"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Foda em Família - O início.


autor: Chronos
publicado em: 18/09/16
categoria: hetero
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Sempre fui um amante intenso da vida. Cada momento que respiro é assim: Amar, sonhar, crescer, agregar, multiplicar. Por ser muito comunicativo, tenho uma vida pública bastante intensa e a forma como conhecem você é a sua marca. Assim creio.

Já não sou jovem. Tenho quase 50 anos e um belo filho criado com a graça de Deus e pronto para seguir sua vida. E uma linda noiva, professora de redação, morena jambo, 1,60, corpo mignon de uns 55 kg. Menino tem bom gosto como o velho. Diga-se de passagem, herdou também a mesma forma de amar a vida.

O que vou lhes contar seja talvez a história repetida em muitos lugares, apenas mudando os personagens. Sou casado há mais de 20 anos e lembro-me até hoje como conquistei Celinha. Eu tinha um grupo de música na juventude e escrevia canções de roda para entreter as pessoas, e isso me levou a conhecer alguns grandes nomes do samba.

Primeiro conheci a irmã da Celia que morava perto da minha casa, na época. Celia chegou depois de haver fracassado em um relacionamento amoroso, estava perto de se casar, mas a decepção de saber que o noivo tinha uma amante a deixou depressiva e horrível. Uma jovem de 23 anos parecendo uma beata, sem maquiagem, e ranzinza era motivo de qualquer um sair correndo.

Porém, quando fomos apresentados, sua irmã que era já minha amiga e admirava minhas canções me apresentou aquela linda mulher maltratada, porém no fundo daqueles olhos tristes nascia uma nova esperança e eu não sabia: Ela havia se encantado por mim. Travando algumas conversas com ela, percebi que atrás daquele rosto esquisito havia alguém ainda com esperança de conhecer um verdadeiro amor. Eu tinha acabado um relacionamento intenso, no início não queria muito compromisso, é verdade, mas não pude deixar de ver atrás daquela face sofrida uma beleza que somente o coração pode ver. Comecei a criar gosto por sua presença, e sua irmã ficou com um pouco de ciúmes, porque eu sempre dava atenção a todo mundo, e era notório que as pessoas agora viam eu empregando mais tempo com Celia que os amigos que sempre estiveram ao meu redor.

Não demorou e Celia apaixonou-se por minha pessoa. Pessoal, de verdade: Ela era legal, mas porra: Precisava se cuidar mais! Tava muito esquisitinha usando umas saias meio quadradas, parecia aquele desenho infantil, o Bob Esponja versão Saia Quadrada. Sem contar que era um pouco ranzinza. Passei a compreendê-la devido a que!? À intimidade que foi crescendo. Mas existe um momento que você precisa reagir à vida ou ela come você por dentro de uma maneira que... Amigo, você não goza nunca mais! Parece piada, mas é serio!

Aos poucos, comecei a dar uns toques para ela e percebi que tudo que ela precisava era de um estímulo. E Celia foi sentindo-se à vontade porque sempre teve maioria de amigos homens. Criou coragem, começou a se maquiar, trocou aquelas roupas horrorosas que usava para se autoflagelar por peças que realçavam sua beleza. E novamente, confiante e toda garbosa, voltou a chamar atenção.

Descobri que ela sempre fora uma pessoa alegre. Depressão é foda mesmo, vou lhe contar! Mas mesmo assim, não tinha muito interesse por ela, não. Um dia, sim, eu estava carente, e depois de uma cantiga de roda com meus amigos, não as apresentações que eu costumava fazer, decidi acompanhar Celia e sua irmã até em casa. Celia ficou comigo e a irmã ciumenta subiu. Seria possível que ela também gostasse de mim, e não tinha me atentado a este fato!? Bem, de qualquer forma, eu não me importaria em descobrir.

Celia reclamou que estava com dores nos ombros, no pescoço, estava bem cansada da rotina da semana. E perguntou se eu sabia fazer massagem.

