"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Foda em Família - Fodendo a Nora 01


autor: Chronos
publicado em: 20/10/16
categoria: incesto
leituras: 11107
ver notas


Parte 1: CASAMENTO DECADENTE/ O RETORNO DE UMA VELHA PAIXÃO...

Mais de 20 anos se passaram desde o dia que descobri que Celinha era a mulher que me tiraria "definitivamente" da vida de bicho solto. É bem verdade que nunca me faltou disposição para pular cerca sempre que eu quisesse, mas após eu assumir o romance com minha esposa, eu fui descobrindo o outro lado de ser homem de uma só dona e por que não fiel!?

Nosso casamento foi sem dúvida o dia mais inesquecível da minha vida, Nem Ana, minha cunhada, levou fé que fosse durar tanto tempo haja visto que eu era um caçador de bucetas terrível. Mas ela teve de dar o braço a torcer, pois eu fiz Celia uma mulher muito feliz nos anos seguintes.

O que vou contar a vocês é a experiência de um homem nos seus quase 50 anos de idade. Não tenho mais aquele corpo garboso nem o rostinho liso, sem rugas de antes. Mas não deixei de cuidar da minha saúde, e muito menos da minha performance sexual. Disso Celia jamais pôs o dedo em riste para reclamar de mim, porém...

O que passo a relatar aos senhores é o despertar do velho Chronos: Celia e eu tivemos um filho antes de completarmos um ano de união. Seu nome é Kaleo. Ela e eu sempre fomos fãs do Superman e por isso demos este nome a ele. Por ser filho único, foi o centro da atenção da família de Celia por ser um dos poucos homens que haviam nascido , e devido a isso foi terrivelmente paparicado.

Uma das coisas que atrapalhou muito minha vida com Celia foi colocar o filho em primeiro lugar antes de nós. Isso quase estragou a formação do caráter dele, mas ainda bem que fui um pai presente e soube contornar isso. Por outro lado, Celia foi perdendo o interesse na nossa relação homem e mulher, e por isso, minha carência se tornou latente outra vez. O nosso filho cresceu, e a distância entre Celia e eu na cama criou aos poucos uma monotonia entre nós, porque depois que ele foi para a faculdade e começou a namorar, chegou a um ponto que Celia e eu quase nos relacionávamos como bons amigos. Sexo era algo que foi ficando mais e mais esporádico.

Conversei muito com ela sobre isso, mas como ela dizia que já não sentia muito interesse, eu fui me acostumando com a distância. Mas não fiquei sem sexo(risos).

O nosso filho puxou ao velho garanhão, e um belo dia, ele nos conta que em meio às suas muitas aventuras, encontrou a sua cara-metade: Patrícia é uma baiana cor de jambo, de cabelos negros e compridos, tipo mignon, 1,57m, 55kg, 28 anos, os olhos castanhos mais profundos e lindos que já vi e uma boquinha deliciosa. A Celia ficou com ciúmes da bela moçoila porque estava levando embora seu pimpolhinho(normal!), mas foi aceitando o fato e aprendendo a amar a nova integrante da família Chronos.

Patrícia é uma jovem professora de Português e redação, e também está cursando jornalismo . Kaleo acertou na loteria ao achar uma deusa como ela aqui em Salvador. Com muito gosto ela é recebida em nossa casa e muitas vezes dormiu aqui para não perder o horário do trabalho, pois meu filho e ela desde que começaram a namorar sério têm um fogo da porra! Também pudera! A quem o moleque puxou!?

Até aqui , tudo bem. Paty era vista por mim como uma filha, amiga querida, e fiel ao moleque, pois sempre foi apaixonada. Enquanto um romance erguia-se forte como o nascer do sol, meu sangue fervilhou novamente pois meu casamento estava vivendo uma decadência, como disse outrora.

