"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A história de amor mais louca- Eu vivi!


autor: Chronos
publicado em: 12/09/16
categoria: romance
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Todo mundo sabe que o dia mais importante da vida de qualquer garota, seja em qualquer tribo, povo ou raça, além do dia de seu nascimento, é o dia que se casa. E por que é o mais lindo dia!? Porque todos também sabem que a noiva é a pessoa mais linda da festa.



Acontece somente uma vez para muitas, e por esta razão toda menina tem medos que são totalmente legítimos, como: Serei uma boa esposa!? Eu serei atraente, suficiente para ele? E se der errado? E se tudo que sempre sonhei for uma ilusão!? E se ele não for que estou pensando?



Algumas casam pensando que o rapaz vai mudar , que tudo vai ser diferente, enfim. Há que se levar em consideração diversos fatores. De uma coisa tenho certeza: Ninguém casa pensando em dar errado. Mas pode casar pelos motivos errados. Isso sem dúvida.



Entretanto a história que vou lhes contar é um bocado diferente. Ana Luísa é uma amiga de longa data, que quando você olhava para ela via claramente que era uma moça criada ao estilo conservador de sociedade: Bela, recatada, do lar, estudiosa, tinha vários sonhos e dentre eles, o de casar, constituir família.



Conheço sua família há uns dezoito anos. Cresci juntamente com os dois irmãos que mantenho laços fortes até hoje: Elifaz e Ana Luísa. Elifaz e eu eramos companheiros de copo, pegação, futebol e seus familiares nos viam como irmãos de placentas diferentes. A irmã caçula de Elifaz sempre teve um grande respeito pela minha pessoa, por isso me amava de uma maneira fraterna.

Entretanto, uma observação que preciso fazer é que ela nunca tivera uma experiência sexual com ninguém até a época do seu casamento. Parece surreal para você!? Ainda existem boas moças, gente. Boas moças...



Como eles eram criados de maneiras totalmente diferentes, aquela velha forma patriarcal de definir papéis entre filhos homens e mulheres, Elifaz cresceu tornando-se um verdadeiro canalha na vida amorosa. Dificilmente parava com alguém, pois o comportamento dele era defendido pelo pai com unhas e dentes. Hoje acho que isso foi um grande erro, pois é a terceira vez que ele casa e o casamento dele, ó... Mingua! É uma felicidade da porra, uma paixão descontrolada, mas quando a felicidade acaba... Primeiro casamento falhou porque a mulher não era boa dona de casa, segundo ele; segundo porque era linda, mas não era boa na cama; terceira, era boa na cama mas era rixosa.



Então você pode ver que sempre havia uma desculpa ou um motivo que ele largava. O problema nunca era ele. A irmã, seis anos mais nova, cresceu vendo o fracasso sentimental do irmão e nutriu vários, vários medos. A insegurança dela diante do sexo oposto assombrava os recantos mais sombrios de sua imaginação.

Se sobrava decepção por um lado, o orgulho da filha diante dos pais por ser uma moça excelente e prendada do outro era assombroso. Era discriminatória a forma de tratamento com os dois. Pois bem. Cresci assistindo isso e com o tempo, vi que não compensava a um homem viver dessa forma.



Hoje tenho 30 anos, não sou casado, já peguei muita mulher mesmo, não me envergonho de admitir isso, e talvez a única pessoa que se enquadre nas minhas expectativas para ser uma boa esposa seja a Ana Luísa.



Hoje ela é uma mulher espetacular. Com 25 anos, é uma raridade ver uma garota tão prendada como ela: Cozinha muito bem, costura, faz tudo dentro de casa e dentro dos limites, uma menina normal. O que a diferencia é seu comportamento das outras gurias, já bem ariscas no jogo do amor.



Elifaz caçou implacavelmente algumas amigas dela. Particularmente aqui, por considerar os dois como irmãos: Ele nunca foi feio. O cara é inteligente, foi um dos melhores alunos de Direito na faculdade, era o partido perfeito para qualquer garota. Mas, mimado na criação.



Por ter uma relação muito estreita com a família não era difícil Ana Luísa e eu conversarmos a sós. O Elifaz nem ligava, os pais me tinham em alta conta, e ela sempre foi uma fã minha desde criança até por ter mais paciência com ela que o próprio irmão. Desenvolvi um relacionamento íntimo a parte com essa moçoila.



