"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Advinha quem chegou? Mariana!


autor: Publicitario45
publicado em: 24/10/16
categoria: hetero
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Mariana me pediu que eu fosse busca-la no aeroporto, confesso que estava morrendo de saudades nem pensei duas vezes e concordei.

Porém tínhamos um problema, seus pais haviam marcado um churrasco no salão de festas do prédio deles e eu só fiquei sabendo por uma amiga em comum. Muita gente tinha sido convidada, menos eu.

Até entendo a posição deles, no início eles me tratavam bem, acho até que eles acreditavam que aquilo não ia dar em nada mas com o tempo eles viram a filha de 20 aninhos mergulhando cada vez mais fundo num relacionamento com um homem de 46 anos. Ela não sabe, mas foi por isso que eles a mandaram mais cedo pra Londres, e se eles não tiveram coragem de contar, não seria eu o delator.

Mesmo incomodado meu lado irritante me forçou a ir até o aeroporto. Foda-se se eles iriam gostar, eu estaria lá de qualquer jeito para receber a filha deles que estava chegando de Londres depois de alguns meses.

No horário marcado eu já estava lá. Como o dia amanheceu quente, coloquei uma camisa social branca com as mangas enroladas até a metade do braço, uma calça jeans, um sapato bem descolado e claro, borrifei um pouco de Hugo Boss para não perder o habito.

O avião pousou com 5 minutos de atraso, os pais dela me viram no saguão e falaram comigo gentilmente, quando a mãe dela me perguntou o que eu fazia ali respondi sem dó nem piedade – esperando sua filha, ela me ligou e pediu que eu viesse – deixando os dois com cara de tacho e ainda fiz questão de piorar as coisas informando-os que eu e Mariana falávamos diariamente via Skype, Whatsapp, fumaça, e-mail etc.

Quando ela saiu da área de desembarque foi uma euforia. Ela correu em direção aos pais e os abraçou com uma intensidade incrível. Os amigos também estavam lá e um por um foi ao seu encontro, Mariana tem uma energia contagiante, é amada por todos.

Enquanto ela falava com todos eles eu me mantive num canto, com um jornal nas mãos, óculos escuros apenas observando. Ela parecia me buscar com os olhos, ainda não tinha me visto, estava me procurando por todos os cantos e de repente meu celular tocou.

- Cadê você?

- Aqui!

- Aqui onde que eu não te vejo?

- Você esta linda neste vestido preto e de botinhas.

- Não faz isso comigo, aparece, estou morrendo de saudades.

- Atrás de você, no canto esquerdo.

Mariana se virou e me viu. Entregou a bolsa para sua mãe, soltou uma mochila no chão e correu em minha direção se jogando em meus braços em pleno aeroporto. Nossas bocas se reencontraram, seus cheiro era o mesmo do último dia em que nos vimos, a turma soltou um êêêê enquanto nos beijávamos no saguão.

- Que saudade de você tio!

- Não me chama de tio.

- Voce disse isso quando nos conhecemos, lembra?

- Sim. Como é que você está ninfeta?

- Cansada mas morrendo de saudades de todos e do seu pau é claro.

Os pais e os amigos se aproximaram e começamos a nos prepara para ir embora. Mariana foi com os pais e eu segui para o meu trabalho mas nossos telefones não paravam, uma mensagem atrás da outra e ela me perguntou se eu iria no churrasco.

- Não.

- Não porque?

- Não fui convidado.

- Eu estou te convidando amor.

- Pois é, mas seus pais estão organizando esse churrasco há dias e eu não fui convidado. Acho que você deveria curtir com ele e depois a gente sai.

- Poxa... não faz isso.

- Mari, entenda o lado deles, é normal. Eu tô bem e quando a gente
sair será apenas nós dois.

- Ok, mas não sei se vou aguentar ficar lá sem você.

- Qualquer coisa você me liga e eu te sequestro.

- Tá bom tio.

- Não me chama de tio.

Mariana deu uma gargalhada, aliás, a gargalhada mais linda que eu já ouvi e desligou. Segui pro trabalho como de costume, passei o dia ali sem estar ali. Eu estava lá, com ela, o tempo todo, em pensamento.

Como pode uma pirralha de 20 anos mexer tanto com uma pessoa, pensei com meus botões.

Passei o dia trabalhando ou pelo enos tentando trabalhar. Sai da agencia tarde, fui pra casa, abri uma garrafa de Jack Daniel, coloquei um som e fui relaxar. A semana tinha sido puxada mas nada era maior que a vontade de estar com ela. As horas foram passando e eu acabei adormecendo na sala, ouvindo musica.

