"Os mais excitantes contos eróticos"

 

SAFADINHA - PALMADAS... CHINELADAS...


autor: Thyler
publicado em: 29/10/16
categoria: hetero
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Acordei nos braços do meu maridinho. Ele acordou meio sonolento e foi, como sempre, carinhoso e amável. Acabamos dormindo de novo — o que foi minha sorte, pois precisava acordar antes dele.

Depois de um tempo acordei, sobressaltada. Felizmente ele ainda roncava ao meu lado, então fui ao banheiro. Lavei minha boceta, escovei os dentes, me maquiei e pus minha melhor calcinha. Apreensiva, mas cheia de tesão e louca pra gozar, acordei ele com um maravilhoso boquete.

— Huuuummmm...! Que putinha sapeca!
— [Risos] Gosta?
— Cala a boca e chupa! Ou melhor... Vai lá na sala e pega meu maço de cigarro!
— Vai fumar aqui no quarto?

“Plafft...!”

Ele acertou um tapa na minha cara que me fez rolar pro lado.

— Marcos!
— Cala a boca Cinthia! Você é uma vagabunda... Não trabalha e não faz nada o dia inteiro! Acha que tem direito de me dizer onde eu posso ou não fumar dentro da minha casa?

“Plafft...! Plafft...! Plafft...! Plafft...! Plafft...! Plafft...!...”.

Minha bunda novamente foi castigada, porém, dessa vez foi com sua mão pesada mesmo que ele a deixou queimando feito brasa.

— Vai, puta! Pega meu cigarro e não esquece o cinzeiro!

Quando voltei meu marido estava coma barraca armada no calção que usava pra dormir.

— Isso! Vem cá, vem! — ele disse e eu vi seu pau latejando embaixo do tecido fino — Dá uma voltinha pra mim, dá!
— Assim? Hum?
— [Risos] Você é uma preguiçosa Cinthia... Se eu soubesse nem tinha me casado com você.
— Nossa...

Ele tragou o cigarro e fez sinal com o dedo para que eu me aproximasse, e quando o fiz, soltou a fumaça na minha cara.

— Puta! Putona!

Eu voltei a ficar em pé à sua frente e ele me apalpou inteira, me examinando e me deixando louca com o que falou em seguida:

— Parece uma égua... Olha! [Risos] Uma égua bunduda! “Plafft...!”
— Aiiiinnnnn...
— Você tá com cheiro de sexo, sua piranha suja! Anda... Põe a perna aqui em cima...

Ele disse isso e se encostou na cabeceira da cama. Eu coloquei minha perna direita por cima do corpo dele e ele diss:

— Abre a boceta... Segura ela aberta!
— Assim?
— Isso — ele acendeu outro cigarro e tragou.
— Agora vamos ver essa bocetona fumando!
— Marcos... Huuummmm...! Ohhhhhhhhh...

Meu marido tinha colado a boca cheia de fumaça de cigarro na minha boceta aberta e a soltou lá dentro.

— Isso... Agora solta!
— Ohhhh... Tá quente... Tá quente!
— [Risos] Vagabunda! O que o teu pai não pensaria se visse esse bucetão assim... Soltando fumaça de cigarro, hein?
— O que é isso Marcos...?
— O meu mesmo não ia deixar escapar não! Heheheh...! Ia cair de boca... Assim ó!

Ele meteu a boca na minha boceta e sua língua áspera logo me bolinava o grelo, fazendo—me ir a loucura! Agora... Qual a intenção dele ao citar os nossos pais ali, naquele momento, eu não sei... Mas o fato é que a ideia deles me verem naquela situação com o meu marido acabou por mexer tanto comigo que quando ele parou de me chupar e mandou que eu sentasse na sua perna eu o obedeci com a cara mais safada do mundo, e ele, parecendo adivinhar o porquê:

— E essa carinha, hein safada? [Risos] Que foi? Vai me dizer que tem o dom de encarar o meu pai e o meu sogro? É isso, é?
— E você? Agora deu pra virar um pervertido?

Ele continuava me apalpando como que me avaliando. Apertou com força o bico do meu seio.

— Aiiiiiiiinnnnn...!
— Cala a boca! E não reclama quando eu apertar suas tetas!

Marcos voltou a apertar com força o biquinho do meu seio esquerdo, e fricciona—lo entre seus dedos.

— Você acha que é só sua bundinha que vai sofrer na minha mão, é? Não é não! As suas tetas também. E hoje vai ser só esta aqui...

Ele apertou com força, e veio com a boca. Deu uma cuspida e começou a me acariciar com a língua.

— Uuuuiiiii...! Que delícia Marcos!
— Gosta?
— Humhum...!

Eu gostando daquela safadeza toda, quando de repente ele me machucou com o dente. Resmunguei de dor e ele, debochado:

— Você não aprende que quem manda nas suas tetas, na sua bunda, no seu cu... Sou eu, né?

