"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A vizinha do 301


autor: Publicitario45
publicado em: 17/10/16
categoria: hetero
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Olá pessoa, este conto não é novo, mas acho que vale a pena a leitura. Aconteceu há 3 anos atrás e eu resolvi compartilhar com vocês mais uma experiência incrível. Espero que vocês gostem, boa semana a todos.

Já passava das 23h quando um grupo de crianças começou a correr enlouquecidamente em cima do meu apartamento, eu tinha acabado de me mudar para o apartamento e a família de cima também.

O incomodo era tão grande que eu peguei o interfone e liguei para reclamar com quem quer que atendesse naquele momento, 23h não é hora de criança jogar futebol dentro de apartamento nenhum.

- Boa noite!

- Boa noite! Respondeu um homem com um forte sotaque do outro lado.

- Eu acabei de me mudar para este prédio e provavelmente você não me conhece, ainda.

- Pois não, em que posso ajudar?

- Seus filhos estão jogando bola, já passou das 23h e está me incomodando.

- Desculpa, vou mandar parara.

E o cara desligou e eu fui tentar dormir e de fato o silencio tomou conta do apartamento de cima. No dia seguinte sai cedo de casa e na porta do prédio havia um cara careca, branco, alto, magro com duas crianças, provavelmente irmãos gêmeos, moreninhos, correndo atrás de uma bola. Como o vidro do carro é bem escuro, ele não me viu e eu sai pro trabalho imaginando que aquele era o cara do interfone na noite anterior.

Nas noites seguintes a cena se repetiu. As crianças corriam, eu ligava, o cara atendia e o silencio reinava. Confesso que aquela situação de ter de reclamar por uma coisa óbvia estava me irritando e eu fui falar com o sindico. Expliquei a situação, ele disse que iria reclamar com a esposa do cara pois ele ficava fora por alguns dias devido ao trabalho.

No meio da conversa eu descobri que o cara do sotaque era russo casado com uma carioca e tinham se mudado pro estado atrás de sossego.

Durante a reclamação com o sindico, ele disse que tomaria providencias e que no dia seguinte aconteceria uma reunião de condomínio, onde eu poderia conhecer os demais moradores, confirmei presença e na hora marcada eu estava lá.

Percebi que no prédio as mulheres mais interessantes são casadas, inclusive a mãe das crianças que andavam infernizando a minha vida. Ela se chama Debora, morena, quase negra, tipo mulata de escola de samba (Entendi porque o Russo casou no Brasil), mais ou menos 1,70 de altura, seios médios, bunda grande, coxas grossas e um cabelo cacheado naturalmente.

Quando o sindico me apresentou pra ela, Debora foi grossa e fria, dizendo que já me conhecia e eu retruquei dizendo que não, quem talvez poderia me conhecer era o marido dela, pois sempre que eu ligava depois das 23h era ele quem atendia.

- Não seja por isso senhor. Meu marido esta viajando e eu irei atender.

- Então isso quer dizer que seus filhos vão continuar fazendo barulho depois do horário permitido.

Começamos ali um bate-boca desnecessário, agradeci o convite do sindico e sai da sala deixando Debora falando sozinha.

No dia seguinte, logo pela manhã, quando ia saindo de carro vi Debora e as crianças brincando na entrada do prédio. Ela estava conversando com o sindico e eu fiz questão de parar o carro e sair para cumprimenta-lo. Eu estava de terno azul escuro, camisa azul clara e gravata vermelha, tinha acabado de sair do banho, o cheiro do Hugo Bossa estava dominando o ambiente e Debora me olhou com um certo espanto.

- Bom dia!

O sindico respondeu, ela apenas balançou a cabeça. Fiquei conversando com o sindico que me perguntou se eu tinha interesse em alugar a outra vaga de garagem e quando eu soube que era para o marido russo de Debora e eu disse que ele poderia usar de graça até eu ter a necessidade de ter outra vaga.

Debora disse que de graça não ia querer e ai eu disse que não iria alugar. O clima pesou, me despedi do sindico e sai sem falar com Debora, que usava um short curto e uma blusa de academia, seus cabelos estavam presos e eu pude reparar que além de um corpo bonito, sem exageros ela tinha uma boca perfeita, carnuda, bem desenhada e um sorriso avassalador.

