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Pai solteiro de filha única


autor: RuivoParana
publicado em: 05/11/16
categoria: incesto
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Estava iniciando meu período da faculdade, quando mudou para a casa vizinha da nossa, uma família de orientais. Eu andava na fase de querer comer tudo que parasse na minha frente; nem viado eu estava perdoando. A japonesinha vizinha, muito gostosinha, deu mole indo parar no meu quarto... Mandei bala e ao tirar meu pau da sua bucetinha acabei gozando na portinha. Foi o suficiente pra japa ficar grávida e eu quase perder a cabeça literalmente na mão do pai samurai que queria me matar. Sem que casássemos, Kaiye passou a morar comigo na casa dos meus pais e nasceu Yuri; uma linda bonequinha que tinha poucos traços orientais. Estava esperando terminar a faculdade pra reparar o mal que tinha feito me casando com Kaiye. Uns dois anos depois, um belo dia, fomos dar conta que os pais de Kaiye voltaram pro Japão e a levaram junto deixando Yuri comigo... Apenas uma carta onde Kaiye dizia que voltaria em breve pra se casar comigo. Acabei que terminando a faculdade fui trabalhar na área de petróleo bem longe da minha cidade (Macaé-RJ) deixando minha filha aos cuidados dos meus pais... Kaiye nunca mais deu notícias. Eu vinha apenas uma vez por mês e Yuri fazia uma festa pra me receber. Mesmo nos vendo pouco, eu e Yuri passamos a ter uma afinidade tão grande que ela sempre gostava de me contar as coisas alegres e tristes que acontecia com ela: falou quando teve inicio sua menstruação, sobre seu primeiro namoradinho e até seu primeiro beijo na boca... Foi quando achei que tinha que lhe falar sobre sexo e Yuri riu muito dizendo que já sabia de tudo sobre o que lhe falei. Acho que, por alguns anos, com a esperança que Kaiye voltasse não me casei; morei com duas mulheres diferentes e quando Yuri já tinha completado 18 anos eu já estava a seis meses sozinho novamente. Yuri já algum tempo vivia me pedindo pra passar as férias comigo, achei que ela estando uma mocinha e mais responsável não haveria problema. Yuri estava com quase 1,70 mts; magrinha; peitinhos médios e uma bundinha linda... Pela sua desenvoltura, tinha certeza absoluta que ela já transava com seu namorado. Seis horas viajando de carro, chegamos na minha casa e Yuri foi se instalar no único outro quarto que tinha na casa. Foi a própria Yuri quem me pediu pra ajuda-la a arrumar suas coisas no armário: roupas, muita maquiagem, sapatos, bijuterias e etc... Yuri despejou o conteúdo de uma pequena bolsa sobre a cama quando caiu algo no chão e eu fui pegar. Fiquei surpreso ao ver que era um vibrador sexual e olhava pro objeto quando Yuri rindo veio pegar da minha mão:

- Ih pai... Esse aí não está funcionando não; acho que acabou a pilha, kkkkkkkkk!

- Você usa isso filha?

Acho que ela ria mais da minha cara de bobalhão e pegando outro mais fino no meio das bugigangas:

- Adoro usar... Por sorte ainda tenho esse outro aqui que está funcionando!...

Fiquei tão desconcertado que olhava pra minha filha até um pouco assustado com tamanha naturalidade com que ela falava sobre aqueles objetos como se fossem um simples batom... E ela voltando a pegar o vibrador anterior abrindo o compartimento das pilhas:

- Se puder, dá pra você comprar umas pilhas novas pra mim?

- Tudo bem filha... Pode deixar que compro sim!

Terminamos de arrumar suas coisas e depois de um banho fomos dar uma volta pela cidade e jantar.

Segunda-feira chequei do serviço e Yuri veio correndo pulando no meu pescoço e me beijando... Enfiei a mão no bolso e entregando-lhe:

- Toma filha... Comprei suas pilhas!

Ela agradeceu rindo me dando vários outros beijos como se estivesse muito contente por causa daquelas pilhas. Tinha visto que ela saiu do banho e minutos depois ouvi me chamando. Entrei no seu quarto e ela sobre a cama trajando uma camisola:

- Acho que as pilhas que comprou não estão funcionando!

- Não é não... O aparelho que deve estar com defeito; deixa ver!

