"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Depois da Feira.


autor: Publicitario45
publicado em: 05/10/16
categoria: hetero
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Olá amigos, estou de volta. Mês passado foi extremamente corrido e eu só fiz trabalhar e nada mais. Participamos de um grande evento varejista onde várias empresas do Brasil vem expor aqui e claro, onde tem feira tem promotora e onde tem promotora tem garotas lindas.

Bem, durante estes dias eu conheci gente dos quatro cantos do país, em especial uma promotora de Santa Catarina, pele branca, ruiva, olhos verdes, 1,80 de altura que parecia se multiplicar em cima do salto quinze. A beldade se chama Jaqueline e era quase impossível não parar para olhar quando ela passava em frente ao nosso estande.

Apesar de muita conversa e frase de duplo sentido, o máximo que rolou foi uns amassos dentro do carro, um boquete e uma troca de telefone, pois se tem um lugar que eu quero conhecer agora é Santa Catarina.

No segundo dia de feira conheci na sala VIP uma mulher de 43 anos, o nome dela é Amanda, casada, mãe de uma filha linda, alta, modelo, muito simpática. Amanda já foi funcionária do meu cliente e todos os anos aparece na feira com algumas promotoras para trabalharem nos estandes. Neste dia, estávamos numa mesa tomando vinho e beliscando alguma coisa quando me apresentaram a ela. Fiquei louco.

Amanda é loira, alta, olhos claros, uma boca enorme e tem a deliciosa mania de conversar passando a mão nos meus braços. Seu cheiro é sensacional, uma conversa boa, sempre sorrindo e aquela mão passando nos meus braços e o povo rindo, bebendo mais vinhos e eu ficando encantado até que ela disse que tinha que ir embora porque o marido ia chegar.

- Marido? Voce é casada?

- Sim, porque?

- Já ia te pedir em casamento?

- Ah meu bem, se eu me separar eu até namoro, mas não caso mais.

- Voce sabia que as pessoas que falam assim, não são felizes no casamento?

- Sim, sou a prova viva.

Me deu dois beijos quase que na boca e saiu desfilando pela sala. Logo depois que Amanda saiu, catei uma colega pelo braço e comecei a bombardeá-la de perguntas sobre a figura. Descobri que ela é casada sim mas adora sair sozinha com os amigos. Pedi o telefone dela não me deram, procurei no Facebook e não encontrei e comecei a achar que a minha chance tinha ido pro brejo.

No ultimo dia de feira tinha uma grande festa programada numa boate que fica dentro do Pavilhão, porém lá só toca forró e musica sertaneja.

Eu então resolvi não ir, odeio esse tipo de música. Mas, a vida nos prega algumas surpresas e neste caso, uma surpresa boa.

Estava no meu estande sentado quando Amanda entrou a mil por hora. Me cumprimentou com aqueles beijinhos ousados perto da boca e disse que anoite prometia, pois depois das 22h a festa iria bombar no Saloon. Eu disse que não iria mas ela pediu que eu fosse, disse que toda a turma estaria lá, inclusive ela.

Amanda estava de calça de couro preta, bota cano alto e salto uma blusa preta e cabelos soltos. Sua boca estava brilhando de tanto gloss e seu cheiro como sempre tomando conta do ambiente.

Assim que ela saiu, minha secretária riu e disse que a farra estava garantida, pois segundo ela, Amanda estava vestida pra matar ou morrer.

Terminou a feira, fomos pra festa. Eu e um amigo chegamos na boate por volta das 23h30 e num canto afastado estava Amanda e o resto da turma. Nas suas mãos uma garrafa de Skol Beats. Amanda dançava sensualmente, seus cabelos esvoaçavam, ela olhava com cara de quem sabia que estava provocando, segurava nas cadeiras, rebolava até o chão, subia, descia de novo e eu simplesmente não conseguia disfarçar. A loira abriu outra garrafa, depois mais uma e a cada gole a coisa parecia esquentar mais.

Foi ai que começou meu pesadelo. Eu não sei dançar, forro ainda muito menos e ao começar uma sessão interminável, Amanda me puxou pra dançar. Eu fui, mas mais por tesão do que pela musica.