Quando começou a namorar, freqüentemente perguntava coisas relacionadas a sexo. Coisas que não tinha coragem de expor para as amigas, que segundo ela narravam as putarias mais sórdidas que os pais jamais sonhariam em saber que a filha ouvia. Ao ser inquirida sobre a sua virgindade, tentava evadir-se do assunto, mesmo quando estava namorando mantinha a discrição de sua relação com as amigas, eu achava isso maneiro, sabe. Por quê? Seguinte: Por mais que eu fosse pegador, não ficava contando pro Elifaz nem pros amigos o que eu fazia com a garota, não. Procurava levar uma vida longe dos holofotes, ao contrário dele. E achava isso bacana nela.



Porém, mesmo nas mais recatadas moças, uma hora os hormônios falam mais alto. Ana Luísa conheceu um cara até bacana, o Bruno, e começaram a namorar como aqueles casais românticos das antigas, sabe, todo mundo via que formavam o par ideal, para se casar. Era o namoro do tipo que tinha hora pra chegar ao lar, o pai pegava no pé direto. Compreensível. O rapaz passou no crivo da família e sabia tirar de letra a situação, mas você sabe que uma hora chega e que todo casal quando quer dar um passo na relação, existe uma pressão social externa sobre a garota, que vem ou do namorado ou das amigas, e a pressão familiar, sobre conservar-se íntegra para o dia mais importante.



E não foi uma nem duas vezes que ela contou pra mim que o Bruno tentava avançar o sinal e ela negava-se a dar aquela famosa prova de amor que muitas são pressionadas a dar. Mas Ana Luísa era mulher, tinha sim, seus desejos secretos. Uma vez ela contou pra mim que deixou o Bruno dar uma chupadinha nos seios, após o namoro pegar fogo. Quando ele pôs a mão lá na bucetinha dela pra poder brincar com o grelo da menina, ela mandou parar.



Ok, ela parava. Mas por dentro ela incendiava, e tocava muita siririca para conter o imenso apetite sexual que é normal mesmo ter. Fora as conversas que o cara tinha com ela que eram super picantes. Ana Luísa sempre gostou de ler romances de bolso. E frequentemente se masturbava sozinha ao chegar ao clímax do romance entre o herói, sempre caracterizado pela Imagem do rico bem sucedido e atlético que se rende a uma moça pacata, cheia de sonhos e pereré pão-duro, essas coisas que mulher gosta.



Bruno, segundo ela, não era mais virgem. O cara fazia coisas que demonstrava ser experiente no negócio. E isso ficou marcando na cabeça dela: Nunca fez nada com ninguém, mentia até pras amigas sobre seus segredos, escondia dele sobre a virgindade e tudo o mais, o irmão era um filho da puta canalha, sobrava pra quem ouvir!? Pra mim!



Amado como um irmão, respeitado em alta conta , várias vezes tirava dúvidas pra ela sobre a sexualidade. Conversávamos muito por telefone, quando ela tava sozinha no quarto. Até então, nada demais.



Quando firmaram noivado, que foi uma bela noite, que o pai satisfeito com a sensação de dever cumprido, Ana chegou pra mim e confessou que não aguentava mais esperar a hora de abrir o presentinho pro cara. E fez-me uma proposta um tanto anormal para uma garota do porte dela:



- Tenho você como meu irmão e como meu melhor amigo, muito mais que amigo. Se não fosse tão safado, eu até te namoraria, rs. Mas eu preciso de ajuda e acho que só uma pessoa pode me ajudar, e essa pessoa é você. Eu sou virgem, nunca fiz amor com ninguém. Mas para todos os efeitos, o Bruno pensa que não sou mais, pois nunca confirmei nada pra ele. Mas tenho medo de ele não gostar!



- Ok, mas e daí!? De que forma você quer minha ajuda!?

- Pode me ensinar como se faz!?

- Que!?

- Diz que sim, por favor! Vai ser um segredo somente nosso!

- Aninha, você me pedindo isso, cara! Isso é Loucura total! Te conheço há dezoito anos, garota! Somos praticamente irmãos, só não temos o mesmo sangue! Nunca vou fazer isso!