Yuri ainda deu uma limpada no vibrador com uma pequena toalha antes de me entregar. Foi fácil ver que ela tinha colocado uma pilha invertida... Coloquei corretamente e ainda dei uma ligada no botão fazendo vibrar:

- Pronto Yuri... Já está funcionando!

- Oba! Eu gosto mais desse do que do outro!

Imaginei que ela devia gostar porque era maior e mais grosso do que o outro... Como desde quando chegamos fiquei pensando na naturalidade com que ela conversava comigo, resolvi ser um pouco indiscreto:

- Você vai usar ele agora, vai?

- Kekekekekeke! Só vou esperar você sair do quarto!

Foi minha vez de rir:

- Então; não vou sair só pra ver como usa isso em você!

Notei que ela fazia questão que eu ficasse sabendo daquelas suas safadezas:

- É que eu estou com o outro lá pai... Só quero tirar e colocar esse; kkkkkkkk!!!

Olhei pra sua camisola e suas pernas:

- E ele está ligado?

- Não... Desliguei antes de você entrar!

Resolvi ser atrevido:

- Deixa eu ver você trocando, deixa?

- Hummmm... Então tá; mas depois você sai do quarto hein!

Ela levou a mão por baixo da camisola e gemendo: “haaaammmm... Haaaammmm”, tirou o pequeno vibrador e deixando de lado foi novamente com a mão levando o outro já ligado: “Oooohhhhh... Oooohhhhh... Aaaaaahhhhhh!”... Yuri chegava a se contorcer com os olhos fechados. Eu estava na dúvida se saia realmente do quarto ou se ficava vendo a safadinha da minha filhinha se contorcendo na cama com o vibrador na bucetinha... Mas Yuri, sem abrir os olhos, foi puxando a camisola pra cima e não demorou pra ver aquele objeto todo enfiado só com uma pequena parte pra fora da xoxota raspadinha... Meu pau só faltava rasgar minha bermuda e num ímpeto incontrolável levei a mão no vibrador e comecei a puxá-lo e a enfiá-lo repetidamente na bucetinha da minha filha:

- Ooooh pai... Que gostoso pai... Aaaahhh... Aaaahhh... Mais... Mais...

Era difícil acreditar que minha filha estava fazendo aquilo... Enquanto eu socava o vibrador, Yuri levou sua camisola até acima dos seus peitinhos e eu vendo aqueles dois biquinhos ouriçados fui reclinando meu corpo e chupando sem medir as consequências dos meus atos:

- Chupa pai... chupa... Ah... Ah... Ah... Tá vindo pai... Enfia... Enfia...

Logo depois do orgasmo, a própria Yuri tirou o vibrador da sua bucetinha ajeitando a camisola; sorrindo:

- Ufa! Acho que hoje vou dormir que nem um anjo!

Dei-lhe um beijo e saindo do seu quarto fui direto pro banheiro onde toquei a mais incrível punheta da minha vida.

No dia seguinte cheguei do serviço, tomei meu banho, fizemos um lanche, assistimos um pouco de Tv, e quando ela disse que ia se deitar:

- Vai usar o vibrador hoje?

Ela me deu um beijo:

- Vou sim pai... Quer ir lá daqui a pouco?

Menos de cinco minutos fui pro quarto de Yuri com o pau duríssimo fazendo um grande volume sob o short do pijama. Sentei na cama olhando pra Yuri que sorria com aquela carinha de safadinha:

- Já colocou o vibrador?

- Já sim pai... Acabei de colocar!...

Fui levantando sua camisola e foi a própria Yuri que sentando na cama:

- Deixa tirar a camisola; acho que vai ser melhor!

Peladinha, Yuri voltou a deitar e sem deixar de sorrir abriu os braços:

- Vem pai; deita aqui comigo!

Era óbvio que ela já tinha notado que eu estava de pau muito duro... Analisei rapidamente a situação, e reconhecendo que minha própria filha estava me dando toda abertura possível com suas atitudes de extrema sem-vergonhices resolvi tirar meu short; vendo que ela sorriu mais ainda olhando pro meu pau deitei do seu lado e já fui beijando seus peitinhos levando a mão no vibrador puxando-o lentamente pra fora e socando novamente na sua bucetinha:

- Aaaaaah... Aaaaah... Vai pai... Vaiiiiii... Aaaah... Aaaah...

