"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Analua


autor: Publicitario45
publicado em: 12/09/16
categoria: hetero
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Dias atrás eu estava sentado numa pedra olhando o mar enquanto o as ondas quebravam contra as pedras. Pensamento longe, mas precisamente em Mariana, pessoinha que hoje fala comigo quase sempre através de mensagens ou ligações no meio da noite.

A tranquilidade reinava até que uma voz longe, bem longe me trouxe de volta à realidade.

- O senhor pode me informar as horas.

Olhei fixamente pro lado e vi que a dona da voz que teimava em me chamar de senhor era uma jovem de uns 23 anos.

- Posso, mas não vou.

- Nossa, porque?

- Não gosto que me chamem de senhor.

Ela sorriu. Um sorriso naturalmente sexy, coisa de quem tem 23 anos e perguntou de novo.

- Você pode me informar as horas?

- Posso, são 16h30.

- Obrigada, respondeu ela esticando uma canga na pedra e se sentando do meu lado, coisa de 4 metros de distância.

- Você estava meditando?

- Eu? Eu nem imagino como se faz isso.

- Mas você parecia estar tão longe.

- E eu estava. Estava na casa de Mariana.

- Quem é Mariana?

- Minha ex namorada, está indo para Londres e a gente resolveu terminar o namoro, mas sempre que dá a gente conversa.

- Nossa, seus olhos brilharam agora. Quantos anos tem a sua namorada.

- 19

- Oi?

- 19.

- Gente, ela é mais nova que eu.

- Já sei o que você está pensando.

- Sabe? Então fala.

- Que ela tem idade para ser minha filha... deve ser golpe do baú... etc.

- Que nada. Eu tenho 23 e meu ex noivo tinha 49 anos. Você não tem 49, deve ter no máximo uns 39.

- Eu com 39? Você quase acertou. Eu tenho 46.

- Você está bem com 46 anos. Meu ex não se cuidava assim. A
propósito, meu nome é Analua.

Olhando aquela jovem linda com a mão em minha direção, me levantei e fui ao seu encontro.

- Muito prazer.

Sentamos mais próximos e começamos a conversar e eu descobri que ela, era filha de Hippies, seus pais eram bem liberais, moravam num sítio e adoravam fumar maconha no final do dia. Seu irmão, é tatuador se chama Sol e mora com ela.

Analua faz faculdade de artes plásticas, tem umas tatuagens lindas espalhadas pelo corpo, é descolada e eu adoro gente assim. Tem uma energia boa, passa uma sensação de tranquilidade que impressiona.

Passamos o resto da tarde conversando e quando percebemos o sol já tinha ido embora, a maré estava subindo e apenas a luz do calçadão dava uma certa iluminada no local.

Nos despedimos no calçadão e Analua me mostrou o prédio onde ela mora com o irmão, um prédio de frente pro mar onde tem apenas apartamentos de dois quartos ou loft. Trocamos três beijinhos e eu fui embora.

É claro que quando cheguei em casa fui pesquisar sobre ela nas redes sociais, afinal de contas, quantas meninas com o nome Analua existem na minha idade? Busquei e achei, e fui olhar suas centenas de fotos e percebi algo muito bacana em todas as fotos: Analua é uma pessoa feliz, cercada de amigos e é totalmente desapegada das coisas materiais.

No dia seguinte como de costume fui dar a minha caminhada e lá fui eu de novo para a pedra. Sentei, fechei meus olhos e fiquei ali viajando, um lado do cérebro pensava na Mari e o outro torcia para Analua aparecer. Só que ela não apareceu e eu resolvi ir embora.

Quando cheguei no calçadão ouvi uma voz me chamando, estava longe, mas deu para perceber que era Analua. Ela correu em minha direção, me abraçou e trocamos dois beijos.

- Voce já vai?

- Sim, está na minha hora.

- Poxa, fica mais meia hora.

- Não posso, mas amanha estarei aqui de novo. Se você vier, podemos nos falar.

- Pode me dar seu telefone?

- Pode, mas eu costumo ter insônia e eu vou te ligar as três da manhã.

- Pode ligar.

- Estou brincando Analua, anota ai.

- Valeu, mas ó, se quiser, pode ligar, eu também tenho insônia.