- Desculpa, loucura da minha cabeça!

O tempo foi passando, o dia do casamento chegando, ela já naqueles preparativos decisivos, como escolha do buffet, salão, vestido de noiva, o caralho a quatro, ela super nervosa achando que ia dar errado,aquela ansiedade de moça antes de casar-se. O medo legítimo de dar errado, de não ser suficiente para ele, todas têm esses medos. Após alugar o vestido de noiva, ela foi lá em casa, acompanhada da minha mãe postiça, dona Elisabeth. Já estava naquela fase de entregar convites, escolha de padrinhos, madrinhas, e óbvio que eu seria o padrinho, rs. Foi um paparico em cima dela quando ela mostrou o vestido pra minha mãe, tinha que ver o brilho que estava nos olhos dela. Pela primeira vez, juro-lhes que queria estar no lugar do Bruno . Cara já tinha ela no papo, perder uma pérola dessa seria um pecado terrível! Quando ficamos sozinhos no terraço, conversando, tava lá dedilhando um som na minha guitarra, e ela novamente falou das climeres que pintavam entre Bruno e ela. Dessa vez, a parada tinha ido um bocado mais longe: Disseram que iriam ao cinema, liberado pelo pai dela, mas mentiram. Foram para a casa dele , que no dia tava vazia, e ficaram se pegando bonito. Dessa vez, enquanto rolavam os beijos, ela deixou ele dedilhar e bolinar a xota dela. Fiquei só ouvindo:

- Eu tava de vestido, ele de bermuda, e sem cueca por baixo. Ele colocou a mão entre minhas coxas e me levou à loucura com o beijo que ele me deu.

Eu dizia para Ana que ela é uma moça lindíssima, inteligente, capaz, iria tirar de letra tudo isso.

- Ana, o cara que está com você tem muita sorte. Eu como irmão digo que Bruno Leonard é afortunado!

- Você acha!? Você é suspeito pra falar de mim, rsrsrs!

- Nada, cara. Vendo você vivendo essa fase, eu fiquei pensando quando for minha vez, sabe. Já estou com 30 anos, já tá na hora de eu começar a pensar sério nisso porque uma hora a gente fica velho, banguela, brocha, desbundado ( soltamos uma gargalhada gostosa juntos) , e você sabe. Todo mundo precisa ser amado. Enfim, eu... Tenho essa vida de bicho solto, mas a hora que realmente você precisa, suas minas não estão nem aí pra você.

- Nisso você é muito diferente do Elifaz. Ele sempre foi um desmiolado pra escolher mulher. Mas você é um fofo. Se pensa assim, mude agora. Com certeza uma moça vai aparecer pra você. Acho que lá no fundo, eu casaria com você e não com meu irmão se não os conhecesse. Você sempre me ouviu, entendeu, e meus pais te amam como um filho também. É de uma família muito boa. Sem contar que...

- O que!?rsrsrs.

- Que você é um irmão muito gostoso, sabe. Te acho um príncipe...

- Obrigado, Aninha.

Por um momento senti inveja do Bruno, viu. Mas olha no que eu estava pensando! Inveja!? Pensamentos começaram a permear minha mente que já não era pura e comecei a enxergar Ana Luísa... Cara, que loucura... enxergar Ana Luísa pela primeira vez como mulher. Via no seu rosto o brilho, a castidade, a vontade de querer fazer alguém feliz. E a inexperiência dela diante de algo tão sublime, e tão profundo me fez desejá-la.

- Ana, sabe aquela proposta que você me fez no outro dia!?

- Ah, desculpa por aquilo, eu não sei onde eu tav...

- Eu topo!

- Sério!? Mas por que mudou de idéia?

- Talvez por nunca ter te enxergado de outra maneira. A gente cresceu junto, eu e teu irmão, sempre me ...

- Nosso irmão. A gente tem muita coisa juntos, uma história. E você entende tudo que sinto, parece até que você é minha alma gêmea, rs.

- Quem me dera, rs. Talvez eu não tivesse vivido tantas aventuras vazias.

- Você ficaria comigo!? Gente, olha no que a gente tá falando, meu Deus! Kkkkkkkkk

- Ana, se você quiser, eu topo, tá? Ensino tudinho a você.

