"Os mais excitantes contos eróticos"

 

FAÇA O BEM E RECEBE EM DOBRO


autor: cloniac
publicado em: 14/11/16
categoria: gays
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Olá galera...
Depois do meu conto, “meu cu”, fiquei com muita vontade de repetir o que tinha acontecido, mas meu vizinho mudou-se e eu não tive mais noticia dele, sempre estava pensando o quanto é bom gozar pelo cu, bati varias punhetas, pois o tesão era muito grande. Existem coisas que o destino reserva para gente, e acaba acontecendo aquilo que nos queremos.
Tinha saído do trabalho, um tanto quanto cansado, pois minhas atividades requer muito esforço físico e mental, estava sem disposição para chegar em casa e fazer minha janta, passei em um shopping que fica no caminho de casa para comer alguma coisa, dei várias voltas na praça de alimentação, estava indeciso no que iria comer, acabei escolhendo uma comida japonesa.
Fiz o pedido e fui sentar à mesa, até ser atendido, reparei que na mesa da frente tinha um cara sentado sozinho, mas tudo bem, qual o problema das pessoas comerem sozinhas, pois eu também estava. Ele olhava o notebook com uma cara de preocupado, fazia caretas, gestos, fiquei curioso no que estava acontecendo. Minha comida chegou e comecei a aprecia-la. Em um determinado momento começou a gingar, olhei para ele com olhar de interrogação, ele percebeu e pediu desculpa, estava muito nervoso, pois não conseguia realizar a tarefa que estava fazendo. Perguntei se poderia ajuda-lo, ele respondeu: “não sei não, estou fazendo um teste de emprego, mas está muito difícil, não sei se poderei arrumar esse emprego”.
Falei para ele, posso dar uma olhada, pois entendo de alguns testes, fui sentar à sua mesa, comecei analisar o teste, para mim era muito fácil, pois trabalho com isso, fui dando as dicas e ele foi respondendo, sei que isso não é correto, mas o cara estava desesperado. E porque não uma boa ação de vez em quando.
Acabamos de realizar o teste e ficamos esperando a resposta, pois viria online, ficamos conversando, ele me falou que era engenheiro e estava já a algum tempo desempregado, suas economias estavam no fim, que morava sozinho aqui em São Paulo, sua família é todinha do interior do estado. E ficando sem dinheiro não teria para onde ir, teria que voltar para a casa dos pais e isso não queria de forma alguma. Depois de mais ou menos meia hora chegou o resultado, estava convocado para uma entrevista na empresa, ficou muito contente pediu para me pagar uma bebida em troca do favor que tinha recebido, aceitei e bebemos algumas cervejas.
Despedimo-nos e fui para casa, mas antes disso ele pediu meu número de telefone, pois queria me avisar se tinha entrado na empresa. Passado alguns dias ele me ligou, vou chama-lo de Alberto, todo alegre falando que tinha conseguido o emprego, me convidou para sairmos, tomar algumas, comemorar o que tinha acontecido, falei que poderia sair no sábado, estaria livre, marcamos no mesmo shopping que nos conhecemos. Chegando lá ele já estava a minha espera, todo alegre e satisfeito, me falou: “vamos para outro lugar, um restaurante melhor ou barzinho se preferir, aceitei e saímos, fomos a um barzinho muito legal na Av. Paulista, bebemos, conversamos, de tudo, até que chegou à conversa que todos têm em final de festa, sexual”. Ele comentou que curtia de tudo, era bissexual, gostava de xoxota e pinto também. Fiquei meio sem graça, pois não esperava levar essa cantada, mas me lembrei de que tinha sido muito bom gosar pelo cu, mas desta vez poderia comer um cu também, e faze-lo gosar muito. Ai ele deu o xeque mate, quer ir lá a casa acabar de comemorar meu novo emprego.
Pensei alguns minutos e disse: “vamos sim, estou muito a fim de você”. Chegando a sua casa, Alberto me falou vou tomar um banho, estou muito suado, se você quiser pode ir também, e saio para o banheiro, seu apartamento muito confortável, no quarto tinha uma cama muito grande, cabia até quatro pessoas folgadamente.