Entrei no meu carro e fui embora. O tempo passou e eu não vi mais a Debora no prédio, as vezes eu encontrava com o marido dela no corredor e depois de alguns meses, o filho mais velho dela, passou a frequentar a minha casa, pois ele faz faculdade junto com um dos meus filhos. O moleque é gente boa, ao contrário da mãe é super educado e sabe da rusga por causa das crianças infernizando o prédio depois do horário. Disse-me que o marido da sua mãe não é pai dele e que ele trabalha com importação e exportação, por isso viaja demais.

Acho que com o passar do tempo, Debora ficou sabendo da amizade do filho dela com o meu filho e no aniversário dele, nos convidou para uma festa surpresa, meu filho foi, eu não. Neste dia, a farra foi monstra, jovens bebendo, música alta e um sobe e desce no prédio sem fim. Meu filho retornou mais cedo mas a farra virou madrugada a dentro.

Na manhã seguinte o dia estava lindo, sol rachando e eu resolvi ir para praia com alguns amigos. Como moramos perto, fomos a pé, levando apenas cadeira e guarda sol. Chegando lá, sentamos e pedimos uma cerveja, o calor estava insuportável, o mar estava agitado e a praia começava a lotar e de repente, os capetinhas chegam, o filho mais velho também e claro, a mãe estava junto. O jovem me cumprimentou, armou as coisas do lado das nossas cadeiras e Debora começou a tirar o short, depois a blusa, soltou os cabelos cacheados e sentou-se. Me olhou e por incrível que pareça acenou com a mão e um sorriso meio sem graça.

O filho mais velho de Debora acabou se aproximando e entrou na conversa, os gêmeos corriam por toda a praia, as vezes parecia que iam desaparecer no meio do povo e Debora lia um livro tranquilamente. Nós, falávamos de tudo um pouco, carros, futebol, cerveja e mulheres. Em um determinado momento, Debora pediu ao filho que passasse bronzeador nas costas, ela se levantou e todo mundo pode reparar nas suas curvas. Apesar de 3 filhos, o corpo ainda estava em dia.

Depois que retornou da agua, Debora começou a entrar na conversa, dava palpites, fazia perguntas mas nunca pra mim, apenas para os demais. Aquilo começou a me incomodar e eu resolvi ir embora.

- Já vai vizinho?

- Sim, preciso resolver algumas coisas de trabalho em casa.

- Voce não acha que trabalha demais?

- Não, estou apenas aproveitando o silencio do prédio, coisa rara.

Sai deixando Debora esbravejando sozinha, cheguei em casa, tomei um banho e fui descansar. Quando comecei a pegar no sono a campainha tocou, achei que era meu filho sem a chave e fui abrir a porta usando apenas uma cueca box branca.

Era Debora, ainda de biquíni, corpo brilhando de bronzeador. Ficamos parados, eu olhando pra ela e ela muda me encarando.

- Pois não, o que deseja.

- Vim pedir desculpas.

- Porque?

- Fui grossa com você na praia, mas você deve estar ocupado...

- Entra, não vai ser legal se alguém passar no corredor.

Puxei Debora pela mão, fechei a porta, ela entrou meio que sem querer entrar, ficamos próximos um do outro. Ela tentou falar alguma coisa, mas inevitavelmente eu comecei a ficar de pau duro na frente dela, ela percebeu, me olhou e perguntou se poderíamos ser amigos e estendeu a mão. Segurei em sua mão e sem pensar em mais nada puxei como se fosse beija-la no rosto, ela colocou as mãos no meu ombro como se fosse me abraçar, nossos corpos se colaram, ela sentiu que eu estava excitado e ficou quieta, meio assustada com a situação, elogiou meu cheiro que era apenas o perfume do sabonete líquido e um creme para hidratar a pele. De quebra eu elogiei o cheiro dela que não era nada além do cheiro do protetor solar. A gente não falava nada mas estranhamente não nos soltamos, eu aproximei minha boca do seu pescoço, ela tentou sair e eu a segurei, Debora não resistiu, encostou de vez o corpo em mim sentindo toda a minha excitação.

Minhas mãos que estavam tocando de leve na sua cintura agora já envolvia o seu corpo e eu beijei seu pescoço, Debora soltou um suspiro, eu a encostei na parede da sala, os lábios se encontraram, começamos a nos beijar, a intensidade foi aumentando, ela abriu um pouco as pernas, sentiu meu pau tocando sua xana separada apenas pelos tecidos da minha cueca e do seu biquíni. Minhas mãos foram até a sua bunda, apertei como se fosse cravar as unhas nela e Debora rapidamente se desvencilhou de mim evitando o que parecia ser inevitável.

