"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A Mancha


autor: Bergerac
publicado em: 16/09/16
categoria: hetero
leituras: 608
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Um dia fui fazer uma visita aos meus amigos em um departamento da faculdade no qual trabalhei. Isso era apenas um pretexto para ver V. que era uma ruivinha de pele clarinha e sardas no rosto.
Ela era casada há dois anos com um jovem doutorando em filosofia, mas sempre desconfiei que ela queria alguma coisa comigo, porque não perdia uma oportunidade para mostrar que era gostosa.
Gostava de se inclinar para trás de maneira que seus seios pequenos e firmes empinavam como se fossem esculpidos em mármore.
Uma vez ela esbarrou a mão em meu pinto, como se fosse sem querer.
Até que um dia não aguentei, decidi que iria meter a vara nela.
Armei um pretexto de que precisava de uns documentos que sabia apenas ela seria responsável por providenciá-los.
A burocracia fez o trabalho dela, emperrando o processo de maneira que ela teria que fechar a sessão.
Naquele dia ela estava com um vestido florido, porque fazia muito calor. Eu pedi a ela um pouco de água. Ela disse que também tomaria um copo. O bebedouro ficava em uma salinha com um sofá amarelo.
Enquanto a seguia, meu pau ficou duro de vez enquanto olhava para a linha de sua cintura bem fina e marcada, o que aumentava o tamanho do quadril.
Após pegar o copo, fingi um pequeno desequilibrio, derramando a água no chão, o que fez com que ela se aproximasse o suficiente.
Passei lhe a mão pela cintura e tasquei-lhe um beijo de língua, enquanto minha mão apalpava seu seio. Ela ofegava de tesão. Desci minha mão até sua vagina úmida e com um movimento dominador coloquei-lhe de quatro sobre o sofá, levantei o vestido e afastando a calcinha penetrei meu membro em sua vagina apertadinha.
Ninguém apareceu para atrapalhar e a possibilidade de sermos pegos só fazia aumentar o tesão dela, que fazia de tudo para não gemer alto demais e rebolava feito uma louca quando metia até o fundo. Ao fim de 16 minutos, eu gozei como um cavalo dentro dela e nunca senti tanto prazer em gozer dentro de uma mulher.
A porra escorreu por alguns instantes e pingou no sofá. Até hoje a mancha é uma testemunha silenciosa de nossa aventura.



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