Lá pelas 3h da manhã, meu filho chegou e me acordou, disse que meu celular estava tocando e era Mariana. Retornei a ligação, ela atendeu e pediu que eu fosse busca-la, o churrasco já tinha terminado e ela queria me ver.

Me troquei e fui. Cheguei lá em alguns minutos mandei uma mensagem e ela desceu, sempre linda, cara de menina, cheia de más intenções, cara de quem queria aprontar.

- Nossa, não aguentava mais de vontade de sair da festa e ver você.

- Saudades é?

- Saudades, tesão, tudo... pôe sua mão aqui.

Mariana levou minha mão até sua xana, estava sem calcinha e totalmente melada, depois levou meus dedos até a minha boca e ordenou – chupa, mata saudade da minha xaninha mata – disse com a cara mais safada do mundo.

De onde estávamos para o motel foi um pulo e Mariana no caminho já mostrou as garras. Abriu minha calça e sacou meu pau, caiu de boca, me chupou com uma vontade absurda, mordeu meu pau e me arrancou um grito de dor, passou a língua em volta da cabeça e eu tentando prestar atenção na estrada até que não aguentei e enchi sua boca de porra. Mariana, por sua vez, bebeu tudo, se fartou e seguimos pro motel.

Chegando lá pedimos uma suíte, estacionamos e já saímos do carro agarrados um no outro, as palavras se perdiam entre os beijos e a gente sequer conseguia formular uma frase. Entre beijos, mordidas, arranhões, tapas e roupas caindo pelo chão Mariana me perguntou com que eu estava andando, se tinha transado com alguém enquanto ela estava fora e eu apenas ia dizendo sim, sim e sim. Não sei se foi para me irritar ou excitar mas ela resolveu contar suas aventuras na terra da rainha.

Lá Mariana conheceu um casal de holandeses e foi parar várias vezes na cama com eles. Que o cara tinha um pau enorme e que a comia enquanto ela se deliciava com a boceta da esposa do cara e que por serem um casal liberal em alguns momentos ela transou com um e com outro separadamente e que tinha contado pra ele todas as nossas aventuras e aquilo foi me dando uma mistura de tesão e ciúmes, meu pau foi ficando cada vez mais duro e Mariana me contando aquilo tudo enquanto me beijava, me lambia, passava as mãos em mim, se esfregava no meu corpo me deixando cada vez mais louco.

- Cala a boca e chupa logo meu pau Mariana – ordenei.

Mari não pensou duas vezes, abaixou o rosto em direção ao meu pau,
ficou de quatro na cama e começou a dar umas linguadas em toda a extensão do pau, as vezes dava umas mordidinhas, depois engolia colocando e tirando ele bem devagar da sua boca, o ritmo era lento mas intenso.

- Onde você aprendeu a chupar um pau assim tão gostoso?

- Com o Ravi e a esposa dele.

- Vagabunda.

- Sou sim, sua vagabunda. Dei gostoso pros dois mas sempre pensei na sua pica e gozava como uma cachorra.

Aquela conversa toda foi me deixando meio descontrolado, Mariana ainda estava de quatro com a bunda bem empinada e chupando a minha pica, segurei seu rosto com força e comecei a socar o pau na sua boca, prendi seu rosto para que ela não saísse e aumentei o movimento, o pau ia no fundo da garganta e saia, uma baba densa começou a escorrer de dentro da sua boca, Mariana fez sinal com a mão para eu soltar a sua cabeça e se virou me oferecendo sua boceta num 69 delicioso.

Seu boquete continuou no mesmo ritmo, ela chupava e parava para contar mais historinhas com o casal, disse que a esposa de Ravi sabia chupar uma boceta como ninguém e que ela havia gozado inúmeras vezes no pau dele com ela chupando seu grelo e que por várias vezes retribuiu a gentileza, chupava o grelo dela enquanto o marido a comia.

O meu corpo reagia a cada comentário, meu pau pulsava dentro daquela boca quente, Mariana seguia me dando o melhor boquete da minha vida e eu seguia chupado sua boceta e metendo os dedos em seu cuzinho.

- Está com saudades do meu rabinho tio?

- Se você me chamar de tio de novo, vou meter na sua bunda sem pena.

- Tio, tio, tio...

Me levantei e Mariana já sabia o que a esperava. Coloquei ela de bunda pra cima na beira da cama, abrir bem a sua bunda e coloquei meu pau. Fui enfiando forte, sem dó, ela gemia e dizia que estava doendo mas era para continuar, estapeei sua bunda, as marcas foram ficando na pele clara, Mari gemia, rebolava e continuava me provocando.

- Ravi me comia com força enquanto eu chupava a mulher dele.