Quando senti a mão de Yuri segurando meu cacete, subi até seu rosto dando-lhe beijinhos:

- Quer que o papai tire o vibrador da sua bucetinha?

Ela mexendo e balançando minha pica:

- Você vai colocar ele; vai?

- Você quer que o papai coloque na sua bucetinha; quer?

- Eu quero pai... Eu quero; vem pai... vem!

Acho que qualquer pai na minha situação não ia conseguir resistir tanta tentação vindo de um corpinho como da minha Yuri... Fui enfiando minha pica naquela bucetinha apertada:

- Aiiii... Tô sentindo entrando pai... Enfia pai... Enfia... Aaaaiiii... Aaaaiiii...

Virei um animal incontrolável socando minha pica com vontade na bucetinha da minha safada filhinha que se debatia sobre a cama gemendo e gritando descaradamente que estava gozando... Dei mais outras tantas socadas pra tirar e gozar sobre seu corpo. Yuri limpou-se com uma toalha e subindo sobre meu peito me beijando:

- Foi sensacional paizinho... Nunca tinha feito sexo assim tão gostoso!

- E faz tempo que você faz sexo, filha?

- Hehehehehe!... Só alguns meses com meu último namorado... Mas terminei com ele e passei a usar todos os dias o vibrador!

- Todos os dias? E você consegue ter orgasmo toda vez que usa?

- Gozo todos os dias pai... Não consigo dormir antes de ter um orgasmo!

- Caramba filha... Isso não é normal; você precisa ir a algum médico!

- Eu sei... Mas só teria coragem de ir se você fosse comigo!

Combinei que ia acompanha-la ao médico e ela me beijando pela primeira vez na boca:

- Mas amanhã vou querer você de novo antes de dormir; tá bom?

O pouco de moral que ainda me restava deixei de lado e puxando seu rosto fiz com que ela me beijasse novamente na boca:

- Estou adorando saber que você é muito fogosa e safadinha!

Ela rindo:

- Nunca fui safadinha não pai... Depois que terminei com meu namorado você é o primeiro homem que faz sexo comigo!

Passei a ter que dar uma trepadinha com minha filha sempre pouco antes dela dormir. Yuri parecia uma tarada e pra me deixar incentivado depois de uma semana metendo na sua bucetinha, passou a chupar minha pica pra deixa-la no ponto. Foi também Yuri, quando estávamos na sala, levantou sua camisola me mostrando que estava sem calcinha:

- Você teria coragem de chupar minha bucetinha, pai?

Olhando pra sua bucetinha carequinha, logo pensei – “Caralho; essa menina não tem limite... Até parece que nasceu pra trepar”... Eu que também tinha minhas taras:

- Vem cá sua safadinha... Vou fazer você gozar com minha língua, mas depois você vai ter que deixar o papai meter na sua bundinha, combinado?

- Kkkkkkkkk!!!! Combinado paizinho... Sempre tive vontade de dar a bundinha!

Ela deitava no sofá com as pernas abertas e eu pensando pelo que ela disse; ser ainda virgem no cuzinho. Logo na primeira passada de língua, fiquei louco pelo gostinho delicioso do seu líquido vaginal... Chupei, mordi e enfiei a pontinha da língua na bucetinha fazendo Yuri urrar de prazer e ter um orgasmo bem escandaloso:

- Agora vira a bundinha pro papai, vira!

Ela deitou de bruços e eu com as mãos nas suas nádegas procurei separá-las pra ver seu cuzinho rosado... Botei a boca, e além de passar a língua fui deixando bem molhado com minha saliva. Salivei na mão passando na cabeça da pica e puxando-a pra posição de quatro fui direto no alvo... Quando senti meu pau alargando e entrando no seu cuzinho:

- Puta-que-pariu pai... Devagar... Devagar... Isso dói... Ai... Ai... Aaaiiii!

Fiquei parado por alguns segundos e Yuri ainda gemendo muito:

- Vai pai... Enfia mais... Aaaaiiiii... Aaaaiiii... Caaaaralho; isso dói mais é muito gostoso!

Resolvi enterrar tudo e mesmo ouvindo os gritos de Yuri fui socando cada vez mais forte até ficar parado e encher o cuzinho da minha filhota de porra.

Yuri acabou indo morar definitivamente comigo. Não a proíbo de namorar e nem de transar usando camisinha, mas só peço pra ela, deixar pra só chupar meu pau e só dar a bundinha pra mim.

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