A centralidade da minha esposa era o Kaleo,e muitas vezes fui colocado em segundo plano, e com isso. Eu a amava muito, mas a falta dos momentos tórridos e apaixonados do início do casamento começou a afetar meu dia ela me empurrou indiretamente para um romance extraconjugal. Celia deixou de me dar a devida atenção como mulher, apesar de nunca ter sido uma má esposa, sempre dedicada a família, e excelente companheira e dona-de-casa. E no meu trabalho de produtor musical, o que não faltava era mulher gata que me assediava. O que isso liga diretamente à minha linda norinha!? Já, já, irão entender!

Com a modernidade ao alcance das nossas mãos, e eu como produtor e músico, não era raro resolver diversos problemas por meio do WhatsApp. Ô, ferramenta boa da porra! E todos os meus contatos profissionais, tudo eu dependo dele para fazer. WhatsApp é bom para quem sabe usar, porém nas mãos de gente como eu pode ser uma arma letal. Por que!? Porque eu tenho muitos amigos, e a maioria mulheres.

Era habitual no café, almoço e janta eu ser visto mexendo no celular para tratar de algum assunto, e a minha família cobrava muito isso. Agora então, com essa Banda Larga Wi-Fi, eu ficava conectado até altas horas da noite, entre ouvindo músicas lançadas no mercado, resolvendo problemas... E porque não flertando !?😈

A frieza no meu casamento ne empurrou para uma nova aventura: Bia, um relacionamento de muitos anos atrás, haja tempo ! Na época ela era uma mulher parda, magrela, alta, 1.83m, 17 anos, quando nosso relacionamento acabou. Hoje ela tem 46 anos, mas bem mais conservada que minha esposa. Tem um corpo muito mais lindo hoje, depois de casada, que na época que namoramos. Casou uns meses antes de mim com o Anderson, um cearense muito gente fina, socialmente, mas um cara muito dominador, extremamente ligado a família dele, colocando sempre a mulher em segundo plano.

Anderson não era um mal marido, mas quase estragou o casamento quando trouxe o pai dele para morar junto. Foram meses de muita aflição para Bia, quase desistiu do marido e voltou para a casa dos pais. Anderson é garçom de um restaurante freqüentado por muitas celebridades aqui em Salvador, e frequentemente tirava gorjetas muito altas. Só que o idiota mandava grana para a família ao invés de pagar as contas de casa. Isso era o que Bia me contava. Muito filho da puta esse Anderson! Às vezes, acumulava dívidas e passava apertos em casa.

Com isso o casamento deles sempre era uma gangorra: Cheio de altos e baixos! E desabafava sempre comigo. Com isso, a insegurança dela diante do controle do marido e a minha carência devido ao desinteresse da minha esposa nos levaram a reacender os dias apaixonados de nossa juventude.

Bia era amiga da minha esposa. Quando Celia chegou a minha vida, já tinha dois anos e meio que eu não estava mais namorando, e então elas ficaram amigas e até frequentavam a casa uma da outra. Kaleo chamava Bia de Tia Bia, ela sempre foi apaixonada pelo meu filho.

Os papos entre mim e Bia tomaram contornos cheios de luxúria, até o dia que ela confessou que mesmo eu tendo envelhecido, continuava a ser um homem desejável e várias vezes, mesmo depois de casada, tocou siririca pensando em mim.

É claro que meu ego inflou pra caralho. O que estava faltando em casa tava sobrando pra mim do lado de fora, e Bia e eu muitas vezes varávamos noite adentro nos instigando um ao outro. Até que ela começou a me mandar nudes. Aquela mulher era incrível. Estava mais safada e fogosa que na época que eu a namorava.

Era tudo que eu queria no casamento e Celia sempre dava desculpas para não fazer . Juntou a fome com a vontade de comer, Bia e eu assumimos um caso virtual! E Anderson nem percebeu isso, porque ela apagava tudo que conversávamos por telefone.

