"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Gozando sem pressa...


autor: Publicitario45
publicado em: 11/10/16
categoria: hetero
leituras: 4992
ver notas


Era domingo tempo nublado, 7h40 da manhã quando meu telefone tocou. Custei a entender que alguém poderia estar me ligando em pleno domingo pela manhã.

- Bom dia safado!

- Bom dia, quem é?

- Ah safado, você me come e não se lembra de mim?

- Jaqueline?

- Aleluia heim. Tá de ressaca amor?

- Sim. E você parece estar com a corda toda heim?

- Já caminhei na praia de manhã com meu filho e agora tô quase indo ai na sua casa te ver.

- E cadê o seu marido?

- Foi pro campo de futebol ver o time dele jogar, depois vai pra casa do meu sogro e advinha quem vai busca-lo>
- Você!

- Bingo.

- Safada. Onde você está?

- Na porta do seu prédio.

- Não acredito.

- Olha da janela.

Lá estava o carro dela parado debaixo de uma árvore. Mandei uma mensagem pedindo que ela subisse, abri a porta e fui tomar um banho pra acordar. Minha cabeça parecia que ia explodir, eu estava morrendo de fome e Jaqueline parecia querer repetir a dose do dia anterior.

De dentro do box ouvi a porta fechando, Jaqueline entrou e abriu a porta do box, me viu nu e ainda meio sonolento, colocou parte do corpo dentro do box e me deu um beijo molhado, depois saiu dizendo que iria preparar um café para eu acordar.

Sai do banho e tomei logo de cara dois comprimidos para dor de cabeça, segui até a cozinha e puder perceber como Jaqueline estava bonita. Sua pele clara e cabelos loiros contrastavam com o vestido preto que cobria seu corpo até a metade das coxas, não era muito justo mas dava para perceber bem as suas curvas moldadas a base de musculação e corridas diárias.

Me aproximei e abracei seu corpo por trás, Jaqueline estava cheirosa e mexia na garrafa de café e virou de frente pra mim me oferecendo uma xícara de café sem açúcar. Tomei um gole e em seguida ganhei outro beijo.

- Dormiu bem moço?

- Nossa, desmaiei. Depois que você foi embora bebemos todas, a sua amiga sumiu ai pra dentro do quarto com meu amigo, Carlinha apagou no sofá e eu fiquei aqui bebendo.

- Voce está cheiroso, adoro este cheiro de homem que acabou de tomar banho.

- E o que a senhorita esta aprontando? Vai passar o dia comigo ou veio aqui apenas para abusar de um homem de ressaca.

- Vou passar o dia aqui, quero terminar o que começamos ontem.

- Hum...

- Adoro rapidinhas, mas isso eu faço em casa com o meu marido quando ele anima a me comer de manhã antes do trabalho. Hoje eu quero tudo.

- Tudo custa mais caro.

- Eu pago, qual o preço?

- Dorme aqui comigo?

- Isso eu não posso, mas são 8h da manhã, posso ficar aqui até as 17h.

- Ok, vou sobreviver depois que você for embora.

- Eu vou, mas posso voltar sempre que quiser.

Jaqueline me olhou fixamente, depois me beijou, deslizou suas unhas pelas as minhas costas. Senti meu pau endurecendo aos poucos, ela sorria e me beijava ao mesmo tempo enquanto me chamava de safado. Retribui as caricias passando a ponta dos dedos nas suas costas, sua pele arrepiou, ela me ofereceu o pescoço, passei a ponta da língua lentamente. Sua respiração descompassou, senti seu coração bater mais rápido e quando ela achou que rolaria ali na cozinha eu interrompi a brincadeira.

- Sem pressa. Hoje vai ser sem pressa.

- Nossa, minha calcinha já deu PT.

Fomos pra sala, eu abri as cortinas, a varanda, peguei uma xícara de café pra ela e ficamos sentados na varanda conversando. Jaqueline sentou-se ao meu lado e meus dedos continuaram subindo e descendo nas suas coxas, os pelinhos arrepiavam ao toque, ela me olhava com cara de faminta mas eu estava disposto a esticar aquele momento.

Fiquei brincando com os meus dedos, fiquei desenhando nas suas costas, passava pela nuca, pescoço, descia até o seu colo, me aproximava do bico dos seios e depois retornava, sempre tocando a pele ou parte do tecido que cobria seu corpo.