- Bem, minhas mãos são um pouco pesadas, porém ninguém nunca reclamou, não!- disse sorrindo.

- Você se importaria!?- perguntou-me esperançosa.

- De maneira alguma. Pra que servem os amigos!?

A gente estava no condomínio dela, era uma quinta à noite, estávamos num lance de escadas, bem pequeno, que dava para a pracinha do recanto onde pouco mais de 200 famílias residiam. Comecei aplicando uma pequena pressão com meu polegar na musculatura do pescoço e dos ombros, para tirar os módulos de tensão, estavam bem rígidos mesmo. Celia reagiu de uma maneira orgástica com um gemido gostoso que levantou meu pau na hora.

- Ai, Chronos, que mãos deliciosas você tem! Hummmmmmm, gostoso! Não pára, por favor... Assim!

Óbvio que aquilo sacudiu meu ego. Trouxe uma intensa rigidez ao meu membro e já começava a ter pensamentos profanos sobre ela. Obviamente, as condições para uma massagem não eram das melhores, caro leitor: Ela não estava deitada, não tinha óleo nem nada, eram minhas mãos sobre o tecido de algodão da camiseta dela, portanto não era grande coisa. Para mim. Mas a pressão que eu aplicava dava-lhe um alivio imediato... Ou seria uma outra reação!? Ri comigo mesmo pensando nessa hipótese.

Mas Celia mordia os lábios e fechava os olhos, parecia que a alma dela estava gozando. Aquilo mexeu de verdade comigo. Veio a mim um pensamento: " Que egoísta! Ela tá ali, imersa em fantasias e eu aqui, de fora dessa brincadeira. Estava eu sentado a dois degraus de diferença acima de Celia enquanto a massageava. Desci mais um degrau e senti o cheiro suave dos seus cabelos cacheados. Ela estava com os cabelos presos, mas eu os soltei. Ela olhou para trás, rindo, perguntou por que eu fizera aquilo, mas era para ver como ela é linda. Já estava achando ela diferente. Continuei a massagem até que institivamente enverguei-me sobre ela e beijei-lhe seu pescoço frágil. Ela gemeu. Arrepiou-se todinha mas não falou nada. Não deu um pio reclamando. Pensei comigo:" Ela quer!"

Fiz a massagem pelo resto da coluna e beijei sua orelha. Ela começou a arrepiar-se todinha. Então cessei a massagem e comecei a alisar seus braços até envolvê-la por trás. Afastei seus cabelos para o lado e invadi seu pescoço com meus beijos.

- Isso faz parte da massagem?- sorriu - Se for, não pára, porque está divino. Não me sentia assim com um toque másculo há um bom tempo. Suas mãos são poderosas, mas sensíveis, sabem tratar uma mulher com delicadeza.

Agradeci. Celia já estava no papo. Quando ela sentiu o calor da minha barba roçando em seu rosto, fechou os olhos e virou-se para receber não um beijo, mas surpresa com uma mordida minha naquela bochecha fofinha. Uma mordida leve, que a fez arfar e retribuir o carinho passando a mão no meu rosto. Dei outra mordida. E outra. Ela abriu os olhos e fitou nos meus, indagando:

- Chronos, por que está fazendo isso comigo!? Você quer me enlouquecer!? Hummm? Tá me deixando de calcinha molhada... Nossa, olha o que estou falando, meu Deus!

- Se está bom pra você, relaxa e goza, amor, porque estou curtindo cada momento aqui.

- Jura!? Por que estou amando!

Ela tem uma boca carnuda com uma pintinha preta no canto da boca, muito linda. Dei uma mordiscada no canto dos lábios, caçando aquela pinta. Ela retribuiu a caça num suspiro profundo e sem virtude me deu um selinho. Puxei o rosto dela pra mim e respondi com mais agressividade.

