"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Foi tudo muito rápido.


autor: Publicitario45
publicado em: 01/11/16
categoria: hetero
leituras: 1721
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Quando escrevi que a minha vida sexual estava devagar e por isso iria escrever contos fictícios, não sabia que a minha caixa de e-mails ia lotar tão rapidamente. Em um dia foram mais de seis pessoas diferentes me mandando mensagem, teve gente de tudo quanto é canto do país.

Porém, uma delas era aqui do Espirito Santo, 140 quilômetros de distância. Ela se chama Leila, foi bastante educada no e-mail se apresentou, disse que adorava os contos, perguntou se eram reais, fez críticas aos dois últimos e a conversa foi fluindo, fluindo até que ela pediu o número do meu telefone.

Leila começou falando dela, 28 anos, casada há 4 anos, um filho recém-nascido. Mora no interior, numa cidade bem bucólica, pequena, onde todo mundo conhece todo mundo, ou seja, se der aprontar, já era, a cidade toda vai comentar.

Tanto a família dela quanto a do marido são tradicionais na cidade, católicos, assim que perceberam a seriedade do namoro começaram a fazer pressão para que o casamento saísse o quanto antes. Leila queria estudar, se formar em direito, fazer pós, mestrado e tudo mais que fosse possível, mas a família foi contra e ela acabou casando, estava apaixonada, mas sem nenhuma vontade de casar.

Pelo Whatsapp vi que ela tem um rosto diferente, uma beleza singular, olhos castanhos bem claros, cabelos castanhos cacheados, uma boca muito bonita e no status do aplicativo está escrito “shape em construção”. A frase refere-se ao período em que esteve grávida e ganhou alguns quilos a mais, mesmo linda e com um corpo bacana, Leila queria perder mais peso e ganhar mais massa magra como nos tempos de solteira e sem filho.

Como o seu e-mail era pessoal, foi fácil encontra-la no Instagram, estava aberto e sem que ela percebesse fui olhando foto por foto e algumas me chamaram atenção como uma que ela está apenas de short preto e blusa branca, onde é possível ver suas pernas grossas e a outra parecia ser numa mata, onde ela esta encostada numa arvore com uma blusa cobrindo um short bem curto. Esta foto ela ficou com cara de Lolita, ninfeta, algo assim.

Nossa conversa se resumia em Leila perguntar e eu responder. Ela simplesmente queria saber tudo, idade, cor dos cabelos, altura preferências na cama, se os contos eram reais, se eu já tinha me apaixonado por alguma mulher casada, se algum marido já tinha descoberto algum caso etc. quando eu resolvi perguntar a primeira pergunta foi: você e seu marido transam como na época do namoro?

A resposta foi: a gente transava pouco na época do namoro, agora que temos nossa casa e não devemos nada a ninguém, transamos menos ainda.

Leila é de uma meiguice que chega incomodar. Não sei se é ingenuidade pura ou truque de sedução mas os dias foram passando e a gente falava cada vez mais. Falo com muita gente por causa do Climax, mas ela era uma espécie de mistério. Eu sentia que ela queria algo novo, mas lhe faltava coragem e isso mexia comigo, eu queria pelo menos conhece-la mas toda vez que eu tocava no assunto ela desconversava. Tinha medo da família mais do que do marido.

Resolvi parar de insistir, achei que aquilo não ia dar em nada. Provavelmente seria mais uma pessoa que se empolgou com os textos mas depois caiu em si e desistiu. Mas três dias depois uma ligação veio para mudar o rumo do meu sábado. Eu iria para uma cidade do interior para pedalar por dois dias, sábado e domingo e ao atender uma voz linda me desejou bom dia.

- Quem fala?

- Leila.

- Olá, sumida!

- Achei que você não queria mais papo diante da minha indecisão.

- Verdade. Acho que você não está preparada pra isso.

- Estou em Vitoria, estou aqui só para te ver. Mas tem que ser rápido.

