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segredos tórridos de uma jovem puritana


autor: Morpheus
publicado em: 28/09/16
categoria: virgindade
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Desvendando segredos de uma jovem puritana.


O início-


Essa foi uma das histórias que mais gostei de ler ao chegar aqui no site. Por indicação de um novo amigo, Chronos, quis trazer ao conhecimento dos senhores, com a autorização do próprio autor, algumas coisas pois talvez seja o caso de muitos que vocês conhecem, lidam e viram sofrer.

No primeiro tratado, amigos( HOJE ELA É VICIADA EM MIM), Chronos trouxe ao vosso conhecimento o drama vivido por Lennon, um jovem músico de 32 anos, bem sucedido, vítima do conservadorismo exacerbado incutido nos dogmas religiosos seguidos por sua esposa, Jéssica.

Reconheço o papel das instituições religiosas na recuperação de pessoas em nossa sociedade tão carente. Contudo, métodos pouco adequados para se combater maus hábitos ou costumes tradicionais podem engessar o convívio mais puro e profundo do relacionamento que mais valorizo: O casamento.

Então vamos à história: Hoje, no andarilho da existência de Lennon e Jéssica, eles vivem a plena realização da vida de um casal: Estão grávidos do segundo filho, McCartney . O primeiro chama-se Lennon. Em seu segundo tratado( HOJE ELA É VICIADA EM MIM 2), a confissão de Jéssica sobre seu passado liberta-a de barreiras que travavam seu relacionamento. Entretanto, em minhas pesquisas sobre a história deste casal que considero fabuloso, pela sua superação, encontrei alguns dados preciosos que gostaria de passar aos senhores.

Jéssica, essa puritana gostosa que tanto aprecio, teve um começo de existência vindo de uma gozada, como todos nós. Sua mãe, Daisy, era uma jovem de 15 anos, quando conheceu Dwight, um homem de 21 anos terminando sua faculdade de Matemática. Jovem promissor, muito interessante aos olhos de qualquer menina, pois é de uma família simples, e conseguiu com muito sacrifício e dedicação entrar numa faculdade em época não tão distante , mas que era um privilégio para ricos, diga-se de passagem. Daisy desde cedo trabalhava como doméstica para ajudar a sustentar a família que é pobre, e a terceira filha de um clã de 10 irmãos. Além de ser a que ralava desde cedo, era a que ajudava a criar os mais novos. As duas primeiras haviam casado: Socorro se enrabichou com um cara mais de 20 anos mais velho que ela e meteu o pé no mundo quando tinha seus 14 anos, e Gorete teve uma menina fora do casamento, e como é de conhecimento dos senhores, numa época não tão distante da nossa, quando moça embarrigava, para não ficar desonrada o rapaz era obrigado a casar com ela. Daisy era o orgulho da Marília, pois sempre foi muito responsável. Mas existia o Dwight...

Conheceram-se numa típica festa junina na cidade pequena, Timão, dançando em volta da fogueira, as quadrilhas eram enormes, não é essa coisa ralé de escola, não. A mesa era farta, meus caros, a fogueira enorme, e Daisy era uma mulher...minto, menina moça bem desenvolvida para a sua idade. E no período da puberdade, hormônios muito violentos nessa fase, nossa jovem que nem sonhava em dar a luz à Jéssica encantou-se com o porte físico de sua paquera: Dwight tem 1,80m, cabelos bem escuros, semelhantes aos de índio, pardo, tem boa conversa, é um rapaz bastante respeitado no local por ter faculdade, e durante um breve momento de troca de casais , trocaram olhares pela primeira vez.

A menina-moça criou paixão desde o primeiro momento que o encarou. Seus pensamentos de jovem inexperiente borbulhavam com as fantasias que toda menina tem. E como já havia tratado aqui com senhores, era desenvolvida pra sua idade, despertou um louco tesão em Dwight. Durante a dança em que trocaram de pares, Dwight, encantado pelos olhos puxadinhos da menina de lábios pequenos e carnudos, caprichou nos passos de dança e na hora seu membro vigoroso esquentou o interior de sua parceira de dança...êta, dança boa, sô!

Daisy ficou coradinha e queimando na xotinha virgem, encantada pelo manejo daquele jovem garboso. Travaram então uma conversa deliciosa nos arredores da festividade folclórica, e Dwight se derretia diante da graça e a timidez de sua nova conquista.

Quando ele contou sobre sua vida acadêmica, vislumbrou Daisy a estratégia de se aproximar ainda mais de seu pedaço de mau caminho. Para não gerar suspeitas, retornou à festa, e já sua mãe procurava por ela, pois o pai, zeloso com a honra da família, porém homem manso e muito sorridente, já havia observado a filha se encantando pelo jovem rapaz.

