"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Firmando compromisso como amante.


autor: katyferreira
publicado em: 02/10/16
categoria: lésbicas
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Depois de algum tempo envolvendo com minha coordenadora, a gente resolveu que não podíamos mais ficar arriscando no trabalho, estava ficando perigoso demais, apesar de delicioso. Foi então que Silvia me fez uma proposta;
Katy, acho que a gente devia procurar um motel discreto ou uma casa para ficarmos mais a vontade o que acha?

Concordei e disse que alí perto mesmo minha mãe tinha umas casas pra alugar, que eu poderia pegar a chave e a gente se encontrar lá as vezes, apesar de não estar mobiliada eu posso falar com minha mãe que vou deixar uma cama que não quero mais usar guardada lá, pois lá em casa não tem mais espaço. Tudo que a gente precisava era uma cama, no mesmo dia procurei algum que pudesse montar a cama pra mim, ninguém desconfiaria, seria o plano perfeito.

No final de semana seguinte marcamos de nos encontrar, depois do trabalho na sexta, já podíamos ir direto pra lá, me certifiquei de colocar toalhas na bolsa, uma roupa mais confortável e verifiquei se o chuveiro estava funcionando e se tinha condições de ficarmos a noite por lá.

Chegando na casa, ajeitei nossas coisas em um canto, bolsas, sandálias e nos beijamos até no quarto como de costume, a cama que eu havia levado era de casal com um colchão macio, que seria perfeito pra nós duas. Silvia foi logo me despindo e me lambendo toda, fiquei somente cutindo aquela sensação boa. Não demorou muito ela quis me penetrar, na buceta, no cuzinho, eu fiquei lá, deixando ela colocar os dedos onde ela bem entendesse.

Começou me colocando de quatro, me abraçando por trás e lambendo minha orelha, depois percorreu minhas costas com a língua até meu bumbum, chegando no meu cuzinho ela lambeu de cima pra baixo até chegar na buceta. Aquela língua parecia conhecer meu corpo melhor que eu.

Eu me deitei e fiquei esperando a reação dela, ela subiu em mim, colocando sua buceta em minha boca, quase me sufocando com aquele bucetão delicioso. Ela tinha pego gosto por esfregar na minha cara, desta vez ela percorreu todo o rosto, me melou toda. Eu era quase um brinquedinho nas mãos da minha amante, ela me levava de um lado pro outro da cama, me penetrava, me jogava na cama.

Silvia parece que andou pesquisando coisas relacionadas, pois ela fazia posições diferentes, em uma delas, ela levantou uma de minhas pernas, eu deitada de frente pra ela, segurava minha perna no alto e se posicionava como se fosse me penetrar, mas ao invés disso esfregava aquele grelinho gostoso no meu.

Quando eu resolvi chupá-la eu percebi que ela inclinava demais o bumbum pra mim, tentei penetrar com os dedos tentando entender, mas ela queria língua, rapidamente eu comecei a lamber aquele cuzinho, já estava acostumada com a sensação, mas sempre achava o máximo. Ela com a bunda empinada e eu com a língua dentro, sensação difícil de descrever.
Acho que ela estava começando a escolher suas posições preferidas, sempre me deitava e ficava por cima passando o cuzinho na minha boca, acho que ela preferia porque conseguia controlar com mais facilidade, apesar de quase me sufocar. Ela ficava “sentada” no meu rosto, como se fizesse 69, mas ao invés de me chupar ela tocava meus seios, apertava os biquinhos bem forte a ponto de sentir um pouquinho de dor, mas rapidamente passava.

Nesse dia ela começou a me apelidar carinhosamente, chamando de bebê, mandando eu mamar nela, acho que nossa proximidade ajudou bastante pra sermos mais carinhosas. Trocamos pra uma posição que pudesse nos beijar, as pernas abertas, buceta com buceta e um amor ardente. Ela fazia movimentos de vai e vem como se me comesse, era justamente o que ela fazia, me fodia feito um tarado.

Gozamos quase juntas se esfregando e nos beijando, vez ou outra os beijos viravam lambidas e chupadas nos seios, quando senti aquele jato de gozo em mim eu quis mais, a noite só estava começando pra gente.

