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Marcelo & Sonia 40 - A Esposa Safada 1


autor: MarceloDias
publicado em: 11/10/16
categoria: lésbicas
leituras: 7392
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Marcelo & Sonia 40 – A Esposa Safada

Eu e minha esposa estávamos num momento maravilhoso, felizes com o tipo de vida que estávamos levando. Eu sentia um prazer louco em saber que minha esposa dava para outros homens e gostava de mulheres. Eu e ela sem perceber fomos nos tornando bi. Não existia mais nada proibido, tudo era permitido.

No nosso prédio, cada apartamento tinha direito a duas vagas de garagem, uma do lado da outra. Eu e Sonia estacionávamos nossos carros juntos, a garagem estava sempre cheia. Uma manhã Sonia saiu cedo para resolver algumas coisas e voltou às onze da manhã. Estava doida para fazer xixi, entrou na garagem e estacionou o carro na primeira vaga que viu. Subiu correndo desesperada, já entrou no banheiro mijando na calça legging que usava, quando conseguiu se sentar no vaso já tinha se mijado toda. Sonia tomou um banho e deitou nua na cama.

Acabou pegando no sono, acordou um tempo depois com o interfone tocando. Era o porteiro avisando que o carro estava na vaga de uma moradora, ela estava com presa e muito irritada querendo estacionar. Sonia colocou uma camiseta, um short de malha estampado muito curto, colado no corpo, uma sandália e desceu.

Quando chegou na garagem, viu uma mulher falando alto. Ela era gostosa demais, tinha o corpo farto, minha esposa ficou olhando maravilhada para o corpo dela. A mulher tinha 49 anos, 1,73 altura, 78 kg, branca, cabelos alourados, lisos e curtos, rosto redondo, olhos negros, lábios grandes e grossos. Usava uma blusa branca e uma calça legging colada no corpo, tinha os seios fartos, os quadris largos, 110 de quadril, as coxas muito grossas, a boceta exagerada e a bunda enorme.

Cadê a porra da piranha que deixou essa porcaria na minha vaga. Ela falava com os dois porteiros aos gritos. Sonia estremeceu quando ouviu aquilo, ficou sem saber o que fazer. Ela já esta descendo Dona Edilene. A mulher continuou falando aos gritos É uma folgada larga o carro, na minha vaga e não vem tirar. Eu estou parada aqui a mais de 15 minutos esperando a piranha descer para poder usar a minha vaga.

Sonia se aproximou deles, eu não sou piranha, peço desculpa à senhora pelo que aconteceu, disse toda educada. A mulher olhou para Sonia com raiva e falou aos gritos. Então tira logo essa porra da minha vaga. Sonia encarrou o olhar dela, Se a senhora não falar comigo direito, eu não vou tirar. Sonia não teve tempo de nada. A mulher voou em cima dela e deu um empurrão nela, sua mão acertou em cheio a cara de Sonia.

Minha esposa, sempre foi calma e educada, nunca foi de brigar, não gostava de brigas. Ela encostou minha esposa contra a parede, pegou ela pelos cabelos e foi dando na cara dela, Sonia não conseguiu se defender, a mulher era mais forte e foi dando só na cara dela, tapas fortes de mão aberta. Os porteiros custaram a separar as duas, quando conseguiram, minha esposa já tinha apanhado muito. Sonia entregou a chave do carro a um dos porteiros e subiu chorando. Edilene continuou provocando, xingando, estava completamente descontrolada.

Um dos porteiros levou minha esposa até o elevador, perguntando se ela queria chamar a policia. Sonia balançou a cabeça dizendo que não. Ela não deixou o porteiro subir com ela, entrou no elevador sozinha, chorando, seu corpo tremia. Entrou em casa e deitou na cama chorando, sentia o rosto inchado, dos tapões que tinha levado de Edilene, ficou chorando na cama. Sentiu seu corpo quente, sua boceta melou lembrando dos tapas que levou na garagem. Não queria ficar excitada, não podia aceitar apanhar daquela mulher. Sua boceta estava carente de carinho, ela desceu o short e ficou nua, sua mão se perdeu no meio das suas coxas, seus dedos invadiram sua boceta melada, seu corpo tremeu todo, ela gozou gemendo alto, lembrando dos tapas que a mulher tinha dado na sua cara.

