"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu, Carol e o Corninho III – FINAL


autor: amantesrn
publicado em: 08/11/16
categoria: traição
leituras: 1273
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Para saber mais, recomendo a leitura dos dois primeiros relatos aqui postados.
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Na sexta Carol ligou querendo me encontrar depois do trabalho em sua casa, cheguei por volta das 18:30 hs e liguei pra ela informando que estava em frente, enquanto descia do carro ouvi o portão abrindo era ela, linda com um vestido solto da cintura pra baixo e justo em cima de alças com decote, fui me aproximando.
Carol – Quanto tempo? Entra!
Enquanto entrava ela me olhou de cima abaixo e fechou o portão, me agarrando em seguida e dizendo que estava com saudades. A beijei com desejo e perguntei por todos tendo como resposta uma bela pegada no meu pau e uma vista linda quando ela levantou o vestido mostrando estar sem calcinha. Já fui encostando ela no muro pra aproveitar o tempo que teríamos juntos, a penetrando ali mesmo, fazendo ela gemer para que todos ouvissem o quanto ela uma putinha safada que gosta de dar!
Carol – Tenho uma surpresinha lá dentro, vamos entrar.
Meu pau pulsava querendo entrar dentro daquela buceta gostosa e apertada já imaginando o quanto ela deveria estar molhada. Dentro da casa, apenas a TV para iluminar o ambiente, ficamos um tempo sentados no sofá nos beijando enquanto eu a masturbava e arrancava gemidos e safadezas daquela linda moça, até que já não aguentando coloquei meu pau pra fora para que o coitado recebesse um pouco de carinho.
Eu – Carol, qual é a surpresa?
Carol – Assim, quero te dar isso você já sabe, mas hoje quero dar pra você enquanto meu corninho fica sentado ao lado da cama, o que acha?
Eu – Por mim tudo bem, mas não vai dar problema ele saber quem eu sou?
Carol – Relaxa, vamos tomar um banho pra você me comer, com saudade do seu pau dentro de mim.
Antes do banho conversamos um pouco sobre o que ela havia me pedido e para me deixar mais calmo, ela me levou ao seu quarto onde o corninho estava sentado sem roupa, com os olhos vendados e os braços presos nos braços da cadeira.
Carol – Gostou? Tirei a ideia de um dos seus contos!
Eu – Interessante, me deixou mais tranquilo. Ele sabe que vai me dar?
Carol – Ficou sabendo quando te liguei.
Eu – Como assim? Não combinou com ele não?
Carol – Não combinei, como ele mostrou ter gostado de saber que sou comida por um macho, resolvi dar a ele o privilégio de me ouvir gemendo de perto. Então aproveitei que todos saíram e chamei ele e fiz isso dizendo que queria experimentar algo diferente, aí quando vendei ele, te liguei, pois, sabia que viria.
Eu – Ok! Você já cuidou de tudo. Vamos ao banho?
Entramos no quarto em direção ao banheiro para tomar um banho bem gostoso de porta aberta pra o corno ouvir tudo o que acontecia lá dentro, onde Carol passou um tempo chupando meu pau e lambendo toda a sua extensão até o saco e depois mordendo bem leve subindo até chegar na cabeça e chupar com força me deixando louco querendo gozar, me fazendo gemer, e ao ver como eu estava ela levanta me beija bem gostoso e mordendo meu pescoço fala manhosa em meu ouvido me convidando a ir pra cama, pois ela queria ser chupada, queria ser bem comida e queria gozar e sentir minha gozada quente em sua buceta. Chegando na cama, ela deitou e ficou com as pernas abertas se tocando e massageando seu clitóris, ao seu lado percebi o vibrador que eu havia dado de presente a ela, peguei o vibrador me ajoelhei, ela estava muito excitada.
Com o vibrador em mãos ficava brincando com ele, tirando o mel de sua buceta e levando até o seu cuzinho. Carol gemia alto e me pedia para chupar, fiquei em um entra e sai lento com o vibrador fazendo com que ela tivesse leves espasmos tentando fechar as pernas para evitar gozar, então peguei o vibrador e passei a brincar em seu cu...
