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Comadre Carente ( verídico )


autor: maninho
publicado em: 29/10/16
categoria: traição
leituras: 3962
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Caros leitores
O que passo a relatar é um conto realmente verídico que começou à aproximadamente um ano e perdura até os dias de hoje.
Vou omitir meu nome e também o nome da outra pessoa envolvida porque ambos somos casados, ela vive com o marido e eu vivo com minha esposa e ambos temos filhos.
Tenho 45 anos, trabalho em uma empresa multinacional e atualmente estou fazendo o segundo horário que é das 14,00 às 22,00 horas.
Minha esposa trabalha em outra multinacional, o horário dela é das 7,00 às 16,00 horas.
Portanto minhas manhãs são livres, e aproveito para fazer minhas caminhadas.
No inicio do nosso casamento comprei uma casa popular do BNH onde moramos por quase dez anos.
Nesta época conhecemos um casal que morava vizinho de nossa casa, foi uma amizade gostosa, eles frequentavam nossa casa e nós a deles, e por coincidência ele trabalha na mesma empresa que eu.
Quando nasceu nossa primeira filha, nós os convidamos para serem padrinhos de batismo.
Daí por diante eles se tornaram nossos compadres, também tiveram filhos e sempre tinha festinhas de aniversário tanto na nossa casa como na deles também.
Nessa época eu cobiçava minha comadre discretamente porque ela tem um lindo corpo e um belo rabo que desperta a atenção de muitos homens, mas ela nunca me deu a mínima chance.
O tempo foi passando, a gente foi progredindo, comprei uma casa maior em outro bairro, eles também se mudaram, ficamos distantes, porém morando na mesma cidade.
A cerca de uns dois anos atrás, eu ouvi uma conversa entre nossa filha e minha esposa, nossa filha dizendo que ficou sabendo no salão de beleza que nossa comadre estava em depressão tomando remédio de sarja preta, porque havia descoberto que nosso compadre (marido dela) tinha arrumado uma amante.
Não dei importância, pois isso é assunto alheio, mas os comentários sempre vão adiante.
Para minha surpresa em uma manhã quando sai para fazer minha caminhada, encontrei a comadre que vinha de bicicleta vestida com aquela roupa de ginástica colada no corpo toda bonita e gostosa.
Ela me viu, parou perguntando se estava tudo bem, perguntou da nossa filha afilhada dela, perguntou da minha esposa, fui respondendo tudo na boa.
Depois foi minha vez, elogiei a beleza dela dizendo que ela estava muito bonita, perguntei sobre a família se estavam todos bem.
Ela disse que com os filhos e o marido estava tudo bem, mas ela estava se recuperando de uma depressão e que tinha passado um período muito difícil.
Fiquei na minha fingindo não saber de nada, ela disse que era uma longa historia e sentia vontade desabafar com alguém, mas que o assunto era delicado e precisava de um bom tempo para explicar.
Eu disse a ela que se quisesse conversar comigo eu saberia entender fosse qualquer tipo de assunto, ficaria entre nós.
Ela perguntou se eu não estava mais trabalhando, falei que sim e trabalhava durante a noite, perguntei sobre o compadre (marido dela) ela disse que ele estava trabalhando durante o dia.
Falei para ela que minha esposa também trabalhava o dia todo e eu tinha todas as manhãs livres, se caso ela quisesse conversar eu estaria à disposição.
Ela disse que iria pensar direitinho e depois me daria retorno.
Ela se despediu dando beijinho na face e falou que ia todas as manhãs na academia que tem ao ar livre fazer ginástica..
Continuei minha caminhada pensando no que havia conversado com ela e fiquei excitado só de pensar na possibilidade de sair com ela.
Os dias foram passando, encontrei varias vezes com ela passando por mim de bicicleta, ela só acenava com a mão e continuava em frente.
Um belo dia ela passou de bicicleta, foi até o quarteirão da frente e voltou, passou por mim e me esperou logo adiante, olhou para ver se não vinha ninguém acenou com a mão me chamando.
Conversamos um determinado tempo, ela disse que era difícil a gente sair para conversar porque não tinha como ela sair a pé que alguém poderia suspeitar de alguma coisa, pois ela só saia de bicicleta para fazer exercícios.
Então eu disse a ela que tenho uma Pick-up com capota marítima, poderíamos colocar a bicicleta na caçamba, a gente se encontraria em uma rua de pouco movimento e iríamos para um lugar reservado.
Combinamos de sair no dia seguinte, eu esperaria ela na rua próximo ao clube de campo essa rua é bastante deserta.
No dia seguinte conforme combinado aguardei ela por volta das 8,00 horas.
Parei a Pick-up perto de algumas árvores, logo ela veio devagar olhando para todos os lados, ela parou eu falei para ela entrar no carro, os vidros são escuros quem está fora não vê quem está dentro.
Coloquei a bicicleta na caçamba, fechei a tampa, entrei no carro, ela toda nervosa queria saber onde a gente iria pois ela estava morrendo de vergonha e medo.
Falei que poderíamos ir a um motel, pois era o único lugar que ninguém poderia nos ver.
Ela disse é só para conversar, precisa ser em motel?
Eu perguntei se ela tinha ideia de outro lugar, ela pensou e disse.
É difícil não tem outro lugar, vamos no motel mesmo, mas é só para conversar.
