"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Mudanças inesperadas.


autor: Chronos
publicado em: 20/09/16
categoria: romance
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- Como!? Você vai se mudar, Rafael!? Quando iria me contar isso!?- Esbravejou Julia.

- Desculpe, eu ando com a cabeça tão cheia que tô resolvendo as coisas antes de anunciar!- tentou justificar Rafael

- Isso é uma péssima idéia! Valeu pela consideração!

Rafael estava perto de se mudar para Santa Cruz, e chocou toda a galera da rua Anastácia quando a notícia correu. Joel, Bia, Paulinho, Julia e é claro, Rafael, cresceram juntos naquela redondeza por um bom tempo. Era uma rua tranquila até ser ocupada por facções criminosas e a área virou uma insuportável zona de guerra.

A família de Fael, cansada do terror, e ver tantos jovens correndo com armas pra cima e pra baixo em confronto com Policiais, resolveu sair da Zona Norte do Rio e tentar sorte na Rio- Oeste, em constante ascensão na cidade e um lugar onde Fael estaria mais perto de boas Universidades.

Porém, de todos os amigos, Julia ficou mais triste com a ida do amigo. Faltava apenas uma semana para a nova casa ficar pronta e Rafael se mandar com suas cordas e caçambas para reiniciar sua vida num lugar onde não conhecia ninguém.

O que ele não sabia é que Julia gostava muito dele. Rafael não é muito alto, usa óculos, tem 1,73m. Tem 18 anos e perto de entrar para a vida acadêmica. Foi voluntário nos Jogos Olímpicos do Rio na área de apoio aos atletas, e como estudou inglês desde novinho, foi bem aproveitado nos Parques Olímpicos. Julia é uma menina jovem, 17 anos, uma bela cor negra que brilha ao sol, usa rastafáris coloridos e tem os lábios mais lindos que já vi numa negra.

Rafael gostava muito de sua amiga, mas não imaginava que ela ficaria tão sentida com a partida do amigo. Porém, qualquer um de nós entenderia o lado dele, se ponderássemos sobre o caos que hoje assola o Rio de Janeiro, com as guerras que vitimam pessoas inocentes e infelizmente quem leva a culpa é a Polícia. Bandido hoje é vítima.

Rafael viu alguns de seus amigos irem para a cova por se envolverem com as drogas, e decidiu rebelar-se contra o sistema continuando seu caminho. Mas estava insuportável continuar a viver no mesmo local. Decidiu sua família a deixar o local onde sempre viveram. Julia cresceu com Rafael e os outros na mesma rua, e agora, já mocinha, via um diferencial em seu companheiro de escolas e vizinho de rua. Ele tinha na verdade a opção de ficar: Já trabalhava, ganhava bem seu dinheirinho para ter suas regalias, e a resistência dele tinha duas casas, ele poderia ficar em uma. Mas, não. Optou por deixar a rua querida.

Julia: Rafael, eu não quero que você vá embora!

Rafael: Julia, vou sentir saudade de você, de todo mundo, mas minha mãe odeia este lugar, meu pai já é hipertenso, com esse inferno aqui pior ainda, e meus irmãos mais velhos já meteram o pé! Sobrou apenas eu! Preciso ir! Meus velhos merecem uma qualidade de vida longe dessa bosta que virou esse lugar!

Porém, o que ela não sabia era que Julia já nutria uma paixão por ele. Porém não sabia como expressar. Ele podia ficar? Podia! Fato. Ele já trabalhava, havia terminado seu ensino médio com louvor, trabalhava na recepção de uma Rede D'or de hospitais e tinha fluência de línguas desde cedo, falava inglês, o moleque aprendeu a se virar sozinho, quando os pais ralavam e ele ficava com os irmãos. Porém, sendo caçula e os manos casados, ficar sozinho não era uma opção para ele. Até poderia, se percebesse na sua frente o que era óbvio.

Quando chegou o dia da mudança, Julia, muito triste, juntamente com a Bia, outra amiga, foram arrumar as coisas dele. Primeiro, iria as coisas dos pais, depois as dele. Empacotaram tudo direitinho e os pais dele foram na frente. Rafael ainda ficou. Decidiram fazer uma festa de despedida . Foi um momento bastante descontraído, regado de muitas piadas, musica alta na casa, coisas de jovens.

Porém , a cada minuto que passava, Julia reunia coragem para um último apelo. Ela queria ficar com o Rafael. Paulinho e Bia já sabiam do lance dela e foram deixando a casa, ao final da festa, e alguns colegas foram logo depois. No fim, somente os dois ficaram. Rafael estava bastante emocionado com a homenagem dos parceiros, e abraçado ainda a Julia, que estava bem cheirosa e arrumada, deu um beijo no rosto dela.

