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Marcelo & Sonia 41 – A Esposa Safada 2


autor: MarceloDias
publicado em: 01/11/16
categoria: lésbicas
leituras: 2658
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Marcelo & Sonia 41 – A Esposa Safada 2

Continuação
Edilene fez Sonia levantar, sua boca procurou a dela, as línguas se encontraram, uma chupando a outra, suas salivas se misturavam. Sentiu as mãos dela pegarem na sua bunda e abrirem sua bunda enorme, o dedo acariciou o cu, eu ainda estou com tesão no cu, Sonia falou quase sem voz. Eu vou acabar com esse tesão que você está sentindo no cu, vou-te foder toda, sua vagabunda, vou te comer no meu quarto. Sonia beijou os lábios dela, me enche de porrada, pediu. Encho, você vai apanhar muito nessa cara safada, vou bater nessa tua cara de puta. Edilene pegou Sonia pelos cabelos com brutalidade e levou minha esposa para o quarto.

Sonia se deixou levar, seu corpo estava tremulo, Edilene abraçou minha esposa, se beijaram cheias de desejo, as bocas se uniam, se chupando, as línguas molhadas se roçavam, Sonia sentiu a mão de Edilene acariciar sua boceta, gemeu com o dedo da mulher entrando e saindo da sua boceta, ela se esfregava na mão de Edilene deixando o dedo fuder sua boceta. Aii minha boceta, eu fico doida assim. Edilene segurou os cabelos dela com a outra mão e deu um tapão na cara dela, Sonia deu um gritinho, Ela deu outro tapão de mão aberta, bate da na minha cara, me enche de porrada, implorou. Sonia chorou quando Edilene deu o terceiro tapão na cara dela. A mulher foi batendo na cara de Sonia, satisfazendo o desejo dela de apanhar na cara.

Edilene levou Sonia para cama, deitando em cima dela, minha esposa abraçou o corpo dela, beijaram-se na boca, a mulher a beijava de um jeito bruto, chupando seus lábios e sua língua. Ela sentia o rosto quente das tapas que tinha levado, as bocetas se esfregavam, Sonia roçava sua boceta lisa nos pelos grossos da boceta dela.

Edilene desceu beijando seu pescoço, sua boca chupou, deixando a marca da sua boca no pescoço de Sonia, ela chupou mais em baixo, marcando sua posse. Sonia gemia esfregando o bocetão molhado na boceta dela. A mulher beijou seus seios, abocanhando o mamilo, chupando o bico duro do peito, fazendo Sonia gemer manhosa, mamou os peitos dela, chupando os bicos com força, deixando minha esposa doida.

Edilene desceu beijando a barriga, sua boca procurou a boceta, Sonia se abriu toda, ela beijou a boceta, Sonia segurou a cabeça dela, trazendo sua cara para o meio de suas coxas, entregando sua boceta, gemeu desesperada quando sentiu a boca de Edilene chupar sua boceta. A mulher chupava de um jeito rude, mamando, chupando os lábios grandes da boceta, sua língua invadia a boceta, Sonia gemia fora de si, sendo comida pela boca gostosa de Edilene. Seu corpo se entregava, se esfregando nos lábios dela. Aiii Edilene, Eu fico doida assim, aaii minha boceta, me chupa toda, eu vou gozar na tua boca, chupa minha boceta, eu vou gozar, aaiii eu to gozando porra....Sonia gozou toda aberta na boca da mulher.

Edilene continuou chupando, Sonia ficou toda mole, entorpecida, mesmo tendo gozado, sua boceta queria mais, se esfregava nos lábios da amiga. Sentia seu corpo ser todo chupado, Edilene foi virando ela, deitando ela de bruços com a bunda enorme para cima. Sonia gemeu sentindo a boca de Edilene passear pela sua bunda, abre à bunda, eu quero teu cu, ela mandou. Sonia sabia o que ela ia fazer, abriu a bunda com as duas mãos, se entregando, gemeu chorosa, quando sentiu a boca de Edilene beijar seu cu, a língua quente acariciou e chupou, deixando Sonia transtornada.

Edilene se deliciou com a bunda maravilhosa da minha esposa. Sua boca chupava o cu, Sonia sentia seu corpo quente, o jeito que Edilene chupava enlouquecia o corpo dela. Aiii Edilene, você acaba comigo, eu adoro, aaiii meu cu, que delicia, eu vou gozar, eu gozo pelo cu, você me chupando assim. Sonia gozou de novo, sua boceta estava quente e seu cu se contraia na boca de Edilene.

