"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Foda em Família- A cunhada 01.


autor: Chronos
publicado em: 21/09/16
categoria: aventura
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Parte 1- Comecei pela amiga da cunhada.


Quando meu namoro com Celia começou, Ana, sua irmã mais nova, não tinha tanto ciúme, mas depois passou a ser uma implicância que para mim era amor reprimido.

Como os senhores já tem conhecimento, Celia e eu vivemos um rolo bem gostoso que se arrastou por dois anos e bordoada até eu assumir que gostava dela. Havia deixado um relacionamento que me deixou mágoas no coração, eu não queria ter terminado, e como estava ferido preferia não prometer nada para ninguém.

Enquanto isso, digo-vos que o titã aqui não poupou sua lábia e ficou com algumas beldades por aí. A última delas foi uma amiga da Ana, a Júlia, que tinha namorado o Flavinho, por cerca de dois anos e terminou devido a uma série de mentiras. Julia perto de mim parecia uma anã, pessoal, mal chegava a 1,55m de altura, mas era uma putinha exuberante. Corpinho violão, cabelos compridos, lábios pequenos, olhos grandes, parecia uma criança.

Coraçãozinho ferido também das mentiras do Flávio. E uma certa noite, após a galera voltar de um aniversário, comecei a puxar assunto com a Júlia e aos poucos, sem perceber, fomos deixando Ana Celia, juntamente com outros amigos para trás. Era uma noite fria, tava quase chovendo, por sinal, e tratamos de ir rápido. Chegamos ao condomínio onde Ana e Celia moravam antes deles, sem perceber o quanto ficaram para trás. Aguardamos a chegada de todos e quando chegaram, despediram-se de nós meio atravessados. Celia nem tanto, mas Ana... Ana chegou a dizer:

- Só cuidado com ele, Júlia, que esse negão aí tem lábios doces!

- Filha, isso é despeito porque você nunca provou-os, ou o que!? Agora não posso conversar!?- respondi na esportiva, o que a deixou ainda mais fula da vida. Entrou pisando duro e tudo. Júlia deu uma risada gostosa.

E como estava já pingando, dei minha jaqueta pra proteger Júlia, que descuidadamente foi de ombros nus, estava de vestido.

Subimos a sua íngreme e extensa rua até deixar no alto do morro, e Júlia agradeceu-me pelo gesto de carinho e devolveu-me a jaqueta. Naquele dia eu não tinha planejado nada, apenas ouvindo o desabafo de uma jovem que estava cansada de mentiras. Quando contei um pouco da minha história, ela também ficou sensibilizada comigo. Pronto! Ali eu vi o terreno tranquilo e favorável. Apesar do chuvisco estar ficando firme, ela não entrava para sua casa e nem eu ia embora. Via nos seus olhos o quanto estava encantada e esclarecida sobre mim.

Ela viu que naquele dia, eu não era somente o que falavam de mim, que gostava apenas de farras. Ao escutar meu lado sensível, passou a gostar mais de mim. Mas é aquele negócio, juntou a fome com a vontade de comer, o estrago tá feito. Quando finalmente nos despedimos, dei um abraço nela, que soltou um gemidinho gostoso no meu ouvido. Ela estava em cima da calçada, eu na rua. Quando desvencilhou-se do meu abraço, parou e ficou me olhando. Silêncio. Dava para ouvir a melodia da chuva que caía já firme sobre nós e ninguém na rua. Nem eu descia pra tomar meu rumo, muito menos ela adentrava à sua residência. Sorri, perguntando-lhe o que mais faltava. Ela não dizia nada. Só me olhava de cima a baixo. Ela tinha um rosto tão fofinho que dava vontade de pegar ela no colo e cuidar dela. Aproximei-me dela, dei um beijo no canto da sua boca. Ela pegou minha mão e despediu-se de mim. De novo. Sem largar minha mão. A tentação tava demais. Não aguentei. Puxei-a para perto de mim e perguntei:

- Por que você não entra?

- Por que você não desce?

- Mas já te trouxe em casa.

- E eu vou te deixar sozinho nessa chuva? Enquanto você não descer, fico contigo.

- É!? Fica mais pertinho, então, não vou te morder. Meus lábios são doces, não venenosos, rs.