Carol – Ai que delicia, para de me torturar por favor, me chupa, me come seu filho da puta!
O corninho respirava ofegante, de pau duro apontando para o teto.
Carol – Sabia que você ia gostar.
Corninho – Quero poder ver você sendo comida, tira a minha venda!
Carol – Não, você vai ter que ficar imaginando sempre quem o meu amigo que me come quando encontrarmos com alguém na rua, meu corninho.
Ela recebia fácil o vibrador em seu cu, e enquanto falava essas coisas para o seu corninho passei a chupar sua buceta arrancando um gemido alto da minha putinha.
Carol – Ai seu puto, isso, me chupa, que delicia, Aaaaaah!
Passei a lamber com leve mordidas e quando chegava no seu clitóris chupava forte e enfiava o vibrador até o fim e depois tirava lentamente de seu cu até a ponta, fazendo ela se contorcer na cama, então com o entra e sai do vibrador em seu cu passei a enfiar meu dedão em sua buceta e chupar seu clitóris com força e leves mordidas.
Carol – Não para, eu vou gozar, vai, isso, chupa, tô gozando meu corninho, ai, uuuuuuuum.
Nem deixei ela se recuperar da gozada que deu, virei ela que ficou de quatro de um jeito que só ela sabe fazer, lambi seu cu enquanto me levantava, meu pau já estava babando e sem cerimônia enfiei de uma vez em sua buceta.
Carol – Ai que pau gostoso, enfia forte, me fode gostoso.
Eu – Que buceta gostosa, tão apertada.
Tirei meu pau e a puxei pelos cabelos.
Eu – Vem minha putinha, chupa esse pau que você tanto ama.
Carol chupou com maestria, levando meu pau até sua garganta e depois de uns três minutos pedi pra para pois não queria gozar ainda. Levantei ela e nos beijamos com ela de joelhos na beirada da cama encaixando meu pau em sua buceta, gemendo abafado entre os sons que fazíamos nos beijando, tirei meu pau de sua buceta e fui para o lado da cama que o corninho estava, me sentei na beirada da cama ela então veio ficando de costas pra mim, mandei que apoiasse as mãos na perna do seu corno ficando empinada pra mim, peguei o vibrador colocando em seu cu e em seguida colocando meu pau em sua buceta.
Carol – Safado! Vai me foder assim mesmo?
Eu – Vou, seu corninho vai sentir seu corpo estremecer enquanto vou colocando em você, não era isso que estava desejando?
Toda manhosa ela respondeu dizendo sim, enquanto gemia e observava o pau do seu namorado pulsar com a lubrificação escorrendo pela cabeça, mostrando o quanto ele estava excitado com aquela situação. Bombava forte na buceta de Carol, fazendo com que a cadeira ficasse indo e vindo no mesmo ritmo que ela enquanto a segurava pelo quadril, dando leves paradas e diminuindo a intensidade puxando ela pelos cabelos em direção a minha boca para trocarmos um beijo muito molhado e gostoso.
Carol – Deixa eu chupar o pau dele enquanto você me come?!
Eu – Não. Me chupa e leva o gosto da sua buceta no meu pau pra ele sentir o quanto você está gostando.
Como minha putinha ela foi obediente, se virou rapidamente e me chupou virando-se logo em seguida levando a baba de sua buceta misturada com a do meu pau para a boca de seu amado que não ofereceu resistência.
Carol – Parou por quê? Enfia na minha buceta vai, quero gozar no seu pau.
Obediente, coloquei pra dentro daquela buceta quente e úmida que me recebia tão bem. Fazendo ela gemer beijando seu corninho! A puxei pelos cabelos e falei em seu ouvido pra punhetar o corninho dela enquanto recebia meu pau, mas ela me empurrou com sua bunda para sentar na cama e ela me cavalgar enquanto gozava, entre espasmos ela falava sentir como nunca aquele orgasmos, pois era muito bom gozar com meu pau na buceta e o vibrador no cu, quando terminou de gozar ela soltou;
Carol – Se foi bom assim com seu pau e um vibrador, queria sentir com dois paus me preenchendo!