Edilene trouxe Sonia para o corpo dela, se abraçaram, Sonia beijou seus lábios, sentiu Edilene pegar nos cabelos dela e a mão dela desabar na sua cara, foram três tapas seguidos, que enlouqueceram minha esposa, ela sentiu o sangue ferver e sua boca beijou os lábios grossos da amiga. Chupa minha boceta, a mulher mandou, se abrindo e oferecendo a boceta grande e peluda. Sonia beijou a boceta e chupou com vontade. Edilene a segurava pelos cabelos, exigindo que ela mamasse sua boceta.

Ela fez Sonia parar e olhar para ela. No prédio todo mundo já sabe que eu dei na tua cara, já imaginou se eles sabem que você chupa a minha boceta e que eu mijei na tua boca. Ela provocou, deixando Sonia apavorada. Você não vai contar, não é. Edilene sorriu e continuou provocando se divertindo com o medo da minha esposa. Eles iam saber que você além de apanhar na cara, gosta de chupar boceta, iam saber que eu to comendo você, que você virou minha puta na cama, não virou minha putinha. Sonia estava com medo e ao mesmo tempo excitada. Virei tua putinha, eu faço tudo que você manda, ela disse beijando a boceta grandona, mostrando que era submissa e que Edilene mandava nela.

Edilene se entregou completamente gemendo, se abria toda, se deliciando com a boca quente e atrevida da minha esposa. Sonia chupava sua boceta toda, ela gemia quando sentia a boca molhada acariciar seu grelo grandão. Sua boceta enorme se esfregava na cara de Sonia, exigindo sua língua. Ela foi ficando manhosa, suas coxas tremeram e ela gozou naquela boca deliciosa que chupava sua boceta,
Ficaram namorando na cama, Sonia beijava seu corpo todo. Ela afastou Sonia e levantou, trazendo Sonia com ela para o banheiro da sua suíte, estou doida para mijar, disse. Sonia entendeu, seu corpo estava quente só dela falar aquilo, ajoelhou aos pés dela. Edilene sorriu safada para ela e encostou o bocetão na sua boca, Sonia abriu os lábios e recebeu o jato grosso e forte na boca, ela abriu ainda mais a boca e seus lábios grossos procuram a boceta peluda, deixando Edilene mijar na sua boca. Ela foi bebendo sem conseguir evitar que escorresse pelo seu corpo. Edilene não parava de mijar, seu mijo era branco e grosso . Aos poucos o jato foi diminuindo e ficou escorrendo sem força, Sonia passou a chupar a boceta mijada da amiga, se deleitando, esfregando os lábios e enchendo de beijos a boceta molhada da amiga.

Edilene a puxou fazendo ela ficar em pé, beijaram se com tesão, as línguas se esfregaram, num beijo chupado. Sonia gemeu sentindo a mão de Edilene acariciar sua bunda enorme, abrindo e acariciando o cu. Ainda esta com tesão no cu, ela provocou. Sonia beijou os lábios dela. Estou, disse. Edilene a levou para o quarto e abriu uma caixa em cima da penteadeira, tirou um consolo grande e grosso de amarrar na cintura. Ela colocou e ajustou na cintura. Sonia ficou o olhando, o pau era rosado, bem grosso com veias saltadas e a cabeça avantajada. Ela passou lubrificante, preparando a pica para foder minha esposa.

Edilene levou Sonia até a cama e fez ela deitar de bruços com a barriga em cima de alguns travesseiros, o rabão enorme, ficou para cima, Edilene subiu na cama e abriu as nadegas grandonas e foi melando o cu, seu dedo entrava e saia, Sonia sentiu uma quentura no cu, um desejo doido de dar à bunda, seu cu se contraia, querendo ser fodido.

Edilene montou nela, Sonia sentiu a pica forçando, seu cu foi se abrindo como uma flor e a pica grossa foi entrando, ela gemeu descontrolada aguentando a pica, bota devagar é muito grosso, aaiii caralho, ta me arrombando, porra, aii mete, ai eu adoro um pau no cu, ai meu cu, eu fico doida, aai, você esta botando tudo, me fode amor, eu quero tudo, mete, aaiii você acaba comigo, bota que eu agüento tudo, bota, aiiii você ta deixando meu cu largo. Sonia falava fora de si, Edilene botava tudo, montada nela e metendo como um macho.

Ela passou a foder forte o rabão da minha esposa, que rabão gostoso de meter, você gosta de dar esse cuzão, ta cheia de tesão no cu, estava doida para me dar esse rabão, chora vagabunda, teu cu é muito guloso, eu to botando tudo nele, mostra que você é puta, O jeito que ela falava, deixava Sonia ainda mais doida, ela chorava manhosa pedindo para Edilene meter no rabão dela. aaiii me castiga, enfia esse pau todo no meu cu, come meu cu, aaiii soca tudo no meu cu, não tem pena, fode minha bunda, aiiii eu vou goza, aai meu cu, assim eu gozo. Sonia sentiu seu corpo tremer e gozou com o pau grosso todo no cu.

