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Ela era minha putinha e eu me


autor: publicitario45
publicado em: 14/07/15
categoria: hetero
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Como todos sabem eu sou publicitário, 42 anos, separado e sócio em uma agencia de publicidade no Espírito Santo. O que eu vou relatar agora, aconteceu no final do ano passado, mais precisamente entre outubro e dezembro.

Perdi a hora. Já passava das 9h e eu levantei a mil por hora. Como tenho mania de ler as notícias no celular logo que acordo, resolvi entrar no meu Facebook e escrevi: bom dia para quem perdeu a hora assim como eu.

Em questões de minutos uma menina, chamada Paula me mandou uma mensagem dizendo: quem sabe faz a hora. Pronto. Começamos a conversar e esta conversa rendeu o dia todo. Foi só ai que percebemos que não erámos amigos em comum e que ela apenas me seguia, afinal de contas, ela estudava publicidade e eu tenho uma agencia. Muito normal.
Conversa vai, conversa vem, descobri que Paula tinha 23 aninhos e era noiva.

Provavelmente se casaria no final do ano de 2014 após se formar. Papo vai, papo vem quase todos os dias ela começou a desabafar, dizendo que não queria se casar, mas ia fazer por insistência da família dela.

Confesso que a conversa era boa. Ás vezes eu tinha a sensação de conhece-la há anos e por tudo isso resolvi convida-la para bebermos um chopp no final do dia. Ela aceitou, marcamos num bar na P. do Canto no dia seguinte. Paula ainda brincou dizendo que eu a encontraria fácil, pois seria a menina mais desengonçada do bar.
Ao ouvir isso, fiz uma proposta que mudaria as nossas idas.

Eu: Paula. Vamos fazer uma aposta
Ela: Qqual?
Eu: se você for feia como está dizendo, você paga a conta, mas se eu achar você bonita, eu pago a conta e você me dá um beijo. Topa?
Ela: topo, se for um beijo no rosto.
Eu: não. Um beijo na boca.
Ela: ok, mas apenas um beijo, certo?

Após concordar, mudamos de assunto e Paula me contou mais sobre a sua vida. No dia seguinte, sai cedo de casa e logo no primeiro dia ela mandou uma mensagem me dando bom dia. Respondi que estava contando as horas para ir ao seu encontro e ela apenas riu. O dia passou, a correria de sempre, o estresse e eu contando as horas. Deu 18h e eu me mandei pra Praia do Canto. Liguei para Paula e ela disse que estava chegando, assim, entrei primeiro, escolhi uma mesa num lugar mais tranquilo e pedi uma agua com gás, limão e gelo.

Paula, chegou. Não sei porque ela se dizia desengonçada. Ela era linda, morena clara, cabelos com mexas, boca carnuda, dentes perfeitos, olhos poderosos e um corpo muito bem cuidado e o melhor, sem exageros das academias.

A conversa fluiu. Um dono de agência de 42 anos encantado com uma aluna de publicidade de 23 não poderia dar em outra. Falamos de tudo, rimos, falamos mal de alguns colegas de trabalho e deu a nossa hora. Pedi a conta e fomos andando para a rua onde eu iria pegar um taxi, afinal de contas tinha bebido e se beber não dirija. Paula morava em Jardim da Penha, bairro próximo e resolvi leva-la em casa, até que ela me disse que iria para a casa do noivo. Concordei e lembre da nossa aposta.

Eu: bem, eu acho que ganhei a aposta.
Ela: porque? Não me achou feia?
Eu: claro que não, você é linda. Namoraria com você se eu não tivesse o dobro da sua idade.
Ela: não me importo com isso.
Eu: e meu beijo?
Ela: beija. Beija logo.

Bem, daí em diante eu e Paula parecíamos dois namoradinhos. Eu ganhava um novo cliente ligava pra ela. Ela tinha novidades no TCC ou no emprego, ligava pra mim. Era mágico e eu estava me apaixonando por uma menina, de 23 anos, linda e que estava noiva.
Um dia, final de tarde, Paula me liga e fala que estava com saudades e queria me ver. Só que ela estava toda enrolada com o TCC e eu me propus a ajuda-la.