Ele sentou na cama e me puxou pra cima do seu colo.

— Arrebita bem esta bunda, bem mesmo.

Conforme ia acariciando, Marcos foi dizendo:

— Hoje você tá sendo uma menina boazinha... Então eu deixo você gozar... Beleza?
— Ohhhhh...! Obrigada Amor!
— Da sua coça eu não posso aliviar, não... Que é pra você entrar no eixo. Mas uma gozadinha eu deixo você dar...

Mas eu já estava quase gozando ali... Com aquela tortura toda daqueles três dias. Ele começou a me bater com a mão. Cada tapa mais ardido que o outro. E quando minha bunda já estava se acostumando com aquela dor:

— Pega o chinelo.

Meu rosto já estava banhado em lágrimas, mas o tesão era tanto que eu nem sequer disse nada. Apenas obedeci e voltei para o colo do meu marido, com um chinelo meu nas mãos, que era menor e mais leve.

— Esse não, vagabunda... O meu! — e apontou para o dele.

Eu me senti tão humilhada... Além de apanhar, ter que pegar o chinelo com o qual ele me deixaria o traseiro todo pegando fogo!
Foi bom ele ter começado a bater com a mão porque quando começou com o chinelo a bunda já estava um pouco acostumada com a dor. Mas acho que ele partiu pras chineladas de propósito, quando percebeu que eu já não me debatia tanto. Marcos bateu
muito em um lado da bunda, eu ia virando, me contorcendo e ele ia voltando com minha bunda pro lugar, ia me mandando empinar.

— Essa tua bunda é boa pra bater, Cinthia... É macia... Gostosa! Para de ficar prendendo essa bunda! Isso... Empina, deixa ela bem a mostra pra mim! Potranca! Você gosta de apanhar, né?

De vez em quando ele parava, apertava, acariciava, acho que ficava admirando o estrago que estava fazendo.
Deitada no colo dele, eu sentia seu pinto cada vez mais duro, me cutucando.

— Vem aqui... Monta no meu caralho!
— Ohhhhhhh....! — eu não sabia se gemia ou se chorara — Marcos...! Uuuuuuuuuuiiiiiiii...!
— Me oferece a sua teta... Vai!

Ofereci o peito direito, porque o outro estava muito dolorido.

— Eu quero esse aqui... — disse apalpando meu peito dolorido.
— Por favor, esse tá dolorido! Uuuuuuiiiiii...! Eu não aguento!
— Aguenta sim... Você vai ver que aguenta coisas que nem você imagina!

Falou isso enquanto agarrava meu peito com as duas mãos, apertando tão forte o meu bico entre os dedos que me fez ver estrelas de tanta dor.

— O [Choro]
— Vira, Cinthia... Rápido... Eu tô quase gozando... Vai depressa senão não deixo você gozar... Vai porra! Vai!

Comigo deitada de barriga pra cima ele veio e meteu seu pintão na minha boceta com tudo e disse:

— Tá gostando, né? Mas tem uma coisa... Eu não vou ter dó do seu peitinho não!

Agarrou a teta esquerda e ficou apertando o biquinho.

— Aiiiiinnnnnn... Seu canalha! — eu gemia de dor e prazer.
— Sua puta! Você gosta de apanhar!
— Seu filho da puta... Safado!
— Eu fiz isso só pra ver... Piranha! Toda vez que aperto seu peito parece que se abre uma cachoeira no meio das suas pernas... Vai ter que gozar com o peito espremido!

Comecei a chorar de dor e ele caprichou nas estocadas firmes que arremetia contra a minha boceta que, realmente, parecia que eu estava mijando de tão molhada que ela estava.

— Goza logo! Para de frescura, sua cadela indecente!
— Owwnnnnnn... Marcos!
— Goza! Goza vadia! Eu tô quase gozando. Ou você goza agora ou não goza hoje...
Fiquei preocupada porque ele iria viajar por uma semana... Se eu não gozasse naquela hora ia ficar doida durante toda a sua ausência.
Tratei de relaxar e comecei a sentir aquele aperto no bico do peito como uma coisa boa. Parece que quanto mais perto do orgasmo, a sensação de dor vai se relativizando e ficando prazeroso o que antes parecia só dor.

— Tá vindo... Tá vindo Marcos... Uuuuuuuiiiii...! Vou gozar! Aiiiiiiiiiiiinnnnnnnnnn...!
— Isso! Treme na minha vara, sua cadela! Vagabunda! Safada!
— Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... Ohhhhhhhhh... Meu marido safado! Gostoso! Ohhhhhhh...!

Gozei tão gostoso como nunca havia gozado na minha vida. Ele foi bonzinho e assim que gozei parou de apertar meu peito. Até porque se ele continuasse depois da minha gozada, na certa eu desmaiaria de dor. Depois de gozar a sensação de dor é a mesma de quem não está excitado, e eu não aguentaria mesmo depois de tanto tempo sendo apertada.
Logo ele tirava o pinto de dentro de mim e ali mesmo começou uma punheta.