Quando voltou do banheiro pude perceber como ele era gostoso, tem mais ou menos 1,70, uns 70 kg, cochas roliças, uma bundinha de dar inveja em muitas mulheres, não vi o pau, pois estava com uma toalha enrolada, a barriga de tanquinho. Ele me deu uma toalha e eu fui tomar banho, sai do banheiro com a toalha enrolada também, sentamos no sofá, ele preparou um coquetel muito bom, ficamos bebericando e conversando, ele levantou e colocou uma musica bem suave, de pé ainda me chamou para dançar, fiquei olhando para ele com ar de interrogação, ai ele falou: “nunca dançou com um homem” falei que não, ele disse, vem experimentar você vai ver como é muito bom, isso tornava o ambiente bem romântico, me levantei e fomos dançar, a principio fiquei meio de longe, ai ele me puxou para perto de si, colamos os rostos. Ele começou a me dar beijinhos no pescoço, me lambia as orelhas, até que eu virei, ai ele me deu um beijo na boca, nunca tinha sentido um beijo tão gostoso, ele tem uns lábios carnudos, foi um daqueles beijos que não sente o dente da outra pessoas, as línguas trocavam de posição, uma hora eu com a língua na boca dele e ele com a língua no minha boca, ficamos nos beijando por vários minutos, até que senti, meu pau duro como pedra e o dele também, as toalhas foram arrancadas, e pude sentir aquele pau gostoso esfregando no meu, ai pude ver seu, uns 17x5, do tamanho do meu, nos esfregamos com muita vontade, até que ele começou a me lamber todinho, meus mamilos, chupava como se estive mamando, uma delicia, foi se abaixando, até abocanhar meu pau, cocou inteirinho na boca, não sentia seus dentes, parece que o tinha tirado, que sensação maravilhosa, parecia uma bucetinha, ficou me chupando vários minutos, até que se levantou novamente e veio me beijar.
Foi minha vez de retribuir o carinho que ele tinha me dado, chupei seus mamilos, com tesão, a barriga, e o pau dele, também fiz a mesma coisa que ele tinha feito, a essa altura já estamos a ponto de bala, e fomos para a cama, chegando lá ele deitou-se e pediu para me deitar ao contrario dele, fizemos um 69 delicioso, colocávamos o dedo um no cu do outro, que sensação maravilhosa, sentir um pau na boca, ser chupado e o dedo enfiado no cu, podia ficar nessa brincadeira a noite toda, mas queríamos mais.
Ele mudou de posição, colocou em travesseiro em baixo da bunda, ficou de frango assado, e falou, vem coloca toda essa rola no meu cu, não me fez de rogado, encapei o bicho com Durex, “uma marca de camisinha” e comecei a comer aquele cuzinho delicioso, a principio foi um pouco difícil de entrar, estava muito apertadinho, ele falou que já fazia algum tempo que não dava para ninguém, passamos KY, ai a coisa foi fácil, entrou todinho, o cuzinho apertado, dava uma sensação muito boa, sentia seu cu piscando em meu pau, apertava, soltava, eu colocava tudo dentro e depois tirava, fui socando cada vez mais forte, até o ponto que falei que iria gosar, ele me puxou e deu um beijo na minha boca e falou não gosa no meu cu, gosa na minha boca, quero sentir sua porra na minha garganta, não de outra tirei o pau de seu cu, a camizinha e coloquei meu pau todinho na sua boca, ele chupava a cabeça, engolia tudo, chupava as bolas, o saco, passava a língua no meu cu, que delicia, colocava a ponta dos dedos, me fazendo ficar também com excitação no cu, até que não aguentei mais, enchi sua boca com porra, ele lambeu tudo, deixando meu pau bem limpinho. Ele parecia uma fêmea no cio, uma perfeita mulher, só não tinha xoxota, mas depois de uma fêmea como essa, quem precisa de uma xoxota.
Voltamos para a sala, ele preparou uns petiscos para comermos, e alguns outros coquetéis, uma verdadeira dona de casa, colocaram um DVD de sacanagem, dois caras transando, uns paus muito grande, mas nas cenas não se via afinidade, amor, ou qualquer outra sensação de carinho, somente, um comendo o outro, mas a nossa até aquele momento tinha emoção, carinho, respeito, parecíamos um casal. Perguntei para Alberto se ele tinha gosado pelo cu ele respondeu que sim, que é o melhor orgasmo que se pode ter, já tinha ouvido falar disso, mas nunca tinha experimentado, pois para os caras que tinha dado eram muitos machões, só queriam gosar e ir embora. Fomos dormir, pois já estava tarde para eu voltar para casa. Dormimos de conchinha, eu com mau pau na sua bumba.