Pronto, lá se foi a minha trilha de sábado com amigos. Liguei para eles, pedi que levassem minha bike e eu iria mais tarde. Deixei a bicicleta na casa de um deles e fui voando em direção ao hotel onde Leila estava hospedada.

- Tem uma pessoa me esperando no quarto 901.

- O senhor é.....? respondi completando o meu nome.

- Sim, sou eu.

- Ela já deixou sua entrada autorizada, pode subir, 9º andar.

Subi com o coração acelerado, o elevador chegou rápido no andar onde ela estava e eu fui cainhando lentamente até o quaro 901.

Bati na porta e rapidamente ela se abriu. Lá estava Leila, linda, tímida, sem saber o que falar nem o que fazer com as mãos. Me aproximei e lhe dei dois beijos no rosto, era perceptível seu nervosismo, ela tremia, suas mãos suavam e sua voz estava trêmula e embargada.

Fechei a porta e ela se aproximou da cama, sentou. Leila usava um vestido verde, comportado mas que ao mesmo tempo mostrava que a academia estava realmente moldando o seu shape. Suas pernas eram grossas, sem exageros, mas bem torneadas. Alguns músculos já davam sinais de vida.

Seus seios estavam fartos, provavelmente ainda estava amamentando. Usava uma sandália de salto que a ajudava ficar um pouco mais alta e seu rosto era realmente de uma menina de 20 anos apesar dos 28.

- Achei que você não vria, disse ela meio sem graça.

- E porque não?

- Sou diferente de todas as mulheres qe li no seu conto.

- Leila. Todas são. Não existe uma mulher igual a outra. Cada um tem um segredo e você tem o seu.

- O meu é ser casada e tímida. Estou tremendo.

- Quer que eu desligue o ar?

- Não! quero um abraço.

Leila se levantou e me abraçou, meus braços envolveram sua cintura fina e eu pude sentir o delicioso aroma que saia dos seus cabelos castanhos. Seu rosto pousou no meu eito e por um instante eu achei que ela não teria coragem de ir.

- Só posso ficar aqui até as 13h.

Leila me olhou debaixo para cima, sua boca ficou próxima a minha, nossos olhos se cruzaram e eu tomei a iniciativa do beijo. Ela cedeu, seus lábios eram doce, aveludados, seu beijo era quente e suas mãos foram se soltando e também envolveram meu pescoço.

- Faça comigo tudo que quiser, eu quero ser sua. Promete?

- Sim, mas acalme-se. Você bebe?

- Não por causa do bebê.

Voltamos a nos beijar já sentados na beira da grande cama de casal. Minhas mãos tocaram de leve a pele da sua perna e pude sentir os pelos eriçarem, sua respiração era uma mistura de medo tesão e ansiedade. Com uma das mãos no seu pescoço fui trazendo Leila pro meu mundo, o mundo do sexo sem limites, sem regras.

Me levantei e ela levantou junto, resolvi ver até onde a menina casadinha toda tímida iria aguentar. Girei seu corpo a a abracei por trás, Leila tremeu inteira, levantou os abraços e me abraçou pelo pescoço. Com as suas mãos erguidas seu corpo ficou totalmente disponível pra mim e eu comecei a explora-lo com as mãos. Toquei seus seios fartos por cima do tecido, ela suspirou mais intensamente, deslizei pela sua cintura, passei as mãos por cima da sua barriga e me aproximei da virilha. Dava para ouvir seu coração bater, Leila se mantinha de olhos fechados e eu fui empurrando seu corpo até uma parede que tinha um espelho, provavelmente para alguém se arrumar.

Pedi que ela abrisse os olhos e visse sua imagem refletida, seus cabelos estavam atrapalhado e eu coloquei suas duas mãos apoiadas na parede espelhada. Pedi que ela abrisse um poucos as pernas, soltei uma alcinha do vestido, despois a outra e a peça desceu pelo seu corpo indo até os seus pés.