Entramos no motel, ela ficou espantada, disse que nunca tinha entrado em um lugar desse e tinha mesmo muita curiosidade de ver como era um motel.
Sentei na cama, ela olhou todos os detalhes, fez comentários a respeito dos espelhos, depois sentou do outro lado da cama.
Deitei de lado olhando para ela que também se deitou, então eu disse a ela que poderia colocar tudo para fora e tudo que seria dito morreria entre nós.
Ela me contou então que havia notado muita diferença no comportamento do marido, e que o relacionamento entre eles tinha esfriado tanto que ele ficava meses sem procurar por ela, neste momento ela começou a chorar, eu coloquei um travesseiro no meu colo, pedi para ela deitar, afaguei os cabelos, pedi para ela se acalmar, fui fazendo carinhos, e por fim ela disse que havia descoberto que o marido tinha uma amante.
Foi difícil conter o choro dela, conversamos muito, expliquei que o caso dela não era o primeiro e também não seria o ultimo.
Ficamos em silencio, eu afagando os cabelos dela, fazendo carinho no rosto, ela de olhos fechados, eu doido para avançar o sinal, meu pau até doía de tão duro.
Depois de um tempo, tentei deitar em cima dela, de inicio pensei que ela iria concordar, mas em seguida ela disse que queria ir embora que nunca tinha traído o marido.
Fazer o que, fomos para o carro, já dentro do carro ela me perguntou se eu não iria ficar chateado com ela.
Eu disse que não, pois entendia o que ela estava passando.
Dei partida no motor, ela segurou na minha mão e mandou desligar.
Abriu a porta e me chamou para voltar para o quarto.
Entramos, ela me abraçou em pé e demos nosso primeiro beijo, longo demorado de olhos fechados.
Começamos a tirar a roupa, ela pediu para apagar a luz, pois ela tinha vergonha porque tem a pele muito branca.
Deixamos o ambiente à meia luz e eu vi ela nua, realmente muito branca, mas tesuda, corpo violão, pentelhos totalmente pretos, chegam a brilhar, bucetão enorme, grelo grandão parecendo uma crista de galo todo enrugado.
Ela tem 46 anos, branca, cabelos negros, seios médios já um pouco caídos e o atributo principal é a bunda que não deixei de cobiçar.
Rolamos na cama, beijei o corpo todo, fui descendo, enchi a cara naquele bocetão, chupei gostoso, ela gozou chorando dizendo que estava precisando muito disso.
Subi em cima, coloquei o cacete naquilo tudo, entrou igual agulha na manteiga, mas apesar de larga estava quente e melada entrou até o saco, gozei gostoso dentro dela.
Fiquei em cima até amolecer e sentia a vagina dela piscando mordendo meu cacete.
Descansamos um tempo e ela começou massagear meu cacete que endureceu rapidamente, não sou superdotado, tenho 20 cm, mas tem a cabeça bem grossa.
Ela disse que meu cacete é lindo, puxei a cabeça dela com carinho em direção a ele, ela mamou gostoso, engoliu tudo.
Mamou gostoso durante um bom tempo depois deitou de pernas abertas e falou:
_ Vem quero você dentro de mim.
Entrei gostoso, ficamos um tempão brincando, beijando, dando mordidinhas um no outro e por fim gozamos praticamente juntos.
Após um descanso, tomamos uma ducha, encoxei ela em baixo do chuveiro, me esfreguei naquele rabão gostoso.
Fomos embora, ela feliz da vida dizendo que fazia muito tempo que não gozava tanto.
Ela gravou o numero do meu celular, mas no nome da minha esposa, pois somos compadres, se caso o marido dela ver o numero não vai suspeitar de nada.
Ela sempre me liga na parte da manhã, porque sabe que estou só, a gente se masturba falando no celular, mas depois tomamos o cuidado de apagar as ligações.
A gente sai tipo uma vez por mês para matar a saudade.
No segundo encontro depois que demos a primeira trepada, ficamos de conchinha na cama eu encostado naquele rabão, endureci o cacete e tentei comer, mas ela reclamou de dor, então fodi a buceta mais uma vez e fomos embora.
No terceiro encontro, levei um tubo de lubrificante intimo, desta vez consegui colocar, Ela ficou de quatro fui devagarinho, no vai e vem, a hora que ela relaxou, empurrei tudo, ela deu um grito abafado e deitou de barriga na cama, fiquei em cima, depois de um tempo ela colocou as duas mãos para traz, abriu as bundas e fui fundo, ela colocou a mão direita na boceta se masturbou, enfiei a língua no ouvido dela e gozamos, orgasmo forte arrebatador.
Ficamos desfalecidos na cama com as pernas bambas.
Já saímos inúmeras vezes, sempre a primeira é na vagina e a segunda é no rabo que está cada vez mais aconchegante e guloso.
Por em quanto está tudo favorável para nós, eu trabalho durante a noite e o marido dela trabalha durante o dia, os filhos estudam no período da manhã.
Temos as manhãs livres para aproveitar, mas não estamos saindo com muita freqüência para não perder o encanto e não correr risco, se começarmos dar muita bandeira algum conhecido pode ver e dar com a língua nos dentes.
Espero que esse caso dure muito tempo, pois é muito bom comer mulher carente, ela se entrega de corpo e alma.
Abraço aos leitores.











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