Várias vezes eu me masturbava pensando no corpo maduro e viçoso conservado da minha ex-namorada de longos anos atrás. Com esses recursos de mandar áudios, vídeos pelo aplicativo, desfrutamos de tórridos momentos de lascívia gozando vendo o corpo um do outro.

Decidi então que iria comer minha ex de qualquer maneira. E não foi difícil seduzi-la a isso. Um certo dia, enquanto estava em casa, na minha garagem, quase perto da hora de voltar para o estúdio para terminar uma masterização, liguei para Bia. Neste horário,Celia estava no seu trabalho, é funcionaria da prefeitura, e Kaleo também está no expediente. Tomado pelo desejo, admiti pouco a pouco, que eu era louco por ela, que queria provar seu corpo mais uma vez como na juventude. Ela fazia charminho, dizendo que aquilo era impossível pois era uma mulher casada e bem resolvida na cama, que não precisava disso.

- Deixa de se fazer de difícil, Beatriz! Tu me atiçou esse tempo inteiro, despertando o velho Chronos, é impossível você vir dizer isso para mim agora a essa altura do campeonato!

- Mas e se a Celia descobrir!? Eu não quero que ninguém conte pro meu marido, se não é capaz de me matar!

- calma, meu docinho! Pra tudo tem um jeito! Eu tenho um período do dia de intervalo, venho sempre comer em casa de meio-dia às duas da tarde! Posso muito bem separar esse tempinho pra gente matar nossas carências!

E aos poucos, ela foi cedendo, até que aceitou.

- Então ok, meu gostoso. Eu te espero meio-dia aqui em casa. Sabe que cuido da lanchonete de tarde, né!? Não posso me atrasar!

- Tá bom, meu docinho! Vou fazer bem gostoso, do jeito que você gosta!

- É, delícia!?

-Sim, meu tesão. Putinha do garotão aqui!


Essa sintonia entre Bia e eu era cada vez mais forte. Óbvio que ela tinha medo da descoberta de Celia, porque eram amigas, mas não daria erro. Celinha jamais saberia do meu romance com Beatriz e muito menos o marido dela desconfiaria...


PARTE 2: O VELHO TITÃ RETORNA À ATIVA, MAS EIS QUE UM CERTO ALGUÉM O ESPREITAVA!



No dia seguinte ao caliente papo no telefone com minha ex-namorada, estava eu no café da manhã acertando todos os detalhes com ela pelo WhatsApp.
O tesão era tanto, gente, que mal dava para controlar o frisson. O medo de ser descoberto, misturado à libido, faziam-me sentir com 20 anos novamente. Estava crente que ninguém ali estava sabendo de nada. Mas havia Patrícia.

Minha nora estava passando uns dias lá em casa, pois seu apartamento estava em reforma e ficaria pronto em até 30 dias, se bem me lembro. Enquanto eu olhava para a tela do meu IPhone, deparava com o olhar compenetrado e observador de Paty em minha direção. Perguntei a ela se tinha algum problema. Ao que me respondeu:

- Estou boba como o senhor está hipnotizado na tela desse celular! O papo deve estar bom, né! Nem tocou no seu café e bolo direito...

E ela falou num tom muito sério. Procurei ignorar, mas sabe aquela leve desconfiança que tinha algo errado!?

- Você tem alguma coisa para me falar, norinha!?

- Não, sogrão. Absolutamente nada. E você!?

- Nada diferente...

- Ok, então. Eu vou arrumar esta bagunça aqui na cozinha e vou cair de cara no meu notebook pois tenho uns trabalhos lá da redação para corrigir.

Pediu licença e saiu, mas não pude deixar de reparar na fisionomia dela. Estava séria como quem estivesse guardando algo atrás daquele olhar. Tomei rapidamente meu café e fui para o estúdio. Perto do meio-dia, com os trabalhos adiantados , dirigi-me para a residência de Bia, tomando o máximo de cuidado para não ser visto por ninguém conhecido na rua, uma vez que ela morava somente a umas três quadras de mim.