Jaqueline se mantinha com os olhos fechados, os pelos continuavam eriçados, as vezes seu corpo dava pequenas tremidas de tesão. Passei o dedo por cima do vestido fazendo círculos em volta dos bicos dos seios, já dava para vê-los duros e marcando o vestido, Jaqueline pedia para parar com a voz de quem queria mais e ficamos nesta brincadeira até terminamos o nosso café.

Saímos da varanda e fomos pra sala, abrimos o sofá que ficou do tamanho de uma cama de casal, colocamos numa rádio da TV a cabo e ficamos ali, nos beijando, um provocando o outro até que ela não resistiu e puxou a minha bermuda, puxou meu pau e começou a dar pequenas lambidas nele. O toque da sua língua me enlouquecia, eu nem me lembrava mais da dor de cabeça, ajeitei meu corpo e fechei os olhos.

Jaque parecia não ter pressa alguma, o tempo passou e ela manteve o ritmo de apenas lamber meu pau, eu pedia que ela o abocanhasse e ela respondia apenas “sem pressa”, como se tivesse me dando o troco. Eu estava adorando aquele jogo , parecia que a gente ia ficar naquele sarro pra sempre.

Ainda sem chupar meu pau, apenas dando algumas lambidas, Jaqueline puxou a bermuda me deixando completamente sem roupa.

Do meu pau ela passou a dar pequenas lambidas nas minhas pernas, começou pelas coxas, desceu em direção aos meus pés e subiu fazendo o caminho contrário. Eu já estava quase implorando para que ela enfiasse meu pau inteiro na sua boca mas Jaqueline mantinha o ritmo, seguia me provocando, deslizava sua língua por todoa os lados.

- Vire de barriga pra baixo.

Virei e Jaqueline beijou minha nuca, senti uma onda de energia percorrendo pr todo meu corpo e ela segui descendo pelas minhas costas. Parecia que para casa centímetro, um beijo molhado e quente seria dado no meu corpo. Senti sua língua passear pelas minhas costas como se estivesse desenhando em mim, sua boca subia e descia sem coordenação alguma, mas me causando um prazer indescritível

- Abra suas pernas – ordenou Jaqueline.

Olhei pra trás e ela empurrou a minha cabeça e repetiu a ordem. Abri a pernas e ela usou as duas mãos e abriu ainda mais, depois me deu um tapa na bunda que ardeu, olhei pra ela de novo e ela sorriu com cara de vadia e disse novamente “sem pressa”, com um ar de deboche.

Jaque se por cima de mim como se fosse me fazer uma massagem e na verdade ela iria. Eu que na minha inocência não percebi que na bolsa ao lado tinha um vidro de óleo, então, já percebendo a suas intenções sugeri que a gente fosse pro quarto, ela concordou e seguimos pra lá.

Deitei novamente completamente sem roupa e a disposição daquela loira abusada, ela derramou o óleo gelado nas minhas costas, senti um arrepio e em seguida o toque das suas mãos espalhando o liquido por inteiro.

Suas mão iam em todas as direções, foi me relaxando e Jaque pediu que eu abrisse as pernas novamente, derramou óleo entre elas e começou a me massagear ali, uma sensação louca de prazer. Achando pouco ela aproximou sua boca perto da minha orelha e começou a me falar um monte de sacanagem enquanto suas mãos abusavam de mim naquela posição.

- Está gostando safado?

- Voce pode viver disso.

- Safado.

- Chupa meu pau vai...

- Não, ainda não.

Jaque mal acabou de falar isso e eu senti sua língua deslizando entre minhas pernas, ela circulava, ia até o meu saco, voltava, parecia tentar me comer com a língua. Meu corpo arrepiou, senti tesão naquele banho de língua e sem sequer perceber abri mais as pernas e
Jaque me chupou por inteiro, meu pau já estava babando, um fio de porra já brotava na cabeça sem que ela sequer me chupasse, eu sentia uma energia como se estivesse prestes a gozar.

