"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Instinto Animal


autor: Publicitario45
publicado em: 09/09/16
categoria: hetero
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Acho que meus amigos aqui vão concordar comigo, se a mulher possui o sexto sentido, nós homens, fomos abençoados com o instinto de caçador. Podemos perceber de longe quando uma mulher está disposta a tudo.

Na semana passada foi assim. Eu estava sem carro e precisei ir visitar um cliente. Era sexta-feira e eu estava louco pra chegar em casa, tomar uma cerveja e dar uma relaxada.

Só que na volta, lá pelas 17h, quando eu entrei no ônibus, vi que ao lado da trocadora tinha uma morena em pé. Não era bonita mas tinha um corpo muito bonito e uma boca grande e carnuda. Pedi licença e passei pela roleta, sentei-me uns dois bancos depois e fiquei ali curtindo a vista e as curvas da morena.

Ela e a contadora já haviam percebido que eu estava olhando, elas falavam baixinho, davam risadas e as vezes a morena me olhava com cara de quem queria me dizer algo.

A viagem foi rápida e em pouco tempo o ônibus parou no terminal e a morena desceu na minha frente e foi caminhando e assim eu pude reparar bem no corpo que caminhava lentamente à minha frente.

Meus olhos estavam colados no movimento do corpo da morena quando de repente ela parou do nada e se virou pra mim pedindo uma informação.

- Moço, me ajuda. Que terminal e este?

- Vila Velha, respondi imediatamente.

- Nossa, eu acho que estou perdida.

- Pra onde você vai?

- Pra casa de uma amiga minha, na Ponta da Fruta.

- Olha, você tinha que ter descido em outro terminal, fica bem mais longe. Eu estou indo pegar meu carro na oficina, se quiser, posso te dar uma carona. Leva no máximo vinte minutos.

- Ah eu quero. Não sei andar aqui.

Saímos do terminal e pegamos um taxi. No caminho ela começou a dizer que ia passar o fim de semana na casa da amiga pois tinha tido uma briga violenta com o marido dela e que ele estava bebendo muito e sendo violento sempre que eles discutiam. A morena seguiu falando e eu só conseguia prestar atenção na sua boca.

Chegamos na oficina e o carro estava pronto, entramos e fomos em direção a Ponta da Fruta e como era sexta-feira, o transito fica tenso, pois é a rodovia que dá acesso a Guarapari.

Enquanto o transito seguia lentamente a conversa foi esquentando e descambou pro sexo. a morena dizia que já nem se lembrava mais de quando ela tinha ido ao motel pela ultima vez e foi ai que eu resolvi arriscar.

- Tem um motel na próxima saída.

- Isso é um convite?

- E se for?

- Se for você tem que prometer ter paciência comigo, pois eu sou casada e não topo qualquer coisa na cama.

Nem me dei ao trabalho de responder, apenas sai pra pista lateral e fui em direção ao motel mais próximo que está longe de ser o melhor da cidade. Coloquei minha mão direita em sua perna e ela pôs a sua mão em cima da minha. Meu pau já latejava pensando naquela boca carnuda me chupando com força, ela me olhava com cara de quem iria desistir em cima da hora.

Paramos na porta e eu ainda perguntei se ela queria mesmo entrar, ela acenou que sim e eu fui direto na sua boca enquanto esperávamos o carro da frente entrar. Aquela boca enorme parecia que ia me engolir, o gosto da sua boca era delicioso, seu cheiro era intenso e logo após passarmos da portaria entramos na garagem da suíte.

Baixamos o portão e nos atracamos ali mesmo na garagem. A sua bolsa caiu no chão e ao me afastar pude perceber bem as formas do seu corpo. Um par de coxas grossas, barriga quase nenhuma, seios fartos, uma bunda grande e bem arredondada. A morena estava dentro de uma calça jeans, um Body branco por dentro da calça e sandálias tipo plataforma. Seus cabelos iam até a cintura e estavam meio úmido ainda.

Mal entramos e ela que dizia não topar tudo na cama começou a puxar o meu paletó, depois a gravata em seguida camisa, calça, meias sapatos me deixando apenas de cueca. Ajoelhada na minha frente, ela puxou a minha cueca e ficou de cara com meu pau e sem pensar duas vezes caiu de boca, me chupou com tanta vontade que precisei me concentra pra não gozar na sua boca, mas foi tudo em vão, ao me jogar na cama e continuar chupando o meu pau daquela forma gulosa eu não resisti e enchi sua boca de porra.

Depois que ela bebeu toda a minha porra, foi a minha vez de brincar. Levantei e desabotoei sua calça jeans, ela se livrou rapidamente das sandálias, tiramos o body e ela ficou apenas com uma minúscula calcinha branca. Quando meti a mão na boceta por cima da calcinha percebi que ela era bem carnuda, parecia ter um absorvente de tanta carne pra morder.

Virei seu corpo e a coloquei de pé com as mãos na parede. Dei um tapa na sua bunda e mandei que ela abrisse as pernas, ela abriu.

Puxei pelos cabelos e comecei a chama-la de putinha casada,
vagabunda, vadia e ela apenas concordava comigo.

