"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha primeira vez.


autor: Nasty
publicado em: 12/09/16
categoria: hetero
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Devo confessar que eu demorei pra perder a virgindade, faltava uma semana pra eu completar vinte anos e eu era a única do que meu grupo de amigas que ainda não tinha dado a bucetinha.
Numa noite de sexta-feira fui encontrar as minhas amigas e elas não paravam de falar de sexo, porque a Fabi deu o cuzinho e era a primeira do grupo. Eu procurei não me deixar afetar por saber que elas não faziam de propósito mas o assunto estava um pouco chato, mas elas não se tocavam por saber que eu podia perder a virgindade quando eu quisesse.
Sou ruiva natural, pele branca, seios grandes e faço musculação desde os dezesseis anos, ou seja, estava muito satisfeita com o meu corpo e com o meu bumbum de dar inveja. Se sou perfeita? Não mesmo, lá vai o meu pior defeito: sou romântica. Exatamente por isso eu ainda era virgem, esperava um cara especial, uma primeira vez à luz de velas... RS.
Depois do encontro com as amigas cheguei em casa bem chateada, não parava de pensar que eu devia dar pra alguém e acabar logo com aquilo. Comecei a pensar nos caras que eu conhecia e sinceramente, o assunto me deixou com dor de cabeça e eu queria me distrair, então liguei para o Kadu, meu melhor amigo. Ele chegou uma hora e meia depois, sem camisa e todo suado por vir da academia. Eu nunca havia olhado com maldade pro Kadu, apesar dele ser muito atraente. Minhas amigas que eram loucas pra dar pra ele.
Kadu tem a pele morena, cabelos negros e todo cacheado(o apelido dele na escola era anjinho) 1,85 de altura com o porte atlético. Além de ser gato é super gente boa e nunca me deixou na mão em relação a nada. Foi naquele momento que eu me liguei que o cara perfeito sempre esteve ali.
— Cara, preciso me decidir entre dois biquínis, me dá a sua opinião? — Perguntei, como quem não quer nada.
—Claro, vou só tomar um banho antes.
Tomei duas taças de vinho enquanto o Kadu tomava banho, porque vinho me deixa safada. Deixei a timidez de lado, eu estava decidida a perder a virgindade com o Kadu.
Voltei para o quarto e vesti um dos biquínis da minha irmã. Vermelho, a parte de cima tomara que caia e a debaixo fio dental. Meu cuzinho engolia a calcinha e a frente era bem pequena também, minha buceta é bem carnuda e a calcinha pequena deixou a minha buceta bem provocante, bem gostosa.
Quando o Kadu saiu do banheiro, ficou paralisado e pude ver o volume na bermuda. Me segurei pra não rir e ao invés, mordi o lábio com a intenção de ficar mais sexy.
—E aí?
— Eu não sabia que gosta desse tipo de biquíni. Vai deixar todos os caras que estiverem na praia de pau duro.
— Kadu¬ — repreendi o meu amigo apesar de considerar um elogio o que ele disse — o outro é preto e a parte debaixo é menor, quer que eu prove?
— Menor? Esse é pequeno, se fosse a minha namorada não sairia com isso! Devolva o outro.
Pelo tom de voz dele, eu podia jurar que ele estava com ciúmes, mesmo assim eu não dei para trás. Chamei Kadu para assistir a um filme que tinha muita putaria. Coloquei uma camisola bem curta e colada no corpo, a menor calcinha que eu tinha e sentei ao lado dele para assistir ao tal filme.
— Que isso, Vi? — Perguntou ele ao ver a personagem principal rebolar nua para a sua suposta paixão. — Se eu não te conhecesse bem eu acharia que você está tentando me seduzir.
— Eu vou fazer pipoca.
Levantei e fingi deixar o controle cair no chão e empinei o rabo na direção dele pra pegar o controle do chão. Assim que eu saí ele foi ao banheiro e ficou lá uns dez minutos, com certeza se tocando pensando em mim.
E assim seguiu a noite, confesso que estava gostando de provocar o Kadu. Ele era bem safado com outras garotas, mas com certeza estava com medo de ser comigo e eu estava louquinha pra dar a bucetinha pra ele. Era estranho, mas eu estava completamente entregue ao desejo de deixar o meu melhor amigo me comer.
Depois do filme, fomos para o meu quarto.
— Não prefere que eu durma no chão? — Perguntou ele.
— Que papo é esse? Sempre dormiu na minha cama!Agora que a minha mãe parou de implicar?
— Eu sei lá Vi, você já é uma mulher e...
— E daí? Pare de graça, Kadu. O que é? Não quer vir pra cama comigo?
— Engraçadinha.
Ele se deitou ao meu lado, eu desliguei o abajur e fiquei de bruço com o bumbum bem empinado como convite pra ele. Um tempo se passou, eu estava sem esperança e quase dormindo quando senti as duas mãos dele na minha bunda.