Debaixo de vestido uma lingerie preta, rendada, não muito ousada mas sexy. Sua pele estava macia, parecia ter tomado um banho de óleo e seu perfume era leve, não muito doce e a sensação é que ele tinha sido colocado em partes estratégicas do seu corpo.

Soltei a parte de cima da lingerie, seus seios ficaram livre e pelo espelho vi que os bicos eram rosados e estavam rijos, toquei-os de leve e Leila empinou o corpo, eriçou os pelos novamente e gemeu baixinho. Beijei levemente sua nuca usando uma das mãos para deixar seu cabelo de lado, com a outra, dedilhei pela sua barriga em direção seis seios que fiz questão de apertar com força e firmeza mas sem machuca-la.

Leila apenas viajava, se remexia, as vezes soltava gemidos co o toque dos meus lábios em algum lugar do seu corpo. Eu já havia beijado suas costas, descido pela sua bunda e pelas pernas. a casadinha estava entregue e eu poderia fazer dela o que eu quisesse que não haveria recusas nem regras.

Leila se assustou quando levou o primeiro tapa na bunda. Soltou um “ai” manhoso, sinal de que já tinha entendido o que aconteceria ali naquele quarto.

- Estava louca para levar uns tapas assim...

- E o que mais você quer?

- Quero ser sua, quero que me chame de puta, que esfregue seu pau na minha cara.

- A Bucetinha esta pingando?

- Desde cedo, olha!

Leila pegou minha mão e colocou-a por cima da calcinha que já estava encharcada. O mel escorria em abundância. Com as mãos fui descendo sua calcinha, ela levantou uma perna, depois a outra e me ajudou a se livrar dela.

Numa dessas levantadas de perna eu fiquei cara a cara com a sua xana. Que delicia de buceta, lisa, bem cuidada, cheirosa, lábios rosados e avantajados. Me aproximei e respirei fundo para sentir todo o seu perfume, depois beijei de leve, passei a pontinha da língua e ela arfou.

Leila ainda de salto, colocou os pés nos meus ombros, arranhou a pele mas a sua xana se abriu por completo. Não resisti e comecei a dar pequenas lambidas, ela segurou na parede para não perder o equilíbrio, me chamou de cachorro e com as mãos puxou minha cabeça em direção ao seu sexo.

Dai em diante eu comecei a chupá-la com vontade, mordendo seu grelo, metendo um, dois, três dedos na sua boceta doce, lambia os dedos melados, passava a língua na porta do cuzinho e Leila alternava entre gemidos, gritinho, palavrões e sussurros.

Nesse ritmo ela gozou, precisou se apoiar na cadeira pois sentiu a sua perna bambear. De pé ela começou a abrir meu cinto, depois calça e cueca. Me livrei da camisa e do tênis, meu pau era dela, ela poderia fazer o que quiser mas preferiu encara-lo por alguns minutos enquanto o alisava com as duas mãos.

- Eu vou chupar e você só vai parar de meter na minha boca quando gozar. Promete?

- Prometo!

Foi a senha. Leila meteu a cabeça do meu cacete na boca e começou a suga-lo, chupava com uma vontade que chegava a doer, entre lambidas e mordidas Leila falava algumas coisas sem nexo, parecia murmurar, gemia, chupava, passava saliva nele e metia ele na boca de novo.

Enrolei seus cabelos na minha mãos, mandei ela ajoelhar na minha frente e comecei a meter na sua boca como se fosse uma boceta. Leila engasgava, pedia pra prara, me olhava com cara de safada e tornava a meter meu pau na boca.

Na cadeira onde ela estava sentada minutos antes uma rodela no tecido. Era seu gozo escorrendo entre suas pernas e marcando o local onde ela havia sentada.

- Quer ser putinha quer?

- Quero!

- Quer pica?

- Quero!

- Quer apanhar na cara safada?

- Quero!

Tirei meu pau de sua boca e comecei a bater com ele na sua cara. Leila ria e pediu mais, apanhou de pica, tomou uns tapas na cara e depois na bunda onde os cincos dedos da minha mão direita ficaram marcados.

