"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Nana: menina, rainha, dona, só minha!


autor: Morpheus
publicado em: 19/10/16
categoria: romance
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Nada é mais gratificante para um homem que isto: Tornar-se dono das noites de uma mulher!

Para Nana, até mesmo as mais vãs e soturnas noites eram preenchidas com encontros simples que passaram a ser madrugadas cheias de novas sensações. Sim, meus caros amigos, ela havia encontrado enfim alguém para compartilhar da vida, do amor, filosofar, trocar confidências e por que não com os contos eróticos que antes eram as únicas coisas que faziam seu corpo viajar no mesmo balanço de sua mente outrora solitária!?

Mel é um homem de mente aberta e capaz de expandi-la até mais, deixando-se experimentar pelos olhos e ouvidos e sentidos de uma existência capaz de fazê-lo sentir a cada dia uma pessoa melhor, e fazer fluir dele o melhor. Não havia nada que pudessem compeli-los a cobrar um ao outro a não ser não permitir que toda essa magia pudesse acabar. Seguiam suas próprias vidas, totalmente libertos de usos e costumes que pudessem acorrentá-los, a fim de cumprir um protocolo exigido pela sociedade.

Porém, sabiam da necessidade de ter um ao outro, que tudo aquilo tinha um sentido que precisava ser cumprido na vida deles. Melqui se aproximava dela toda vê como que enfermo pelos seus toques, desesperado pelo calor do seu corpo. Desde o primeiro momento que Nana por ele foi achada, inutilmente esforçava-se para achar uma lógica para algo tão instintivamente compatível e prazeroso. Ela somente conseguia concluir que sem aquilo a vida não seria mais a mesma.


Afinal, que sentido haveria em refazer a única e breve vida a não ser deixar-se ser arrebatada entre as nuvens brancas de seus sonhos mais malucos, alimentados a cada encontro com alguém que por mais que tenha tanto a conhecer, sabe como desvendá-la intimamente!?

Todo mundo procura por ter seu véu interior rasgado de alto abaixo e ser descoberto. Ser preenchido, dominado, cativo, guiado para além do horizonte. Você, leitor, que ne acompanha aqui agora, deseja no fundo de seu coração que surja alguém que derrube os conceitos que você criou a respeito do amor, a respeito do prazer, a respeito de relacionar-se. E é por isso que mesmo feridos pelas pedras e espinhos ao longo da caminhada, arriscamos a saltar de penhascos sem qualquer asa esperando poder voar.

Porque a realidade é muito dura. Todos nós sabemos disso. Mas vivemos tão brevemente neste mundo, como o levantar e o pôr-do-sol, como a brisa que não sabemos de onde veio, nem para onde vai, como a flor que desabrocha e exala seu perfume que é carregado pelo vento e logo então murcha e cai, e tudo que ansiamos é ver um tênue raio de luz da verdade para que tudo então possa fazer sentido.

Alguns se ferem tanto que nem conseguem se reconectar às pessoas novamente. E tudo que é bom, que merece ser vivido parece tão distante!

Entretanto para Nana, apesar de todas as desventuras, sendo observadas por ela, ou até mesmo vividas, tudo que importava era a verdade que fazia sentido nos braços daquele simples e profundo homem!

- Mas afinal, o que sou sua!? Amiga, amante, dona, escrava!? Todas as palavras que me diz ao coração é como se já existisse um desejo mútuo !- inquire ao seu ... Seu o que?

- Títulos não definem a magnitude da nossa conexão. Eu sou seu. Você é minha! Você me quer!? Você me ama!? Não importa a palavra que expresse a conexão! Tudo que quero é ver-te. E depois!? Abraçar-te! E em seguida quero entrar mais uma vez em ti e me perder em tuas águas! Meu abismo chama pelo teu! Nem o universo pode preencher, e nem oceanos podem nos separar!


Então um beijo silencia toda a mente que tenta de forma criminosa dar um conceito ao que os une neste momento. Mel adona-se da língua de sua possuída, consumido pelo fogo violento do seu âmago. Nana responde com violência, gemendo , batendo, exigindo que ele tome mais dela mesma.

Dessa vez não é uma escuridão que os envolve. Suas recâmaras estão prontas para conter o colapso destes dois mundos tão distintos e tão bem ajustados, unidos, por algo maior que suas razões podem exprimir!

Não precisam de artifícios, jogos, armas para se conectarem. As carcaças negras daquele perdido homem caem diante da impetuosa paixão daquela mulher que não resiste as investidas impiedosas das mãos e lábios sobre seu alvo corpo. Começa um eclipse de almas que começam a amalgamar-se, e nunca mais se separar!

