"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Janela indiscreta


autor: Publicitario45
publicado em: 27/09/16
categoria: hetero
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Este conto não é novo, na verdade não aconteceu comigo, eu apenas assisti e valeu cada minuto acordado. Acontece que eu reencontrei meus antigos vizinhos e claro, ao lembrar do ocorrido, me lembrei de vocês meus caros leitores que acompanham meus contos e deixam comentários deliciosos para me incentivar.

Bem, logo que me separei, fui morar na casa dos meus pais e fiquei lá ate arrumar um apartamento. Como anaquela época a grana estava curta, resolvi alugar uma kitnet, coisa pequena, que serviria mais para dormir do que para viver em si. O conforto era quase zero mas o apartamento era pequeno, bem decorado e aconchegante.

No dia que visitei, a dona do imóvel, uma veterinária linda que estudava no sul do estado, me disse que o prédio era tranquilo, exceto nas madrugadas que o casal do lado resolvia transar, eles eram bem animados e barulhentos. Até ai tudo bem, o problema era a distancia entre as janelas, muito próximas uma da outra, dava para assistir de camarote o que um fazia no quarto do outro.

Como eu saia cedo e voltava bem tarde, acredito que os vizinhos não perceberam que tinha gente morando do lado e numa sexta-feira que eu resolvi ir direto do trabalho pra casa eu pude entender melhor o que a dona do imóvel quis me dizer quando me entregou as chaves.

Cheguei morto de cansado, queria apenas cama e um bom banho. Já tinha comido algo na rua e nem acendi a luz da sala, fui direto pro quarto, tirei minha roupa, tomei um banho, deitei com os fones no ouvido e tentei dormir.

Com o ar ligado, deixei as cortinas fechadas e cai no sono rapidamente. No meio da noite os fones passaram a me incomodar e eu acabei acordando, me levantei e fui até a cozinha beber agua. Na volta ouvi conversar, pareciam próximas, tinha voz de uma mulher e homens. Já no meu quarto, me aproximei lentamente da janela e olhei entre as cortinas diretamente para a janela do vizinho.

A distância entre as janelas não chega a dois metros e a proximidade deu pra entender bem que eu estava diante de um ménage, onde tinha uma loirinha com cara de 23 aninhos, linda, seios médios, porém duros como pedra, cintura fina, bunda arrebitada, cabelos cacheados, pernas grossas e uma boca linda, um cara sentado no sofá com cara de marido assistindo alguém prestes a comer sua esposa e um negro de mais de 1,80 de altura, forte, usando uma box amarela que cobria uma tora que parecia querer rasgar o tecido.

O negão prensava a loirinha na parede, passava a língua pela sua orelha, apertava sua bunda, mordia seu pescoço, apertava seus seios. Rasgou a blusinha e o sutiã deixando os seios lindos pra fora. Caiu de boca, chupou, mordeu, lambeu os bicos e a loirinha gemendo deliciosamente enquanto o corno assistia. Ela olhava pra cara dele e perguntava se ele estava gostando de ver um negão comer a mulher dele e o cara apenas balançava a cabeça positivamente.

O negão seguia torturando a loira e o marido foi se despindo, ficou nu sentando no sofá, colocou o pau pra fora e começou a se masturbar.

Uma pica de uns 20 centímetros, grossa que passou a ser punhetada por ele mesmo. o negão então abriu o short da loirinha, tirou cuidadosamente deixando-a apenas de calcinha preta, seus dedos massageavam o grelo com uma agilidade incrível e logo a loirinha gozou e sentiu suas pernas bambearem, foi a deixa pro negão joga-la em cima da cama e com um movimento brusco arrancar a sua calcinha e cair de boca na sua xana, a menina berrou, urrou, uivou gozando na língua do cara que estava ali pronto pra destruí-la na frente do próprio marido. Do lado de cá meu pau latejava, doía, parecia que eu ia gozar sem sequer por a mão nele.

Depois de um banho de língua, o cara tirou a sunga e expôs uma tora, grossa, cabeçuda, cheia de veias e muito grande.