A gente tava na sacada , de frente pra rua, e saiu dali da frente para ninguém suspeitar de nada. Sentamos no sofá e percebi o quanto parecia ansiosa pra experimentar aquilo que sempre desejou avassaladoramente. Quando a puxei para o primeiro beijo, lento e marcante, estranhamente meus sentidos e todo o meu corpo denunciaram uma euforia nunca antes provada, Ana Luísa veio pro meu colo e sentiu minha rigidez pulsar em suas pernas. Deu um sorriso pra mim.

- Rs, seu safadinho, já ficou assim no primeiro beijinho? Tá animadinho, hein!

- Desculpe ser tão sincero, mas você não sabe o quanto!- minha mão caçava já o calor dos seus seios.

- É? Sabia que seu beijo é delicioso!? Nossa, que boquinha doce que você tem. Por isso as garotas gostam de um filé que nem você.

Puxei-a pela cintura e encaixei o beijo com mais violência ainda. O corpo de Ana estremeceu nos meus braços. Os seus beijos ficaram ainda mais voluptuosos e ela gemia como uma putinha. Desci a alça de sua camiseta e tomei seus seios nas minhas mãos. Eram durinhos, não muito grandes, mas eram vistosos como duas jovens gazelas. Sentia nela o cheiro da pureza, que somente as virgens possuem! Como o idiota do Bruno não percebia isso!? Fui subitamente interrompido por ela.

- A gente vai fazer aqui mesmo!? Rs.

- Ah, desculpe. Vem comigo pro meu quarto!

Ao trancar a porta do quarto, coloquei um som bem aconchegante, tirei a camiseta dela, e revelou-me então os seios mais lindos que já vi numa morena de cabelos longos e escuros.

- Você já deve ter visto tantas vezes com outras, por que está com esses olhos petrificados meus seios!?- indagou-me.

- Ana, você é linda, apaixonante, não tem como um homem não querer você inteira!

- Nossa, que peso você colocou nas palavras, maninho! Parece que tá se apaixonando...

- E se tivesse!?

- Nem saberia o que dizer!

Ah, foda-se! Arranquei com força minha camisa do meu corpo, agarrei-lhe pela cintura com um braço e com a outra mão trouxe-lhe pela nuca até meus lábios, que a caçaram como um bicho, simplesmente. Ana respondeu-me com a sede que toda virgem tem antes de entregar o que é mais precioso. Sua pele macia, delicada, arrepiava-se com o toque das minhas mãos e seus gemidos aumentavam. Começou a desabotoar minha bermuda e massagear meu membro por cima da cueca. Suas mãos eram ágeis. A pressão que ela aplicava era um pouco sem jeito, mas enlouquecia do mesmo jeito. Porra, eu estava querendo-lhe com toda volúpia do meu ser.

Peguei em suas mãos e ensinei como se masturbava o parceiro. Pacientemente, fui guiando até ela pegar o jeito e tocar uma punheta deliciosa.

- Então, lindo, sou boa aluna?- sorriu-me graciosamente.

- Talvez a melhor que já tive o prazer de me entregar.

- Assim fico metida, rs. Sério, tá gostoso mesmo?

- Cada segundo que passa você me enfeitiça mais!

Em seguida, ela sentou-se na cama e ficou de frente para meu pau. Não é grande, mas tem suas dimensões respeitáveis . Sempre muito duro e veias muito inchadas. Ela olhava deslumbrada com o tamanho. Disse que o meu era bonito. Perfeito. Mostrei-lhe então como se chupava.

- Use sempre os lábios, nunca os dentes. Essa é uma área bastante sensível do nosso corpo, digo dos homens. Beije suavemente a cabeça, umidifique lentamente com a língua, à medida que for se acostumando com a largura, enterre-o na sua boca, mantenha os lábios úmidos para o contato ser mais prazeroso para ele. Comece bem lentamente( ela tomou meu pau em seus lábios e fez como se estivesse chupando um sorvete, dando um beijo bem demorado. Para uma virgem, entendeu bem minha explicação, que foi bem devagar. Nem sei se expliquei beeem, mas o resultado foi delicioso), isso, gatinha, mantenha os olhos em contato com seu parceiro o máximo de tempo que puder. Olhe com sensualidade, como se você estivesse carente por aquilo. Eu te garanto: A gente se enlouquece com isso!- minha maninha respondeu de uma maneira tão perfeita que... Porra, que mamada gostosa.

