"Os mais excitantes contos eróticos"

 

É, o porre valeu a pena!


autor: Nasty
publicado em: 14/09/16
categoria: hetero
leituras: 2024
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— Mais duas caipirinhas de maracujá. — Pede a minha amiga e novamente olha para o cara do outro lado do quiosque.
— Essa é a última, estou muito fraca pra bebidas. — Digo, achando graça da minha voz. Droga, já estou bêbada. — Eu não gostei desse cara — digo, Maria não tira os olhos dele — ele não tem atitude, não deve ter pegada também, mas já que você não para de flertar com ele, devia ir até lá!
— Sério? Mas e você?
— Eu vou pegar um táxi e ir pra casa, daqui a pouco.
— Okay, se cuida! — Diz Maria e vai na direção do senhor Banana.
Cancelo uma caipirinha e vou beber a minha na areia. Levanto cambaleando e rio de mim mesma. Que merda! Vou para a areia e me sento. Relaxo ao sentir a brisa do mar e ao ouvir as ondas se quebrando. Sinto o meu vestido subir pelas minhas coxas por causa do vento, a sensação é boa.
— Não devia estar aí sozinha! — Ouço uma voz masculina com o sotaque diferenciado dizer.
— Me viro bem sozinha, obrigada! — Digo sem nem olhar para ver quem é e dou de ombros.
O cara se senta ao meu lado.
— Também demorei um pouco para te reconhecer.
Encaro a figura masculina ao meu lado. Ele é alto, mesmo sentado. Seu tom de pele está levemente rosado, queimada pelo sol. E esse olhar divertido, conheço esses olhos! Pelo sotaque ele não parece brasileiro.
— Está tão bêbada assim a ponto de não se lembrar de mim? — Essa voz... O italiano!
Fico pasma. É ele! O que ele faz aqui? Fecha a boca, mulher! Ele está sorrindo, achando graça da minha reação!
— Como me encontrou? — Pergunto, com a voz grogue.
— Pura sorte! Quando cheguei aqui lembrei de ti, é claro, mas não esperava te encontrar.
— Está frio!
— Vamos sair daqui?
— Para onde? Vou para casa, estou bêbada!
— Cadê a sua amiga?
— Ela saiu com um cara!
Seu rosto se torna sério, inexpressivo!
— Não vou te deixar nesse estado e sozinha. Vamos para a pousada, você espera o efeito do álcool passar e vai embora.
Me levanto rápido demais, fico tonta, droga, vou vomitar. Me viro de costas pra ele. Sinto ele segurar firme a minha cintura e acariciar as minhas costas. Que gosto horrível, que constrangedor. Droga. Quando finalmente acaba, ele não me solta, acho que está com medo que eu caia. Realmente estou sem condições de ir pra casa agora. Seguimos em silêncio para a Pousada, que é praticamente ao nosso lado, três minutos dali.
Preciso de uma cama! Ao entrar no elevador sinto a minha cabeça latejar. Saímos do elevador e ele me conduz para o quarto. Está em silêncio, parece bravo! Entro no quarto e sigo para o outro cômodo, o banheiro. Uma banheira, que bom! Abro o boxe, me sento no vaso, tiro o vestido, abro o chuveiro e me sento na banheira. Fecho os olhos e procuro relaxar, com o tempo vou me sentindo melhor, fecho o chuveiro e perco a noção do tempo.
— Você está bem?
— Sim. Pode me emprestar uma camisa, a mais longa que você tiver? — Pergunto e me levanto.
Me seco e coloco a mão para fora do banheiro. Ele me dá a camisa, me visto, saio do banheiro sentindo-me exausta. Estou envergonhada demais para olhar pra ele agora. Me deito numa poltrona ao lado da cama e praticamente desmaio.
Acordo com uma buzina de caminhão e pulo da cama. Estou na cama? Olho envolta, o quarto e simplesmente lindo. Olho para a direita e vejo que tem uma sacada. O italiano entra no quarto e me examina, meu rosto esquenta, que vergonha!
— Como se sente?
— Com vergonha, com dor de cabeça, com fo...
— Você fez algo muito perigoso. Costuma colocar a sua vida em risco assim?
— Não. Eu sinto muito por vir parar na sua cama!
— Pelo menos sei que está segura. — Diz ele, gesticulando para uma bandeja de frutas na mesa de cabeceira ao meu lado.
Pego uma maçã, que horas são?
— Ainda é cedo. Se quiser ficar um pouco mais depois eu te levo em casa!
Ele vai para a sacada, eu o sigo.
A sua camisa me serve como vestido. Ele está sentado, ao ver eu me aproximar ele me examina, momentaneamente fico tímida. Me sento ao seu lado, conversamos sobre trabalho, as nossas famílias, sobre filmes brasileiros e então ele se cala e eu fico tímida.