- Hahahahaha, Ana implica com você direto, não é!? Será que ela não tem mesmo razão!? Todo mundo que te conhece fala o mesmo. Eu gostei de você, mas não quero por o carro na frente dos bois. Também tô ferida.

- Nem precisa fazer nada que não queira, nunca irei lhe forçar.

- Eu sei que não. Pelo menos você não mentiria pra mim igual o Flávio. Você mostra quem é, e é isso que me fascina, Chronos. Ai, meu Deus, vai embora , vai! Antes que...

-(puxei para o meu peito) Antes que o que!?

- Antes disso...( agarrou meu pescoço com os dois braços e me beijou com voracidade. )- Porra, você não tem lábios doces... Tem lábios quentes. A gente beija e não quer parar, que delícia!- e continuou a beijar.

Júlia tem 17 anos. Peço que sei dela já rodou bonito nas mãos de uma galerinha da rua dela e tava pertinho de rodar na minha também. Carente, querendo um ombro amigo pra chorar, eu não sei como mulheres assim são!? Deixei o momento conduzir a gente. Mas naquela chuva ia ser difícil. Foi quando ela pediu licença para ir prender o cachorro e me levou pra dentro de casa. Ficamos na área coberta na varanda da frente, tinha uma cadeira de ferro grande pra dois com almofadas para deixar o assento mais suave.

E caímos de boca nos lábios um do outro. Como Júlia estava toda molhada, comecei a secá-la com a boca. O vestido que ela usava era um palmo acima do joelho, e tinha um decote em V que levava direto ao primeiro playground da área de lazer. Sim, os peitos dela estavam bem molhadinhos. Júlia tava no meu colo e sequei lambendo aquelas gotas de chuva que insistiam em correr pra dentro do vestido.

- Chronos, agora eu entendi porque você tem lábios doces. Safado, cachorro, você vicia a gente. Nossa, que delícia de boca!( baixou as duas alças do vestido) Vem, enxuga aqui, vem!- Puxou minha cabeça pro meio dos seios. Começou a gemer baixinho.

A safada não tinha medo de pegarem a gente. Estava com tanto tesão que me pegava pela nuca e me fazia engolir os seios dela. Puta gostosa, viu! Rebolava em cima do meu pau que já dava sinais violentos de uma foda alucinante por vir. Desabotoou minha calça, baixou o zíper e sacou minha Black gun pra fora, dando uma pressão gostosinha com suas mãos pequenas. Disse que não era tão grande como o do ex-namorado dela, mas tava valendo. Lógico que tava valendo. Confio no meu espertinho aqui, meus caros!

- Pode não ser grande, mas vou te preencher todinha, você confia em mim!?

- Vindo de você confio, sim.

- Então dá um carinho nele, vai!

Julia saiu de cima do meu colo e ajoelhou entre minhas pernas abertas e engoliu meu caralho com aquela boca pequenininha... Segurei no banco e gemi gostoso! Essa era puta mesmo! Novinha e sabia chupar feito gente grande. Chupa, vadia! Nisso, ela levantou o vestido dela e arrancou a calcinha preta que tava molhadinha. Ficou sem nada por baixo.

Coloquei Júlia de joelho no banco de ferro antes que eu gozasse na boca daquela cadela. Ela é uma cadela de alto nível, chupou bem demais. Levantei o vestido dela e deparei com uma visão paradisíaca: Bucetinha depilada, pequenininha, do jeito que gosto, e o cuzinho piscando pra mim. Fiz questão de morder gostoso aquela bundinha redondinha. Ela deu uma risada profana e sem mistérios. Abri as duas bandas de glúteos sadios que ela tem e brinquei de pincelar seu cuzinho que piscava pra mim. Depois mergulhei de cara num beijo grego delicioso.

A danada rebolou na minha cara. Xingava gostoso, chamava-me de lábios de Mel, arreganhou pra mim legal, aquela piranha. Essa era piranha mesmo. Como era amiga da Ana, tinha ouvido falar de mim, era louca num cara alto. Agora tinha um somente para ela!