Imagine vocês uma virgem safada, enrustida, revelando-se aos poucos uma mulher extremamente sexy e delicada sem a vulgaridade de uma puta. Aquilo era putaria, mas era algo que não sei explicar. O olhar dela pra mim , passando a língua no meu membro me levava a reações primitivas, selvagens. Sentia vontade de xingá-la, violá-la. Ela me pegou no glúteo, trouxe-me mais perto, e com a mão direita, aplicou uma deliciosa pressão em sincronia com sua boca num boquete lento, profundo, sensual. Era uma lady. Não, uma princesa. Pus meu pé esquerdo em cima da cama, peguei-lhe pelos cabelos e comecei a estocar em sincronia com seu boquete. Quando ela olhava ao encontro dos meus olhos, parecia sorrir com eles.

- Isso, Aninha, é assim mesmo. Deixou-me até com vontade de gozar.

- Você tem tanta paciência e tanto carinho pra me ensinar que me inspira. E seu sabor é delicioso. É todo perfeito. Como eu queria ter te conhecido em um contexto diferente! Cada segundo que passo contigo é envolvente. Mas ainda não acabou, né!

- Não, agora é sua vez de me receber!

Coloquei um travesseiro sob seu glúteo para deixar mais confortável e abri bem suas pernas. Aquela bucetinha virgem rosada, pedindo um beijo gostoso e toda molhadinha me enlouqueceu de vez. Dedilhei suavemente circulando sobre seu grelo, ela arfou de tesão e implorou para eu a invadisse com minha língua. Comecei pela vulva, passei com a boca por cada centímetro dos pequenos e grandes lábios até finalmente tocar no centro do seu sexo. Suguei com pouca força, mas o suficiente para ela liberar seu mel na minha boca. Estava depiladinha. Seu interior tinha um cheiro maravilhoso. Foi bem demorado. Ana Luísa começou a tremer , tremer, arqueava seu quadril em direção a minha boca, pedia mais, mais... Gozou muito, gente.

- Maninho, que deliciaaaaaa... E foi somente com a boca, como você é maravilhoso!

- Maravilhosa é você, Ana.

- Vem, entra na sua maninha virgem, entra!

- Aninha, tem certeza disso!? Cara, é sua primeira vez...

- Ela é muito especial, não é!? Que seja com você, que sempre amei como um irmão! Você sempre foi um cavalheiro comigo, sempre soube dos meus segredos, e está sendo um príncipe comigo.

- Mas você não ama o Bruno mais que a mim!?

Seguiu-se um momento de silêncio. Um silêncio mortal. Naquele momento eu sabia que tipo de amor estava nascendo em meu coração. Não era o amor Storge, familiar, nem o Phileo, de amigo. Era o Eros, de homem.

- Ana, acho que não vai dar pra seguir. Eu não tava pronto pra isso.

- Por quê?

- Sai do meu quarto! Agora! Eu não posso fazer isso!

- A gente tava indo tão bem, o que houve!?

- O que houve!? O que houve é que estou ficando louco por você, isso é o que está havendo! Vou ver você se casar com um cara e só de imaginar isso estou me implodindo por dentro!

Chocou-me ouvir dizer isso. Mas era uma certeza que aumentava a cada hora. Eu a desejava. E para sempre. Ana começou a chorar. Tava perplexa, sem ter o que dizer. Incrédula, confusa. Mas não parecia triste.

- Mano... Eu...

- PARA DE ME CHAMAR DE MANO! CARALHO, EU TE DESEJO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS, EU NÃO PAREI DE PENSAR NA SUA PROPOSTA DESDE AQUELE DIA POR UM SEGUNDO! ESSA LOUCURA FOI LONGE DEMAIS! EU NÃO VOU SUPORTAR VOCÊ CASANDO, ANA! - Comecei a chorar também - por que eu tinha que ser largado por você nessa, coração tolo e idiota! Desgraçado!