Ao se aproximar de seus pais, logo foi inquirida acerca das intenções do marmanjo. Ela contou que ele era universitário, estava terminando seus estudos de matemática e já dava aulas como explicador para poder bancar algumas necessidades. Naquela mesma noite um casal estava nascendo. Após uma conversa com o jovem, Severo, que de severo somente o zelo pela honra da família tinha, fez muito gosto pela boa influência do rapaz e pôde ele então ver sua filha, desde que ela não descuidasse dos seus estudos e muito menos seus trabalhos.

Como não namoravam todos os dias, cada encontro deles era ardentemente esperado, e quando se viam, o couro comia! No quintal de casa, após seus pais se recolherem, porem as crianças para dormir, Daisy e Dwight colocavam a jeripoca pra piar e o cara tinha beijos voluptuosos que levantavam o fogo da nossa garota. Até então, nos primeiros meses de namoro, a pegação não passava de uma mão safada aqui, um cheirinho no cangote lá , e Daisy era menina do interior, cheia de desejos reprimidos pela sociedade mais conservadora, porém a experiência do seu namoradinho e professor nas horas vagas fez-lhe nascer em suas recamaras secretas os desejos mais tórridos. Uma vez, na calada da noite, após ter um sonho proibido com seu namorado, acordou sentindo sua bucetinha molhadinha e buscou tocar. Ao ver aquela substância viscosa, pegou e inalou pela primeira vez a fragrância que vinha de seu interior. Ao tomar banho, para lavar sua bucetinha, resolveu se tocar e descobrir-se a si mesma. Viu que era prazeroso colocar o dedo na sua bucetinha molhada, a fricção produzia nela sensações ainda inexploradas , sua mente era um pouco infértil até este dia. Ao fechar os olhos, podia ver Dwight dentro dela. Assustava-se consigo, pois pensava que era algo muito pecaminoso, algo sério demais, contudo não conseguia deixar de friccionar seus dedinhos na sua bucetinha apertada.

Se eu fosse uma voz no seu ouvido, encorajá-la-ia a continuar. Mas essa vozinha é mais infalível que todos nós pensamos. A pureza daquela jovem foi invadida por pensamentos forasteiros que causavam um reboliço em seus antigos conceitos. Pensamentos que diziam para sentir-se livre, para sentir-se mulher, para sentir-se sem se negar.

Cerrou seus olhos mais uma vez e via o belo corpo de Dwight, seu objeto de consumo, possuindo-a, entrando em seu corpo, e Daisy não teve mais dúvidas: Ela queria aquilo! Começou a bolinar-se com mais força, e apertar um de seus mamilos. Permitiu-se. Sentiu-se. Estava desejando! Isso, Daisy!

Um calor começou a subir pelo seu ventre e suas pernas tremiam, fugindo-lhe a força. Era seu primeiro orgasmo! Sentia em seus dedos uma substância aquo-viscosa. Tinha um cheiro forte, e curiosa , levou ao paladar. Então descobriu que era gostosa! Foi-se a pureza de Daisy!

Os dias passavam e Daisy somente fazia desejar seu primeiro amor. E cada encontro com eles se tornava ainda mais quente. O jovem futuro matemático não calculava mais os riscos do que poderia acontecer caso se perdessem. E a família de Daisy, vendo a aparente feição tranquila do mancebo, pouco fazia vistas ao desenrolar do relacionamento deles.

Os dias passavam, e Dwight mal conseguia se segurar para esperar a hora de abrir seu presentinho antes da hora! Via-se muitas vezes perdido em seus cálculos, pensando em Daisy, em como deveria ser o corpo de sua amada sem nenhum tecido, e pensava em como abocanhar seus jovens seios, que pareciam duas montanhas recém-nascidas. Era inevitável sentir sua masculinidade transmitindo o sinal que todos os humanos recebem de seu relógio biológico : O instinto reprodutor da espécie queria ser cumprido.

E foi durante a festa de aniversário da cidade de Timão que Dwight, tomado pela ardência da paixão, e não atrás, sua apaixonada Daisy, decidiram consumar a impureza nascida em seus corações. Enquanto o Seu Severo via-se as voltas para divertir seus pequenos, juntamente com a esposa, Daisy e Dwight voltavam para a casa dele, agora, que não tinha ninguém no dia, e ao adentrarem, atracavam-se violentamente buscando o calor um do outro, mesmo com os corpos suados.