Liguei para ela, para avisá-la de minha chegada, e ao avistar sua casa, Beatriz já me aguardava na porta num vestido vermelho floral, dois palmos acima do joelho( Anderson jamais a deixaria sair com uma peça daquelas, sei disso), um generoso decote, batom rubro, cabelos bem escovados... E que perfume, meu amigo! Nossa, ela estava uma delicia!

O medo de sermos descobertos era tão forte, que tivemos o cuidado que ninguém nos visse, mesmo num horário de pouco movimento na rua. Estacionei numa outra esquina, em frente a uma praça, desliguei meu celular e caminhei tranquilamente até a casa dela.

- Oi, delícia! - sorriu Bia, bastante sedutora.

- Dormi e acordei pensando nesse momento. Que loucura!

- Vem, meu gato, entra logo que a gente tem pouco tempo!

Mal adentramos à residência de Bia, ela me agarrou com uma fome de puta caçando meus lábios com beijos voluptuosos, que se tornaram mais impetuosos à medida que nossos corpos sentiam o calor um do outro.

Baixei a alça esquerda do vestido de Bia e apertei seu pequeno e durinho seio nas minhas mãos. Ela arqueou seu pescoço, entregando-o as minhas presas que a tomaram com muito ardor e libido incontidas. Gemeu pedindo mais, queria ser satisfeita, queria pica dentro dela. Arrancou meu cinto da calça com uma agilidade, desabotoou-a e logo sacou meu caralho tocando uma punheta que há semanas não era bolinado daquele jeito.

- É um desperdício, um homem tão bem feito como você, Chronos, e sua mulher não saber cuidar como se deve! Pois hoje eu vou acabar com você, meu rei!

- Então mama gostoso, mama, minha putinha. Enterra essa pica nessa boca carnuda que você tem!

Após uma rapidinha mamada no seu seio durinho, Bia abocanhou-me com um ímpeto que me fez ver estrela. Que filha da puta! Quase me fez gozar com o boquete que fez! Peguei ela pelos cabelos, surrei a cara da Bia com a minha pica dura feito uma pedra, depois voltava a enterrar na sua boca. Ela adorava ser maltratada, usada deste jeito, ela me contava nos nossos papos sórdidos.

Um pouco de porra saiu na boca da minha ex nova amante, que sugou com volúpia a ponto de eu ter um violento espasmo , e urrar feito um bicho. Trouxe-a de encontro aos meus lábios e saboreei o gosto do meu sêmen junto com ela. Seu vestido, que já estava revelando a popa dos glúteos dela, foi levantado ainda mais pela minha mão quando eu a enfiei por baixo do tecido e vi que ela estava sem calcinha, aquela danada!

Bia abriu suas pernas para receber meu toque, e suas coxas já estavam molhadinhas, pois sua buceta já estava encharcada. Acabei de tirar todo o seu vestido, e pude ver, após vinte e tantos anos toda a formosura amadurecida de minha antiga namorada! Tinha algumas estrias, mas nenhuma celulite, é uma mulher deliciosa! Fomos para o quarto, deitei-a sobre seu cheiroso lençol, e abri-lhe as pernas já sentindo o cheiro intenso que exalava do seu sexo!

Se tem uma coisa que me deixa de pai ainda mais duro é sentir o cheiro de uma buceta molhada pedindo pra ser rasgada por uma piroca! Ela abriu as pernas, meus caros, e ma chamou com o dedinho pra ser chupada, sugada, até seu melzinho me nutrir totalmente. Quando caí de boca naquela bucetinha apertadinha, Bia se contorcia gemendo alto feito uma puta de estrada e pedia para eu não parar, não parar.

- Isso, meu gatão, chupa sua puta, delícia! Nossa, que boca maravilhosa, não tô agüentando mais, vou gozar!