De costas pra ela, peladão, dei um soco na parede e lagrimas saíram dos olhos copiosamente. Senti o calor do seu corpo chegando por trás e um afago tocou minha alma.

- Samuel... Eu sinto muito!- senti suas lágrimas escorrendo pelas minhas costas.- eu fiz uma incisura profunda em você, mas não sei se saio daqui correndo, ou se fico com você pra sempre. Você me surpreendeu hoje. E isso muda tudo. Eu me sinto estranha, é como se eu já soubesse disso.

- Não me espera nesse casamento, pois nem amarrado eu entro naquela igreja pra acabar comigo de vez!

- Você tem que estar lá!

- NÃO TENHO, NÃO!

- Acalme-se, amor... Eu...

- Para de me chamar de amor, para de me chamar de mano, chega disso! Você precisa sair daqui! Vista-se. Isso foi a maior burrada que já fiz na vida .

- Eu sou um erro na sua vida!?

- Para de me torturar, porra! Estou enfermo por você! Eu nunca senti isso desse jeito!

Tentei desvencilhar-me do seu abraço, ela só dificultou as coisas. Chorava e não parava de me pedir calma. Fiz ela se vestir, vesti-me também e pus ela pra fora do quarto. Chorei copiosamente por um tempo que não sei precisar. Minha mãe bateu no quarto e abri a porta.

-Samuel, por que Ana Luísa saiu daqui chorando tanto!? Estava tão transtornada que achei que você tivesse batido nela. Houve alguma briga entre vocês!?- perguntou-me.

- Houve que eu estraguei tudo. Mãe, fecha a porta, por favor! Deixe-me aqui sozinho.

- Acredito que seria uma boa hora de você confessar o que já desconfio, filho. Você a ama?

- Amo, sim.

- O que eu temia. Você a violou, Samuel!?

- ( entre lágrimas) não consegui fazer isso, foi demais pra mim! Por isso ela saiu daqui, ficou chocada com a verdade.

Normalmente minha mãe brigaria comigo, mas dessa vez somente me abraçou.

- Surpreendido pela maior alegria da vida na hora mais imprópria... Mas não te culpo, não. Alivio-me por saber que você não fez uma besteira! Agora sinto mais orgulho de ser tua mãe, Samuel!

- Obrigado, mãe! Mas não me leve a mal, nessa igreja eu não entro nem por um decreto, a amizade pelo visto vai pelos ares.

- Olha, eu não quero te dar esperança, mas ainda tem tempo de as coisas mudarem e vocês se entenderem. Com certeza a ligação entre vocês é muito forte, e se o Elifaz tem um irmão de verdade, pode ficar irado por algum tempo, mas irá perdoar você. Filho, se teve mesmo essa atitude, eu nem sei o que dizer. Você sempre foi um rapaz muito sem-vergonha, namora uma aqui, pega outra ali, mas pela primeira vez vejo que isso mexeu de verdade com você. Se é o que acredita, deve lutar por ela.

- Que? Mas ela vai casar! Não tenho a menor chance de disputar o coração dela!

- Você nem tentou! Isso é bom para você entender que o amor não é um jogo! Quantas pessoas você se divertiu na vida e que retorno isso te deu!? Agora seja um homem, assume o que sente e a partir disso, mude! Quer acabar como o Elifaz!?

- Não.

- Então não deixe o amor da sua vida passar!

- E se eu não conseguir?

- Recomece, então. A vida não é feita de vitórias sempre. Tome a pancada, mas siga em frente. Mas você tem minha bênção pra lutar! O que fazem os pais de melhor senão ter fé nos filhos?

Pela primeira vez eu tava tocado, constrangido, de verdade. Mas, covardemente, recolhi em minha insignificância e por vários dias eu não falei com ela. O meu terno tava alugado, mas eu não iria usar mesmo, então... Foda-se!

Quando o dia do casório chegou, eu tava deprimido de verdade. Minha mãe teve que me levantar da cama a pauladas porque não suportava mais ver eu me enterrando vivo. Perguntou se eu iria me arrumar, mas eu havia decidido que não iria.

- Vai mantendo contato comigo, mãe. Definitivamente eu não irei lá para ver a pessoa que sempre amei mas nunca havia percebido entregar-se para outro!

