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Comida pelo negão na rua escura


autor: Morpheus
publicado em: 02/10/16
categoria: aventura
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Voltando para casa numa sexta à noite, após uma aula de revisão para a prova na faculdade, Priscilinha embrenhou-se numa festa de rua, enfrentando uma muvuca dos diabos, e tudo isso para chegar à sua residência. Ela odeia aglomerações... Ainda mais que sempre era bolinada por algum tarado, para não dizer muitos tarados, que sempre tiravam uma casquinha dela em meio ao empurra-empurra da festividade típica de cidadezinha do interior.

Quase sempre era um aperto sapeca no seu bumbum, podendo ser uma sarrada inconveniente do pau de um deles nos seus glúteos. Por ser uma garota bem dotada de busto e um quadril de parar marmanjo na rua , abusavam dela a ponto de chorar de raiva.

Em meio a toda aquela situação desconfortável, um negão de tirar o chapéu a abordou com um jeito todo garboso para conversar com ela. Era só o que faltava, não é, Priscilinha!? Aflita para sair do meio daquela bagunça, calmamente ele a conduzia e transmitia a jovem ninfeta uma tranquilidade que aos poucos a acalmava e cativava sua atenção.

Trajado numa camisa de manga curta verde com os botões abertos no peitoral e calça marfim, Priscilinha era cercada com cuidado pelo indivíduo misterioso que tinha um fragrância suave, que misturada à sua pele carregada de melanina tornava-se uma combinação mortal para conquistar qualquer mulher com bom gosto. E a propósito, homens altos e negros mexem com os recônditos imaginários de várias ninfetas. A começar pela nossa menininha enraivecida da história.

Com um olhar sereno e seguro e um sorriso largo de orelha a orelha, Priscilinha começou a sentir-se perturbada pela estranha calma que ele transmitia. Percebeu naquele momento que gostava do jeito dele. Com uma voz serena, agradável aos ouvidos de qualquer mulher indefesa no meio de uma raivosa multidão que seguia se empurrando para conseguir espaço entre as barracas de bebida, churrasco e outros aperitivos, podia perceber no jeito dele que aquilo não era somente um gesto cortês.

Não queria conversar com ele, não podia se permitir a isso, assim ela pensava. Diante de tal perturbação, tentava inutilmente dizer para si mesma:" Não posso fazer isso com o Fred, não posso trair o meu amor!". Mas o contato com o calor do negão, seu olhar penetrante, seus braços compridos e fortes e seu timbre imponente e sensual de voz produziam em seu interior um desejo que quanto mais era sufocado, mais gostoso e mais forte se tornava!

Ela não sabia seu nome, nem o que fazia, de onde era ou com quem andava, mas a cada segundo que passava tornava-se mais encantada com a voz macia e deliciosa de se ouvir. Quando deu por si, estavam a sós, já numa calçada mais sossegada , e ela sendo conduzida para um cantinho da rua onde poucas pessoas os notariam. O barulho da música alta já estava distante, e a escuridão da pequena ruela onde estavam parados era o cenário perfeito para momentos tórridos de paixão ou instantes que durariam uma eternidade de terror para uma moçoila de apenas 1, 68m de estatura procurar forças para qualquer plano de fuga.

Porém, tudo que aquele homem alto e garboso queria era a atenção daquela ninfeta que inutilmente tentava enganar-se. Suas pernas tremiam, mas não era de medo; seu frio na espinha não era de pânico. Seu olhar compenetrado nos movimentos de seu misterioso pretendente enviavam uma mensagem ao seu centro de comandos e tudo que encontrava como resposta eram violentos impulsos que encharcavam sua vulva.

Ao encostar sua virilidade no ventre de Priscilinha, pôde ela sentir o membro que se erigia furiosamente pulsando no inferior do seu abdome. Encostada na parede de um escadão na rua escura sem movimento algum, o homem de olhos profundos caçou seus lábios num ósculo tão invasivo quando entorpecedor. Uma batalha titânica na mente de Priscilinha estava travada: De um lado, ouvia para não enganar seu namorado; por outro, seu corpo involuntariamente respondia com a mesma lascívia. O desejo, então, alastrou-se por cada poro de seu corpo e seu cheiro era percebido pelos sentidos de seu caliente opressor.