Ficaram abraçadas na cama, se beijando, Edilene tirou o consolo e se abriu toda exigindo a boca de Sonia na sua boceta, gemeu quando a boca quente beijou sua boceta peluda, os lábios grossos chupavam seus pelos grossos, mamando o bocetão com desejo, sua flor peluda e melada se entregava toda, Sonia mamava a boceta grandona, fazendo Edilene gemer completamente fora de si, chupa minha boceta, que boca gostosa, eu vou gozar na tua boca, aaaiiii cachorra você sabe chupar uma mulher..aiii eu to gozando na tua boca. Edilene gozou nos lábios grossos de Sonia.

As duas se beijaram, abraçadas, esfregando as bocetas, ficaram deitadas trocando caricias. Eu tenho que ir, já esta tarde, Sonia falou, ela beijou minha esposa, agora você é minha, vou querer te comer todo dia. Sonia beijou a mão dela. Eu sei, eu sou toda tua amor, eu dou para você quando você quiser. Edilene ainda deu na cara dela, antes dela ir embora, já era noite quando Sonia deixou o apartamento dela.

Sonia chegou em casa, eu estava esperando por ela, vi logo pelo estado dela, que ela tinha ido para a cama com Edilene, estava com o rosto vermelho, inchado e cheio de chupões no pescoço. Ela me beijou com tesão, fomos para cama e ela me contou em detalhes tudo que tinha acontecido e mamou gostoso meu pau duro até eu gozar na sua boca deliciosa. Ela estava cansada e pegou logo no sono.

Sonia passou a frequentar o apartamento de Edilene quase todo dia, estava completamente envolvida, tinha se tornado mulher dela, era submissa na cama. Edilene a tratava como puta, ela recebia minha esposa nua, Sonia entrava, ela fechava a porta e ali mesmo começava a apanhar na cara, depois a levava pelos cabelos para o quarto dela. Era ali que Edilene comia Sonia todos os dias.

Sonia estava completamente apaixonada por ela, não conseguia resistir ao jeito bruto que a amiga a tratava na cama. Só andava com a cara inchada das tapas que levava e com marcas de chupões, tinha dias que nem podia sair na rua por causa do rosto inchado.

Uma tarde na cama, Edilene comentou que queria que ela conhecesse uma amiga. Sonia perguntou quem era. Uma mulher que mora aqui no prédio. Sonia ficou assustada. Você contou sobre nos. Ela encarrou minha esposa seria. Contei, ela sempre freqüentou minha casa, sei que ela não vai falar para ninguém. Você a conhece, não tem intimidade, mas quando ver, vai saber quem é. Sonia ficou calada. Eu quero que você de para ela. Minha esposa ficou sem saber o que dizer. Eu não a conheço, falou. Edilene a pegou pelos cabelos, vai dar a boceta para ela, eu quero que você a trate bem, não quero frescuras, quero que você de para ela. Sonia encarrou o olhar dela, não conseguia negar nada para ela. Eu dou minha boceta para ela, disse. Edilene deu um sorriso. Eu vou combinar com uma tarde para ela vir aqui em casa para vocês se conhecerem.

Sonia ficou com medo, não sabia quem era a mulher e não sabia se depois que desse para essa mulher ela ia manter segredo. Quando pensava que Edilene queria que ela desse a boceta para uma amiga dela, sentia seu corpo quente e sua boceta ficava melada. Sonia me contou o que estava acontecendo, eu fiquei preocupado, não disse nada, não ia adiantar, procurei acalmar ela, falando que não ia acontecer nada. Sonia depois que me contou, ficou mais calma.

Alguns dias depois, Edilene ligou para minha esposa e falou para ela subir às 14 horas para conhecer a amiga dela. Eu quero você de vestido e sem calcinha bem puta. Sonia sentiu sua boceta melada, só de escutar Edilene falar assim com ela.

Ela tomou um banho demorado, colocou um vestido de alça bem curto e subiu sem calcinha como Edilene mandou. Estava nervosa, tocou a campainha e Edilene abriu a porta, estava nua, Sonia olhou com desejo aquele corpo gostoso que ela conhecia tão bem. Ela entrou e Edilene fechou a porta. So então viu a mulher parada atrás de Edilene, seu corpo estremeceu, não podia acreditar que aquela mulher era a amiga de sua amante.