— Vi? — Chamou ele e eu não respondi. Ele tocou a minha mão e eu nem me movi. Queria saber até onde ele teria coragem de ir.
Ele sabe que eu tenho um sono pesado, por isso estava despreocupado. Ele estava apertando a minha bunda e eu estava com a buceta toda esperançosa.
— Vontade de bater nessa bunda gostosa.
Sorri discretamente e ainda fingindo estar dormindo abri as pernas. Ele colocou o meu fio dental pro lado e tocou o meu grelinho, me controlei pra não me mexer. Então ele deitou no meio das minhas pernas e acendeu a lanterna do celular.
— Caralho, que delícia. Sempre soube que essa buceta era gostosa. Você é toda gostosa, Vi. Aí porra, nunca te vi com maldade. Não posso te comer, Vi.
Pra minha surpresa, ele se deitou ao meu lado. Colei a minha bunda no corpo dele e puxei o braço dele pra minha cintura, como eu costumava fazer .Senti o pau dele duro na minha bunda, ele gemeu baixinho e começou a fazer o movimento, como se estivesse metendo e às vezes gemia baixinho. Virei de frente pra ele, ele desceu um pouco e deixou o rosto na direção dos meus peitos. A respiração dele tocando a minha pele estava me deixando louca. Abri os olhos e dessa vez foi ele quem fingiu estar dormindo, sentei na cama e tirei a camisola, fiquei só de calcinha e voltei a posição anterior. O abracei, colando o rosto dele ao meu seio e ele continuou fingindo estar dormindo. Eu estava bem excitada minha buceta estava encharcada, com certeza, comecei a gemer e ele fingiu acordar. Não pensei duas vezes, agarrei o cabelo dele e fiz ele chupar os meus seios. Ele chupou com vontade e logo levou a Mao pra minha bucetinha e começou a vibrar o dedo no meu grelo.
— Kadu, eu sou virgem e quero que você me coma bem gostoso.
Ele veio por cima de mim e beijou a minha boca ainda brincando com o meu grelinha, eu gemia enquanto ele me beijava e caralho, que beijo delicioso. Ele beijou o meu pescoço, chupou o meu peito, beijou a minha barriga, e tirou a minha calcinha pra chupar a minha buceta.
— Tem certeza disso? — Ele perguntou e eu afirmei. — Primeiro vou fazer amor com você, mas quando você gozar, vai tomar um banho comigo e eu vou te foder.
Eu não disse nada, fechei os olhos e me entreguei. Ele tirou a minha calcinha e caiu de boca na minha buceta. Beijou a minha buceta de língua e eu gemia feito uma puta, nem eu conhecia meu próprio gemido mas era uma delicia sentir a boca dele na minha xota.
— Estava me provocando pra isso, não é, princesa?
Continuei gemendo, era só o que eu fazia, estava com um prazer da porra. Ele subiu e beijou a minha boca de novo, colocou o pau na direção da minha bucetinha virgem e sussurrou “confia em mim, vai ser um pouco doloroso no começo mas eu vou te dar prazer”, disse ele e beijou a minha boca enquanto forçava o pau bem devagar. A carne foi rasgando, eu gritei de dor e eu depois senti um puto misto de dor e prazer. Ardeu pra cacete mas ele não me deixou desistir, chupava o meu peito enquanto metia e com o tempo passou a doer menos.
— Ah Vi, você é muito gostosa. Que delícia sentir o meu pau dentro de você, sua buceta apertadinha, quente, gostosa.
Ele me colocou de ladinho e meteu de novo, começamos a gemer junto, ali eu não sentia mais dor e estava louca de prazer, que homem gostoso, que posição boa pra dar. Foi nela que gozei no pau dele.
Depois de me recuperar eu tirei o edredon sujo de sangue e o joguei no chão. Fui rebolando pro banho e ele foi junto comigo. Me lavei, ele beijava o meu pescoço e massageava o meu peito.
— Vou te comer, hoje você vai ser minha, minha cadela, gostosa.
— Au-au— falei no ouvido dele, toda puta, cheia de tesão de novo.
Enquanto tomávamos banho ele me fez chupar o pau dele, pau delicioso, grande, grosso, nem coube todo na minha boca. Depois voltamos pra cama, ele me fez ficar de quatro, puxou o meu cabelo e meteu o pau de uma vez só. Gritei, ainda era muito apertadinha.
— Seu puto!
Ele sorriu e continuou metendo. De novo a mistura de dor e prazer, ele meteu até que eu me acostumasse e sem pedir permissão, gozou na minha buceta.
Gozei quatro vezes e sempre que eu quero ele tira a minha carência de pau. Foi maravilhosa a minha primeira vez, depois conto como foi dar o cuzinho. Espero que tenham gostado, beijos.



Espero que tenham gostado do meu primeiro conto. S gostarem, comentem, isso vai me motivar a continuar escrevendo" ;)













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