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Foda em família - a cunhada 2


autor: Chronos
publicado em: 27/09/16
categoria: aventura
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Quando ouvi a confissão de Ana sobre mim eu fiquei totalmente enlouquecido. Não achei que aquele ciúme dela fosse algo sério, mas ela me admirava e ainda assim não quis afastar-se de mim.

Deixa eu falar um pouco sobre minha então amiga na época: Ana cursava Geografia, tinha uma ano a menos que eu, 19, e sempre foi uma garota muito inteligente. Era magrela, época, nordestina também, tinha um rostinho redondo, mas era alta, cabelos compridos, olhos escuros, boquinha de pardal, fininha. Conversar com ela requeria ter um pouco de cultura pois ela costumava fazer perguntas um pouco profundas.

Era chata(risos), quando gostava de alguém tinha essa possessão. Com a família, pior ainda: Ana tinha ciúmes até das amigas de Celia que nem perto da nossa cidade moravam. Celia veio de São Paulo após morar um tempo com a avó e outro tempo dividindo o mesmo flat com duas amigas: Mirella e Darlene.

Depois que nos conhecemos, passamos a nos ver com uma certa regularidade, pois a casa dela, que ficava num condomínio, era perto da minha uns 15 minutos, e eu já tinha uma certa intimidade com a galera lá dentro, até o porteiro me deixava entrar sem pedir meus documentos. Apesar da minha vida agitada de músico, achava um tempo para poder estar com meus amigos. Era uma forma de me manter humilde. Perto deles eu era somente o Chronos, nada mais. E Ana me conhecia bem.

Quando eu ficava muito tempo sem vê-la, ou mesmo por dar atenção demais à sua irmã, começava a implicar muito. Mas até o dia que eu peguei a Júlia, não havia demonstrado interesse na minha pessoa, não.

Bom, de qualquer maneira, quem entra na chuva comigo tem que se molhar, não é verdade!?(risos)No meio da noite chuvosa, tendo aquele papo com ela no telefone, ainda incrédulo e cheio de perguntas na minha cabeça, comecei a desenrolar com Ana.

- Você nunca tinha demonstrado esse interesse em mim! Por que agora!?- perguntei-lhe.

- Porque a Celia me contou que tinha ficado com você. Eu tomei um susto, lógico . Chegou com um sorriso de orelha a orelha, eu desconfiei. Pressionei até ela me dizer a verdade. Chronos, eu não sabia que depois da Bia, você tinha ficado tão safado, assim, seu cachorro! Eu tinha que ter desconfiado dessas suas conversinhas com minha irmã, e eu aqui pensando: Deve ser amizade! Vocês dois não valem nada!

- Pois parece que apesar de eu não valer nada você gosta de mim, né sua safadinha enrustida!?( dei muita risada)

- Não posso deixar de admitir que você chama atenção de qualquer uma, pois você sabe envolver as pessoas em geral. Pra tirar minha irmã de baixo astral que ela vinha , de uma certa forma eu tinha que lhe agradecer, mas ela não merece um cafajeste que nem você(risos).

- Ela não merece, mas você tá aqui louca pra levar uma rola, não está!?

- Ai, que horror! Olha como fala! Seu palavrudo!

- Ana, vamos desenrolar logo essa porra!? Você tá afim, e agora eu também estou! Vai ficar de frescurinha com meu juízo ou vamos tratar de nossos interesses?

- Calma, garoto! Tô pensando aqui! Hum... Escuta, tem como me pegar na faculdade!? Tenho aula esse sábado, de manhã, mas saio cedo! Que você acha!?

- Marcado! - acertei com ela a hora e o local.

Dormi feito uma pedra, sem sonhar nem nada aquele dia. Ao raiar do novo dia, levantei e olhei para mim mesmo no espelho, dizendo pra mim mesmo:

- É hoje que vou te pegar gostoso, Aninha.

Encontrei-me com ela no horário marcado, na porta da sua faculdade. Estava ela e mais algumas amigas acertando alguns detalhes, e quando me avistou, fez uma cara séria, despediu-se delas e veio andando ao meu encontro. Eu estava de óculos escuro, barba feita, bem cheirosinho, uma bermuda e um tênis e camisa do Sport.

- Estaria impecável, se não fosse essa camisa horrorosa(risos)- debochou da minha cara .

- E eu lá me visto como arco-íris, por acaso!?- ficou fula, porque é tricolor.

- Nem acredito que tô aqui com você, cara! Acho que vou desistir!

- Pára de me desdenhar que eu sei que tu gosta!

-(risos) você é um convencido!

- e você é...( agarrei ela e dei um beijo gostoso)uau, fantástica, sabia que esse biquinho de pardal cantava bonito.

- Seu safado! Vamos ficar parados aqui na porta mesmo!? Eu tô louca pra comer alguma coisa!

