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O filho do chefe


autor: Nasty
publicado em: 27/10/16
categoria: hetero
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Era uma quinta-feira estressante de trabalho, até que recebi uma mensagem de um carinha pra quem eu tava doida pra dar mas estava fazendo jogo duro.
Abri a mensagem e era uma foto do pau dele, não acreditei. Grande, grosso, pulsante e com a cabecinha rodada. Minha bucetinha logo deu sinal de vida porque eu não transava há um mês.
Prendi o cabelo num rabo de cavalo e entrei na sala do meu chefe pensando que ele estava ausente. Ninguém entrava ali sem a permissão dele e as chances de eu ser pega eram mínimas.
Levantei a saia, apaguei a luz e me sentei na cadeira do chefe. Abri as pernas, coloquei a calcinha pro lado e toquei a minha bucetinha melada olhando pro pau delicioso na tela do meu celular. Comecei a deslizar três dedos pra dentro na minha buceta com força. Como eu queria um pau no lugar dos meus dedos, eu já estava gemendo enquanto masturbava a minha bucetinha carnuda, quando de repente a porta se abriu e a luz se acendeu. Dei um pulo da cadeira mas confesso que relaxei ao ver que não era o meu chefe e sim um desconhecido lindo de aparentemente uns vinte e dois anos, de pele morena e olhos verdes surpresos me fitando. O cara tava paralisado e com a porta ainda aberta. Corri até ele e fechei a porta.
— Quem é você? — Perguntou o homem, com um tom de voz surpreendentemente calmo.
— Eu trabalho aqui, e você? — Perguntei, pegando a minha calcinha que já estava no chão.
— O meu pai é o dono dessa sala.
— Por favor, não conte pra ele!
— Não vou contar. Quer mais alguma coisa? — Perguntou ele, de um jeito sexy enquanto olhava pra minha buceta.
Queria mesmo era que ele me comesse, mas não falei isso, apenas me debrucei na mesa pra pegar o meu celular, deixando à mostra o meu bumbum pro delicioso filho do chefe.
Ao me virar, abaixei a saia e olhei pra ele de baixo pra cima. Reparei o volume na calça social e fiquei com água na boca só de olhar.
— Posso te ajudar? — Perguntei.
— Sabe onde fica a chave da primeira gaveta?
Apontei pra chave pendurada ao lado dele na parede. Ele apanhou a chave e eu me sentei na mesa ao lado da gaveta que seria aberta. O gostoso abriu a gaveta e colocou alguns papéis dentro mas não conseguiu fechar a gaveta novamente. Tomei a liberdade de tomar a chave dele e o empurrei pra trás, abaixei um pouco e tranquei a gaveta devagar, deixando ele olhar a minha bunda, torcendo pra ele me comer. Mas ele não fez, então eu deixei a chave na mesa e me retirei e ao chegar no fim do corredor eu percebi que havia esquecido o celular, então voltei e fui logo entrando. Adorei o que eu vi, o filho do chefe batendo uma. Ele paralisou novamente e eu não pensei, apenas me debrucei na mesa e o puxei pela gravata.
— Não teve coragem de me dominar? Eu te domino! Ajoelha e chupa o meu rabo.
Mandei e levantei a saia. Abri as pernas e senti a língua quente no meu fio dental e depois no meu cuzinho. Era a primeira vez que lambiam o meu cu e eu estava adorando mas não tinha muito tempo e queria piru. Me virei de frente pra ele e tirei a calcinha, esfreguei a minha buceta na boca dele e ele caiu de boca, todo faminto. Fiz com que ele se sentasse na cadeira e quiquei com vontade no piru dele, com força. Cheia de prazer. Era o pau mais grosso que eu sentei e eu adorava sentir a minha buceta abrindo.
O tesudo gemia, me chamava de cadela tesuda e soltava a mão no meu rabo mandando eu quicar com mais vontade, e eu fiz, com muito prazer até que gozamos juntos. Me abaixei, mamei o pau dele com vontade, passei a minha língua em cada centímetro depois me sentei na mesa e abri as pernas, ele limpou a minha buceta com a língua e eu amei,quando terminou eu ajeitei a minha roupa e saí da sala como se nada tivesse acontecido.




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