E Bia gozou como nunca! Como seu mel é intenso! Levantou-se, arrancando peça por peça que ainda me cobria, jogou-me sobre seu leito já molhado de suor e goza e encaixou-se comigo num frenético 69. Ali foi uma disputa para ver qual boquete enlouqueceria o outro primeiro. Ela perdeu! Gozou de novo na minha boca. Totalmente ensandecida, minha namorada da juventude encapou meu grosso mastro selando em sua xana e cavalgou selvagemente controlando o ritmo e as contrações vaginais me conduzindo ao êxtase pleno. Deixou seu corpo envergar-se aos poucos até uma distância suficientemente próxima para eu abocanhar seus seios intumescidos sugando como um bezerro faminto.

- Você só ficou mais delicioso com o passar dos anos, Chronos! Seu puto delicioso!

- Então toma mais pica, porra!

- Fode com força sua putinha, fode, meu Titã, arromba essa buceta!

Acelerei freneticamente as entradas nela. Bia gritava, ria, batia na minha cara, pedia pra ser xingada, violada, sodomizada! E foi então que tirei meu caralho da buceta dela e atochei no seu rabo apertado levando-a à loucura total! Ela adora dar o cu! Arranhava meu peitoral, sentava-se com força no meu pau e rebolava sem dó do seu cu.

Quando anunciei meu gozo, Bia saiu de cima de mim e punhetou-me até que minhas ultimas represas desmancharam-se em jatos tão fortes que saíam ardidos da minha uretra! O rosto da minha amante ficou tido branquinho. Que cachorra!

- Tá satisfeito, meu gato!?

- Anderson é um puto de sorte. Nossa, tu ficou muito deliciosa!

- Pena que ele não sabe dar valor à mulher que está sempre do lado dele nos momentos que realmente importa! Se fosse depender dele, estava era trancada em casa, somente servindo comida, roupa e cama. É assim que ele vê uma boa esposa, mas de resto, estou em segundo plano em relação a família dele no Ceará!

- É um idiota! Nossa, nem sei o que seria da gente casado.

- Eu te foderia todo dia, gostoso. Seriamos o casal mais louco da Bahia!

E então, a velha paixão do passado ressuscitou com força, e por duas semanas, mantivemos tudo em segredo, até o dia em que, ao chegar ao lar do meu estúdio para mais um almoço, acidentalmente tenho o vislumbre mais delicioso de toda a minha vida:

Antes do almoço, costumo tomar um banho pois não suporto vir da rua com a roupa grudando no corpo e sentar-me à mesa para comer. Estava crente que estava sozinho em casa, então deixei a porta do meu quarto aberto, e despi-me totalmente despreocupado.

Quando atravessei o corredor,trajado apenas com a toalha em volta da cintura, vejo a porta do quarto onde Paty dormia entreaberta e percebo que...não posso acreditar: Paty dormia " inocentemente" com uma camisola vermelha sexy, com as pernas abertas, de bruços ,em sua cama, e sua buceta totalmente à mostra! A princípio, passei de relance e não acreditei, pensei tratar-se de alguma miragem(risos), mas voltei lentamente e lançou estava.

Até este dia, eu jamais havia olhado libidinosamente para minha nora daquele jeito. E uma vez Chronos... Sempre Chronos!😈. Naquele instante, esqueci totalmente do respeito, do carinho que eu sempre demonstrei por aquela que tratava como filha e hospedada estava em minha casa sob minha proteção. Com o pau erguendo-se imponente, abri sorrateiramente a porta e caminhei furtivamente até os pés da cama de Patrícia.

Estava embasbacado com aquela visão. Queria por um momento viajar para os recônditos mnemônicos daquela ninfeta e descobrir qual era o sonho, a fantasia que mexia com seu corpo a ponto de sua pepeca... Ai, papai! A ponto de sua pepeca estar tão encharcadinha e saborosa!