Fui me afastando de Analua mas a minha mente criativa começou a maquinar uma série de possibilidades, afinal de contas a menina é uma delicinha. Como não se encantar.

Analua tem cara de hippie, anda descolada, não é chagada a roupinhas da moda, parece uma menina que anda de skate. Pelo dourada de tanto sol, cabelos queimados pelo sal do mar, olhos verdes claros, boca bonita, corpo em dia, afinal de contas, além de ter apenas 23 aninhos, a menina ainda surfa e joga bola na areia com as amigas e quem joga bola na areia da praia sabe qual o efeito que isso causa nas pernas e bunda das meninas.

Neste dia porém eu acabei dormindo mais cedo, a insônia me traiu e eu apaguei. Quando acordei de manhã tinha um “psiu’ no meu celular mandado as 3h45 da madrugada. Era Analua que não recebendo nenhuma resposta mandou um emoji de carinha chorando.

Assim que acordei, mande um bom dia acompanhado de um pedido de desculpas. Ela riu e perguntou se eu era casado respondi que não e para provar eu ficaria acordado até a hora que ela quisesse.

- Prefiro te ver na pedra hoje. Topa?

- Sim, estarei lá no final do dia.

- Combinado.

No final da tarde, como de costume fui caminhar no calçadão e chegando lá Analua já estava. Confesso que de longe eu não tinha reconhecido, mas ao se aproximar vi que ela usava uma saia destas que vão até os pés, branca, solta que teimava em balançar com o vento. Uma blusa amarela clara cobria a parte de cima e quando o vento soprava mais forte era possível ver o contorno do seu corpo.

Quando cheguei Analua veio ao meu encontro, me deu um abraço e um beijo demorado no rosto, um beijo carinhoso, demorado, coisa de quem se conhece há muito tempo mas não se via. Achei estranho, sorri e vi que Analua tinha levado uma sacola térmica.

- Vai acampar moça?

- Não, trouxe pra gente beber. Este lugar aqui é magico, e esta é a melhor hora do dia.

- O que tem ai?

- Vinho braço chileno gelado.

- Voce entende de vinhos?

- Não, eu vi no seu Facebook que você gosta e comprei exatamente igual ao que estava numa foto.

- E as taças?

- Sem taças, hoje você vai beber comigo no bico da garrafa.

Eu adoro estas meninas que tem atitude. Sentamos, abrimos o vinho e o primeiro gole foi dela, depois eu e depois ela de novo. Ficamos ali conversando, desta vez sentamos quase colado um no outro. Analua me contava suas histórias, a gente dava risada e de repente um silencio tomou conta do ambiente, tinha apenas o som do mar quebrando nas pedras.

Analua ficou me olhando fixamente como se quisesse me falar algo importante.

- O que foi?

- Nada. É que eu sou impulsiva, faço as coisas sem pensar e as vezes me arrependo.

- Do que você está falando?

- Disso, respondeu ela trazendo sua boca de encontro a minha.

Ficamos ali, eu, Analua me oferecendo aquela boca aveludada e o mar de testemunha assistindo um beijo longo, daqueles que se dá sem pressa alguma e que vai esquentando, os corpos vão colando, o cheiro vai tomando conta, você sente o gosto do outro e por ai vai.

- Me desculpa, eu disse que era impulsiva.

Nem me dei ao trabalho em responder, apenas puxei Analua contra o meu corpo e voltamos a nos beijar de novo, desta vez ela já enroscou os braços em volta do meu pescoço, suas pernas se enfiaram entre as minhas, minhas mãos já seguravam sua cintura e meio que sem querer tocou sua pele que estava a mostra entre a saia e a blusa.

- Nossa, que beijo bom.

- Homens mais experientes facilitam as coisas, disse ela rindo.

Pegamos a garrafa de vinho branco que estava dentro da sacola com gelo e bebemos mais alguns goles, Analua sentou-se na pedra e eu me sentei ao lado dela. De novo voltamos a nos beijar e ela deitou seu rosto no meu peito, ficou quietinha sentindo meus dedos deslizarem pelo seu braço, sentindo sua pele macia. Ficamos ali nessa de namorinho inocente até a garrafa de vinho acabar e o sol se pôr.

Quando nos levantamos, Analua percebeu que eu estava pra lá de excitado, olhou pro meu short e apenas sorriu, mas nada disse a respeito. Fomos caminhando até o calçadão e lá nos despedimos de novo com um abraço e desta vez um selinho.