Com um vestido florido, de mangas curtas rendadas, guardado pro dia de festividades, Daisy sentia em suas pernas o mesmo calor e a mesma unidade de quando em secreto, estava em seus pensamentos. Mas agora era muito mais intenso. Compelida pelos hormônios, foi cedendo às investidas de seu amante promissor, delirando com os beijos que recebia na boca e no pescoço. Dwight arrancava sua camisa social, quase rebentando os botões, deixando seu peitoral livre para sua amada sentir seus músculos. Apesar de já terem um certo tipo de intimidade, para Daisy ainda era algo novo, pois ela nunca tinha estado com um homem. E bem vocês sabem que não muito tempo atrás, uma moça ter relações antes da bênção do sacerdote era uma situação mais complicada que hoje. Normalmente a imagem de quenga era imputada às mulheres.

As jovens que arriscavam-se nessa aventura amargavam na tristeza e no abandono do amado quando este tinha algo poder aquisitivo. A família do rapaz arrumava logo um jeito de envia-lo para longe. Daisy e Dwight queriam saber disso!? Porra nenhuma! Tudo que lhes importavam era o momento. E quando deram por sim, estavam inteiramente nus, entregues um para o outro.

O matemático, totalmente ensandecido, compelido pelo manual interno de reprodução da espécie, abocanhava os seios de sua namorada produzindo nela as sensações mais primitivas. Ela gemia, tentava balbuciar algumas palavras inutilmente. Cada parte do seu lindo corpo era preparada habilmente por Dwight para o ato final. A experiência dele com outras mulheres fora de Timão credenciavam-no como o homem perfeito para Daisy, já não tinha mais o que ceder para ele, estava entregue!

O jovem professor de matemática explorou todo o corpo de sua musa, percorrendo com sua língua pelo ventre, coxas, até chegar à intimidade inchada e bastante encharcada de Daisy. Proporcionou a ela a sensação mais radical que uma virgem ainda não tinha experimentado: A de uma língua macia, quente, úmida, invadindo seu interior! Daisy não suportava mais ser torturada por aquele tesão, queria se sentir preenchida, mais do que quando ela própria se tocava. Ela precisava de Dwight, e tinha que ser naquele instante!

Pacientemente, beijava, sugava, chupava com volúpia cada lábio inferior da vagina de sua musa, mordiscando seu grelinho e sentindo o sabor de seu mel que não parava de escorrer. Assim, Dwight levou-a a um orgasmo violento. Posicionou-se entre as pernas de sua amada e pincelou a cabeça de sua glande sobre o clitóris de Daisy, fazendo com ela arqueasse em direção ao membro enorme de seu namorado. Era superior às suas expectativas.

Dwight passeava sobre a superfície da buceta de Daisy, quando subitamente parou e começou a penetrar, arrancando suspiros profundos de sua pequena. O prazer era tanto que Daisy nem se incomodou com a dor de ser descabaçada, violada, preenchida, possuída.

Na posição de papai e mamãe, os dois se beijavam selvagemente, e as estocadas eram cada vez mais fortes, Daisy se soltava cada vez mais e trocavam, nos ouvidos um do outro, palavras ainda mais desavergonhadas e obscenas.

A pica grossa de Dwight parecia ficar mais dura à medida que estocava no interior de Daisy. Ela gemia cada vez mais alto, mais alto, até lhe faltar fôlego para encarar um novo gozo.

A menina arranhava literalmente as costas do jovem professor, enquanto se afogava em um beijo totalmente voluptuoso. Ele começou a acelerar, sentindo que seu orgasmo se aproximava, e liquefez-se inteiramente dentro de sua namorada.

Maravilhada com sua primeira vez, Daisy esperou que seu amor recobrasse as forças e fizeram de novo. E de novo. A essa altura, o Seu Severo já tinha dado falta da menina, e a procurava na cidade. Como naquela época não havia celulares como aqui, obviamente deixou todos preocupados. Daisy e Dwight voltaram às pressas para a festa de aniversário na praça do Centro de Timão, e reuniram-se novamente aos demais. Ao ser inquirida sobre seu paradeiro, inventaram a história de que ela havia comido algo que não fez bem. A mentira parece ter sido bem digerida pelos pais Daisy até que...

Bem, meus amigos, aqui começa o verdadeiro drama: A mentira foi digerida até que desta tórrida paixão, cerca de umas seis ou sete semanas depois, agitava-se no ventre de Daisy uma nova vida: Jéssica, que é a personagem da nossa história, a história que muitos leram do contista Chronos.

Chronos, obrigado pela sua colaboração neste enredo. Muito gentil de vossa parte. E não pensem os senhores que acabou por aqui! Tem mais coisa por vir aí!



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