"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O rasta me pegou de jeito


autor: babyblue
publicado em: 02/11/16
categoria: hetero
leituras: 1371
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Quando estava na faculdade fui a um encontro de estudantes em São Paulo. Algumas pessoas da minha turma foram, mas digamos que eu não era grande fã delas.

Mas não ligava para isso, a ideia era ir para Sampa gastando pouco. Durante o dia saía do alojamento e batia perna pela cidade sozinha. Fiquei deslumbrada com a cidade, sua arquitetura e a cena cultural. Chorei ao ver o acervo do MASP, estavam bem diante de mim telas que olhava tão maravilhada em meus livros de história da arte.

Quando voltava para o alojamento a noite já era festa. Um monte de gente bêbada e chapada. Se não suportava meus colegas de turma sóbrios, imagina nessa vibe. Preferi conhecer pessoas novas, mais parecidas comigo.

A primeira festa foi com bandas de Reggae, que adoro. Fiquei a frente do palco curtindo a música. Tava curtindo tanto que nem olhei para nada.

Na troca de bandas um rasta veio falar comigo, queria saber o que eu achava do som. Desatei a falar, adoro conversar sobre música e como ela me faz sentir. Ainda bem que falei super bem da banda, porque ele era um dos membros.

Quando ele me disse que ficou me olhando o show todo e eu nem percebi a existência dele, fiquei um tanto sem graça. Disse para ele entender como um elogio à música deles. Ele achou que eu tava bêbada ou fumada, mas definitivamente não era o caso.

A outra banda começou a tocar e ele me chama para dançar.
- oi? Dançar?
- É, no Maranhão a gente dança reggae coladinho.

Nisso ele já me puxou e foi conduzindo conforme o ritmo da música. Eu amo dançar, e de fato é muito gostoso seguir aquele ritmo lento e sensual com outra pessoa.

Depois fomos comprar umas bebidas e sentamos numa escadaria mais afastada e conversamos um pouco. Conversa vai, conversa vem, estávamos nos beijando.

A escadaria levava a um dos alojamentos, e o fluxo de pessoas ali era grande, e fiquei um tanto constrangida. Inventei uma desculpa esfarrapada, fui me afastando e andei pelo corredor sem nem olhar para trás.

De repente sinto meu cabelo ser puxado. Ele segurava os meus cabelos bem próximos a minha nuca com força, de forma que nem conseguia me virar.

Ele colou seu corpo ao meu e perguntou no meu ouvindo aonde eu achava que ia. Quando pensei em responder, ele chupava minha nuca, mordiscava minha orelha e falava sacanagens ao meu ouvido.

Fiquei com tanto tesão que nem sentia a dor dele segurando meus cabelos com força.
- se eu te soltar você vai fugir de novo?

Apenas balancei a cabeça sinalizando que não. Ele foi largando meu cabelo devagar e fui me virando para ele.

Ele me recostou a um pilar e ficamos nos beijando. Ele era intenso, segurava minha cintura com força e me puxava contra seu corpo. Eu cedia, totalmente rendida.

Sentia a excitação dele, e ele percebia a minha. Estava ofegante e gemia em seu ouvido a cada aperto e mordida que ele me dava.

Ele baixou as alças de minha blusa e apertava, chupava e mordia meus peitos. Em uma mistura de dor e prazer, lá estava eu, totalmente molhada.

Enquanto ele fazia isso, passava minhas mãos em suas costas por baixo de sua camisa. Cravava minhas unhas em suas costas a cada gemido que dava.

Pessoas começaram a passar por ali. Fomos para o pátio interno do prédio. Era um ambiente escuro, a única iluminação que tinha era da fonte que ficava ao centro. Me sentei na balaustrada e o abracei entre minhas pernas.

Sentia aquele pau duro roçando em minha buceta. Precisava ver aquilo! Comecei a desabotoar a calça dele enquanto nos beijávamos. Desci da balaustrada esfregando meu corpo ao dele.

Já estava ajoelhada batendo aquela pica a minha cara. Olhava para ele com cara de inocente e começava a passar ela por meus lábios. Chupava com calma, ora lambendo a cabecinha, ora enfiando ela toda na minha boca.

Ele me levantou com único puxão de cabelo.

- não tá gostando? (falei isso com s maior cara de besta do mundo)
- Se preocupe não, safada. Vai ter troco!

Ele me recostou novamente e levantou minha saia. Antes que eu percebesse, ele rasgou minha calcinha e passou a mão em minha buceta.

Eu já estava tão molhada que a mão dele ficou toda melada. Ele lambeu os dedos e disse que adorou meu gosto. Ele me masturbava enquanto eu punhetava ele.

Tava enlouquecendo de tanto tesão e ele percebia. Ele desceu e meteu a cara em meio a minhas pernas. Agora era eu que segurava seu cabelo com força. Sentei na balaustrada e boto minhas pernas em seus ombros. Minha única forma de apoio era em seu cabelo.

Quanto mais forte puxava o rastafari, mais intensamente ele me chupava. Gozei na boca dele. Ele agarrava minhas coxas com força, parecia que tava me castigando por fazê-lo chupar meu gozo.

Ele me segurou pela cintura, baixou minhas pernas e ficou de pé entre elas. Em meio a um abraço forte ele me penetrou de vez. Como se achasse pouco, agarrou minha bunda e ficou suspendendo meu corpo.

Nunca tinha transado de pé. Com uma mistura de medo de cair e vontade de sentir aquela pica dentro de mim, apertava minhas pernas ao corpo dele. Sentia os braços dele entrelaçados a meu corpo com tanta força, fazendo-me subir de descer. Uma delícia sentir ele todo dentro de mim daquele jeito.

Ele desceu e me fez apoiar na balaustrada. Virei para ele e fiz que não com a cabeça. Mantive minha bunda empinada e fui descendo as mãos até chegar ao chão.

Senti ele passar a mão pela minha bunda, e como quem agradece pela surpresa, começou a chupar meu cu. Rebolava na cara dele enquanto ele me apertava.

Depois ele meteu a pica na minha boceta enquanto brincava com os dedos em meu cu. Ele começou a acelerar, me segurava pelos quadris e batia forte na bunda quando eu gemia alto.

Não aguentei muito e gozei novamente. Ele não parou, ficou metendo com força até chegar a sua vez. Senti aquela pica ficar mais rígida e sabia que ele ia gozar.
De repente ele tira da minha buceta e goza na minha bunda.

Senti um arrepio quente quando senti aquele leite quente no meu cu. Ele me levantou e me abraçou por trás. Ficamos assim até nossas pulsações e respirações voltarem ao normal...

No dia seguinte me vi cheia de hematomas e marcas de mordidas. Mas tenho certeza que os arranhões que dei nele não deixaram isso barato.









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