Quando cheguei em casa, precisei de um banho, eu estava com o corpo febril de tesão. Entrei rapidamente no chuveiro e fiquei ali pensando naquela menina linda que me apareceu do nada, totalmente zen, desapegada mas que sabia bem o que queria e eu já estava querendo a mesma coisa que ela.

No meio da madrugada outra mensagem, era Analua e eu estava acordado, não conseguia dormir.

- Acordado?

- Sim, o sono se foi.

- Aqui também.

- O que esta fazendo?

A resposta veio através de foto. Analua estava deitada, de camisolinha branca, meio transparente e do lado um livro e uma taça de vinho.

- Assim é maldade.

- Maldade vai ser se eu te disser que meu irmão está viajando e eu vou ter que dormir sozinha.

- Isso é maldade mais desperdício.

- É sim, você pode fazer algo por mim?

- Posso.

- O que?

- Me passa o número do seu apartamento que eu te mostro.

- 302

Saltei da cama já de pau duro, troquei a roupa, desci rapidamente para a garagem e me mandei pra casa de Analua. Toquei o interfone e ela nem perguntou quem era, aenas abriu e eu subi rapidamente de elevador. Quando sai no corredor lá estava ela, linda, de camisola branca meio transparente, uma calcinha miniatura e mais nada.

Entramos no apartamento de dois quartos nos beijando como dois famintos. Na sala, que tinha uma decoração bem descolada, havia pouca luz, um incenso e uma taça de vinho. Mal fechamos as portas e eu tratei de despir Analua. Puxei sua camisola por cima da cabeça, o seios médios e arrepiados se apresentaram a im com os bicos enrijecidos como pedra. Não resistir e os abocanhei, Analua gemeu, foi me segurando pelo pescoço e caminhando lentamente em direção ao sofá que tinha na sala. Seu corpo caiu sobre ele e eu fui atrás, voltei a beijar seus seios, mordia um, mamava o outro e Analua esfregava sua boceta protegida apenas pela calcinha no meu pau.

Com as mãos ela se livrou da minha camisa, com os pés ela puxou minha bermuda me deixando apenas de cueca. Meu pau já latejava, doía de tesão, mas a gente não tinha pressa.

Analua erguia o corpo a cada chupada que eu dava em seus seios, eles cabiam perfeitamente na minha boca, médios, duros, com os bicos apontando para o céu.

Suas tatuagens espalhadas pelo corpo davam um charme a mais. Suas pernas tinham pelos dourados e estavam arrepiados e eriçavam ainda mais na medida que eu ia tocando cada pedacinho do seu corpo.
Por cima da calcinha toquei na sua boceta, melada, quente, gulosa e eu comecei a massageá-la por cima do tecido fino. Analua gemeu um pouco mais alto, abriu ainda mais as pernas e com suas próprias mãos começou a mexer nos bicos dos seios.

Coloquei sua calcinha de lado, vi que sua bocetinha tinha poucos pelos mas todos dourados de sol, me aproximei e apenas respirei fundo, senti o aroma do seu mel, não coloquei a boca mas deixei que meu hálito quente fosse de encontro ao seu sexo. Analua gemeu mais alto e pediu que eu a chupasse, o tesão já estava tirando a menina do controle e eu continuei provocando. Beijei suas coxas, sua barriga, passei a ponta da língua na virilha e Analua teimava em se mexer como se quisesse que minha boca encontrasse sua boceta.

Seguei seus braços e mandei ela esperar, ela gemeu, resmungou mas obedeceu. Fui tocando meus lábios entre suas pernas até me aproximar de novo dos grandes lábios, um fio de mel já escorria de dentro da sua boceta quando dei um beijo de leve. Analua não resistiu e com as duas mãos puxou minha cabeça de encontro com a sua boceta.

Chupei, mordi, lambi, rocei minha barba por fazer na sua boceta e a menina vibrava de tesão, me levantei, botei meu pau pra fora e fiquei esfregando a cabeça na porta da sua xana, ela pedia para eu entrar mas imediatamente eu voltava a chupar sua boceta novamente,
Analua gozou encheu minha boca com seu mel doce, voltei a esfregar o pau na portinha, ia do grelo até a porta do cuzinho mas me recusava a entrar. Aquela sensação foi deixando Analua descontrolada, ela já pedia para ser penetrada em tom mais alto de voz, eu seguia torturando, provocando, mandando ela implorar pela minha pica e ela implorou.