Segundo seus próprios relatos, naquele dia, Celia gozou, melando sua calcinha de um jeito que nenhum homem fizera antes. Aliás, poucos a fizeram gozar. Um desperdício, concordam comigo. Sua pele arrepiava onde minhas mãos passeavam. Decidimos nos levantar dali e caminhar para a pracinha. Ficamos embaixo de uma árvore, num banco que ficava de frente para o bar, na época, que hoje foi fechado e ampliado para ser um salão de festas, mais acima.

Ali foi nosso esconderijo. Estávamos sozinhos, os ruídos dos apartamentos iam-se diminuindo, diminuindo, até sobrar a escuridão da noite, num céu sem estrelas. Mas a alma de Celia estava amanhecendo para um sentimento que viria curar, assim pensava, suas desventuras amorosas. Não, eu não estava amando a Celia e muito menos apaixonado. No meu caso era um tesão da porra mesmo. ASSUMO, SENHORES! Eu sabia que ela estava me dando mole e a química foi o que me levou. Com seus glúteos roçando em minha virilha, meu membro ergueu-se imponente, quase rasgando a bermuda. E ela estava amando sentir um pau na sua bunda, ô se estava, né Celinha!?

Subitamente, virou-se para mim e fitou nos meus olhos. Não controlando mais o desejo, levou-me ao estacionamento do condomínio e caçou meus lábios de maneira lancinante. Minha bermuda tactel estava acabando comigo, tão apertado meu membro estava dentro dela.

Celia, movida pela paixão carnal, sem pensar mesmo, desabotoou o botão da minha bermuda e desatou o nó do cordão, e lentamente ela deslizou pelo meu corpo até ficar no joelho. Minha cueca inutilmente escondia meu caralho, que agora emergia de dentro do tecido mostrando uma cabeça vermelha e vistosa. Celia abaixou minha cueca e percorreu suavemente as mãos sobre o mastro ereto, elogiando meu tamanho, que dizendo a verdade aqui pra vocês: Não era grande , como nos filmes, mas eu sabia usar muito bem. 17 cm não é muita coisa, mas as dimensões eram perfeitamente aceitáveis a qualquer mulher, disso não tenho dúvida. Convencido!? Prefiro a palavra convicto e resolvido. Se o Criador não quis me modelar do jeito que muitos homens querem, procuro pelo menos saber como funciona e o que ele pode fazer no interior de uma mulher sedenta por prazer.

Nesta época, tinha eu quase 21 anos; ela, 23. Relacionou-se com homens mais velhos, até casados, sem saber, porém a reação daquela jovem mulher era semelhante a uma moça que estava a descobrir o real sentido de um relacionamento. Meter em uma fêmea, é mole. Saber conduzi-la ao prazer a dois é a arte. Os animais cortejam suas fêmeas, algumas espécies aprendem com os anciãos do bando, manada, grupo , etc., e os homens deveriam aprender com outros homens através de uma boa tradição verbal ou ensinamento religioso, o que seja, sobre como se comportar dando honra. Assim penso, amigos.

Ali, via uma mulher descobrindo através do amor o prazer de conhecer melhor o corpo do parceiro. Eramos amigos, com o diferencial que ela me amava eroticamente. Eu, não. Mas a necessidade faz o ladrão, como diz o ditado, não é verdade!? Rio aqui em meus pensamentos lembrando dele.

Pois bem, companheiros: Celia não satisfeita, massageou meu pau num vai-e-vem com uma pressão bem dosada. As inexperientes em geral não sabem bater uma punheta tão bem quanto nós mesmos. Aliás, deixa eu dizer: Boa parte das mulheres, pra não dizer A MAIORIA( desculpe, caras damas) não sabe tocar uma punheta no seu amor, seu noivo, seu amante, a porra que for! Deveriam aprender também isso com as mais velhas... Ih, esqueci que muitas não Têm esse papo, pessoal das antigas não se abre. Raiva de hipocrisia dogmática dessa sociedade corrupta.

Deixo meu protesto em concordância aos amigos que amiúde lêem este perfil. Solidarizo-me com a insatisfação dos leitores.