Você que manda, patroa! Levei-a a um restaurante perto dali e comemos bastante. Era uma tarde ensolarada, gostosa, e ela pediu um prato leve, com bastante salada e frango Eu, como bom negão que sou, comi uma macarronada à bolonhesa e carne assada, uma farofinha regada à bastante pimenta! Filho de baiano não nega as origens! Entre uma garfada e outra, nos descontraíamos num papo leve, mas eu havia esquecido de pedir a bebida. Como eu estava com o escorpião gordinho, pedi um vinho. Ana ama vinho. Se já estava mais alegrinha matando a fome, o vinho a deixou mais soltinha ainda. Isso deixou o terreno pronto para mais uma investida minha, pois agora tudo estava caminhando para a melhor hora do dia. Com umas duas taças, ela já tava bem relaxada, o papo foi ficando mais quente, e logo puxei-a para um beijo. Sorriu e disse que minha boca tava com o gosto da pimenta. Respondi para ela dizendo que todo o resto estava picante ao gosto da dama(risos).

- Chronos, quanto mais safado você é, mais você me fascina. Eu só não te namoro porque você tá muito sem-vergonha, fico com pena da minha irmã!

- Já disse que não prometi nada pra ela! Aliás, eu também não quero me amarrar, não!

- Bia perdeu um partidão! Eu via como você gostava dela!

- E o melhor de tudo: Não foi por traição! Quando gosto de verdade, sou fiel!

- Vindo de você, parece até esmola milionária pra pobre(risos).

- Por que?

- qualquer uma desconfia! Um negro lindo, com esse sorriso parecendo um outdoor, quem não vai querer provar!?

- Se nem você que implica comigo tanto, conseguiu resistir...

- Eu tenho que aproveitar, né! Não é todo dia( olhando pra minha boca) que um gostoso desses tá livre!- me puxou pra um beijo mais caliente e demorado.

O beijo foi se intensificando e a comida, que tava ótima, foi até perdendo o gosto. Comi quase tudo. A garrafa de vinho ela se animou tomando mais uns goles. Saímos do restaurante, deixei uma boa gorjetinha pro Cesinha, o garçom que nos atendeu muito bem e fui com ela para um motel que tinha há uns três quilômetros dali.

Ao entrarmos no quarto, pediu para tomar um banho, tava se sentindo pegajosa. Ligou o chuveiro na água fria pois estava bem quente no dia. Enquanto ela deixava a água escorrer pelo seu delgado corpo e seus volumosos seios, e os olhos cerrados, fiz-lhe uma surpresa: entrei logo após ela no box de vidro temperado.

Olhou-me de cima até embaixo, boquiaberta com minha virilidade pulsante e bateu uma punheta gostosa no meu membro, fazendo-o pulsar em seus dedos.

E começamos a nos divertir no banho mesmo. Ana, apesar de magrela, tem os seios muito saudáveis, uma delícia só de olhá-los, parecem umas pêras viçosas, na época de colher. Ao ensaboar seu corpo, dei-lhes uma atenção especial, eu estava atrás dela e meu pau já estava vibrando tocando o meio dos seus glúteos. Com as mãos cheias de espuma, debaixo daquela água fria deliciosa, abracei-a por trás num beijo lascivo, voluptuoso, enquanto ensaboava seus seios e apertava seus mamilos em minhas enormes mãos. Sua boquinha fina tem uma carninha deliciosa, engolia todinha e invadi com minha língua que a caçava implacavelmente.

- Bem que Celia tinha razão: Sua boca é macia, quente, não dá vontade de parar de beijar!

- Pois eu quero passear com essa boca no seu corpo inteiro, gostosa!

E com minhas mãos cheias de espuma, invadi sua bucetinha , ensaboando cada milímetro dela. Com meu dedo do meio, penetrei sua grutinha, fazendo-a rebolar com ele dentro. E com a outra mão, apertava seus seios. Ana respondia com volúpia, brincando com meu caralho no meio dos seus glúteos delgados, pincelando pra cima e pra baixo. Seu mel misturava-se à espuma na sua buceta, e ela gemia cada vez mais alto, buscando minha língua num beijo totalmente profano. Então virou-se para mim e ensaboou todo o meu corpo, dando um capricho nos meus glúteos, que são grandes e durinhos para um homem alto como eu, e ainda brincou com o dedo na portinha do meu rabo, só pra ver se eu ia pular fora. Como viu que eu não arregava, enfiou o dedo dentro. Aí eu comecei sentir um tesão doido. Quem imaginaria que Ana seria safadinha desse jeito!? Meu pau, de duro passou a ficar como rocha.

Agarrados sob a pressão daquela água deliciosa, respondia da mesma maneira com ela, separando os glúteos dela com as mãos e invadindo com meu dedão. Começamos a nos sodomizar implacavelmente um ao outro, até que ela rompeu no primeiro orgasmo.