Julia percebeu que aquela era a hora. Segurou seu rosto com as duas mãos e olhou dentro dos seus olhos.

Julia: Não pode ir sem que saiba uma coisa.

Rafael: Olha, Julia, não dificulta mais as coisas. Você sabe que tenho que...- não termina de falar pois é surpreendido com um beijo!

A amiga de tantos anos , agora uma moça crescida e decidida sobre o que quer, não desgarra de Rafael, investindo com mais violência no beijo de despedida( seria de despedida mesmo?)

Julia: Era isso que eu tinha pra te dizer. Há um tempo não tinha percebido com clareza, mas acho que isso me fez acordar. Eu gosto de você, Rafael. Sempre achei você diferente dos outros, por sempre ser um cara esforçado, ajudador em sua casa. Em alguns lares, o mais novo sempre fica encostado mais tempo nos pais, posso estar errada, mas você desde novo se mostrou tão capaz... Sei que aqui ficou perigoso, ruim, mas entende que para mim vai ficar tão mais chato sem você!?

Rafael: Julia, por que não me contou isso antes!?

Julia: Te peguei agora né, seu bobo!?(risos). Brincadeira, não foi para te convencer a ficar, nem para jogar nada na sua cara. Eu tive medo de estragar nossa amizade.

Houve um breve silêncio. Ele não havia reparado nela dessa maneira ainda. Mas o corpo respondia perfeitamente. Amigo, não tem essa, quando o corpo se agrada do cheiro da outra pessoa, e existe tesão, qualquer homem fica de pau duro nessa hora, e Julia mexeu sim, com Rafael.

Julia: Pensa bem, Rafael. Você pode desistir. Sei que posso estar a por tudo a perder. Mas será que eu teria chance!?

Rafael: Julia, vai me fazer pensar e muito essa noite!

Julia: Pensa e me diz!

Despediu-se com um beijo ainda mais quente, demorado. Parecia que eram namorados já há muito. Aquilo mexeu com a cabeça dele. E com o corpo também. Sabia que não poderia tomar uma atitude baseada na emoção. Queria não ficar muito longe dos pais. Isso era um sábado.


Veio o domingo, e após um dia inteiro sem grandes novidades, pois tudo tinha corrido bem na mudança com seus velhos para Santa Cruz, ligou para o pai e contou a situação. Seu Maninho era um cara que tinha um apreço especial por Rafael, e sem julgá-lo, apenas como bom ouvinte, ouviu todo o lance do filho. Por fim, respondeu:

Maninho: Rafael, falando como pai, acho que você merece, como nós, viver num lugar longe desse inferno que virou a Fundação. Nunca foi meu plano fazer você crescer nessa terra de Gaza que ficou nosso bairro. Eu preciso de sossego. Você precisa de conforto. Porém como homem, vi que você não tinha planos de se enamorar agora. Eu normalmente falo para você manter os pés no chão e usar a cabeça. Você sempre foi um cara analítico, parou para me ouvir. Mas pela primeira vez garotão, eu sou obrigado a lhe dizer: Já cumpri meu papel com você! Larga do meu pé, moleque!(risos)Já sabe a resposta. Traz ela aqui só pra eu dar meu ok, certo!? Vai se cuidar, o resto você ganha com trabalho duro!

Rafael: E se der errado!?

Maninho: Você é jovem! Tente outra vez! Não vai ter seus pais para sempre, mas enquanto tiver, tem uma bela correia esperando pra eu dar nesses lombos e te erguer de novo!

Rafael: Obrigado, pai. E a mãe!?

Maninho: Quem vai cuidar de mim é ela, e dela, sou eu. Relaxa!

Olhando para o seu redor, abaixou a cabeça e deu uma boa risada. Teria que por tudo de volta no lugar. Que loucura! Ninguém o havia feito mudar de idéia antes. Mas pela primeira vez, arriscou tentar.

Ligou para Paulo, que ao ouvir a noticia deu um grito do outro lado da linha, mas atentou ao pedido de Rafael de não contar nada para a Julia. Chamou Bia, Henrique e Vanessa, e juntos realocaram tudo na casa de cima, que iria alugar. Era o sobrado da família, bom o suficiente para o recomeço de vida de Rafael.



Enquanto isso, Julia em sua casa passava o dia com a família, num almoço sem gosto e sem cor. Durante todo o final de semana, não havia pensado em outra coisa a não ser Rafael e sua mudança. Pensava no beijo quente e no calor do corpo de quem nunca havia olhado de outra forma a não ser como amigo. Aquele impulso poderia colocar em risco as chances do jovem até de arrumar quem sabe um trabalho melhor, enfim. Achou , por fim, que o nome certo para seu comportamento seria egoísmo. Ligou então para marcar de conversar com ele e pedir desculpas pela atitude e decidida a não segurá-lo aqui. Afinal, poderia mesmo estar atrapalhando a vida dele. Chegou a discar o número, mas recuou. Ao ouvir o primeiro toque, finalizou a chamada.


