"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Noite de pica.


autor: Nasty
publicado em: 14/09/16
categoria: hetero
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Eu estava passando por um divórcio difícil quando conheci um cara por um jogo on-line, vamos chamá-lo de "D".
Logo vi que ele era atraente e mais velho que eu mas não dei muita importância, não estava interessada. Ele me pareceu gente boa e continuamos a conversar. Logo o assunto foi esquentando, mas até então não era nd sério. Ele morava em outra cidade e isso até que me deixava menos tímida pra falar sobre experiências passadas e etc.
Devido a rotina de trabalho dele e ao meu recomeço nós perdemos contato e alguns meses depois ele me mandou uma mensagem afirmando que veio visitar uns familiares e que estava na cidade e gostaria de me ver.
Eu fiquei um pouco sem jeito, havia me divorciado há pouco tempo e achei melhor não, por isso falei com ele. Ele, bom de papo e insistente toda vida, propôs apenas uma bebida e eu estava com tédio, por isso acabei cedendo.
Ao chegar no bar onde marcamos o vi me olhando enquanto eu me aproximava. Ele estava com um sorriso discreto no rosto e com o olhar indecifrável. É ainda mais atraente pessoalmente, se levantou para me cumprimentar e eu senti o toque firme da sua mão da minha cintura. Me afastei ao sentir a minha pele arrepiar e tentei disfarçar.
Ele era muito melhor de papo pessoalmente, sabe fazer uma mulher se sentir à vontade e em nem um momento foi desrespeitoso. A noite seguia agradável quando sirgiu um relâmpago.
— Acho melhor irmos antes que comece a chover.
Decidimos rachar um táxi e logo caiu um pé d'água e estava tudo alagado. O táxi era baixo e por isso entrava água no carro. Aquilo foi me dando uma agonia, comecei a suar frio.
— Preciso sair daqui! — Falei, nervosa!
— O quê? — Perguntou ele sem entender.
— Estou agoniada, preciso sair do carro.
— Vai demorar muito pra sair daqu? — Perguntei ao taxista.
— Um pouco, está passando mal?
— Sim.
— Estamos de frente a um Motel.— Respondeu o moço.
Pagamos ao taxista que nos deixou no estacionamento do Hotel e saímos do carro.
Não sabíamos quanto tempo iríamos ficar ali, por isso fomos para um quarto.
— Está se sentindo melhor? — Perguntou D, eu afirmei com a cabeça— devia tomar um banho para relaxar — falou, enquanto entrávamos no quarto.
Tomei uma chuveirada quente e relaxante e ao sair, vesti um roupão do Hotel.
Vi o D sentado na cama tomando uma taça de vinho. Ele me ofereceu e começamos a dividir a mesma taça.
Outra vez, ele foi me levando no papo e quando dei por mim eu estava deitada na cama, bem à vontade e sem pressa de ir embora. Já havia anoitecido.
Falávamos sobre o clima, quando ele me olhou de forma maliciosa e sorriu. Notei que o meu mamilo estava à mostra e o cobri.
— E sobre o seu divórcio?
— Já sou divorciada!
— Seu ex é um tolo por deixar vc escapar.
— Nós tentamos fazer dar certo rs. Eu tenho um jeito difícil de lidar.
— Todas as mulheres são assim e no seu caso, nada que não compense na cama.
— Como sabe? Nunca me levou pra cama!
— Você é provocante sem querer, imagine querendo... E se quiser, resolvo isso num segundo.
Confesso que já estava com tesão. Muito tempo sem sexo e um homem daquele bem ali me dizendo aquelas coisas...
Apenas o roupão cobria o meu corpo e eu resolvi me divertir um pouco. Tomei a taça dele e fui colocar mais vinho. Propositalmente deixei a rolha cair no chão e me abaixei pra pegar deixando a minha bucetinha à mostra por um instante. Enchi a taça e a bebi de uma vez só pra criar coragem de fazer o que eu queria. O servi e me deitei na cama.
Reparei no volume dentro do jeans dele.
— Quer assistir a um filme? — Quis saber ligando a tv.
Ele não respondeu mas desligou a luz e se deitou ao meu lado. Passando um tempo, fiquei de costas pra ele e empinei o bumbum como se fosse um convite.
O clima estava agradável e eu acabei adormecendo. Por ter um sono muito leve, acordei quando ele não aguentou e colou o corpo no meu. Ele começou a acariciar as minhas pernas nuas, eu deixei, fiquei de bruços e abri as pernas. Por que ele estava resistindo tanto eu não sei. Ele pensou que eu ainda estivesse dormindo e não aguentou. Se levantou, acendeu a lanterna do celular e olhou a minha bucetinha sem me tocar. Eu achei que ali ele não resistiria e me chuparia ou me masturbaria mas ele não fez. Até que eu comecei a ouvi-lo gemer baixinho e quando eu percebi, vi que ele estava se tocando de olho na foto tirou da minha buceta. Sentei na cama e o assisti, o pau dele era uma delícia, fiquei cheia de vontade de mamar, não queria mais provocar ele, queria que ele me comesse.
— Que piroca enorme. — Comentei mordendo o lábio.
— Não me enlouquece mais ou te meto o piru!
Abri as pernas e comecei a tocar a minha bucetinha na frente dele, deixando claro que eu bem queria que ele me metesse o piru. Eu estava toda melada e vez ou outra, escorregava o dedo pra dentro da xoxotinha. Eu estava doendo e eu louca de tesão com aquele homem.