Ela olhou em direção ao seu amado viu que ele havia gozado sem que tivesse seu pau acariciado, mas mesmo assim continuando de pé, todo melado.
Carol – Posso lamber a porra dele?
Eu – Pode, mas não vou mais te beijar hoje.
Ela empinou sua bunda ainda com o vibrador dentro, e puxou o corninho para mais próximo, para lamber o pau dele massageando seu saco, tirei o vibrador do seu cuzinho e passei a lamber para deixar bem lubrificado, e sem mais delongas ela pegou meu pau posicionou na entrada de seu cu e sentou de uma vez me fazendo gemer.
Carol – Sei o quanto você gosta do meu cuzinho, aproveita bem dele, pois é só seu.
Ela sentava forte fazendo um barulho gostoso de ouvir quando sua bunda batia em mim. Levantei ela pelo quadril, que reclamou imediatamente de não estar com o pau no seu cuzinho. Disse pra ela ter calma, me levantei e fui até a cadeira onde seu corninho estava, reclinando o máximo que dava.
Carol – O que você vai fazer?
Eu – Não vou fazer nada, quem vai é você.
Mandei ela sentar no pau do seu amado, e com um sorriso safado nos lábios ela foi e cavalgou lentamente, peguei o vibrador e passei na entrada do seu cu, ela me olhou seria.
Carol – Não é o vibrador que eu quero ai!
Safado como sou, peguei o vibrador e posicionei na entrada do cu do corninho, sem penetrar, apenas pra provocar mesmo, ele o recebeu soltando um leve gemido. Sorri maliciosamente, me posicionei e coloquei meu pau no cu de minha putinha todo de uma vez, que gemeu e disse se sentir realizada naquele momento. Bombei forte, ditando o ritmo que ela sentia o pau de seu namorado na buceta, este que apenas gemia. Não sei se por estar excitado com a DP ou se era em sentir algo em seu cu enquanto penetrava a sua doce namorada. Ficamos assim por quase meia hora, até que não aguentando mais gozei no cu de minha putinha que declarou no ouvido do seu corno que eu havia gozado e o quanto ela gostava de sentir minha porra quente dentro dela, que sempre que me dava evitava usar camisinha.
Me retirei de dentro dela e sentei na cama enquanto ficava ouvindo ela falar essas coisas e vendo minha porra escorrer do seu cu, caindo sob o vibrador, ai agora sim, fiz por maldade! Fui lá e peguei o vibrador, tirei um pouco de minha porra do cu de minha putinha que falou;
Carol – Pra quê o vibrador no meu cu?
Eu – Apenas veja!
Com a ponta do vibrador toda melada, fui e empurrei no cu do corno que quase que instantaneamente gozou.
Carol – Meu corninho gostou de receber o vibrador no cu?
Carol como uma bela putinha, passou os dedos em seu cu tirando ainda mais da porra que escorria e colocou um pouco em seus lábios e tirando mais um pouco disse ao corno;
Carol – Prova da porra do meu macho seu corno!
Empurrando os dedos na boca dele e depois beijando ele, que gemia enquanto seu ia amolecendo dentro dela. Ela levantou-se e me disse que era melhor eu ir, pra poder desamarrar ele, obedeci, e saímos do quarto deixando o corninho com o vibrador no cu, e ao chegar no portão Carol ainda me deu mais uma chupada para poder ir dormir com o meu gosto em sua boca. Disse a ela para antes de soltar ele, perguntar o que tinha achado e que qualquer problema me ligasse pois eu viria, ela sorriu me abraçou e antes de fechar o portão falou;
Carol – Vou fazer o que você falou, mas antes vou deixar ainda um tempo com o vibrador no cu enquanto tomo um banho.
Sai dali rindo da situação, e com o pau doido de tanto ter gozado em minha putinha.




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