Aquela tarde valeria a pena ser perdida, contemplando aquela obra divina, e não tive pressa de me levantar. Toquei uma punheta deliciosa e lenta por ininterruptos momentos, antes de tomar coragem e passar o dedo naquela xota cheirosa e molhada. Paty tem um gosto incomparável! De repente, ela faz um movimento que me arrepia até os poros do meu rabo. Mas parece dormir profundamente. Agora, suas pernas estão mais abertas. Eu posso sentir sua xoxotinha pedindo pra ser violada. Kaleo!? Esse tem tão bom gosto como o papai: Soube escolher bem à sua parceira !

Continuei a bolinar aquela criança linda de papai amar, desta vez molhando meus dedos na boca e penetrando de modo que ela não pudesse ser despertada. Mas a cadela parecia estar gostando, pois ela empinava seus glúteos e gemia baixinho em seus delírios particulares. Paty virou-se de lado, de costas agora para mim, afastando ainda mais suas pernas para receber minhas investidas. A ninfeta não parecia dormir. Tive naquele momento a sensação de que ela sabia o que estava acontecendo. Não tinha certeza, era somente uma intuição. Não era uma Celia, não era uma Bia, era uma jovem ninfeta muito mais saborosa que qualquer mulher que eu comera na minha vida. E foi então que exclamei:

- Puta que pariu! Como minha nora é gostosa! Meu filho passa muito bem com essa buceta!

Meu caralho duro como uma rocha pulsava violentamente entre minhas pernas para possuir aquela putinha. Quando dei por mim, minha toalha já estava caída no chão, e subi a cama dela posicionando-me com meu rosto em direção ao sexo! Fui aproximando-me lentamente, ajustando aquela bucetinha na direção certa, e então arrisquei-me: Caí de boca naquele mel!

Lambi sua vulva suavemente, passeando com a língua polegada por polegada até tocar seu clitóris. Paty foi aumentando os gemidos até rebolar na minha boca e meu cavanhaque roçar na xota e nas coxas. Dizia, sonolenta:

- Aaaaaiieeeeeen, Hummmmmmmmm, que delícia aaaaaaaaaaaaaaaa!

Filha da puta, cachorra, vadia! Foi então que enterrei meu rosto na sua carne inchada, suguei com mais força...e ela acordou!

PARTE 3: A conclusão!

- O que é isto? O que o senhor está fazendo?

Amigo, o meu medo era tanto que faltava o negão aqui ficar russo. Paty agora estava sentada de frente para mim, todo pelado, com o pau na mão que inutilmente tentava escondê-lo. Nessa hora não havia o que dizer para desculpar-me. Estava literalmente nas mãos da minha nora. Uma explicação ela tinha que receber, mas qual!?

-Calma Patrícia, eu ia passando pelo corredor e vi você aqui deste jeito. Não resisti. Por favor não conte nada a Célia e nem ao meu filho, por favor. Eu faço tudo que você quiser, mas não conte nada a ninguém.

Ela sorri maliciosamente. Olha para mim de cima até embaixo, fitando os olhos no meu pau ereto e imponente e responde com outra pergunta:

-O senhor faz tudo que eu quiser mesmo?

-Faço, mas não me entregue. Não fiz por mal.

-Já que o senhor diz que faz tudo que eu quero...- viria agora o golpe de misericórdia. Até o meu cu pulsava igual o coração batia a garganta- então continua o que estava fazendo.Quero ver se a vizinha do bairro tem bom gosto!

Eu não estava acreditando no que estava acabando de ouvir! Eu não sei se suspirava aliviado ou se me entregava ao desespero. Eu ouvi mesmo aquilo!?

- O que? Como você sabe da vizinha?

-(risos) Não importa como! Eu sei de muita coisa, seu Chronos, e seu filho e sua esposa vão saber de toda a verdade se o senhor não fizer tudo que eu quiser!


Este incrível relato continua. Não desgrudem os olhos desta história. Tem muita água para rolar ainda!





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.