Com as mão Jaqueline virou meu corpo novamente e ara meu deleite ela estava quase nua, apenas com uma calcinha preta. Ela me olhou de novo e se aproximou dos meus lábios, nos beijamos, sua boca deslizou pelo meu pescoço, barriga virilha, passou pertinho do meu pau, seu hálito quente me dez arrepiar de novo. Sua boca tocou minhas pernas, me beijou cada uma delas demoradamente e ao retornar no sentido contrário, sua boca foi direto na minha rola. Com uma abocanhada certeira Jaque colocou meu cacete inteiro dentro da sua boca, chupou meu pau com volúpia, fez pressão na cabeça, deslizou a língua por toda extensão, lambeu meu saco, mordeu, sugou como se fosse a última chupada da sua vida e me fez gozar dentro da sua boca que não desgrudou de mim até sair a última gota.

Depois de beber todo meu gozo Jaqueline deitou no meu peito, disse que meu coração estava acelerado, meu corpo estava quente.

- Também pudera, você quase me matou.

Jaque me olhou deu um sorriso e me beijou.

- Sente o gosto da sua porra, safado.

Voltamos a nos beijar e eu comecei a retribuir a gentileza. Virei seu corpo de bundinha pra cima e fiquei por alguns instantes apreciando o corpo de Jaque. Loira, bunda grande, cintura fina, pernas grossas e bem torneadas, seios médios, barriga chapada e uma tatuagem linda no meio das costas.

Fui em direção aos seus pés, abri um pouco suas pernas e beijei cada um deles com leveza. Jaque se ajeitou na cama e deu uma suspirada mais profunda, abriu os braços, deixou as pernas semi abertas e fechou os olhos.

Com a boca próxima de seu corpo fui subindo centímetro por centímetro, sua respiração ia mudando de ritmo, seu corpo começou a remexer mais na cama, me aproximei da sua bunda e devolvi o tapa.

- Vai safado, bate na sua putinha bate, deixa essa bunda marcada.

Desferi outro tapa no outro lado da bunda. Coloquei os joelhos um de cada lado e montei em Jaqueline, puxei seus cabelos fazendo sua coluna envergar e disse que eu iria devolver tudo que ela havia feito comigo minutos atrás.

Ela riu e abriu ainda mais as pernas para me provocar. Então comecei a morder as suas pernas por trás, mordia, lambia, dava pequenos chupões para não marca-la, fiz isso por um longo tempo, e repeti na sua bunda, coxas e costas.

Peguei uma tesoura e o metal frio tocou a sua pele na altura da calcinha, Jaque se assustou e olhou pra trás perguntando pra que a tesoura e eu com um movimento só rasguei a sua pequena peça rendada, deixando seu corpo a minha disposição.

- Seu louco, como eu vou pra casa sem calcinha?

- Se vira, agora deita e abre as pernas.

Empurrei Jaque que deitou-se novamente a manteve as pernas abertas. O mesmo vidro de óleo que ela usou para me castigar estava nas minhas mãos, derramei uma grande quantidade lambuzando toda suas costas, bunda e claro entre as pernas.

Iniciei uma massagem “sem pressa”, tocando lentamente cada pedaço do seu corpo, desci pelas costas, passei as mãos meladas de óleo entre sua buda, massageei o cuzinho, o grelo, desci mais ainda pela patê interna das suas coxas. Jaque estava entregue, vencida, nem lembrava mais que a sua calcinha tinha sido cortada por uma tesoura, empinou a bunda para sentir melhor o toque da minha mão entre suas pernas, fiquei massageando seu grelo, as vezes metia um dedo e quando ela dava sinais que iria gozar eu parava e mandava ela segurar o gozo, aquela provocação aumentou o tesão de Jaque e o meu também, meu pau latejava de tesão.

Jaque se contorcia a cada toque dos meus dedos na sua boceta que a esta altura misturava o óleo com o mel que escorria entre meus dedos. Seus gemidos eram abafados pelo travesseiro e as vezes ela não se aguentava e pedia para ser penetrada.

Ao lado da cama tem um criado mudo, aliás, um não, dois e em um deles algumas pastilhas de Halls Preto, brincadeira que eu aprendi anos atrás e que cairia como uma luva naquele momento.

Meti uma pastilha na boca e enquanto ela não fazia efeito eu continuava massageando o corpo de Jaque., desta vez ela estava de gente pra mim e minhas mãos deslizavam pelos seus seios, massageavam os bicos, descia pela barriga, ia até o grelo, voltava, descia de novo, penetrava lentamente sua boceta e quando sua respiração dava sinais de que iria gozar eu diminuía o ritmo e pedia que ela segurasse o orgasmo de novo.