Acordamos já era tarde, fomos tomar banho, juntos dessa vez, no chuveiro, rolou muita sacanagem, nos beijamos muito, esfregamos nossas rolas, ele me escochou, eu encouchei ele, sentir um pau na bunda é muito gostoso, ela passava seu pau na portinha do meu cu, eu tentava o fazer entrar, mas Alberto tirava, e falou mais tarde. Como todo macho alfa que está com uma mulher quis mostrar meus dotes culinários, olhei na geladeira e vi o que ele tinha, na verdade nada, só água gelada e algumas outras guloseimas não davam para fazer o almoço. Falei: “precisamos ir ao mercado”, compramos algumas coisas, queria fazer uma paeja, voltamos ao apartamento e Alberto foi logo tirando a roupa, e pediu-o para eu tirar também, ficamos nus, na verdade eu só de avental.
No fogão comecei os preparativos para fazer o almoço, Alberto veio por traz de mim e começou a passar sua rola em minha bumba, sentia aquele pau vibrante, coisa deliciosa, enquanto isso me mordia o pescoço, lambia minha orelha, me puxava o rosto e beijava minha boca, foi abaixando e lambendo minhas costas, quando chegou na minha bunda, fui ao delírio, mas não parou por ai, colocou a língua na porta de meu cu, fui as nuvens, me arrepiei tudo, sensação maravilhosa, nessa altura queria sentir aquele pau inteirinho dentro de mim, foi ao quarto e untou o pau de KY, quando vi, pensei é agora que vou sentir tudinho dentro de mim, ledo engano, ele ficou só brincando, me encochando, o pau deslizava sumamente no meio de minhas pernas, como fêmea é uma delicia, mas como macho sabe fazer alguém querer ser enrrabado.
Ficou nessa brincadeira até eu terminar o almoço, não colocou dentro, sempre falava, deixa para mais tarde. Almoçamos, tomamos um bom vinho, conversamos, ele falou de seu novo emprego, falei de minhas atividades, perguntei para ele o porquê não queria voltar a sua cidade, ele colocou que lá todas as pessoas sabiam de sua preferencia sexual, por esse motivo não conseguia se empregar em sua cidade natal.
Após o almoço e arrumar a cozinha fomos para a sala, sentamos no sofá, ele colocou um filme no DVD, nada de sacanagem, só iriamos namorar, sentados como dois amantes, ele deitou em colo, ai voltou a ser uma fêmea perfeita, me beijava, me lambia, chupou meu pau com muita vontade, após o filme fomos para o quarto nos deitamos e começamos a nos bolinar, eu chupava seu pau ele chupava o meu, até que pegou o KY novamente e untou seu pau, e meu cuzinho, que nessa altura já piscava muito, com vontade de sentir aquela rola dentro dele. Alberto começou colocando um dedo, depois dois, até três dedos ele colocou dentro de mim, fui as nuvens, sentir aqueles dedos dentro de mim, até que pediu para ficar de frango assado, assim como tinha comido ele na noite anterior, fiquei mais do que depressa. Como ele já tinha deixado meu cu meio largo, não doía nadinha quando ele colocava a cabecinha, eu sentia uma sensação maravilhosa, foi colocando devagar, pude sentir cada centímetro de seu pau dentro de mim, começou com estocadas mais lentas e foi aumentando o ritmo, foi quando falou vou gozar, falei para ele, ainda não gozei pelo cu, fica mais um pouco, ele sem duvida fez minha vontade, ficou com o pau dentro de mim mais um tempo, até que gozei gostoso, ele tirou o pau de dentro de mim e pediu para eu chupar, não me fiz de rogado, abocanhei seu e comecei a chupar, e punhetava lentamente, até que ele falou novamente, vou gozar, senti aquele jato e porra na minha garganta, engoli tudinho deixei seu pau limpinho sem nenhuma porra sobrando.
Ficamos conversando, namoricando como se diz, Alberto percebeu que eu ainda estava de pau duro, e falou: “nossa que pau gostoso que você tem, vou fazer ele abaixar, rapidinho”. Sentou em cima dele, de costas para mim, posição que adoro, pois posso ver o pau entrando e saindo, que coisa gostosa, não de morou muito e eu gozei muito, daquelas que a gente até perde os sentidos, ele tirou a camizinha e deixou meu pau limpinho.
A noite foi chegando e eu tinha que ir embora, rolou mais algumas fodas, mas são historias para outros períodos.




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