- Samuel...

- Tenha fé no amor. Nunca pense que ele é um pássaro que voa esperando a hora de sobrevoar a sua cabeça pra soltar uma cagada. Ela não tem culpa dos seus sentimentos... Quer dizer, embora seja a causa do seu coração aflito, ela não tem culpa! Se você a ama, faz um sacrifício, você irá partir o coração dela! Amar implica deixar-se vencer pelo vencido, servir a quem vence o vencedor. É ser bom como um cordeiro num mundo de lobos. É assim! Eu crio você pra ser um homem e como retorno você mancha minha cara de vergonha fazendo isso após ser um bom filho por 30 anos!?

Tá, né! Fazer o que!? Fui lá e me arrumei. Coloquei um óculos escuro para cobrir os olhos de dor e sofrimento, liguei o carro e cheguei a tempo de... Porra, cadê a noiva!?

Vinte minutos. Trinta minutos. Quarenta minutos. Amigos, aquilo estava estranho demais. O pai dela me olhava confuso, irado e também sem respostas. Dei de ombros e simplesmente aguardei o desenrolar dos eventos.

Passou-se quase uma hora e meia. A inquietude dos pais e convidados era alucinante. O sacerdote cobrou uma resposta, e finalmente veio a triste nova: A noiva não viria!

Elifaz olhou para mim , e a impressão que tive foi a que eu veria meu amigo como amigo pela última vez. O pai dos meus irmãos tomou o microfone, e profundamente envergonhado anunciou o cancelamento da festa pedindo profundamente emocionado a compreensão de todos. O noivo!? Nem olhei pra cara do noivo! Minha mãe, quando nossos olhos se encontraram, passou-me um conforto e parecia dizer: Nunca perca a fé no amor!

Bem, para quem viveu as piores emoções para um dia, a família dela estava arrasada. Eu não estava, com certeza. Mal conseguia disfarçar a cara de felicidade.

Levei minha mãe para casa, imaginando o que haveria sido feito de Ana. Minha mãe não falava nada. Pediu-me para deixar-lhe na casa dos pais dela.

- Olha, não é uma hora boa para isso, mãe!

- Samuel, relaxa! Vai pra casa! Entra e aguarda noticias, por favor!

- Ok, dona Sara! Vou fazer o que a senhora manda!

Ela deu um sorriso. Ao deixá-la, fiz o óbvio: Segui direto pra casa e no maior silêncio da minha vida. Certamente Ana Luísa teria muitas explicações para dar no seu dia mais importante da vida. Eu que não iria ver o inferno que iria causar!

Entrei em casa, e ao deixar as chaves do carro sobre a mesa, li uma mensagem escrita de punho :

" Você me deve uma aula, Samuel !"

Tendi porra nenhuma. Mas comecei a ligar os pontos... Ela esteve lá em casa durante o tempo ausente! Mas como isso é possível!? Comecei a ficar intrigado. Tratei de ir pro quarto e trocar de roupa, segurando aquele bilhete nas mãos. Ana tinha passado totalmente dos limites com aquela brincadeira, como seria capaz de tanta maluquice!?

Abri a porta do quarto, senti um perfume diferente mas não vi ninguém. Quando sentei na cama, que ficava de costas para a porta do quarto, com o bilhete ainda em mãos, eis que ouço a voz:

- Ainda não tive minha aula!

Virei-me para olhar em direção ao som... Aquilo era incrível! Ana estava escondida atrás da porta e eu nem percebi!

A visão era atordoante, sublime, parecia um sonho. Estava sem vestido de noiva, apenas com o véu, o buquê 💐 em mãos e... Uma lingerie de núpcias, toda rendada! Porra, eu tava num filme americano e não sabia!

- Ana, você é louca!?- eu estava atordoado com a cena.

Aproximou-se lentamente aos pés da cama. Não disse uma só palavra. Sentou-se no colo, tirou lentamente parte por parte do meu fraque, lançou-me um beijo voluptuoso.

Nunca fui tão tocado na alma como um gesto surreal desses. Abracei seu corpo quente com intensidade e tirei seu sutiã . Ela arrancou seu véu da cabeça e jogou longe seu buquê de flores.