Neste momento, Julia ouve o movimento do lado de fora do veículo saindo. Vai até o portão, e nota que caminhão não está nem um pouco lento. Vê ele sumindo ao fim da rua, parando e dobrando a esquina.

Julia: Caraca! Ele já foi e nem se despediu de mim!? -Ligou para Rafael. Nada de ele atender. Tentou outra vez. Tudo na mesma. Desceu e para avistar a casa dele, fechada e... Espera! Avistou uma luz acesa! Acaso tinha ele esquecido!? Tudo silencioso dentro da casa aparentemente. Aí o telefone dela toca.

Rafael: Você nem falou comigo o dia inteiro, hoje!

Julia: E você nem se despediu direito hoje, não é, seu cachorro! Não merecia nem um abraço!?

Rafael: Despedir!? Despedir pra que!?

Julia: Pra que, seu canalha, pra...- ouve um psiu chamando-lhe atenção. Olha pra um lado e outro, e não vê ninguém.

Rafael: Experimenta olhar aqui pra cima!

Julia: Não acreditooooooooo!!! Você ainda tá aqui!?

Julia viu a chave voando de alto a baixo e caindo na rua. Incrédula, porém feliz, corre até ela, abre o portão que da acesso ao corredor para subir até a casa de cima e encontra, ao adentrar, tudo no lugar . Estante, mesa, escrivaninha , livros, outros pertences...tudo no lugar . Algumas coisas faltavam na casa , claro, mudanças inesperadas não ocorrem toda vez por causa de uma paixão maluca dessas. Mas ali estava ele: De banho tomado, aquele cheiro gostoso colônia no corpo, somente de bermuda, chinelo... Um sorriso no rosto.

Julia: Que foi que aconteceu!? Pode me explicar!? E por que não me chamou!?

Rafael: Garota, você fala muito! Cala a boca- puxou-a pela cintura e deu um longo beijo, que tirou a negra gata do chão e deixou-a tonta!

Rafael: Como eu iria embora, depois de haver capturado meu coração daquele jeito!?

Julia, ainda incrédula, fitava nos olhos do seu amigo(?) ainda querendo acordar de tudo aquilo .

Julia: Você jura!? Jura que isso é verdade!?

Rafael: Maior verdade que essa não pode haver. Bom, não gostou!? Afinal de contas, quantas vezes você já viu isso acontecer em nome do amor!? Eu, nunca!

Julia: Deixa eu ver se isso é mentira...

Envolveu o pescoço do Rafael num beijo ardente, abandonando-se no peito viril de seu... Porra, é amigo ou namorado, fiquei num dilema! Nem houve pedido ainda, caralho!

Completamente sozinhos, sentou uma rigidez em sua virilha que denunciava o instinto caçador de seu... Amado, pronto! Encontrei a palavra! História maluca, eu hein!

Que loucura! Levados pelo momento, mal se davam conta da violência da paixão que os conduzia a um momento nada calculado. Julia, sentindo a virilidade de Rafael, aumenta a intensidade do beijo, e aprofunda a língua em sua boca
numa caça implacável! Rafael procura segurar a onda, porque ali não tem muita coisa senão a cama dele no quarto para assento confortável!

É, meninos! E para onde o corpo empurra!? Sempre para o local mais confortável. A questão é que daquele jeito, um banho é o que ela iria tomar depois... De outro banho, o de língua e o de...(risos)

Julia estava usando uma camiseta azul, sem sutiã por baixo. Seus seios safadinhos já estavam durinhos e receptivos para toques mais impetuosos de homem. Vestia um short branco que acentua a suas belas curvas, contrastando com o tom bem negro da sua pele que chamava na melanina... Uma negra deliciosa.

Por baixo daquele short, uma bucetinha já queimava de tesão.
Julia ousadamente investia em beijos no bico do peito de Rafael, deixando o rapaz ainda mais louco. Deixando ele seu comedimento de lado, tirou a camiseta de Julia, abocanhando em seguida os seios intumescidos da jovem. A garota arfou ao sentir os lábios quentes de seu amante tocando a primeira vez em seu corpo nu. Rafael apertava com uma das mãos, deixando Julia sem reação. A safadinha olhava assustada e ao mesmo tempo fascinada pelo desejo feroz do seu amante, e aos poucos foi se soltando e se permitindo experimentar as mais loucas sensações com aquele que fora seu melhor amigo. Se era prudente tudo aquilo, se era certo, não importava mais. Julia estava apaixonada, e entregando-se como mulher para um garoto que era experiente, intenso, e ser desejada por ele era o que ele mais queria.