Minha amante não satisfeita tirou minha camisa e viu um corpo delgado, não seco, e uma pele macia da juventude, sem pelos no peitoral e encantou-se comigo. As mãos dela, suadas, eram deliciosas, gente. Passearam sobre meu corpo, e ela arriscou-se a um agrado: Mamou os bicos dos meus mamilos! Aquilo me levou ao espaço, meu pau respondeu viril e forte na sua mão! Elogiou meu corpo, dizendo que era lindo. Então tirei sua camiseta: Seus seios eram pequenos, cabiam na palma da minha mão gigante, nas eram apetitosos. Apertei-os entre meus dedos com gosto. Ela gemeu que nem uma putinha. Sorriu de maneira lasciva. Resoluta, abaixou-se entre minhas pernas abertas, atrás da kombi do Seu Mundico, um amigo delas, e começou a me chupar. Disse que meu pau era cheiroso, que não era molambento e peludo como os outros que pediam para ela fazer um oral e sentia nojo. Ela chupou ainda desajeitadamente, mas com dicas e prática, foi pegando o jeito e logo começou a me arrancar suspiros e gemidos guturais.

- Tá delícia, tá , meu gostoso!?- perguntava sensualmente.

- Você, com essa boca carnuda, leva qualquer homem a delirar, meu docinho!

Logo, ela submeteu-se a minha virilidade, recebendo meu pau entrando em sua boca sob meu controle. Peguei ela pela cabeça, e meti devagarinho, sentindo aqueles lábios carnudos encaparem meu membro cheio de vasodilatações.

Ela agarrou meus glúteos num gesto de acolhimento e submissão, e dentro dela senti os primeiros tremores de um orgasmo que estava pra vir. Pedi carinhosa e gentilmente para que parasse, pois não queria gozar na sua boca sem senti-la em sua intimidade. Celia tirou sua bermuda e revelou uma bucetinha carnuda como seus lábios, fazia um volume de capô de Fusca como dizem. Eu gosto de buceta de tudo quanto é tamanho, sendo limpinha e cheirosa pra chupar, o Titã aqui cai dentro. Estava um pouquinho peluda. Ela pediu desculpas por isso, mas prometeu que se houvesse uma próxima vez, estaria não só cheirosa e limpa , como depilada.

Homem que gosta de buceta, na hora do tesão, manda pentelhos se foderem e cai de boca. E foi o que eu fiz: Ajoelhei-me diante dela e invadi aquela xaninha carnuda com minha língua, e já destilava um mel cheiroso, intenso. Suguei ela como se estivesse com sede. Gozou na boquinha do papai aqui, meus senhores e damas.

- Nossa, ninguém nunca me tratou desse jeito. Que delícia, Chronos, e agora!?

- Agora!? Agora vou preencher você!- tô falando bonito aqui no texto para parecer culto, mas eu disse comer, ok? Óbvio que ela me olhou com um olhão arregalado, mas no tesão, aceitou a safadeza verbal.

Empinou aquele rabinho gostoso pra mim, apoiando as mãos no vidro traseiro da Kombi do Mundico e arrebitou-se pra mim, recebendo uma varada gostosa naquela buceta... Nossa... Greluda por fora, carnuda por fora e apertada por dentro! Como pode!? Que delicinha, pessoal!

Entrei devagarinho, bonito, sentindo a textura e a umidade daquela carne que contraía apertando meu pau com vigor.

- Isso, gostosa, você faz um amor gostosinho! Tô amando invadir você!

- Tô louca por você, Chronos, ninguém me tratou assim! Ô delícia, assim eu te rapto para viver comigo para sempre!

Meti gostoso de ouvir aquele som gostoso da virilha batendo bolacha na bundinha dela( risos ), aumentei a velocidade até ela se soltar mais e rebolar gostoso na minha piroca. Tava querendo surra de macho bem dada, toda mulher quando ganha uma surra bem dada fica assanhadinha, aquele 1% vagabunda vai aumentando a porcentagem até virar uma devassa. Quer piroca, mulher!? Então toma! Comigo é assim, meu povo!