Sonia ficou parada, a mulher a encarrou de um jeito safado. Chamava-se Lenilda, era branca, tinha 49 anos, 1.67 altura, 62 kg, não era bonita, os cabelos cacheados cortados curtos, o rosto redondo, olhos escuros, usava óculos, nariz largo, lábios grandes, vestia um vestido estampado de alça, largo, acima dos joelhos, seios fartos, não dava para ver o corpo dela por causa da roupa, dava para saber que ela tinha pernas grossas e a bunda empinada sem ser muito grande.

Lenilda era uma moradora antiga do prédio, Sonia nunca teve intimidade com ela, apenas se cumprimentavam. Surpresa, ela disse com um sorriso nos lábios. Estou nunca imaginei que fosse a senhora. Ela riu, você nunca falou comigo, passava toda metida, com esse teu jeito de mulher casada seria. Eu sempre achei que você tinha cara de piranha, você nunca me enganou. Sonia estava assustada com o jeito que ela falava. A senhora também sempre foi seria no prédio. Ela encarrou Sonia. Eu sou seria, sou bem casada, sou discreta meu bem, ninguém sabe que eu gosto de mulher, sou como você, ninguém no prédio sabe que você gosta de boceta.

A Edilene e eu ficamos amigas quando ela veio morar aqui. Ela sempre teve um temperamento forte, sempre foi muito nervosa. Ela percebeu que eu gostava de mulher e me confessou que também gostava de mulheres e era dominadora na cama, gostava de mandar. Eu sempre fui muito mandona com as minhas mulheres e notei que ela precisava de uma mulher que satisfizesse o lado mulher dela, que comesse a boceta dela e fizesse ela se sentir mulher na cama. Edilene abraçou Lenilda e beijou os lábios dela. A Lenilda é meu macho, ela disse. Sonia ficou olhando as duas se beijando excitada.

Lenilda acariciava a bunda farta de Edilene, quando a Edilene bateu na tua cara foi um escândalo no prédio, ficou todo mundo contra ela, eu achei que você ia fazer alguma coisa, mas você veio no apartamento dela e deu a boceta para ela, virou mulher dela, eu sei de tudo, sei que ela continua dando na tua cara, aqui não precisamos fingir, meu amor, eu sei que você e puta, eu quero a tua boceta também. Edilene se aproximou de Sonia e abraçou-a por trás, beijando o pescoço dela, olha como ela é linda, falou para Lenilda, subindo o vestido até a cintura e mostrando o corpão da minha esposa, ela viu que Sonia estava sem calcinha, ficou olhando o bocetão dela. Edilene acariciou a boceta, descendo as alças do vestido, fazendo ele escorregar pelo corpo, deixando Sonia nua.

Lenilda se aproximou e acariciou a boceta de Sonia, viu como a boceta estava melada, esta com tesão piranha, ela provocou. Sonia gemeu quando ela enterrou o dedo na boceta. Lenilda a segurou pelos cabelos e sua boca procurou a dela, Sonia correspondeu ao beijo, foi um beijo molhado, cheio de tesão. Edilene tirou o vestido largo de Lenilda, deixando ela só de calcinha, ela tinha um corpo lindo, os seios eram grandes, foi descendo a calcinha, deixando Lenilda nua, mostrando a boceta peluda como a de Edilene.

Lenilda fez Sonia ficar de joelhos e trouxe sua boca para a boceta dela. Sonia estava completamente fascinada pela boceta peluda, ela beijou a boceta, esfregando a cara, sua boca chupou com vontade, sentia os pelos grossos melados pelo mel que escorria da boceta. Sonia esqueceu de tudo, de joelhos se abraçou ao corpo dela e chupou a boceta, esfregando a cara, mamando, sentindo o mel de Lenilda melar seus lábios.

Lenilda continuou em pé com Sonia ajoelhada a seus pés, abraçada ao corpo dela, chupando sua boceta, Edilene ficou atrás segurando Sonia pelos cabelos. Lenilda gemia excitada, você sabe chupar uma boceta, que boca deliciosa. Edilene abraçou Lenilda e trouxe a boca melada de Sonia para sua boceta, ela passou a chupar a boceta das duas mulheres.

Edilene tomou a frente e segurou os cabelos de Sonia. Bebe falou, trazendo a boca para sua boceta, Sonia abriu a boca e recebeu o jato grosso e forte na boca, na frente da outra mulher. Sua boca aberta procurou a boceta, Edilene mijou demoradamente e aos poucos seu jato foi enfraquecendo, deixando Sonia toda molhada. Lenilda passou a mão pelos lábios molhados da minha esposa, fazendo ela olhar para ela, deixa eu mijar, falou. Sonia beijou a boceta dela, mija, sussurou, abrindo a boca e recebendo o jato de Lenilda na boca. Sonia deixou a mulher mijar, esfregava a boca se deliciando, Lenilda mijou acariciando a boceta até que o jato perdeu a força e ficou escorrendo na coxa dela. Sonia continuou beijando a boceta, chupando e lambendo.