Sonia ficou muito perturbada com tudo que aconteceu na garagem, passou a tarde inteira na cama sem animo para nada, não conseguia parar de pensar na mulher que tinha batido nela. O jeito grosseiro dela, o corpão grande, a maneira desrespeitosa que ela tinha tratado minha esposa, chamando ela de piranha. Sonia sentiu vergonha de ter apanhado na cara na frente dos porteiros e não ter tomado nenhuma atitude.

Estava nervosa, seu rosto estava bem inchado e ferido pelas unhas dela, ficava o tempo todo lembrando do que tinha acontecido, seu corpo ficava quente e excitado quando lembrava do que Edilene tinha feito com ela, sentia sua boceta molhada, pedindo carinho.Pela segunda vez naquela tarde Sonia acariciou a boceta, deixou seus dedos se perderem dentro da sua boceta, gozou de novo, lembrando das tapas que Edilene deu na sua cara.

Sonia só me contou tudo de noite, quando cheguei encontrei ela deitada, chorosa, vi como seu rosto lindo estava inchado e com ferimentos de unha. Abracei seu corpo nu, ela me contou chorando tudo que aconteceu. Perguntei se ela queria ir a policia e fazer um exame de corpo e delito, Sonia não quis. Eu queria subir e falar com a mulher, ela não deixou. Contou-me envergonhada que tinha ficado excitada e tinha se masturbado duas vezes lembrando das tapas que a mulher tinha dado nela. Ela chorou dizendo que estava com vergonha de estar sentindo aquilo.

Beijamos-nos e fui acalmando ela. Você sempre gostou de apanhar na cara, ela só acendeu esse teu desejo. Sonia me olhou, me fode pediu. Acabei de tirar a roupa e montei nela, meu pau duro se perdeu dentro da boceta quente e melada dela. Meti demoradamente fodendo à boceta deliciosa da minha esposa, gozamos juntos abraçados, nossos corpos adormeceram grudados.

No dia seguinte, Sonia desceu para comprar algumas coisas na rua, usava um óculos escuros tentando disfarçar o rosto ainda muito inchado. Os porteiros e alguns moradores a pararam e ficaram falando que ela devia dar queixa na polícia.

Sonia comprou algumas coisas e voltou a pé para casa, quando entrou na nossa rua, viu Edilene andando na mesma calçada na direção dela, a mulher usava uma blusa de malha branca cheia de desenhos e uma calça legging rosa, a calça mostrava o seu corpo grande e roliço, Edilene tinha os peitos grandes, os quadris muito largos, as coxas grossas, a boceta era enorme, a calça muito justa, mostrava o bocetão inchado e a bunda farta e redonda. Elas se olharam, Sonia não conseguiu parar de olhar para ela. Edilene viu como Sonia olhava com desejo para o corpo dela. Sonia sentiu seu corpo estremecer quando Edilene passou por ela, olhando ela nos olhos.

Sentiu-se dominada pelo olhar dela, foi andando e olhou para trás. Viu que Edilene tinha parado para falar com uma senhora e olhava para ela. Aquilo deixou Sonia ainda mais perturbada, foi para casa e se refugiou na sua cama, deitou nua, sua boceta escorria carente querendo carinho, gemeu acariciando o grelo duro, ainda sentia o rosto inchado, gozou lembrando do corpo farto daquela mulher e das tapas que tinha levado.

Alguns dias se passaram e o rosto da minha esposa foi voltando ao normal, nem parecia que ela tinha apanhado na cara. Sonia continuava atraída por Edilene, não conseguia parar de lembrar das tapas que tinha levado..

Sonia nunca mais viu Edilene depois daquele dia na rua. Tinha decidido que da próxima vez que encontrasse com ela ia falar com ela e tentar mostrar que não teve culpa. Se fosse preciso pediria desculpas para ela.

Uma manhã Sonia desceu cedo, estava linda com um vestido de alça muito justo e curto, mostrando as coxas grossas e a bunda enorme que o vestido realçava ainda mais. Foi ao banco, comprou algumas coisas, estava voltando para casa, quando viu Edilene andando na mesma calçada. Ela usava uma blusa branca de alça e uma calça legging preta, estava ainda mais gostosa vestida daquele jeito. Sonia ficou olhando com desejo para o corpo dela, Edilene percebeu que Sonia olhava para o seu corpo. A mulher foi passando, olhando seria para ela.