Quando começamos as pernas dela entrelaçaram entre as minhas. Suas pernas grossas iam se esfregando, o meu corpo foi esquentando, ela suando, aquele movimento todo deixou de ser uma dança e virou uma guerra de provocações. Amanda sorria, me olhava dentro dos olhos, mordia os lábios, sussurrava algo em meu ouvido que eu não entendia por causa do volume do som.

A sessão acabou e nós continuamos grudados, dançando sei lá o que. Minhas mãos estavam na sua cintura e as mãos dela estavam em volta do meu pescoço. A galera saiu pra beber e nós fomos dançando ate um canto mais escuro, eu puxei seu corpo pra perto do meu e ela sentiu que meu pau já estava pra lá de duro. Ficamos assim até que eu não resisti e disse que o cheiro dela era bom, a abusada retribuiu dizendo que eu não tinha visto nada ainda. Não aguentei e fui bem perto da sua orelha e respirei fundo, sua pele arrepiou, beijei de leve seus lábios e Amanada me apertou contra ela e quando voltamos nossas bocas já estavam uma em busca da outra pro nosso primeiro beijo.

Aliás, que beijo. Um beijo capaz de deixar qualquer um sem rumo.

Uma boca grande, quente, uma língua atrevida e ágil ao mesmo tempo. Ficamos ali e ela me chamou pra sairmos, afinal de contas ela é casada.

Fomos pro estacionamento e já entramos no meu carro pela porta de trás. Ali começamos uma guerra de nervos. Eu querendo tudo e ela me provocando. Abri sua blusa mas ela não deixava eu cair de boca nos seus seios, ela colocou meu pau pra fora mas eu não deixava ela chupar, até que a coisa foi ficando incontrolável e ela resolveu se livrar das suas roupas por inteiro.

Numa eu pude ver de perto o mulherão. Pernas grossas, poucos pelos na boceta, porém loirinhos. Sua boca veio em direção ao meu pau e engoliu ele quase todo. Amanda não me chupava, ela sugava, fazia pressão tanto com a boca quanto com as mãos. Chupou até cansar a boca e se abriu me oferecendo a xana pra eu cair de boca. Uma boceta carnuda, rosada, molhada de tesão e cheirosa. Chupei até que ela gozasse na minha boca, depois subi com a cara melada em direção aos seus lábios e começamos a nos beijar. Amanda com as pernas abertas e meu pau roçando na porta do seu sexo. não demorou muito e com as mãos ela me puxou em sua direção, o pau foi entrando, ela arfou, mordeu meu ombro e arranhou com violência as minhas costas.

Comecei a estocar, ela pedia mais força, pediu pra apanhar na cara e apanhou. Depois do segundo gozo ela pediu pra sentar na minha pica, sentou, rebolou gostoso enquanto eu espalmava a sua bunda enorme (Siliconada, me disseram) meti o dedo nocuzinho e ela enlouqueceu na minha mão, passou a subir e descer com uma rapidez incrível e eu gritei dizendo que ia gozar. Amanda saiu de cima de mim e voltou a chupar meu pau e ficou lá ate sentir os primeiros jatos de porra na sua boca.

Depois da trepada dentro do carro, nos vestimos e voltamos pra boate. Fui no banheiro lavar a cara pra diminuir o cheiro de boceta. Ao voltar pra pista Amanda estava conversando com Jaqueline, uma amiga nossa, também casa e muito gostosa.

Quando me aproximei, Amanda se despediu e disse que tinha que ir embora, pois o marido já tinha mandado algumas mensagens. Então, assim que ela saiu, Jaqueline se aproximou e sussurrou no meu ouvido.

- Voce heim, pra quem não queria vir pra festa.

- Não sei do que você está falando.

- Deixa de ser cara de pau que a sua boca esta cheirando a sexo

- Quer sentir o gosto?

- Quero, mas não aqui. Vamos marcar.

Depois disso eu e Jaqueline começamos a dançar forro. Eu suava que nem tampa de chaleira e ela se esfregava ao máximo em mim e eu nela. Meu pau deu sinal de vidas mas ela mandou eu me controlar pois tinha amigos de trabalho na pista. Horas depois eu fui embora e Jaqueline também.

Como nossos carros estavam próximos, nos despedimos com um beijo roubado e a promessa de uma outra farra que em breve espero compartilhar com vocês.




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