Eu: Paula, porque você não vem aqui na agencia e eu te ajudo a fazer o TCC?
Ela: sério, me ajudaria?
Eu: sim, pode vir.
Paula chegou na agencia por volta das 17h, estava linda, de vestido florado, salto não muito alto, cabelos presos com um rabo de cavalo que ainda a deixava muito mais jovem, brincos e um perfume capaz de enlouquecer qualquer um, afinal, qual homem resiste a uma menina usando um 212Sexy?

Conversávamos sobre o trabalho na medida que as pessoas iam indo embora até que todos se foram e só restou a gente na minha sala. Paula estava sentando do meu lado e eu fiz uma brincadeira.

Eu: chega de TCC, vamos falar de sexo?
Ela: sim, vamos.
Fiquei perdido mas continuei.
Eu: você gosta?
Ela: mais do que deveria (rindo).
Eu: e o noivo?
Ela: é fraco. Não tem criatividade e nem a metade da minha fome?
Eu: sua fome é grande? Fome de que?
Ela: tudo. Gosto de tudo, quero sempre tudo.

A conversa acabou puxei a minha ninfeta pelo cabelo e começamos a nos beijar enlouquecidamente. Parecia que um ia engolir o outro. Paula não fez a menor cerimonia e segurou meu cacete com força, apertou por cima da calça causando dor e prazer ao mesmo tempo. Me ajoelhei na sua gente, suspendi seu vestido, puxei sua calcinha até o chão e toquei a sua bucetinha totalmente ensopada, cai de boca. Gosto bom, depiladinha e muito cheirosa chupei aquela menina até que ela gozasse na minha boca. Após o gozo, Paula deixou seu corpo cair sobre o sofá da minha sala e só ai que eu percebi que ela havia tirado seu vestido por cima da cabeça enquanto eu a sugava por inteiro. Aquela visão era única. Uma menina de 23 aninhos, pelo lisa e jovem totalmente nua na minha gente apenas de sandálias.

Ela: tira esta calça, põe seu pau aqui na minha boca.
Eu: chupa, me engole.... me chupa. Quero você toda pra mim.
Paula me chupava, aos poucos deixou meu pau babado apontando pro céu. Puxei a minha ninfeta pelo cabelo e com os nossos corpos colados, ficamos nos beijando, alisando, sarrando até que me sentei e ela veio por cima. Buceta molhada é uma delícia. Meu pau escorregou para dentro dela como se não houvesse barreira. Buceta quente, movimentos sincronizados, gemidos, sussurros, e ela pedindo mais pica.

Ela: me come safado, come a sua putinha antes que ela case. Mete, fode, pau gostoso.
Eu: rebola.... quica no meu pau.... você é minha putinha de hoje em diante.
Ela: sou. Sou sua puta, me come toda....

Levantei coloquei meu bebê de quatro no sofá, me ajoelhei, passei a língua no seu cuzinho e fui me posicionando aos poucos.... comecei a forçar a penetração, assistindo aquela rabinho engolindo a minha pica.

Ela: aiiiiiii, entra... entra e goza dentro.
Eu: pode encher seu rabinho de porra?
Ela: pode...a outa é sua e você pode fazer o que quiser.

Soquei com força aquele rabinho apertado mas guloso. Paula gemia, mordia o sofá, empinava a bunda e eu adorava. Batei, puxei pelo cabelo, alisei sua xotinha e ela gozava nos meus dedos. Fudemos por um tempo e eu gozei gostoso no seu rabinho. Paulinha estava exausta e eu saciado. Seu telefone tocou e era no noivo dizendo que iria busca-la em meia hora.

Ela: era ele...
Eu: já esta vindo?
Ela: sim, chega em meia hora e em meia hora eu queri chupar sua pica até você gozar.

Paula terminou seu noivado meses depois e no período que ela morou sozinha nos vaimso quase que diariamente. Ela se formou, tem o seu emprego e eu me apaixonei perdidamente por ela. Não deu certo, hoje quase não nos falamos e eu sinto uma saudade imensurável da minha ninfetinha.

Fim.




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