Sonia tomou coragem e falou. Dona Edilene, por favor, posso falar com a senhora. Edilene parou e encarrou ela. Fala, disse secamente. Sonia sentiu seu corpo tremulo, aquele dia na garagem. Edilene não deixou ela falar. Aqui não é lugar para falar disso. Vai no meu apartamento hoje de tarde e a gente fala da garagem, eu moro no 602. Ela seguiu sem se despedir, deixando Sonia parada como uma idiota.

Sonia voltou para casa nervosa e excitada, o jeito frio que Edilene a tratou, deixou Sonia sem saber o que fazer. Ela se sentia atraída por ela desde o dia que apanhou na cara, por outro lado, tinha medo de ir na casa dela e se decepcionar, ser humilhada por ela.

Passou o resto da manhã sem saber o que fazer. Acabou decidindo ir na casa dela. Tomou um banho, se perfumou toda, colocou uma blusa de malha amarela bem curta e um short de malha fina estampado bem justo, Sonia ficava indecente com aquele short, a bunda ficava enorme e dava para ver como a boceta dela era grande. Se olhou no espelho, ficou admirando o exagero de bunda que ela tinha, colocou uma sandalinha baixa.

Às 14 horas, Sonia subiu ao apartamento dela, desceu do elevador e tocou a campainha do 602, escutou passos e a porta se abriu. Edilene a encarou seria, estava descalça e usava um robe curto amarado na cintura que ia até o meio das coxas. Entra, ela mandou, Sonia entrou e ela fechou a porta. Meu nome é Sonia, disse. Eu sei seu nome, ela disse. Edilene andou até o meio da sala. So então Sonia olhou a casa dela. Era uma sala grande, com vários sofás ao fundo, uma mesa de centro, uma TV enorme presa na parede.

Eu queria falar com a senhora sobre aquele dia na garagem. Ela encarou Sonia, você não veio aqui para falar daquele dia na garagem, você veio aqui para apanhar na cara de novo. Você gostou das tapas que levou na cara. Não tomou nenhuma atitude, foi para casa chorando. Sonia ficou sem saber o que dizer. Você veio aqui por minha causa, eu vejo como você me olha quando passa por mim. Edilene abriu o robe mostrando seu corpo todo para Sonia. Ela deixou o robe escorregar pelo corpo e cair no chão. Sonia ficou olhando cheia de desejo para o corpo dela.

Edilene era gostosa, a pele era branca, os seios muito grandes, os mamilos rosados, os bicos pontudos. Os quadris eram mais largos que o da minha esposa, Sonia tem 108 e Edilene 110 de quadril. As coxas eram grossas e roliças, a boceta grande, cheia, inchada e muito peluda, tinha uma mata de pelos claros no meio das pernas, Edilene andou pela sala se mostrando para Sonia, exibindo a bunda gostosa, grandona e redonda. Era isso que você queria ver, ela provocou.

Sonia olhava fixamente para a boceta dela. Gostou da minha boceta, ela falou, fazendo Sonia olhar para ela. Eu acho à senhora linda demais. Ela continuou olhando para minha esposa. Eu sei, esta no seu olhar. Edilene falou andando até uma poltrona no canto da sala, ela sentou nua de frente para Sonia e abriu as coxas, mostrando a boceta peluda para minha esposa. Sonia olhava com tesão para a boceta dela. Edilene olhou para Sonia. Vem eu sei que você quer a minha boceta. Sonia sentiu seu corpo quente e tremulo. Não resistiu, andou até Edilene e ajoelhou aos pés dela. As duas se olharam cheias de desejo. Beija meus pés, Edilene mandou.

Sonia beijou os pés dela, submissa as ordens daquela mulher, sua boca passeou pelo seu pé, beijando o peito do pé, lambendo, Edilene suspendeu o pé, esfregando na cara da minha esposa, ela abocanhou os dedos, chupando. Sonia segurou o pé de Edilene com as duas mãos e chupou a sola grosa com paixão, seus lábios grossos se esfregaram no pé dela, beijando, lambendo, e chupando.