Desci pra sua bucetinha, dei uma salivada no meu dedo e enchi aquela rachinha de estocadas gostosas pra ver até onde ia. Era apertadinha, filha da puta! Coloquei mais um dedo e meti gostoso. Logo seu mel escorreu entre meus dedos. Mel de puta parece que tem cheiro mais forte, amigo leitor! Apertei gostoso seu glúteo direito e comecei a brincar com meu caralho na porta do cuzinho e da bucetinha.

- Anda, gostoso, come logo! Seu Negão do lábio doce! Adoro homem safado desse jeito!

- Quer pica, quer, putinha!?

- "Quelu"(quero)! "Dollei" ( adorei) esse mastro que você tem! Não grande mas é largo, preenche minha buceta, vem, gostoso!

Diante de uma solicitação daquelas, enterrei tudo com muito gosto, sim senhor! Comer uma baixinha é muito diferente, pessoal. Muito. Vontade é de engolir o corpinho dela inteiro! Agora imaginem, vocês, um negão de quase dois cabos de enxada de altura com uma bonequinha daquelas!? Toma piroca, vadia, tu não quer tratamento de choque pra curar amor ferido? Cura na pica do negão, que tu fica serelepe de novo!( risos)

Meti com vontade nela, amigos. Comi com gosto. O vigor da minha putinha é de quebrar qualquer despreparado. Quanto mais força eu descia a vara, mais ela pedia. O pau era engolido e espremido dentro daquela buceta miúda.

Julia olhava pra mim mordendo o cantinho da boca e rebolando contraindo a buceta. Assim eu ia gozar rápido. Salivei meu dedo de novo e enterrei no outro buraquinho dela. Ela arfou dizendo bem baixinho:

- Pára, garoto! Quer me fazer gritar de prazer, porra!?(risos) Tira esse dedo daí, vai!

- Posso até tirar, mas vou abrir essas pregas com meu pau agora!

E foi o que fiz! Chegou a revirar os olhinhos quando enterrei-o até minhas bolas baterem na sua bunda.

- Pára, Chronos, tu vai me fazer gritar, caralho! Aiiiiiiennn, delícia, vai acordar todo mundo!

- Fica caladinha e curte baixinho, sua escandalosa, do você que pediu pra ser pega!

- Mentira! Não disse nada!(risos)

- E esse sorrisinho de puta é o que?(risos) É pra ouvir uma seresta? Seresta de cú gostoso é isso aqui, gostosa! Se Flavinho não faz, faço eu!

- Filho da puta, pior que tô amando! Mete mais fundo, mete!

- Cachorra! Vou te encher de leite pra você dormir com minha essência em você hoje!

- Vai gostoso, fode!

Meti bonito, meti gostoso, meti com força. E a danada fez jus a fama! Mas gozei muito, pessoal. Gozei pra caralho. Muito! Mas também levou minhas forças todas embora. Pau saiu molinho de dentro dela(risos)

Eu me despedi de Júlia com um beijo de boa noite bem demorado, era quase uma da manhã e a área dela era perigosa, vim voado pra casa.

O apartamento da Celia ficava de frente pra rua, então vi ao longe uma sombra me olhando. Era Ana, que quando cheguei em casa, me ligou:

- Chronos(risos), você não vale nada, cara, é muito galinha!

- Escuta, quem fica desdenhando muito quer comprar! Vai dormir, porra!

- Deus me livre, querer alguém como você! Minha irmã aqui, sofrendo por tua causa, esperando ser correspondida e você de putaria na rua!

- Olha, eu não prometi porra nenhuma a sua irmã, então a menos que você tenha me ligado pra marcar onde e quando, vê se me deixa em paz!

- Seu idiota! Grosso!- desligou na minha cara. Ri muito da cara dela. Ana não iria contar para a irmã, óbvio, não queria vê-la sofrer. Mas agora era claro que aquela implicância toda de Ana era desejo reprimido.

Quando estou preparando minhas coisas para encarar um novo dia, toca o telefone de novo.

- Onde e quando, seu safado! Nem eu aguento mais esse tesão todo que sinto em você!

Que foi que eu disse, minha gente!?( risos)

Espero que estejam adorando. Por que quando eu namorar a Celia, vai piorar!


Até a próxima, minha gente!





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