— Eu vou gozar sua puta safada! Vou gozar! Arhhhhhhhhhhhhh...! Arhhhhhhhhhhhh...! Arhhhhhhhhhhhh...!

Fiquei toda melecada com a porra do meu marido que chegou a acertar o canto da minha boca. Como ele me olhava, passei o dedo e o chupei, com uma cara de safada, mesmo depois de ter apanhado e estar com o traseiro em chamas.
Nem esperei que ele me mandasse limpa—lo. Saí da cama pingando porra e com a boceta escorrendo, fui ao banheiro e trouxe uma toalha pra limpar o pau dele.

— Hahahah... É... Tá aprendendo, hein, Cinthia?
— Hahahah...

E enquanto eu limpava seu pau, ele ia falando:

— Você vai me esperar todos os dias, linda, cheirosa, bem vestida, com as unhas bonitas e depilada... A casa sem bagunça. Eu quero meu chinelo na sua mão todo dia assim como o banheiro todo organizado: sabonete, toalha macia e cheirosa. Se isso não acontecer, você já sabe... Vai apanhar até aprender isso tudo! Tá me entendendo?
— Sim querido...
— E todo dia, à noite, eu quero um boquete pra relaxar.
— Pode deixar Amor... Eu vou adorar chupar até você encher a minha boquinha de porra!
— Hahahah... Quem disse que eu vou gozar na sua boca? Hein... Puta? Eu decido se vou gozar na sua boca, no seu peito ou na sua buceta. E pode ir se preparando porque eu tô de olho é nesse seu cuzinho... Ele também já tá na minha mira!

Dito isso, Marcos se levantou e saiu andando antes que eu pudesse reclamar. Ele sabia que eu não gostava que ele gozasse na minha boca. E que tinha pavor, morria de medo de dar o cu. Mas eu entendi que não estava mais nas minhas possibilidades decidir por isso. Não depois de ter aceitado tudo aquilo e ter gozado como uma despudorada.

Passamos o dia mais maravilhoso que já havíamos passado em todos aqueles anos. Eu estava muito apaixonada, agarrava ele a toda hora, dava beijos apaixonados.
Em uma determinada hora ele brincou:

— Se eu soubesse que uns tapas na bunda iam ter esse efeito todo... Já tinha feito isso há muito tempo...

Eu ri um pouco sem graça, mas por dentro sabia que, mais do que os tapas na bunda, o fato de ele se impor, ser forte, bruto sem ser violento, mas mesmo assim conseguir mostrar quem manda e domar meu desejo e minhas vontades, eu que sempre fui tão mimada, inclusive por ele, contavam muito.

Á tardinha fomos tomar banho. Quando entrei no box na frente dele, ele deu dois tapas na minha bunda, que ainda estava ardida e vermelha. Entrei em pânico quando vi que só com isso e meu gemido de dor, ele ficou de pau duro. Fiquei com medo de ele gostar tanto de me bater e que fizesse isso toda vez que ficasse excitado. Mas eu também não tinha gostado tanto?

Ele, enquanto ele esfregava o sabonete no meu corpo:

— Você é uma putinha safada, Cinthia... Tão puta com essa carinha inocente! A sua educação ainda não acabou, não... Eu não vou ter dó da sua bunda... E tudo isso sabe pra que? Pra você melhorar, sua safada!
— Oh... Amor...

Anoiteceu e quando fomos pra cama...

— Eu tô muito cansado pra te castigar agora, mas... Por via das dúvidas a cinta fica aqui do lado da cama.
— Cinta? Não... — falei fazendo carinha de choro e ele:
— Sim senhora! E eu vou arrumar também uma vara bem fininha pra quando você precisar de uma surra mais bem dada... Quando o castigo tiver que ser maior!

Estremeci de medo. Se minha bundinha já tinha ficado em brasas com palmadas e chineladas, imagina com uma cinta e uma varinha?!

Ele saiu e quando voltou com o cinto na mão e colocou em cima do criado, já cai de boca no pau dele e chupei feito uma louca. Ele gozou nos meus peitos, me mandou limpar ele e ir tomar outro banho. Quando voltei, ele passou a mão na minha cabeça:

— Hahahah...! Eu peguei o cinto pra te bater caso você se esquecesse do meu boquete.
— Ai, ai...! — falei rindo — Ainda bem que eu me lembrei...
— Hahahah... Né? Sortuda... Isso sim...! Iam ser dez chibatadas do cinto ou umas vinte de chinelo!

Minha bunda ardeu só de pensar... E ao mesmo tempo minha calcinha se encharcou...

“Sorte ou azar?” — pensei e sorri, me abraçando ao meu maridinho querido!







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