Edilene acariciava a boceta se deliciando com os carinhos que recebia nos pés. Ela encarrou Sonia toda aberta exibindo a boceta. Olha como a minha boceta é grande e peluda, você gosta de boceta, ela perguntou. Sonia a olhou nos olhos, adoro, sua boceta é maravilhosa, eu gosto de boceta grande como a tua. Edilene sabia que minha esposa estava morrendo de desejo por ela.

Sonia olhava completamente seduzida para a boceta. A boceta era enorme, peluda, o grelo era grosso e rosado na ponta, ela tinha o grelo muito avantajado, os lábios muito grossos e grandes. Chupa minha boceta, mata tua vontade, eu quero sentir teu bocão no meu bocetão, ela falou pegando Sonia pelos cabelos e trazendo sua boca para a boceta dela.

Sonia beijou a boceta peluda de Edilene, chupando o grelo duro, lambendo, sentindo os pelos grossos na boca, sua língua invadiu a boceta, fazendo Edilene gemer, ela chupou os lábios grossos da boceta, sentia as mãos da mulher enterrando sua cara na boceta, exigindo sua boca. Sonia mamou o bocetão de Edilene, fazendo ela gemer, que boca deliciosa, chupa com vontade, assim, você sabe chupar uma boceta, você chupa igual uma puta. O jeito que Edilene falava deixava Sonia ainda mais doida.

Sonia chupou a boceta de Edilene, se deliciando com o gosto da boceta, sua língua deixava Edilene completamente fora de si. Ela segurava Sonia pelos cabelos enterrando a cara dela no meio das suas coxas. Ela não agüentou e gozou na boca da minha esposa.

Edilene ficou sentada com as pernas abertas, Sonia continuou ajoelhada com o rosto na coxa grossa dela, sua boca ficou beijando a boceta. Edilene fez Sonia olhar para ela, Eu sei que você é casada, eu não vou contar para ninguém, se abre comigo. Naquele dia na garagem, eu fiquei com raiva, bati na tua cara e você subiu chorando. Eu achei que você ia fazer um escândalo, dar queixa para o sindico e você não fez nada. Você gostou de apanhar na cara. Sonia segurou a mão dela e beijou. Gostei. Eu subi chorando, em casa deitei e fiquei chorando, ficava lembrando e fiquei excitada, me masturbei, gozei lembrando das tapas que você deu na minha cara.

Edilene acariciava os cabelos dela, eu gostei de bater na tua cara, naquele dia que a gente cruzou na rua, eu vi como seu rosto estava inchado, você ficou me olhando e eu vi pelo jeito que você me olhou que você gostou de apanhar, você ficou olhando para minha boceta. Sonia beijou a coxa dela, sentindo ela acariciar seus cabelos, eu gostei de você quando te vi na garagem, achei você gostosa, ai você bateu na minha cara e eu me apaixonei, não parava mais de pensar em você.

Edilene fez Sonia levantar e sentar no colo dela. Elas se olharam e as bocas se procuraram, os lábios se uniram, Sonia abriu a boca, sentiu sua língua se esfregar na língua dela, as salivas se misturarem. Beijaram-se com paixão. Edilene beijava de um jeito bruto, chupando os lábios grossos de Sonia. Eu vou querer bater mais nessa cara linda. Sonia beijou os lábios dela, bate, eu tô doida para apanhar na cara.

Ela segurou firme nos cabelos de Sonia e deu um tapão de mão aberta na cara dela, Sonia olhou assustada para ela, o segundo tapão foi ainda mais forte, sentiu o rosto quente, chorou quando a mão de Edilene acertou seu rosto pela terceira vez. Edilene foi batendo na cara, deixando o rosto delicado da minha esposa inchado. Sonia se abraçou ao corpo dela, sua boca procurou a dela. Beijaram-se com desejo.

Edilene acariciou os cabelos dela, quando uma mulher bate na cara da outra, vira dona da que apanha, eu agora sou tua dona. Sonia beijou o rosto dela, eu sei, você é minha dona desde daquele dia na garagem, que você deu na minha cara.