O marido olhou pra esposa com cara de assustado, ela sem perder tempo caiu de boca e meteu a cabeçorra pra dentro, fez pressão, conseguiu colocar a metade daquele poste preto de carne pra dentro da sua boca e começou um vai e vem sensacional.

O negão gemia, chamava a esposa do cara de vagabunda, putinha casada, vadia, puta e tudo mais. Enrolou os cabelos cacheados dela em uma das suas mãos e começou e socar a pica dentro da boca da menina que as vezes parava por falta de ar.

Depois de se satisfazer, o cara sentou ao lado do marido, apontou a pica pro alto e mandou a casadinha sentar. Ela obedeceu, aos poucos foi sentando na rola do amigo que foi sumindo pra dentro da sua boceta. No ritmo lento, ela se abaixou e ao mesmo tempo que cavalgava no amigo, beijava a boca do corninho manso que assistia tudo de pau duro na mão.

O negão então começou a socar de baixo pra cima, os seis dela, balançavam apesar de durinhos, os tapas na sua bunda arrebitada ecoavam no quarto, o cara foi metendo cada vez mais forte e assim que a loirinha anunciou seu gozo e ele gozou junto dela enchendo dua boceta de porra. Era uma quantidade absurda, a porra ia escorrendo de dentro da casadinha e indo em direção ao saco do negão que continuou socando, o pau não amolecia, o marido se ajoelhou e começou a lamber o saco do cara que ficou ainda mais excitado e se colocou a meter com mais força até que a esposa gozou de novo.

- deita ai, quero que vocês façam um 69.

O corno deitou, a esposa foi por cima, começou a chupar o pau do marido enquanto o corninho chupava a boceta melada de porra do negão. Ele se posicionou por trás, colocou a tora na porta da xaninha e socou de uma vez só, a menina sentiu falta de ar mas não desistiu e voltou a mamar a pica do marido.

O negão socava cada vez mais forte, ela chupava e soluçava a cada sensação de gozo que tomava conta do seu corpo, o marido não segurou e gozou enchendo a boca da esposinha de porra e o negão acelerou ainda mais e gozou mais uma vez dentro da loirinha que a esta altura estava destruída.

O corninho etão foi na cozinha enquanto a esposa e o negão descansavam na cama do casal, depois ele retornou com três garrafas de cerveja e ofereceu uma para cada um. Ficaram falando sacanagem e eu atrás das cortinas já tinha perdido as contas de quantas vezes eu tinha gozado.

Ai o negão quis mais. Mandou a loirinha pegar um tubo de gel, passar no pau dele e na porta do cuzinho, ela olhou assustada mas obedeceu.

Deixou a pica do cara brilhando e sentou na rola do amigo enquanto o marido chupava a as bocetinha. Aos poucos ela foi dominando a fera, o pau entrou e o negão passou a socar seu rabinho por baixo.

- vem amor, come minha boceta.

O marido parou de chupa-la e de pé meteu a rola na xaninha da esposa. Esta dupla penetração fez com que a esposa gozasse várias vezes, ela chegou a perder as forças, era uma surra de pica incrível e ela seguiu bravamente ate que eles gozasse quase que ao mesmo tempo.

Depois o negão foi pro chuveiro e o casal ficou namorando na cama.

Ele se vestiu, se despediu do casal e foi embora. As luzes se apagaram e o silencio tomou conta do ambiente.

No dia seguinte, eu acordei, tomei um banho e sai do banheiro enrolado na toalha. Abri minha cortina e a esposa estava apenas de camisolinha. Tomou um susto quando me viu mas mesmo assim sorriu e me deu bom dia.

- Bom dia, você é novo ai?

- Sim, me mudei ontem.

Ela me olhou assustada.

- Acalme-se, tenho um sono pesado, disse a ela sorrindo.

Ela sorriu pra mim, eu fechei a janela e fui embora. Morei neste prédio por uns meses, nunca fiquei sabendo o nome deles nem a idade. Mas semana passada nos encontramos no supermercados e eu tive a oportunidade de conhece-los melhor e esta historia eu conto pra vocês amanhã, sem falta.

Um beijos a todos.




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