Suspendi sua perna esquerda e meti mais fundo, estoquei gostoso. Celinha já tava falando até palavrão, coisa que não ouvia ela dizer. Não a condeno! É assim mesmo, não é garotas leitoras!? Um sexo com a boquinha suja fica mais gostoso, não é!?

Eu pelo menos gosto. Não "piranhiza"( torna piranha, reduz ao baixo meretrício) mulher nenhuma a meu ver, apenas libera o lado puta para a pessoa que ama. Também não curto pegar qualquer uma, não. Beleza!?

Mas Celinha tava se revelando para mim, pessoal! Celinha estava voltando a ser a Celinha, alegre, zoeira, contente. E meter nela era muito gostoso, puta que pariu!

Gozou de novo, a minha baixinha. Tava insaciável, intensa, vibrante. Virou-se para mim e acabou-se num beijo louco, cheio de paixão. Coloquei as duas mãos dela de volta à Kombi e comecei a currar com força. Toma, putinha, agora pra largar o leite de vez! Aumentei a velocidade, ela suava litros e seu cheiro subia forte, lancinante, enternecedor, um cheiro que somente as nordestinas, agora é o segredo: Somente as nordestinas, mulheres fogosas do meu Brasil varonil, possuem! Cheiro típico da terra amada de lá, cheiro das verdadeiras deusas do amor. Fragrância que não é copiada pelos perfumes de Paris! Se fosse líquido, eu beberia até a alma se embriagar! Era a sensação que eu tinha, pessoal! Esse era o cheiro da minha amante nordestina! Meti, meti com mais força, ai papai! Ela gemia baixinho, pois o silêncio da noite era algo que parecia ser tangível, e acordar os moradores.

Gemeu feito puta, arfava de prazer, jogava a bunda metendo pica pra dentro até o útero chorar babando em cima dele... Rebola, cavala!

Cavala é o termo que uso para mulher vigorosa, selvagem, intensa. Sem querer usar gírias, mas familiarizando os caros amigos com minha linguagem profana do sexo! A mulher quente do Nordeste gozou de novo, parecia que meu pau tava mole dentro dela, mas porra nenhuma: Tava tão molhada que deslizava fácil. Neguinha tremia, ô putinha arretada!

- Quer mais pica, quer Celinha!? Vai dormir sonhando pica e acordando gozadinha amanhã!

- Maltrata essa criança, vai! Nunca gozei assim na minha vida! Seu gostoso, quero mais, dá mais pica, dá!

Então toma, ordinária! Enrolei o cabelo dela nas mãos e meti mais forte. Celia não aguentava mais ficar em pé, ajoelhou-se comigo e, de 4, no chão de terra batida do estacionamento, teve um novo orgasmo.

Que mulher boa! Não era sex symbol, Gisele Itié, Carol Castro, Luana Piovani
... Era a Celinha, Morango selvagem do Nordeste. Pele parda queimada com o sol, rostinjo redondinho como lua, corpo de índia e fome de leoa na cama! Bom, ali era no estacionamento(risos).

- Não agüento mais, Celinha, vou gozar!

- Preenche minha buceta de leite, vai gostoso!

O leite saiu grosso, consistente, parecia que minha alma tinha ido junto. Ali, foi a semente de um relacionamento duradouro que perdurou por mais de 20 anos! Não a partir daquela data! Vim assumir o romance somente dois anos e meio mais tarde. Ela esperou. Não se envolveu com mais ninguém após mim. Guardou-me em seu coração até essa pequena semente romper a casca e brotar uma paixão louca por ela.

Essa não é a história de um herói. É a história de um homem que ama a vida, o prazer, teve suas desventuras e mesmo sendo implacável nas conquistas, conseguiu amar pelo menos uma vez, de verdade!

Caros leitores, espero que tenham apreciado o início da minha história com Celia, e também, acompanhem atentamente esta história. Sei que falei sobre meu filho e nora, logo falarei sobre eles, num futuro breve! Aguardem!



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