Leila voltou a chupar meu pau, com mais vontade, ela ia se soltando e se transformando até que eu disse que ela ia gozar, fez pressão na minha rola paa garantir que os jatos de porra não seriam em outro lugar a não ser diretamente na sua garganta. Veio um, depois outro.

Urrei de tesão, senti meu corpo tremer e esquentar, minas pernas bambearam e Leila seguia apertando meu pau para se certificar que todo o leite havia saído.

Sentindo uma onde de choque percorrendo pelo meu corpo me deitei na cama, Leila veio por cima, se pôs agachada de frente pra minha cara e começou a esfregar a boceta em mim. Com a língua pra fora da boca deixei que ela controlasse o movimento, ela usou a minha boca como se fosse um vibrador. Deslizava o corpo pra todos os lados, as vezes deixava minha língua ir ate o rabinho e depois voltar no grelo.

Meu pau ainda estava meio mole quando ela começou a gozar novamente e num 69 fantástico abocanhou meu pau novamente e começou a suga-lo. Assim que ele deu sinal de vida ela girou o corpo, trouxe sua boca com gosto de porra em direção a minha e colocou a cabeça dele na porta da sua xana.

Ela estava quente, melada, o pau deslizava entre seus lábios até que não aguentando eu pedi que ela sentasse nele de uma vez só. Leila fez exatamente o contrário, foi descendo devagar, abocanhando lentamente com sua boceta quente e apertada, ia até embaixo e depois subia deixando ele sair quase todo.

Cravei minhas unhas na sua bunda e ela gemeu, pediu pra apanhar de novo e continuou cavalgando na minha pica nesse movimento até gozar no meu pau de novo.

Mandei que ela ficasse de quatro e ela me olhou rindo, se virou, abriu as pernas, desceu o rosto até encostar n lençol e começou a chupar o dedo como se tivesse chupando uma pica.

- Mete na sua casadinha, mete!

Leila havia se transformado. Dei uma lambida na sua bunda e ela gemeu mais alto, meti um dedo e ela enfiou a cara no travesseiro.

Coloquei a cabeça do pau e mandei que ela o guiasse enquanto eu empurrava. A cabeça passou, ela gritou mas disse que iria até o final.

Em seu corpo começava a brotar gotas de suor, o pau ia entrando e ela gemendo, pedindo mais, fui forçando e quando a vara estava toda alojada comecei a socar com mais força, seu corpo tremia, sua bunda dura suportava bem o tranco e os tapas. Leila massageava seu grelo com uma das mãos enquanto chupava seu próprio dedo.

Nossos corpos se chocavam e o som ecoava pelo quarto, senti meu gozo chegando e acelerei, Leila gemia e balbuciava algumas palavras e eu cheguei ao meu segundo gozo enchendo seu rabinho de porra.

Caímos exaustos lado a lado na cama. Leila ficou muda, parecia arrependida. Minutos depois começou a desabafar.

- Eu não devia ter casado. Devia ter dado muito pra sentir o que senti aqui hoje.

- É só voltar.

- É difícil. Minha família marca mais que meu marido. Mas vou voltar e dar tudo de novo pra você. Quero ser sua puta sempre que você quiser.

Leila iria pegar o próximo ônibus pra sua cidade. Fomos pro banho e foi inevitável, outra trepada com Leila pedindo para eu gozar na sua boca novamente.

Eu desci primeiro e ela em seguida para evitar surpresa. Do hotel eu fui pra trilha retornando apenas no domingo, ficando quase dois dias sem internet.

No domingo a noite quando retornei, Leila havia me mandado algumas mensagens, dizendo que tinha sido melhor que o esperado. Junto das mensagens algumas fotos da sua boceta inchada, ainda com um pouco de porra escorrendo e a seguinte legenda: lambendo os dedos aqui pra matar saudade do seu gosto.







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