- Não podemos, falou ela sem ar.

- Podemos sim.

Puxei ela e seu corpo totalmente sem força veio em minha direção.

Seu corpo estava entregue, suas pernas bambas, sua pele eriçada com as mordidas que eu dava no seu pescoço e na orelha. Quando levei minhas mãos para desfazer os lacinhos do seu biquíni o interfone tocou, foi como um balde de agua fria, ela saiu de perto, abriu a porta e saiu rapidamente.

Quando atendi o interfone era meu filho e o filho de Debora, abri o portão e me deparei com a bolsa de praia dela caída no chão da sala.

Peguei rapidamente e guardei no meu guarda roupa. O dia passou tranquilamente, quando vi que meu filho tinha saído e o filho de Debora tinha ido junto, chamei ela no interfone e avisei da bolsa. Ela disse que não poderia descer pois tinha visita na casa dela e que na manhã de domingo ela pegaria, já que os gêmeos ia passar o dia na casa dos avós.

Confesso que apesar de não gostar do domingo, fiquei louco pra ver o tempo passar, mas parece que o relógio tinha parado, o sábado demorou a terminar, a madrugada parece ter sido ainda mais e o domingo custou a chegar e quando chegou, chegou com um calor insuportável, quente, abafado e meu filho saiu cedo de casa pra ir a praia com os amigos, incluindo ai o filho de Débora.

Fiquei em casa quieto, esperando Debora buscar suas coisas, ouvi uma gritaria infernal no corredor, era ela descendo com os gêmeos que entraram num carro e foram passar o dia fora. Quando ela subiu veio direto ao meu apartamento, tocou a campainha e eu abri a porta usando apenas uma cueca box como no dia anterior. Não disse uma palavra sequer, peguei Debora pelas mãos e puxei ela para dentro da sala, tínhamos tempo e eu não queria perder um segundo sequer.

Ela entrou e eu já beijei seus lábios, puxei seu corpo pela cintura e ela veio com aquelas pernas meio abertas que facilitam o encaixe. Iniciamos uma séria e beijos e abraços sem fim, ela usava um vestido amarelo meio curto, tecido fino que dava para sentir sua pele. Nossas mãos pareciam travar uma guerra, deslizavam, percorriam o corpo alheio, subia, descia, as alcinhas do vestido dela foram colocadas de lado, o tecido caiu, seus seios ficaram de fora e eu cai de boca em um depois o outro.

Mamando intensamente ali, levei Debora até o sofá, dela sentou, eu me ajoelhei na sua frente e continuei mordendo seus seios, ela gemia baixinho, abriu as pernas e eu fui descendo em direção a sua calcinha.

Debora colocou os pés em cima do sofá, eu cheguei o tecido pro lado, a calcinha já estava melada, uma barra escorria de dentro do seu sexo, chupei com vontade até que Debora gozou na minha boca rebolando para sentir cada centímetro da minha língua que teimava em penetrar sua boceta completamente molhada.

Quando me levantei, Debora puxou minha cueca de uma vez só, meu pau latejava de tesão, ela segurou com uma das mãos e meteu ele inteiro na boca, começou a me chupar, pediu que eu me sentasse e como uma loba no cio chupou meu pau de todas as formas possíveis, depois veio até minha boca, beijou meus lábios e sentou na minha pica, deixando ele entrar inteiro, de uma vez só, rasgando sua xana por inteiro.

Debora começou a rebolar, quicava na minha rola e como nada na vida é pura perfeição seu telefone tocou, era o marido, ligando para saber das crianças. Sua respiração estava ofegante, ela mal conseguia falar, fez sinal com o dedo para que eu ficasse quieto, foi levantando, pegou a sua calcinha que estava o chão.

O marido perguntou porque ela estava ofegante, ela disse que tinha subido a escada correndo e estava no banheiro indo tomar banho, pediu que ele ligasse depois e desligou atordoada.

- Não posso fazer isso com meu marido.

Me aproximei e voltamos as nos beijar, nossas mãos começaram aquela guerra de novo mas Debora se desvencilhou de mim e saiu carregando sua bolsa.

Naquele dia não me restou outra saída a não me masturbar. Acho que foi uma três vezes, sendo que a primeira, eu gozei uma quantidade absurda e fiquei imaginando aquela porra toda jorrando dentro da boca de Debora.