- Anda, eu quero o fim da minha aula!

- E depois!?

- Depois a gente evolui essa idéia para uma graduação completa, uma pós, um mestrado, um doutorado. Quero você dando aula somente pra mim o resto da vida!

Quando finalmente deixou-me totalmente nu, ajoelhou-me diante de mim e tocou uma deliciosa punheta fazendo e revisão de nossa aulinha particular ponto a ponto: Mamou deliciosa e demoradamente meu pau que tava duro feito uma rocha.


Aquela era a visão mais excitante que eu jamais esperaria vivenciar na minha vida. Entretanto, era real, e seus olhos, ao encontrarem os meus, revelavam um desejo intenso e frustrado que agora estava sendo vingado.

Punhetando e chupando com volúpia, provou do meu prazer escorrendo involuntariamente em sua boca. Ainda não era um orgasmo violento, mas se não fizesse alguma coisa, logo eu a banharia inteira da minha essência. Puxei-a de volta num intenso e profano beijo. Deitei Ana Luísa de barriga pra cima e repetia o quanto ela era louca beijando todo o seu corpo. Enquanto ela se liquefazia em minha boca ao beijar seus mamilos e os sugá-los selvagemente, fiquei pensando o custo que isso iria ter para nós dois. O quanto ódio teríamos que suportar. Era tarde demais.

Ana implorou como um animal no cio para ser invadida, violada, chupada, devorada até a alma. Quando cheguei ao meio de suas pernas, sua calcinha molhada e exalando um intenso odor de sexo, rasguei a frágil peça e me afoguei naquelas torrentes de mel. Ana Luísa me puxava pelos cabelos contra sua vulva inchada e dizia:

- Vem, Samuca, fode essa noiva carente, fode!

Arreganhei bem suas pernas, puxei com violência contra meu corpo e introduzi lentamente meu membro dentro dela. Ela gemeu de dor mas não me parou. Saiu um pouco de sangue, mas pediu que eu a fodesse com vontade.

Iniciei uma sessão de estocadas fortes, enquanto isso ela me envolveu num abraço quase sufocante e seu quadril serpenteava, se é que esse é o terno exato, enquanto eu a invadia sem dó.

Embora fosse apertadinha, Ana estava tão úmida por dentro que meu pau deslizava até o fundo , e como era prazeroso! Ana fodia como se já tivesse experiência, e quanto mais forte eu a comia, mais intensamente ela respondia.

Invertemos as posições. Sem tirar meu pau de dentro dela, Aninha ficou por cima de mim e continuou a foder cavalgando ensandecidamente. Desabou sobre meu corpo num novo orgasmo. Não restava mais forças nela.

- Goza, gostoso, jorra teu prazer dentro de mim, acaba comigo!

Ainda sentindo os tremores de seu primeiro momento inesquecível, Ana recebeu minha investida e ficou novamente deitada de costas para a cama, enquanto eu me liquefazia dentro dela.

- Como eu poderia casar com alguém que dizia que era louco por mim quando a maior prova que recebi veio de você!? Você me teve e mesmo assim conseguiu me dizer não em minha loucura. Somente alguém com um sentimento muito puro pode fazer isso. Além disso, eu não sentia que iria dar certo em meu coração. Posso enfrentar o que for, mas com a certeza que você me ama de todo o coração. Isso pra mim já basta.- disse Ana Luísa olhando nos meus olhos.

- E a sua família, Aninha!?

- Não importa. Agora tudo que eu mais quero é você. Eu te amo, Samuel.

A partir deste dia, minha vida mudou radicalmente. Sendo eu o pivô do maior escândalo da nossa família. Surpreendeu-me que Elifaz, quando nos vê juntos, não faz outra coisa senão dar boas risadas e dizer:

- Gente, é tão surreal uma história dessas que eu não consigo odiar vocês. Só queria ter visto isso mais cedo. Mana, se você está feliz, e sente-se amada, eu não posso estar menos feliz. Afinal de contas, ele é também é meu irmão e o único homem fora de casa que eu realmente admirei com todas as forças. Te amo, Samuel!

Foi o que me bastou para encarar os olhares condenadores que se seguiram. Seus pais somente abrandaram seus corações após a chegada de David.



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