Edilene estava nua e Sonia continuava vestida, tira essa roupa, eu quero ver você nua, ela mandou. Sonia levantou do colo dela e jogou a sandália para o lado, ficando descalça, tirou a blusa, seus seios estavam duros, os bicos inchados e excitados. Ela tirou o shortinho, ficando só de calcinha. Tira a calcinha, Edilene mandou, olhando com desejo para o corpo dela. Sonia tirou a calcinha, ficando nua na frente de Edilene, ela acariciou a boceta, mostrando como a boceta dela era grande, virou mostrando o rabão enorme, queria que Edilene visse como sua bunda era exagerada. Viu como a mulher olhava com desejo para sua bunda.

Edilene levantou e abraçou minha esposa, beijando ela na boca. As duas se beijaram cheias de fogo, as bocetas se encontraram, se esfregando uma na outra. Sonia sentia os pelos grossos da boceta dela na sua boceta. Edilene acariciou o bundão da minha esposa. Você é muito gostosa, tem um rabão enorme, abre a bunda para mim. Ela mandou, fazendo Sonia ficar de costas para ela.

Sonia abriu a bunda enorme com as duas mãos, que cu delicioso, ela falou acariciando o cu, Sonia gemeu sentindo o dedo forçar, o cu se contraia, pedindo para ser tocado. Sonia sentiu o dedo cheio de cuspe, o cu se abriu recebendo o dedo comprido de Edilene. Ela gemeu, apertando o dedo todo enterrado no cu. Edilene deu um tapão forte no rabão dela, fazendo sua bunda estremecer. Sonia gemeu manhosa, quando Edilene enterrou dois dedos no seu cu, fazendo ele se abrir ainda mais. Você tem um cu delicioso, teu cu engole meu dedo todo, você gosta de um carinho no cu, Edilene provocava. Gosto, eu adoro que fodam meu cu, Sonia falou fora de si. Esse cuzão já levou muita vara, você já deu muito esse cuzão, não deu, Edilene continuou provocando, dei, eu gosto de dar a bunda, eu fico doida quando dou a bunda.

Minha esposa passou a rebolar e empurrar a bunda para trás, sentia os dedos entrando e saindo do cu, Edilene fodia seu cu, deixando ela louca. Aiii Edilene eu adoro isso, aai meu cu, que dedo gostoso, eu fico doida, você fudendo meu cu, assim eu não agüento, eu vou gozar. Edilene passou a enterrar os dedos mais forte, Sonia sentiu seu cu piscar, apertando os dedos dela. Suas pernas tremeram e ela gozou com os dedos de Edilene enterrados no cu, teve que se abraçar nela, seu corpo estava quente e sua boceta escoria.

Edilene abraçou Sonia, se beijaram com desejo, Ela fez Sonia ajoelhar e encostou a boceta na sua boca. Sonia abraçou a cintura dela e beijou sua boceta enorme, sentiu os pelos grossos da boceta na boca, Edilene a segurou pelos cabelos com brutalidade e fez Sonia olhar para ela. Eu vou mijar nessa boca linda. Fez Sonia encostar os lábios grossos na boceta, abre à boca, ela mandou, Sonia obedeceu, sentiu o jato grosso e quente encher sua boca, minha esposa sentiu um tesão doido, sua boca colou na boceta, deixando ela mijar na sua boca. Edilene mijou demoradamente, viu que Sonia bebia com prazer. O xixi farto e branco de Edilene escorria pelo canto dos lábios, descendo pelo corpo de Sonia. Quando você estiver aqui em casa, eu só vou mijar na sua boca. Minha esposa estava completamente seduzida, O jato foi ficando fraco e Sonia ficou chupando o pouco que escoria.

Edilene fez Sonia levantar, sua boca procurou a dela, as línguas se esfregaram, uma chupando a outra. Sonia beijava a boca de Edilene, de um jeito apaixonado, sentiu as mãos dela pegarem na sua bunda e abrirem seu bundão, o dedo acariciou o cu. Eu ainda estou com tesão no cu, Sonia falou para ela. Eu vou acabar com esse tesão que você está sentindo no cu, eu vou-te foder toda, sua vagabunda, vou te tratar igual uma piranha, vou te comer no meu quarto. Sonia beijou os labios dela, me enche de porrada, pediu. Você vai apanhar muito nessa cara safada, vou bater muito nessa tua cara de puta. Edilene pegou Sonia pelos cabelos com brutalidade e levou minha esposa para o quarto dela.

Continua......




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