Disse a ela que eu levei toalhas se ela se importava de tomar banho comigo, ela balançou a cabeça positivamente, indicando que iria. Me ajeitei no banheiro e esperei minha amante chegar, ela veio nua, pegando em mim, apertando meu bumbum e me alisando. Liguei o chuveiro e deixei cair bastante água nela, eu queria lamber aquele corpo todo molhado, comecei pelo pescoço, fui para os ombros, braços, nos seios eu brinquei com mais intensidade, depois para a barriga, em seguida o ápice do nosso prazer, quando toquei a buceta dela com minha língua eu fui surpreendida com um puxão de cabelo, ela era muito forte e aquilo me excitava.

A cena era quase uma coisa de cinema, água escorrendo por nossos corpos, ela encostada na parede com as pernas abertas e eu agachada chupando sua buceta, a cada segundo a respiração das duas ia intensificando, até que a gente respirava fundo e mudava de posição. Em pé abraçadas ela começou a me penetrar no cuzinho com seu dedinho, fiz o mesmo. A penetração era forte, afundando o dedo, Silvia falava besteiras no meu ouvido e quando eu ia responder ela me beijava, não me deixava falar.

Um, dois, três dedinhos no meu cuzinho e eu delirava na mão daquela pervertida, eu coloquei dois dedinhos no cu dela também, acredito que ela não tenha muita experiência com anal, pois o buraquinho dela parecia mais apertadinho que o meu, mas ela tava gostando.

Ficamos lado a lado, trocando carícias, ela me tocava na mesma intensidade que era tocada. Gozamos alí mesmo debaixo do chuveiro, uma coisa que me marcou é que ela me fez gozar com uma das mãos e com a outra enfiava no meu cuzinho, eu adorava ser preenchida de todas as formas.

Silvia era escandalosa quando gozava, gritava loucamente, as vezes eu tinha que conter com beijos pois ela não conseguia se segurar, uma mulher intensa e louca. Dalí voltamos pra cama, ainda meio molhadas, querendo tocar, beijar, não estavamos saciadas.

Fui jogada na cama e Silvia veio por cima, ela me beijou e disse pra eu ficar caladinha, colocou uma das mãos no meu pescoço, como se me prendesse na cama, e com a outra começou tocar minha buceta, ela estava me fudendo com os dedos de uma forma louca, só soltava meu pescoço pra dar tapas na minha cara.

Sem demorar muito eu gozei, ela já me conhecia o suficiente pra saber onde me excitava mais e como fazer. Agora era minha vez de dar prazer a ela, pedi que ela se sentasse na cama, fiquei por trás, abraçando e tocando a buceta melada dela, ao mesmo tempo que lambia sua orelha e falava safadezas.

Percebi que eu estava no controle agora, ela não sabia como ficar, cruzava as pernas e descruzava, se movimentava, tentava me abraçar mesmo eu estando atrás dela, tocava os seios, colocava a mão na boca. Consegui finalmente achar algo que deixasse minha amante louca da forma que ela me deixava.

Fiz ela gozar intensamente, com os dedos no seu grelinho, apertando o biquinho do peito com a outra mão e lambendo sua orelha, ela jorrou seu líquido pela cama, na minha mão, foi incrível, eu adoro a forma dela de gozar, muito intenso como ela.

Depois de tudo eu fui limpar minha amante, lambendo cada gotinha do que ela tinha derramado, passei a língua pela buceta, pernas, cuzinho. Missão cumprida, eu tinha dado prazer a ela da mesma forma que ela a mim, a ideia de ter arrumado um cantinho pra nós foi perfeita.

Agora a gente tinha um local de prazer secreto e um “relacionamento” perfeito, as duas mulheres mais apaixonadas naquele momento, era tudo perfeito, cada beijo, cada olhar.

Espero ter conseguido passar pra vcs um pouquinho do que eu senti, confesso que fico excitada escrevendo e lembrando das cenas rs

Bjos da Katy

Fica meu e-mail pra contato; katyf083@gmail.com




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