuma do sabonete para bater uma punheta enlouquecendo-o ainda mais. Dinho sentiu-se com o rei na barriga, repetindo o mesmo processo no corpo de sua deliciosa anfitriã. A linda boêmia com seus intumescidos já tava tão excitada que tava arrepiada com cada parte do seu corpo sendo tocada e acariciada por Dinho. Após o banho, bem cheiroso e perfumado, recebeu um boquete que o fez estremecer com a experiência dela em mamar num pau. Como ele não é grande, Drica engoliu ele todinho, até a garganta. Dinho fez uma força pra não gozar, mas não adiantou: Todo seu prazer liquefez-se na boca faminta de Drica, que não deixou escapar uma gotinha sequer.

A mulher tava tão enlouquecida com o sabor do leitinho doce que dividiu com ele. Dinho poucas vezes havia transado com garotas tão devassas quanto essa. Pra não dizer quase nenhuma garota que ele havia comido chegava perto da sensualidade de Drica.

Mas a aventura boêmia do jovem André tava longe de acabar, porque o pau dele ergueu-se pronto para o,segundo round. Ao saírem do banheiro, lembrou-se de encapar seu mastro, mas Drica tava com tanto apetite que jogou ele na cama e disse:

- Não precisa por camisinha nele, não, gostoso, quero que tu me foda até a alma.

Montou em cima dele e o fez desaparecer lentamente, contraindo e relaxando sua xota molhada. Cavalgou no menino até ele gemer literalmente e xingar ela de tudo quando era adjetivo esdrúxulo:

- porra, filha da puta, que buceta gostosa, sua vadia, cachorra deliciosa!

- Então, meu macho, essa fêmea é Itaipava ou Antarctica!?

- É Bohemia, minha putinha é a melhor!

- Delícia, hoje eu vou acabar com você! Isso, cachorro, fode mais forte, fode!

Dinho estocou sem dó até ela romper num orgasmo extravagante. Tirou ela de cima e inverteu as posições, agora com ele sorvendo cada gota da porra de sua loba.

Drica xingava palavras desconexas e implorava por mais surra de pica, a desgraçada. Virou-se de quatro e pediu pra ser comida por trás. Dinho preparou o cuzinho de sua amante de boteco para ser sodomizado numa deliciosa chupada. Era até então a melhor foda da vida dele, uma vez que a maior parte de suas transas era com garotas sempre novinhas, algumas experientes.

Sem dó, ele comeu o rabinho de Drica até se liquefazer num novo orgasmo.

Só sei dizer que Dinho só regressou para casa para arrumar-se e vestir pro trabalho, rsrsrsrs. Tomou um broncão da velha, mas que se lasque, né Dinho, não foi tu que pediu pra buscar a mãe no bar, certo!?

Trabalhou com sono o dia inteiro, mas feliz. Outros brindes se repetiriam naquela mesa de bar. Agora ela quem foi tirar o filho da casa da amiga , viciado na surra de xota dela, kkkkkkk.

Até a próxima, minha gente!












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