A provocação surtia efeito, o ritmo acelerou, o pau entrava e saia numa velocidade frenética, Mariana se masturbava e veio seu gozo molhando toda a cama, os esguichos espirravam forte, ela gozava e gemia cada vez mais forte e depois do último espasmo ela caiu na cama ensopada, com as pernas abertas, cuzinho ainda contraía como se estivesse levando choques.

- Safado você não gozou?

- Não. vou te comer muito até o sol raiar.

Mariana sorriu, disse que este tipo de orgasmos ela só sentiu comigo e eu me senti vingando e feliz ao mesmo tempo.

Mas Mariana parecia ter bateria de sobra e percebendo que eu ainda não havia gozado, veio por cima, agachou e colocou a cabeça do meu pau na sua xana, depois foi soltando o corpo devagar, pediu minhas mãos para se apoiar e ficou ali, subindo e descendo, alternando a velocidade, mordendo meu pau com a sua boceta, me deixando cada vez mais excitado, sentindo o corpo esquentar e o coração acelerar até que os jatos de porra fora explodindo dentro da sua boceta.

Depois de algumas subidas e descida ela sentou de vez no meu pau e deitou sobre o meu peito.

- Nossa, como eu senti falta dos seus gemidos enquanto goza.

- Sentiu nada.

- Senti sim safado. A nossa química ninguém explica.

Ficamos deitados e meu pau continuou dentro, amolecendo e Mariana pegou no sono, o cansaço da viagem acabou descarregando a sua bateria que parecia não acabar nunca.

Fiquei ali deitado sentindo seu coração bater, respirando e sentindo o cheiro dos seus cabelos agora mais avermelhados, deslizando meus dedos pela sua pele fazendo carinho.

Mari realmente pegou no sono e nem percebeu que eu tinha colocado
seu corpo sobre a cama. Fui até o barzinho, abri uma garrafa de vinho e entrei na hidro, fiquei relaxando e observando de longe aquele corpo lindo de pele bem branquinha.

Momentos depois ela despertou, me olhou, deu um srriso lindo e veio caminhando nua em minha direção. Entrou lentamente na hidro, pegou a taça que estava na minha mão, bebeu um generoso gole de vinho e depois veio em direção a minha boca, me beijou e derramou o liquido para eu beber.

- Senta na beira da hidro amor.

Eu sentei e Mariana derramou um pouco de vinho no meu pau, meteu ele na boca e o calor interno fez com que ele pulsasse novamente, ela repetiu a cena dezenas de vezes e quando ele estava vivo novamente ela sentou sobre mim, o pau entrou gostoso, Mari rebolava lentamente, nossas bocas estavam coladas, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo e ela primeira vez gozamos juntos, de forma intensa mas com movimentos lentos. Os corpos estavam numa sincronia perfeita, encaixados, e o gozo foi abafado por um longo beijo.

Já passava das 5h da manhã quando a fome bateu. Mari foi a primeira a reclamar e pedimos café da manhã. O motel caprichou e mandou pães, leite, queijos, frutas café e suco. Sentei na cadeira e Maria sentou no meu colo, nua e disse que estava ali para se alimentar.

- Alimentar de que? Pica?

- Os dois.

- Só pode, sentada nua com essa pele quente e buceta melada no meu colo a sua fome deve ser outra.

- É também.

Seguimos tomando café da manha com muita provocação. Eu provocava, ela provocava e o tesão foi aumentando até que Mariana se posicionou de uma forma que sentada no meu colo e tomando café, ela conseguiu colocar meu pau pra dentro da sua boceta de novo e o pior, ela colocou e se manteve quieta, parada, como ele inteiro dentro dela.

Eu, resolvi por fogo na brincadeira e comecei a beijar suas costas, assar a ponta dos dedos, masturbava o grelo fazendo com que ela se mexesse em cima de mim.

O clima foi esquentando, sua boceta estava melada de tesão, porra, manteiga e sem nos aguentarmos mais, Mariana se levantou, abriu as pernas, se apoiou e me chamou – vem, mete.

Coloquei meu cacete na porta da boceta, meti lento no começo mas fui aumentando o ritmo, Mariana parecia estar derretendo por dentro tamanha lubrificação, o gozo dela veio rápido e eo meu logo em seguida a porra ia escorrendo de dentro dela e caindo ali no chão da recepção onde tinha uma mesa, meus dedos melados ainda continuavam masturbando ela que dava suas tremidas de tesão, Mari se virou, me olhou nos olhos e disse que não queria ir embora, queria ficar comigo, que não podia ficar longe daquela sensação por dois anos.

Tomamos um banho, nos vestimos, pagamos a conta e fomos embora já com o sol forte.

Nosso final de semana foi perfeito e eu faço questão de contar tudo a vocês.

Boa semana a todos!





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