— Gostosa demais!
Abri o roupão e me deitei toda aberta.
— Aah puta, não faz isso!
— Não? Prefere assim?
Fiquei de quatro e ele não aguentou e caiu de boca na minha buceta melada. Eu que já tava excitada, comecei a gemer feito uma gata no cio. Ele mordia e lambia o meu grelinho e eu ia no céu. Até que ele deu uma atenção especial ao meu cuzinho e começou a chupar com vontade enquanto vibrava o dedo no meu grelo. Enloqueci e comecei a rebolar o rabo na boca dele. Ele começou a bater na minha bunda e n parava de tocar o meu grelo. Eu me empinei toda, gemia feito uma puta e rebolava muito.
— Vou comer você, putinha!
— Come essa buceta, tua puta quer o seu pau.
Ele começou a socar aquele piru enorme na minha bucetinha com muita força. Que delícia ele me foder assim.
— Isso, fode essa buceta vai. Come! — Pedi, ele gemendo, louco de tesão.
— Eita puta safada, eita buceta gostosa.
Dizia ele, me fodendo com vontade e eu gemendo pra caralho só fazia com que ele metesse com ainda mais vontade e força. Quando eu achava que não podia ficar melhor, ele cuspiu no meu cu e começou a massagear o meu anelzinho. Comecei a rebolar no pau e no dedo dele, ele gemia imóvel enquanto eu engolia o pau dele com a minha buceta e então ele não resistiu e começou a meter o dedo no meu cuzinho.
Eu sabia que ele era tarado num cú e o meu era totalmente virgem.
— Aaaah pooooorra, que cuzinho apertadinho. Que cachorra deliciosa.
Eu não parava de ir pra frente e pra trás, engolindo o piru dele. O pau dele vibrando na minha bucetinha e ele masturbando o meu cuzinho.
Comecei a repetir o ritmo com mais velocidade, as bolas dele batiam no meu clitoris e eu estava completamente louca de tesão. Comecei a gritar gozando no pau dele e ele voltou a foder com força. Caí na cama e ele se deitou ao meu lado, acariciando o meu bumbum, tarado no meu cuzinho.
— Me da esse cú, vai minha gostosa. To tarado em você. Tive que me controlar pra caralho pra não jorrar porra nessa buceta.
— Meu cuzinho não mas na buceta vc podia gozar.— Falei e apaguei.
Acordo com prazer e antes de abrir os olhos, sei que ele está chupando a minha bucetinha. Abro as pernas e aproveito. Logo a minha buceta quer pau de novo.
— Deita, deixa eu sentar no seu pau, vai. — Peço e vou por cima dele, de costas pra ele . Naquela posição ele podia bater na minha bunda e ver a minha bucetinha engolindo o pau dele.
— Tesuda.
Com o pau dele todo dentro de mim, comecei a rebolar e o pau dele começou a tremer. Quiquei com força naquela piroca enorme mas cansei antes de gozar e ele começou a meter. Senti um tesão fora do normal e gozei no pau dele de novo. Deitei de bruços por cima dele pra me recuperar e ele começou a acariciar as minhas costas com a mão esquerda e com a direita dedou o meu cuzinho de novo. Soltei um gemido de dor no ouvido dele e senti o pau dele vibrar encostado no meu grelinho. Ele começou e colocar e a tirar e dedo, repetidas vezes e pra minha surpresa, eu comecei a sentir prazer e a gemer.
— Ta doendo? Quer que eu pare?
— Não.
— Deixa eu tentar o piru, vai?
— Seu pau e muito grosso, vai arrombar o meu cuzinho, amor.
— Se doer muito eu tiro, se vc quiser que eu pare eu juro que eu paro!
Temendo um pouco, eu fiquei de quatro e distanciei as pernas. Ele passou a língua no meu cuzinho, parecia que estava beijando de língua, uma delicia, quase gozei só com aquela chupada. Senti ele colocar o pau no meu anelzinho e a forçar um pouco. Ele foi forçando e tirando. Cada vez ia ficando menos doloroso. Gememos juntos,ele dizendo o quanto eu tinha um cuzinho gostoso. Eu estava ali, eu queria dar prazer para aquele homem. Comecei a gemer e a pedir pra ele comer o meu cuzinho e ele foi metendo, arrobando o meu cu com aquela piroca gostosa. Estava ficando uma delícia e cada vez menos doloroso, ele metia e tirava, fazendo o meu cuzinho se acostumar com as estocadas. Fui rebolando e ele não resistiu e foi metendo todo. Era muito pau e eu gritava de dor e tesão pra não pedir arrego.
— Queria o meu cuzinho? Agora come vai, mete no meu cuzinho. Não para de meter.
Enloqueci o homem. Ele esqueceu o medo de me machucar e meter rápido e forte. Ainda doeu pra caralho mas ele continuou metendo e quando dei por mim, só sentia prazer com aquela piroca gostosa arregaçando o meu cu. Ficamos ali durante um bom tempo, ele fodendo e batendo na minha bunda.
— Maltrata a sua puta, vai— eu provocava e gemia quando ele me batia. Ele gemeu alto e apertou com força o meu quadril, comecei a rebolar, sabia que ele iria gozar e não deu outra. Senti os jatos de goza no meu cuzinho e ele caiu sobre o meu corpo.
Tomamos uma ducha morna com mais amassos e decidimos passar a noite no Motel. Foi uma noite deliciosa de muita pica.




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