— Está solteira? — Pergunta, respondo que sim com a cabeça.
— E você? — Pergunto, olhando para ele.
Ele me olha de baixo para cima e fixa nos meus olhos, em seguida afirma também. Não posso negar que fico sem jeito, ele é muito atraente. Queria saber o que está pensando.
A brisa do mar me faz estremecer, ele se levanta, entra e volta logo depois com um casaco preto lindo, grande e pesado. Ele se aproxima e fica na minha frente, abre o casado e o coloca envolta de mim. Reparo no volume dentro de sua bermuda, é enorme, que delícia. Sinto uma sensação gostosa lá embaixo.
— Melhor eu ir— digo ficando de pé antes mesmo dele se afastar e tiro o casaco.
Momentaneamente fico tonta, cambaleio e ele segura firme a minha cintura. Ele está muito perto, não me solta e se aproxima ainda mais. Estou excitada. Ele me puxa para o seu corpo.
— Quer mesmo ir? — Pergunta, sussurrando no meu ouvido. Minha pele arrepia. Seu sotaque torna tudo mais sexy.
Suspiro e ele me beija. Seu beijo é gostoso e lento. Ele puxa levemente o meu cabelo e me faz querer mais. Beija o meu pescoço mas não tira a mão da minha cintura. Ele quer que eu peça.
— Mais! — Peço, minha voz sai quase como um gemido.
Ele leva as mãos para a minha bunda, por baixo da camisa dele e me puxa para cima, me pegando no colo. Estou sem calcinha, enrosco as pernas envolta da cintura dele e ele caminha para o quarto sem pressa enquanto eu beijo o seu pescoço,ele me prende contra a parede ainda comigo no colo e leva o dedo até a minha bucetinha. Aí, que delícia. Estou molhadinha por causa dele.
— Está melada né, gostosa. — Diz ele cheio de tesão com uma voz sexy e vibra o dedo no meu clitóris.
Não consigo me controlar, estou muito excitada. Começo a gemer feito uma puta no ouvido dele.
—Me põe na cama. — Peço, toda safada, cheia de tesão.
Ele me põe na cama , tiro a camisa dele e abro a sua bermuda. Abaixo deixando escapar esse piru enorme e pulsante. A cabecinha também está melada. Chupo e me delicio sem pressa de parar. O faço gemer, mamo bastante nessa piroca gostosa. Chupo as bolas, bato com esse piru nos meus seios. Sinto a minha vulva pulsar.
— Minha vez. Fica de quatro sua puta.
Eu o obedeço com muito tesão. Ele lambe da minha buceta ao meu anus uma vez só. Enlouqueço de prazer. Ele mete só a cabecinha e eu abro as pernas querendo mais e então ele mete com força o piru todo na minha buceta. Aí caralho, que gostoso.
— Que gostosa, tão apertadinha essa bucetinha. Vou te arrombar, deixa, putinha?
— Faz de mim a tua puta vai, me come com esse piru, gostoso.
Ele me come com força, que delícia esse caralho entrando e saindo rápido e com força da minha bucetinha. Me arrombando sem parar, já estou gritando de prazer. Caralho, que piru delicioso.
— Vira de frente, minha puta. — Diz ele, me levando à loucura.
Obedeço esse homem delicioso e como recompensa ele enterra o piru na minha buceta com vontade. Gememos juntos e ele começa a apertar e a mamar os meus seios. Suga, morde, lambe. E com ele metendo cada vez mais fundo. Estou quase gozando. Estou embriagada de tesão por esse homem. Ele fode muito gostoso.
— Eu vou gozar. — Grito, cheia de prazer.
— Isso minha puta, goza no meu piru vai. Mostra que vc está adorando ser arrombada por mim. Anda sua piranha, quero a sua goza. — Ordena ele, também louco de prazer, me olhando com uma tara louca.
Minha bucetinha aperta esse piru delicioso e eu grito de prazer. Ele não para, sabe que estou gostando e quase gozando. Ele segura o meu rosto, chupou o meu lábio e ficou mais firme, mete ainda mais rápido e com muita força. Ele geme alto e eu sinto a sua goza em jatos na minha buceta e gozo no pau dele, como ele mandou eu fazer. Que delícia. Ele cai sobre o meu corpo e não tira o pau da minha buceta. Deita ao meu lado e apaga.
Eu levanto, me visto. Deixo o meu celular anotado ao seu lado na cama, pego um táxi e sorrio ao lembrar. É, o porre valeu a pena!




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