Lenilda fez Sonia levantar, as duas se abraçaram se beijando, Sonia sentia os pelos grossos da boceta se esfregando na sua boceta. Vamos foder ela no meu quarto, Edilene falou para Lenilda. A mulher pegou Sonia pelos cabelos e levou ela para o quarto, na porta do quarto Lenilda deu o primeiro tapão na cara de Sonia, ela entrou no quarto apanhando na cara de Lenilda.

A mulher a levou direto para a cama e deitou em cima dela. Beijaram-se como duas desesperadas, Lenilda segurava os seios duros da minha esposa, os bicos estavam enormes, ela mamou, fazendo Sonia gemer alto, sua boca desceu procurando a boceta, Sonia se abriu toda, Lenilda enterrou a cara na boceta enorme de Sonia, chupando o seu bocetão melado, minha esposa esfregava a boceta nos lábios grossos dela, sua boceta escorria, Sonia soluçava sendo comida pela mulher. Aiii Lenilda, chupa minha boceta, eu estou doida para dar a boceta para você, me come toda, me chupa até eu gozar, me chupa, aai minha boceta,ela implorava. Edilene subiu na cama e sentou na cara de Sonia, oferecendo a boceta peluda, sua boceta pingava, ela gemeu desesperada quando Sonia chupou, no quarto so se escutava os gemidos delas, Sonia gozou na boca de Lenilda e no instante seguinte Edilene se derreteu na boca da minha esposa, gozando descontrolada.

Ficaram deitadas abraçadas, uma procurando o calor do corpo da outra. Sonia era beijada e acariciada pelas duas, sentia os dedos de Edilene na sua boceta e o dedo atrevido de Lenilda acariciando seu cu, deixando ela louca, gemeu quando a mulher enterrou o dedo comprido no seu cu, Sonia se entregou as caricias das duas, gozou gemendo alto, com os dedos das duas enterrados nela.

Lenilda beijou Edilene, pega o meu consolo eu quero foder o rabão dela. Edilene pegou no armário e entregou a ela. Lenilda ajeitou na cintura. Sonia olhou com tesão a pica grossa amarada na cintura de Lenilda, sabia que ela ia fuder sua bunda sem pena. Sonia virou e deitou de bruços, abrindo as nadegas grandonas com as duas mãos, oferecendo o cu. Lenilda não disse nada, montou nela, a pica grossa encostou no cu, sentiu seu cu se abrir sendo invadido pela pica grossa. Lenilda foi botando devagar. Bota tudo que ela agüenta. Edilene falou para a amante. Sonia chorou quando Lenilda cravou tudo. No quarto so se escutavam os gemidos sofridos de Sonia tomando no cu, aguentando a pica grossa no cu.
Sonia gozou gemendo, dando a bunda para Lenilda. Edilene beijou Lenilda na boca, eu quero também pediu. Ela saiu de dentro de Sonia e fez Edilene ficar de joelhos na cama, Edilene gemeu desesperada quando Lenilda meteu, os gemidos se transformaram em choro, a amiga metia forte na bunda dela, socando, deixando Edilene fora de si. Ela agüentava tudo no cu, se entregando toda para Lenilda. Seu corpo estremeceu e ela gozou com o pau grosso cravado no cu.

Ficaram abraçadas na cama. Lenilda abriu a boceta e Sonia e Edilene chuparam juntas sua boceta, suas bocas disputavam a boceta peluda de Lenilda, as duas se beijavam e chupavam ao mesmo tempo, deixando Lenilda completamente louca. Ela esfregava a boceta na boca macia das duas mulheres. Sua boceta estava quente e molhada demais, seu mel escorria alimentando o desejo das duas mulheres. Lenilda gozou gemendo alto, esfregando a boceta na cara das duas. Ficaram abraçadas se acariciando até tarde. Sonia deixou o apartamento de Edilene acabada. As duas mulheres tinham fodido ela toda.

Depois daquele dia, Sonia se tornou amante de Edilene e Lenilda, as duas se tornaram suas donas. Minha esposa passou a ser comida pelas duas no apartamento de Edilene e às vezes Lenilda a comia sozinha no seu apartamento quando o marido estava viajando. Essa relação entre minha esposa, Edilene e Lenilda durou um bom tempo.











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