Depois que senti minha boca gelada, desci beijando seu corpo, abri ainda mais as suas pernas, assoprei meu hálito gelado bem na entrada da sua gruta e cai de boca. Jaque urrou, virou a coluna, puxou meu cabelo, abria a fechava as pernas as vezes me prendendo entre elas, rebolou na minha boca, teve espasmos e o Halls começou a fazer o tão esperado efeito na sua boceta, seu mel escorria se misturando com o gosto do óleo, da bala tudo misturado na minha boca, suas unhas estavam cravadas no meu couro cabeludo e seguido de um gemido mais alto, quase um urro, Jaque gozou na minha boca de forma tão intensa que a cama molhou, o suro escorreu por todo seu corpo, suas palavras ficaram desconexas e sua respiração totalmente descompassadas.

Ela ficou me olhando mas sabia que tinha mais por vir. Abri suas pernas e passei mais óleo nos dedos, empinei sua bunda, meti um dedo no cuzinho, depois o segundo e o terceiro. Jaque estava de frente pra mim olhando atentamente cada movimento dos meus dedos. Seu rabinho ia se acostumando com o vai e vem e o canal foi dilatando. Com os dedos cravados na sua bunda voltei a chupar seu grelo com a bala ainda na boca, aquela sensação térmica ia enlouquecendo Jaque que já implorava para ser penetrada, abria as pernas, se remexia como se buscasse meu pau e outro gozo veio preencher a minha boca. Novos gemidos, palavrões, espasmos, tapas, beijos ardentes, puxões de cabelo e Jaque era minha, estava entregue, e naquele momento eu poderia ter feito com ela tudo que eu quisesse.

- Esta com sede?

- Sim, respondeu ela ofegante.

Abri o frigobar e lhe ofereci agua gelada, Jaque matou a sua sede e me deu a garrafa. Enchi a boca e senti o efeito que a agua gelada faz na boca de quem chupa Halls, abri suas pernas novamente e com os lábios gelados voltei a lhe chupar a boceta. Outra troca de temperatura fez com que Jaque gemesse mais alto, perdesse a linha, me xingasse de vagabundo e o marido de corno. Os dedos melados voltaram a penetrar seu cuzinho e quando eu menos esperava Jaque voltou a gozar na minha boca.

Subi com a boca melada de mel, lhe ofereci seu gozo, sua boca parecia querer engolir a minha enquanto a cabeça do meu pau tocava a porta da gruta molhada. Jaque me virou, passou seu corpo por cima do meu e sentou de uma só vez na minha rola, passou a cavalgar incansavelmente, subia e descia na minha pica, gemia, me arranhava os peitos, xingava e auto se intitulava puta da minha cama, meus dedos foram em direção ao seu cuzinho novamente dando sinais que era ali que eu iria gozar.

- Voce quer porque quer meu rabo né cachorro?

- Sai de cima de mim e fica de quatro.

Jaque obedeceu, abriu bem as pernas, sua boceta estava vermelha,, inchada, brilhando de tanto gozo. Abri sua bunda e beijei-lhe a porta do cuzinho, meti a língua ali como ela havia feito comigo, ela gemeu, me levantei e coloquei a cabeça e fui forçando. Jaque aguentou bravamente e empinou a coluna, peguei seus cabelos como se fossem rédeas e mandei ela olhar pra mim da mesma forma que ela fazia quando dançava funk. Ela olhou e riu e ai eu comecei a socar, meter com força, uma mão no cabelo segurando como se ela fosse uma égua no cio e a outra na cintura, tapas, estocadas mais fortes,, apertei sua cintura quando senti meu gozo chegar, a energia foi intensa que meus dedos ficaram marcados nos dois lados do seu corpo quando enfim gozei loucamente dentro do seu rabo delicioso.

A cada espasmo meu um jato de porra escorria para dentro dela, ficamos assim, grudados, retomando a consciência, deitamos e mantivemos os corpos colados e Jaque acabou caindo no sono e eu também.

Estávamos num sono profundo quando o telefone dela tocou, era o corninho dizendo que ela poderia demorar um pouco mais pois eles estavam num churrasco e a farra estava boa. Jaque riu e me olhou com cara de vadia.

- Preparado para o segundo tempo?







ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.