Rafael seguiu beijando pelo corpo dela causando arrepios na pretinha por onde passava. Foi descendo pelo abdome, passou pelo umbigo, desabotoou seu short e deslizou-o pelas suas pernas até revelar sua calcinha rosa, e sua rachinha estava bem úmida. Rafael beijou a xaninha de Julia ainda por cima da calcinha, levando-a a gemer ainda mais alto. Rafael tirou o short da jovem com carinho, e abrindo-lhe as pernas começou a beijar a parte interna das suas coxas , até chegar a sua intimidade. Podia ver nos olhos de Julia um medo legítimo de uma jovem ainda não acostumada a desfrutar daqueles momentos: Sim, meus caros amigos. Era virgem! Quando deu por si, levantou-se e viu o resultado do estrago, no bom sentido, feito na garota. Perguntando a ele por que ele tinha parado, Julia mostrava um tanto de frustração, apesar da nova sensação.

Julia: Estava gostoso, Rafael. A única coisa que quero é você tenha muito cuidado. Eu ainda não fiz. Já sai com alguns garotos, você sabe. Até namorei, mas nunca tinha chegado nessa parte.

Rafael: Tem certeza, Julia? Depois não tem como consertar!

Julia, impulsivamente disse que sim. Rafael então consentiu novamente em preparar novamente a garota para o ato final. Reiniciou o processo, e Julia fechou os olhos a fim de curtir cada momento ao lado de seu amor. Ainda assustada, porém fascinada pelas carícias de Rafael, Julia desceu lentamente sua calcinha, revelando sua intimidade para o jovem amante.

Rafael enlouqueceu ao ver pela primeira vez a bucetinha úmida da parceira, e novamente abrindo-lhe suas pernas, abaixou-se entre elas e levou-a à loucura com suas lambidas e chupadas no seu grelinho. Julia tremia, mas pedia que não parasse, que continuasse com o primeiro sexo oral recebido . Rafael então, pegou um preservativo em sua carteira e encapou seu mastro, e logo em seguida iniciou lentamente a penetração. Julinha sentiu romper seu selo e pediu que parasse um pouco. Rafael respeitou o limite dela, mas logo em seguida foi solicitado outra vez. Então sem interromper continuou a penetrar até seu pau estar totalmente dentro da buceta de Julia. Iniciou lentamente um vai-e-vem, e Julia foi sentindo cada vez mais prazer em ter Rafael dentro de si.

Rafael foi aumentando a velocidade de suas investidas, sendo envolvido no pescoço pelos braços de Julia, que o beijava intensamente, e o recebia sem medo dentro de si. Rafael estocou com mais força e a garota, cada vez mais excitada, pedia para que não parasse pois estava delicioso. Os dois jovens foram-se desinibindo na cama, e Rafael tentou com ela uma nova posição: De ladinho. Tirou deu membro de dentro dela e levantando uma das pernas dela, reintroduziu seu pau, beijando e mordendo atrás do pescoço de Julia, que enlouquecida e cada vez mais solta, respondia os beijos de seu amante com a mesma intensidade. Começou então a sentir seu corpo estremecer no primeiro orgasmo de sua vida. Gemeu mais alto e arrebitou sua bunda jogando para trás, recebendo com mais safadeza Rafael dentro de si. Suada e totalmente molhada, agora Rafael agarra-lhe pelas ancas aumentando a força de suas investidas, até que enche sua camisinha com seu prazer incontido. Exausta, encantada, realizada, Julia então dá-se conta que tudo aconteceu tão rápido que mal tiveram uma conversa sobre o relacionamento dos dois. Rafael olha para ela, e pergunta:

Rafael: O que foi!? Por que me olha assim!? Fala alguma coisa!

Julia: É que... Não sei o que nós somos agora, depois desse momento .

Rafael: Julia, lógico que você é... Minha namorada!

Julia: Mas você nem perguntou!- deu uma risada.

Rafael: Não seja por isso: Julia, eu gosto muito de você, e apesar desde momento inesperado, quero saber se você aceita namorar comigo.

Julia: Lógico que aceito, bobo(risos)

Um começo meio louco de namoro. Porém, durante os dias que se seguiram, ficaram ainda mais ligados. Seus pais o ajudaram a adquirir outras coisas que faltavam na casa, mesmo que ele não tivesse muito, já tinha um certo favorecimento dos velhos. Dentro de um ano após iniciar a nova vida, Rafael já tinha tudo dentro de casa. Agora com a dupla responsabilidade de cuidar e pagar as contas de casa. E cuidar da sua pérola negra, também.

Espero que tenham gostado, minha gente




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