Com as pernas bem afastadas, o boêmio com lábios de vinho emparedava a ninfeta, com mão ágil que a pegava firmemente sob os cachos em sua nuca e outra que acariciava sua alva e suave pele. Essa mesma mão percorria apertando seu pescoço, e consequentemente adonando-se de cada parte do seu corpo: Apertava deliciosamente seus fartos seios e com rapidez entrava por debaixo de sua camiseta para explorar cada mamilo intumescido protegido apenas pelo tecido que desenhava os meneios de seu busto.

Priscilinha sentia-se desafiada a retribuir seu amante da mesma maneira . Desabotoando sua camisa, descobriu-lhe o peitoral que não era excessivamente musculoso, somente definido. E liso. Do jeito que ela gostava. E explorava cada polegada de seu deus de ébano. Foi quando ele levantou uma de suas pernas e tocou na sua calcinha já molhada , e a masturbou com volúpia ali mesmo na rua. Ela estava com uma sainha ordinariamente curta, e os dedos grossos do negão brincavam com seu grelo inchado, deslizando por cada centímetro de sua buceta molhadinha.

- Moço, por favor, pára que você tá me enlouquecendo!- era seu último surto de razão que insistia em reprimir seus desejos.

- Não é isso que sua buceta meladinha quer que eu faça, sua putinha.- sorve o melzinho em um dos dedos- como você é saborosa! Anda, prova você também!

E invade a boquinha carnuda de Priscilinha com o dedo do meio. Ao degustar de sua própria essência, a ninfeta ainda mais enlouquecida chupa com força as falanges médias do negão, que leva as mãos da baixinha até sua masculinidade. Ao sentir a rigidez pulsante de seu objeto de consumo, Priscilinha passeia sobre todo o membro comprido de... Qual era mesmo seu nome!? Não importa no momento. Ela inspira profundamente, fecha seus olhos, e tenta mais uma vez fugir à tentação que lhe foi imposta. Desvencilha-se abruptamente dos braços do sedutor e inutilmente corre, sendo rapidamente capturada pelos fortes braços e emparedada com mais força.

- Por que você não admite que tá louca pra foder, sua vadia!?

- Eu tenho namorado, moço, não posso fazer isso com ele!

- E onde tá aquele péla-saco que deixa uma gostosa voltando sozinha pra casa ser descascada por um monte de abutres no meio da festa!? Se ele não tem apreço pelo que diz que gosta, eu posso muito bem fazer você se sentir segura e aquecida!

- Por favor, não...- não tem tempo de completar a frase, pois uma nova descarga de testosterona num devasso beijo desorganiza totalmente suas idéias. Gemia quase que orgasmicamente diante da caça implacável do grandalhão aos seus lábios. Desnudou totalmente a parte superior do boêmio, que era "rasgado" pelas compridas unhas de Priscilinha por toda sua coluna.

- Diz que não, agora, filha da puta!

- Você é um desgraçado convencido, seu animal!

-(pegou-a pelo queixo e ficou tete a tete com ela) Fala nos meus olhos que não me quer, sua cachorra!

- Eu... Te quero!

O negão deu um sorriso sem mistério e sem virtude. Beijou-a com mais volúpia ainda e tornou a bolinar sua xota encharcada, colocando a calcinha e de lado e penetrando-a com seus grossos dedos. Priscilinha então abriu a calça de seu belo invasor e sacou para fora o largo mastro que pulsava imponente. Desconsertou o negão com uma punheta lenta e gostosa, arregaçando e expondo a enorme glande do desconhecido amante.

Em tão poucos instantes às voltas com ele, é inegável percebermos a química e o entrosamento crescente dos dois. Priscilinha encheu sua boca de saliva e deixou cair justamente na cabeça da pica do negão, que foi rapidamente lubrificada pela ágil destra de sua presa sem pudor. A ninfeta foi-se permitindo escorregar pela parede escura daquela rua, e frente a frente com a piroca abocanhou-a como se fosse seu preferido cascão de chocolate.