O fim de semana acabou, segunda-feira chegou e todo mundo saiu de casa cedo, menos eu. Resolvi ficar trabalhando em casa, é mais sossegado do que na agencia. Exatamente às 8h45 a campainha toca insistentemente. Quando eu abro vejo Debora, toda linda dentro de um vestido estampado, cabelos presos. Abri e ela apenas entrou, não disse nada e me beijou com volúpia.

- Preciso terminas hoje o que começamos ontem. Me leva pra sua cama agora.

Tranquei a porta e levei Debora pro quarto, a gente tinha até as 12h pra fazermos tudo que desse na telha. Debora estava insana, tirou minha camisa, minha bermuda, minha cueca e colocou meu pau pra fora, me empurrou na cama, subiu em cima de mim e começou a me dar um verdadeiro banho de língua. Deu uma pausa e se livrou das suas roupas, ficou apenas de calcinha, voltou a me chupar com vontade, meu pau pulsava dentro da sua boca e eu me controlando pra não gozar. Ela batia com a pica na sua cara, esfregava o cacete no rosto, beijava, chupava, mordia, lambia e engolia ele inteiro.

- Assim você vai me fazer gozar na sua boca.

- Esta esperando o que?

Ouvindo isso gozei! Senti os jatos de porra explodindo dentro de sua boca, segurei sua cabeça tentando enfiar meu pau o mais fundo possível, me mexia como se estivesse metendo numa boceta quente, gozei como um cavalo e Debora não desperdiçou uma gota de porra sequer.

Meu pau foi amolecendo mas a cabeça ainda estava sensível, ela sabia disso e continuou, gritei de tesão, uma aflição porque mistura prazer e uma sensação tão inexplicável que parece ser dor, mas não é.

Depois que ela soltou meu pau, limpo de tanto chupa-lo, eu fui em direção a sua boceta. Estava babando dentro da calcinha branca, dava para ver a mancha de mel escorrendo. Com um golpe só me livrei dela, cheguei perto, respirei fundo, senti o cheiro do seu tesão e passei a língua de leve, Debora gemeu, puxou minha cabeça e com as pernas me prendeu com a boca grudada na sua boceta – chupa logo – ordenou.

Chupei aquela boceta ensopada, o mel escorria, molhou a cama, meti um dedo enquanto acariciava o grelo, Debora tremeu, sentiu uma onda de choque percorrer pelo seu corpo, gozou, abriu e fechou as pernas várias vezes, o suor brotou no seu corpo, seus gemidos ficaram mais intenso, ela continuava se remexendo na minha boca buscando gozar até esgotar a ultima gota de energia do seu corpo.

Subi pela sua barriga beijando o seu corpo em direção a sua boca.

Debora abriu as pernas e meu pau foi entrando com facilidade, sua boceta estava úmida, quente e é muito apertada. Apesar de não ser fã da posição papai e mamãe, Debora começou a rebolar o corpo por debaixo do meu, um gingado impressionante, eu estava praticamente parado e ela se mexia, o ritmo da transa era ditado por ela e rapidamente ela gozou de novo, mordeu meu ombro para não gritar e quando os espasmos foram diminuindo, giramos o corpo e ela passou a cavalgar por cima de mim.

Minhas unhas estavam cravadas na sua bunda, as vezes eu passava os dedos entre sua bunda tocando levemente o seu cuzinho e Debora gemia mais forte dando sinais de prazer ali.

Arrisquei meter um dedo e ela aceitou bem, coloquei dois e ela continuou rebolando na minha pica e quando meti o terceiro ela se levantou, ficou de quatro, empinou a bunda e me chamou.

Dei uma lambida na portinha do seu rabinho e ela arfou, enfiou a cara no travesseiro, esperou que meu pau fosse entrando centímetro por centímetro ate alojar-se por inteiro. Segurei aquela morena pela cintura, meti com força, socava cada vez mais rápido e dava uns tapas na sua bunda. Debora pedia mais, gemia e parecia chorar de dor e prazer, o pau foi pulsando, o tesão e o calor tomou conta do meu corpo e mais uma vez eu gozei enchendo aquele rabo guloso de porra.

Ficamos deitados na minha cama por alguns minutos, Debora desabafou sobre o casamento e me pediu que eu não a procurasse mais. Concordei mas deixei claro que se ela viesse até a minha casa a promessa cairia por terra, e ela veio, mas isso eu conto amanhã.

Boa semana a todos.







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