- Me come, por favor.

Falou ela em tom mansinho, quase que choramingando. Me levantei e Ana lua sentou, peguei meu pau e esfreguei na sua cara segundo ela pelos cabelos para poder controlar os movimentos.

Analua abriu a boca e eu meti na sua boca, segurei seu rosto e me movimentei como se tivesse comendo ela de quatro, Analua chupava, tentava dar umas mordidas no meu pau e quando conseguia segura-lo com a boca fazia uma pressão que me enlouquecia.

- senta aqui, safado.

Me sentei no sofá e ela veio matar a sua fome. Mais uma chupada no meu pau para deixa-lo babado, ela se posicionou por cima com uma pera de cada lado, com a mão segurou meu pau e deixou seu corpo descer sobre o meu. Sua boceta abraçou a minha rola, encapou deixando apenas meu saco para fora, seu corpo se mexia de forma intensa, Analua seguia trepando com os olhos fechados, se remexia para todos os lados como se buscasse a posição perfeita para gozar e quando encontrou liberou espasmos e com um gemido mais intenso segurou no meu pescoço e gozou jogando a cabeça pra trás.

Me levantei com ela ainda grudada na minha pica, voltei ela pro sofá, abri bem suas pernas e comecei a meter num ritmo mais acelerado. Seus seios firmes pouco balançavam, eram durinhos demais para qualquer movimento, fui metendo meu pau inteiro, até o fundo e Analua de olhos fechados anunciou que ia gozar de novo, acelerei, segurei suas pernas bem abertas e ela gozou no meu pau pela de novo.

- Vira.

- Calma, estou se ar.

- Vira agora.

Analua se levantou e ficou de quatro no sofá com as mãos apoiadas no encosto. Coloquei meu pau na bocetinha e comecei a socar, metia com vontade, sentia que meu gozo estava quase chegando, Analua seguia firme na posição de quatro, eu a segurava pela cintura olhando aquela bunda dura sendo socada (Lembram do futebol de areia?) e quase não se mexia tamanha firmeza, ela pediu mais força pois sentia que ia gozar de novo, acelerei e gozamos juntos numa explosão louca de tanto tesão.

Depois caímos no sofá e ficamos abraçados por mais de meia hora. Analua quis saber mais sobre a Mariana, disse que ela devia sentir falta da minha pica e que a gente podia repetir a dose sempre que eu quisesse.

Beijei sua nuca e meu pau saiu de dentro da sua xana, liberando a porra que escorreu no sofá.

- Nossa, como você chupa uma boceta gostoso viu.

- Ah é? Vou cobrar.

- Cobra que eu pago.

- Retribua então.

Analua entendeu a mensagem, se levantou, pegou meu pau melado e sem cerimonias meteu na sua boca. Ele foi dando sinais de vida, foi crescendo dentro da sua boca e o boquete foi ficando cada vez melhor.
Analua me chupava sem pressa, parecia estar desfrutando do gosto do meu pau misturado com o gosto da sua boceta, ela lambia, passava a língua na cabeça, voltava a meter na boca e engolia ele por inteiro, suas unhas arranhavam minhas pernas e ela controlava o boquete sem usar as mãos, apenas a boca.

Nesse vai e vem lento porém intenso não demorou muito para que eu gozasse e fizesse com que Analua bebesse toda a minha porra. A menina, gulosa, não desperdiçou uma gota sequer e só largou meu pau quando sentiu que ele começava a amolecer depois do gozo.

- Ui.

- Gulosa.

- Adoro fazer isso, disse ela vindo com a sua boca cheirando a gozo em direção aos meus lábios.

Olhamos no relógio e já se passava das 4h da manhã. Nos beijamos mais uma vez, eu me vesti e fui embora.

- caso queira saber, meu irmão vai ficar vinte dias fora.

- Vou me lembrar disso amanha quando for caminhar na praia.

Analua sorriu, eu entrei no elevador e fui pra casa tentar dormir por umas duas horas.

Beijos meus queridos, uma linda semana para todos vocês. Obrigado pelas mensagens, vocês são ótimos.





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