"Os mais excitantes contos eróticos"

 

SAFADINHA - AS PRIMEIRAS PALMADAS


autor: Thyler
publicado em: 29/10/16
categoria: hetero
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Tenho alguns anos de casada, mas recentemente estava muito insatisfeita com a relação. Depois de tanto tempo, nossa vida sexual estava muito morna. Eu já estava pensando em me separar. Isso refletia na forma como eu tratava meu marido, nossa casa e as coisas dele.
Pensava: sou muito jovem, não quero ter uma vida sexual mais ou menos, preciso de paixão...
Todo resto na nossa vida era muito legal, ele era companheiro, atencioso, viajávamos sempre, ele me enchia de presentes e me dava tudo que uma mulher pode querer... Menos uma boa vara na buceta... E isso me fazia muita falta. Não aguentava mais orgasmos mornos...

Um dia, ele chegou do trabalho, sentou-se no sofá e me chamou:

— Cinthia... Vem cá!

A sala estava muito bagunçada, porque eu passava os dias tristes, pensando na ideia de separação e tinha pouco ânimo pra arrumação. Fui de má vontade e ele apagou o cigarro no cinzeiro. Em seguida, me olhou sério e perguntou:

— O que anda acontecendo com você?

Dei uma de desentendida, percebendo em meu marido algo que até então era estranho pra mim. Ele parecia irritado, mais que o normal.

— Olha essa bagunça!
— Marcos...
— O que foi que combinamos? Hein? Ah... Já si... Não se lembra? Pois eu sim! O combinado era que você faria o serviço todo dia, pra gente economizar algum dinheiro... E que a faxineira só viria uma vez por semana.

Antes que eu pudesse responder, ele me agarrou pelo braço e me fez ficar de joelhos em cima do sofá e olhar pra trás da cabeceira do estofado.

— Ai...! O que você tá fazendo? Me solta Marcos! Ai...! Meu pescoço!
— Cala a boca! Olha aí... Tá vendo essa sujeira no chão? Hein, sua porca? Tá vendo?

Um pouco assustada com a reação inesperada do meu marido e achando que pararia por ali, achei estranho quando ele levantou minha saia. Apesar de monótona nossa vida sexual nos últimos tempos, acabei me animando com aquilo e já não pedia mais para que ele me soltasse, ouvindo, calada, sua bronca carregada de xingos e palavrões dos mais cabeludos.

— Será que eu não tenho o direito de chegar e encontrar tudo limpo, depois de um dia inteiro ralando feito um condenado pra te sustentar? Hein? Responde!
— Marcos... Para com isso!
— Cala a boca! — disse isso e me puxou pelos cabelos.
— Ai! O que é isso? O que você vai fazer?
— Quieta... Eu já disse!
Ele enfiou minha calcinha na bunda e me mandou ficar de bruços. Percebi que ele pegava alguma coisa ali mesmo, no chão perto do sofá, mas nem me passou pela cabeça o que poderia ser e só me dei conta quando a primeira chinelada estalou na minha bunda.

“Plafft...!”

— Uuuuiii...! — gemi alto tentando me esquivar.
— Quieta! — ele ordenou me segurando — Não grita que eu não quero que os vizinhos pensem que eu tô te maltratando!

Apesar de excitada, aquela chinelada havia me provocado um medo enorme do que poderia vir pela frente. Porém, eu temi desobedece—lo e piorar minha situação, já que por ser homem ele é, de fato, muito mais forte que eu.

“Plafft...!”

Outra chinelada estalou forte na minha bunda, e eu contive o grito, apertando os lábios.

— Marcos... Por favor! [Choro]

Autoritário e com seu vozeirão másculo, ele disse:

— Eu só tô fazendo o que já devia ter feito há muito tempo. Você vai aprender a ser uma boa dona de casa, a cuidar de mim e das minhas coisas como eu mereço sua vadia! Aguenta calada e não faz escândalo que eu só vou parar quando achar que você aprendeu a lição.

E assim foi uma série de chineladas. Eu tentava me esquivar mas ele colocou um pé nas minhas costas, sem nem se dar ao trabalho de tirar o sapato!
A surra continuou e eu fiquei com medo de reagir. Doía muito, ele alternava chineladas dos dois lados da bunda e as vezes batia com força entre as duas nádegas, acertando minha boceta.

— Sua piranha preguiçosa! Uma puta como você tem que apanhar é sem calcinha... Isso sim! — disse isso e foi baixando minha calcinha até o joelho. — Anda! Empina a bunda... Vai que a sua buceta vai sofrer um pouquinho também!
— Marcos!
— Vai! Caralho!

Eu obedeci a sua ordem, assustada com o grito, mas morrendo de tesão.

— Vagabunda preguiçosa do caralho!

Ele desferrou dez chineladas sequencias no meio da minha rachinha. Eram tão fortes e certeiras que senti que ela foi inchando. Meus gemidos eram abafados por meus lábios cerrados, porém o tesão, que ia aumentando desde a primeira chinelada, estava tão grande, como ha muito tempo não sentia.
Marcos, enfiando um dedo na minha buceta.

— Gostou da sova, é? Piranhazinha do caralho! Tá com a buça toda melada!
— Uuuuuuuiii...! Oohhhh...!
— Isso... Vagabunda! Geme mesmo!