- Nossa, Chronos, que delícia! Você é o primeiro homem que me deixa brincar com seu rego. Normalmente eles são todos frescos, você sabe realmente agradar uma mulher na hora certa! Mas tinha que ser tão safado!?(risos)

- Vem, minha linda. Ainda não te mostrei tudo!

É óbvio que também nunca mulher nenhuma tinha,me sodomizado, mas como eu sou um cara que sempre experimenta coisas novas, posso afirmar aos caros leitores que essa porra é boa demais! Eu nem esquento, porque iria chegar à época de levar dedada todo ano do urologista, e sem sentir vontade de gozar, porque é a coisa mais constrangedora da sua vida: Abrir o rabo para outro homem dedar você a fim de salvar sua vida de uma possível enfermidade, vocês entendem, não é!?

Saímos da suíte e fomos para nossas recâmaras nos beijando à vera. Deitei seu corpo delicado na cama, abri-lhe as pernas e me deliciei sorvendo seu melzinho que insistia em verter da sua bucetinha. Chupei gostoso seu grelo, penetrei com a língua sua grutinha, e continuei a sodomizá-la com meu dedo. Pediu-me para fazermos um 69. E foi uma delícia! Ana abusou do meu corpo, aquela safada! Era mais safada que a irmã dela, mas muito mais! As duas, quando você olha, conhece bem, detestam falar disso em público com todas as letras. São verdadeiras putas atrás de 4 paredes! O defeito de Ana era o ciúme e o excesso de chatice. Tirando isso, perfeita!

Ana chupou devagarinho cada uma das minhas bolas e pôs agora dois dedos para me sodomizar. Meteu com força até eu tirar minha boca da buceta dela e gemer alto, gemer gostoso. Sincronizava isso com o boquete sensacional que me fazia, meu pau mal cabia na boquinha de pardal dela!

Respondi com mais voracidade. Ela , então, sentou com a buceta no meu rosto e suguei a danada até um novo orgasmo romper. Não aguentando mais o tesão, ajeitou meu caralho dentro da sua buceta( nossa, como é apertada!) e desceu lentamente até meu pau ficar totalmente encapado e sufocado dentro dela! A dor e o tesão faziam-na gritar ao invés de gemer. Investia tapas vigorosos em sua bunda, pois ela cavalgou de costas para mim. Apoiada em minhas pernas, subia e descia com mais rapidez, à medida que sua xotinha se acostumava a minha grossura.

Já tomada pelo êxtase, pediu para eu assumir o controle da transa, então a pus de 4. Dei-lhe mais um beijo grego delicioso e lentamente, introduzi meu caralho, abrindo suas pregas e fazendo ela morder o lençol com a dor. Meti lentamente até não sobrar nada do lado de fora. Ela pediu pra tirar porque não estava agüentando.

- Tu não brincou comigo, sua sapequinha!? Agora vai levar pauzão, sim senhora!(dei muita risada)

Fui metendo com mais força e, ao mesmo tempo, tocando sua bucetinha com os dedos. Ana foi relaxando e dando lugar ao prazer que aumentou tão logo suas pregas se adequarem a minha largura. Segurei-lhe pelas suas ancas e caprichei o melhor anal que ela recebeu na vida. Que magrela gostosa era ela! Depois a quenga me pediu mais força, mais força , mais força até ter um orgasmo mesmo sem tu tocá-la na buceta!

Enchi o cu dela de leite! Muito gostoso. Exausta, com a buceta e o cu inchados e ardidinhos ficou abraçada comigo um longo tempo só no beijinho. Foi ao banheiro, tomou um novo banho, acompanhada de mim, é claro, e levei-a até a porta do seu condomínio. Celia nem desconfiou do que houve naquela tarde. Momento este que repetiu-se muitas vezes, 😈! É, meus caros, para quem não dizia que eu não valia nada, ela tava era usando bastante.

Mas, depois, ao conhecer mais intimamente o Christian, um amigo da galera do condomínio, enamorou-se e me deixou de lado. O cara era meio ciumento, e não gostava muito de mim, principalmente perto dela. Então me afastei.

O clima somente melhorou quando eu o convidei para jogar um futebol com a minha rapaziada no antigo chiqueiro do meu bairro que transformaram numa quadra sintética. Ali ficamos muito amigos. E Celia!? Bom, Celia uma vez me aprontou um susto quando mandou um recado pelo Christian, antes do nosso futebol começar, que queria falar comigo algo muito sério! Como eu não sou nada curioso, mal joguei bola neste dia, perdi gol pra caralho! Pensei que a Ana tivesse contado algo para ela.

Mas isso conto na próxima. Não pertence a este enredo aqui!

Até a próxima, minha gente!



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