Mel arranca gemidos guturais de sua fêmea mordendo seu pescoço tal qual uma fera do campo imobilizando sua presa. Nana, de olhos cerrados, entrega-se a fome animal de seu príncipe negro cravando-lhe suas unhas reclamando que seja logo devorada.

É tomada em seus seios, paulatinamente escalados pelas enormes e potentes mãos de Mel, como uma escuridão que cobre os altos montes com densas e assustadoras nuvens, ele suga até a alma de sua presa num despudorado e babilônico beijo.

- Isso, me toma inteira, porra! Eu preciso de você dentro de mim!- e enquanto reclama estas palavras, uma rocha negra e quente toca com a pontinha o seu ventre, já espumando o rio incandescente perto de explodir.

Mel aperta com mais voracidade seus seios, e Nana libera um grito da alma sem som algum. Ele começa a percorrer tocando com seus negros lábios todo o alvo corpo, e as comportas do interior de Nana começam a liquefazer-se em abundantes torrentes de mel no meio de seu sexo! Ele sente isso e busca com suas mãos sentir a viscosidade da alma de sua dona e escrava.

Nana põe suas mãos sobre as dele e guia-a até o centro de seu prazer. Sua vulva está inchada e seu clitóris implora para ser manipulado por seu sedento opressor. Melqui brinca com sua fêmea penetrando-lhe levemente e brinca com a feminilidade pulsante e exigente pelo seu ato final.

Em reciprocidade ao seu ato libertino, Nana castiga a glande de seu macho Alpha com uma alucinante e suave pressão de suas pequenas mãos. Ele se ergue sobre o corpo dela, ajoelhando-se com o membro rijo no meio dos seus seios, e enterra na boca da amante faminta.

Castigada pelas investidas viris de seu dono, ainda é invadida em sua carnuda buceta pelos grossos dedos do hábil dominador. Seu corpo arqueia para recebê-lo se possível for por cada poro e orifício, até ser preenchida pela sua essência até transbordar da alma dele dentro de si!

Encaixam-se agora num voluptuoso 69 , ele por cima e ela por baixo. Mel é sugado com voracidade por Nana, que sua vez é possuída frenética e visceralmente pela boca não de um homem, mas de uma fera. Isso que ela precisa: De uma fera insaciável! Fera esta que afoga-se no mar de delícias liberado do abismo de Nana, que encapa o membro babado já com a porra incontida de seu amante. Mudam de posição, colocando por mútuo acordo ela no controle daquela noite selvagem.


Nana rebola e afoga seu macho encharcando todo seu rosto com seu mel que não pára de descer... Suas comportas se abrem num ininterrupto orgasmo. Mel bebe cada gota da bebida que lhe é derramada e monta sua fêmea para uma cavalgada pelos seus campos negros , e Nana sela seu membro numa profana e perigosa jornada pelo clímax supremo.

Impinge-se com a dor misturada ao prazer que a faz rir como uma devassa, contrai as paredes de sua xana impedindo seu homem de expulsar seu caudaloso rio de fogo dentro dela. Exige como uma fêmea escrava ser possuída e violada de 4, e prontamente é atendida e subjugada pela Fera em forma de homem.

Como uma égua selvagem que acaba de ser domada pelas cristas por um nativo enfurecido, Nana agora recebe toda a masculinidade de seu dono necessitado de prazer em entradas firmes e sem qualquer cuidado.

- Filha da puta, gostosa, te quero mais, caralho! Toma, sua vadia!- urra o insaciável Melqui!

- Então me rasga inteira, seu puto, acaba comigo! Aaaaaaaaaieeeee! Fode com mais força, fode!

Melqui dá tapas violentos em seus glúteos, que reverberam ondas furiosas de tesão por todo o corpo de Nana, que ergue-se apoiada sobre os quatro membros estendidos para receber e sufocar o pênis grosso de seu macho dominador.

Ele, então, decide sodomizá-la e castigá-la até liquefazer-se inundando-a inteiramente. Ajoelha-se com seu rosto afundado em suas nádegas e mergulha em suas fontes secretas. Nana estremece e como uma fêmea submete-se resignadamente ao domínio maciço de Melqui que arranca-lhe gemidos orgásticos e um novo gozo abundante. Recebe o poderoso mastro do escravo apaixonado numa lenta deliciosa entrada que rompe suas últimas pregas e comporta toda rocha incandescente de Mel, iniciando o sexo mais devasso que já teve em suas noites juntos.

Ambos se xingam, falam loucuras, urram, gemem, riem, brincam, até que Nana desaba de bruços rendida ao senhorio do amante sobre seu corpo.

Assim, o eclipse termina num lancinante orgasmo uníssono dos dois corpos, que satisfeitos envolvem-se num profundo sono.

- Nana, és tu que te tornas a dona da noite de qualquer homem! menina, rainha , dona, só minha!

















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