Olhei pra trás e o vi tirando o pau pra fora, pelo zíper da calça. Ele ainda meteu o dedo outra vez na minha boceta e o tirou de lá todo melado pelo meu tesão.
Ele me pegou com mais força dessa vez e me colocou de quatro no sofá, metendo dois dedos na minha boceta e socando rápido:

— Aguenta cadela bocetuda! Piranha... Vagabunda!
— Uuuuuiiii..! Marcos! Ui! Ui! Mais! Mais!
— Você quer mais, é? [Risos] Então tá...

Disse isso e meteu de uma vez na minha buceta. Entrou fácil, porque ela estava muito melada.

— Assim, é? Hum? É assim que você quer, cadela?
— Huuummmmm...! Mete mais, Marcos! Mete mais forte... Mais forte!
— Ahhhhhh... Cinthia... Sua piranhaaaaaaa...!

Ele socou muito comigo de quatro ali no sofá. Eu estava tão tarada que comecei a acariciar meu grelinho. Ele sentiu o toque do meu dedo e parou de meter. Tirou o cacete da minha boceta e pegou o chinelo.

— Você não vai gozar hoje depois de ter feito tanta lenha... “Plafft...! Plafft...!” Só vai gozar quando eu deixar... “Plafft...! Plafft...!”. E eu só deixo quando a casa estiver limpinha e você estiver do jeito que eu mandar. “Plafft...! Plafft...! Plafft...! Plafft...!”
— Ai! Ai! Ai! Ai!
— Não grita! Porra!

Novamente eu o obedeci e ele foi batendo, batendo, até que se acalmou e voltou a meter na minha xoxota ensopada. Estava difícil me controlar pra não gozar no pinto do meu marido, e ele não parou de me comer até que tirou o pau da buceta e mirou ele no meu cu, até então virgem.

— Hoje não... Por favor, Marcos...
— Quieta!
— Tem dó... Hoje eu não vou aguentar! Amanhã... Eu prometo que deixo!

Como estava muito difícil de entrar mesmo com ele salivando meu rabo todo, e de tanto eu implorar, ele voltou pra buceta, e fodia sem dó.
Eu custei a me excitar de novo porque tinha ficado com muito medo de ele me enrabar. Só de tentar enfiar, já havia doído o suficiente pra eu imaginar a dor que sentiria no outro dia ao sentir aquela estrovenga me arrombando toda! A cabeça do pau do Marcos é muito roliça, e eu só conseguia pensar nela rasgando meu rabo...
Quando ele gozou, o medo já havia passado e eu já estava doida de tesão olhando pro meu marido ali, ainda usando a roupa de um dia de trabalho, com o pau jorrando sua porra em cima de mim, melecando minha barriga, peitos...

— Ohhhhhhhhhh...! Ohhhhhhhhhhh...! Que gozada! Sua puta barata! Ohhhhhhhhhhhhhh...!
— Amor... Eu preciso gozar... Deixa?
E ele, não dando importância ao meu pedido:
— Abre a boca Cinthia... Quero o meu cacete limpo e guardado dentro da minha calça!
— Oh! Marcos!

Ele ria todo cheio de si enquanto eu cumpria o que me havia sido ordenado.

— Você não vale nada Cinthia... Minha puta safada!

E eu só o olhava sem tirar seu pau de dentro da minha boca. Ele sentou no sofá e batendo a mão no assento ao seu lado:

— Cadela! Vem aqui, vem! Fica de joelhos!

Fui ficando desesperada, como medo de apanhar mais. Ele ficou alisando minha bunda.

— Huuummmm...! Ela ficou linda assim... Toda vermelhinha.
— Ohhhhhhhh... Marcos! Huuuummmm...! — eu gemia com suas carícias quando de repente:

“Plafft...!”

— Ai!
— Amanhã eu quero essa casa arrumadinha! Entendeu?
— Humhum...
— Quero você com uma roupinha bem puta... Bem ordinária... Com direito até a uma calcinha fio dental socada nesse rabão... Bem cadela, me esperando aqui na sala...

“Plafft...!”

— Uuuiiii...! [Choro]
— Shiiiuuuu...! Sem choro! A partir de hoje eu não tolero indisciplina e nem desobediência. Não vou ter dó da sua bunda daqui pra frente... E você só goza se se comportar direitinho... Senão, não!

Disse isso e levantou, indo até a parede lateral e trazendo o espelho que ficava pendurado nela.

— Olha... — disse mostrando o estrago que fez na minha bunda, vermelha e inchada.
— Marcos... — eu olhei pra ele toda dengosa, mas ao mesmo tempo com muita cara muito safada, porque não tinha gozado e estava doida de tesão.
— Vai tomar banho Cinthia...
— Marcos...
— Cala a boca e vai tomar banho! E não se toca muito, não... Se você gozar, vai apanhar molhada... E de cinta!

Mas antes que eu me levantasse, ele pegou o cinzeiro cheio de guimbas e cinza de cigarro e o despejou em cima de mim, rindo enquanto eu me debatia.
— Amanhã eu não quero essa zona aqui, hein! — ele jogou o cinzeiro no chão e saiu, me xingando ainda — Sua piranha preguiçosa!


Tomei meu banho e fui dormir, com a bunda ardendo em brasas, mas feliz com a reação do meu marido. Acho que precisava mesmo que ele se colocasse como homem em casa...







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