Puxei suas calcinha e pude ver de perto o tamanho do grelo, exagerado, grande e eu sem pensar duas vezes cai de boca. A mulher se abriu, puxou meus cabelos em direção ao grelo e mesmo de pé começou a esfregar a boceta na minha cara enquanto eu chupava com vontade.

Seus gemidos foram ficando mais intenso e ela gozou, senti suas pernas bambearem e ela se segurou na bancada perto da hidro.

Voltamos pra cama e eu pedi que ela ficasse de quatro. Ela se assustou e disse que anal ela não curtia. Mandei de novo e ela ficou.

Abri bem suas ancas e cai de boca novamente, minha língua ia do grelo ao cuzinho explorando todos os cantos. Ela voltou a rebolar e gemer mais alto e gozou na minha cara de novo.

Peguei uma camisinha (Não dá pra arriscar sempre) e encapei meu pau. Coloquei na porta e ela gritou.

- Me come logo!

Uma estocada e o pau entrou. Sua boceta era mesmo apertada, mas a camisinha não me deixou sentir a real temperatura interna. Segurei a morena pela cintura e comecei a socar com força, ela gemia e pedia mais, pediu pra apanhar e apanhou, meti o dedo no cuzinho ela gemeu mais mas continuou dizendo que não daria.

Falei que ela era puta e o marido corno ela concordou, disse que ele não sabia comer uma mulher, que ela gostava de pau grosso, queria ser comida mas ele preferia beber com os amigos. Fui socando e ela pediu pra sentar no meu pau.

Me coloquei sentado numa cadeira e ela sentou por cima, cavalgou majestosamente, seu corpo subia e descia lentamente enquanto eu caia de boca naqueles seios enormes. De tanto insistir ela deixou eu meter um dedo no rabinho, depois meti dois e ela seguiu trepando no meu pau. Insisti mais um pouco e ela disse que eu poderia comer mas teria que ser devagar. Concordei, trocamos de posição e ela se colocou de quatro na cadeira erótica.

Passei a língua no anel, ela deu uma suspirada de puro tesão. Passei gel no pau ainda encapado com a camisinha, meti dois dedos na seu cuzinho para ir alargando o caminho. Ela continuou de quatro chupando o dedo como se fosse uma pica.

Comecei a empurrar o pau, ela gemeu, sentiu dor, insisti mais um pouco, a cabeça passou e ela deu um grito, pediu calma e eu fui entrando lentamente até que meu pau entrou quase todo. Coloquei mais gel e acelerei o movimento, ela pediu de novo pra amanha e eu espalmei com força, os tapas ecoavam na suíte e a mulher foi soltando seu lado puta cada vez mais. O ritmo aumento, as estocadas eram cada vez mais fortes e eu gozei naquele cu gostoso.

Saímos da cadeira e deitamos na cama. Fiquei observando seu corpo pelo espelho, a cachorra era gostosa, tinha um rabo guloso e uma boceta avantajada. Ficamos ali em silencio por alguns minutos até que ela puxou conversa.

- Eu quero de novo, mas eu quero que você me bata na cara enquanto eu estiver chupando o seu pau.

- Sério? Isso machuca.

- Bate e você vai ver o que é uma mulher no cio.

Nem pensei duas vezes. Amarrei suas mãos para trás e a coloquei sentada numa cadeira menor. Peguei meu pau e coloquei de frente para a sua cara e mandei ela chupar, ela se recusou e disse que só começaria depois que eu começasse a bater. Dei um tapa e pediu mais força, fiquei receoso e ela pediu que eu batesse, dei mais um e ela fez cara de puta, sorriu e começou a lamber meu pau, chupava com vontade e a cada tapa que eu dava na sua cara ela melhorava sensivelmente o boquete.

A boca da morena parecia mágica, aveludada, língua atrevida, lábios grandes e uma experiência e chupar uma pica que eu vi poucas vezes na vida.

Na cadeira, uma rodela de mel que escorria de dentro da sua boceta.
Peguei outra camisinha e mandei que ela continuasse a mamar minha rola, a mulher parecia que não ia parar nunca. Coloquei o preservativo e a virei de quatro com as mãos amarradas pra trás, coloquei o pau, segurei ela ainda amarrada e comecei a socar naquela boceta apertada e carnuda.

- Mete safado, come sua puta, come.

- Adoro comer mulher casada.

- Então come porque meu marido merece ser corno...eu vou gozarrrr.
E gozou! Continuei socando e ela apenas soluçava na medida que a estocada ficava mais forte. Soltei as marras e ela usou as mãos para se apoiar. Meu corpo começou a esquentar, as pernas foram ficando bambas e quando eu anunciei que ia gozar ela pediu que eu tirasse a camisinha e gozasse na porta da sua boceta, por fora, pra ela sentir os jatos de porra espirrando.

Assim que terminei, ela começou a se masturbar, passando a prra no grelo e gozou de novo.

Depois da trepada, pedimos um lanche, tomamos um banho e eu fui deixar a putinha em casa. No caminho ela viu que o marido havia ligado várias vezes, mandado mensagens pedindo desculpas. Na porta da casa da amiga dela, nos despedimos com mais um beijos e ela saiu sumindo atrás do portão.

O nome dela? Esqueci de perguntar.





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