Com os olhos fitos no deus de ébano, sorria como uma puta de beira de estrada capturando cada centímetro de seu brinquedinho em sua boquinha pequena. Engasgava e salivava ainda mais, espumando o caralho do negão, que agarrou-a pelos cabelos da nuca e estocou com vontade causando gemidos guturais na baixinha.

- Que putinha mais sem-vergonha, você é! Chupa mais, delícia, engole minha pica toda, engole! Esse joguinho de toda dificilzinha era conversinha de vigário, né sua vagabunda!? Engole essa porra, engole! Porque depois você vai encapar uma piroca de verdade nessa buceta apertadinha!


Priscilinha tava adorando ver o cara louco e chupava com mais depravação ainda. O negão tirava a pica da boca da amante e batia com ela no seu rosto. Pegava-lhe pela nuca e enterrava de novo até o fundo da garganta. Levantou a ninfeta, virou-a de frente para a parede, já com a sainha toda levantada, mostrando seus saudáveis glúteos. Abaixou a calcinha e afundou seu rosto no meio da bunda dela.

Chupou sua bucetinha até romper num abundante gozo e com sua boca regada de mel deu um demorado beijo grego no rabinho de Priscilinha.

- Ai, moço, que delícia, chupa mais meu vizinho chupa... Porra, nem meu namorado faz um boquete tão gostoso desse jeito! Isso, filho da puta, fode essa vagabunda, fode com força, vem!

- quer pica, ordinária!? Pede mais!

- Enterra esse caralho em mim, anda, gostoso! Sou toda tua!

- Boa menininha! Você vai ver agora como esse amorzinho que você faz com ele é uma mentira- pegou o enorme pênis dele e pincelou na porta da grutinha dela. E foi enterrando lentamente, roubando todo o fôlego de Priscilinha.

- Tô sendo toda preenchida... Que delícia! Fode sua putinha, fode!- sua voz rouca quase não era entendida.

O negão, totalmente possuído por uma quase diabólica paixão, começa a aumentar a força e a velocidade das penetrações no interior de sua amante. Priscila rebola na piroca, provocando ainda mais seu parceiro, que ao ver que seus gemidos estão aumentando o volume, tapa-lhe a boca para que ninguém possa ouvir. Ouve algumas vozes de pessoas se aproximando, e ambos mergulham num silêncio quase mortal, não querendo ser percebidos. Um grupo de amigos passa distraidamente , sem olhar para a rua deserta. Ao longe na esquina, contam piadas obscenas e riem sem ver que ali, não longe estão o nosso ensandecido casal.

A medida que os rumores de vozes foram diminuindo, o negão começa a estocar com mais velocidade. Sua pica preenche todo o interior de Priscila, que contrai com a mesma volúpia para abrigar, suprimir, sufocar a virilidade do amante. Liquefaz-se num novo orgasmo.

O negão anuncia que não aguenta mais. Ela pede que ele não goze dentro de sua rachinha. Então o negão tira seu rijo membro de dentro dela e abaixa Priscilinha pra mamar seu pau de novo. O grandalhão estremece e urra como uma fera depositando todo seu leite grosso , com jatos abundantes que escorriam pelos cantos da boca da ninfeta...

E Priscila acorda. Assustada e frustrada, viu que era somente um sonho. " Porra! Mas era tão real! "

Ao se perceber, sua calcinha está toda molhada. Tenta se consolar tocando umazinha para saciar a vontade lancinante de ser currada.

Fechou seus olhos, e novamente viu a cena se passar como um filme que ecoava nas cavernas escuras de sua mente. Pedia bem baixinho:

- me fode, gostoso, fode sua putinha, fode...

E somente acalmou-se após um intenso orgasmo. Após sentir os tremores por todo o seu corpo, é tomada novamente pela calmaria, e adormece nos braços de Morpheus, que havia aprontado mais uma peça na putinha faminta.

Sua personificação agitou o sono de Priscilinha mais algumas vezes, e cada final era mais frustrante que o outro. E sempre sendo comida pelo negão na rua escura!





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