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Amizade com o pedreiro


autor: Lucashenrrique
publicado em: 16/11/16
categoria: hetero
leituras: 1023
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Amizade com o pedreiro

Olá leitor estou de volta, Lucas Henrrique. Nesse conto vou conta a historia de Eliza, uma menina de 21 anos muito estudiosa que gosta de si diverti. E também vai está aqui o pedreiro Jorge de 27 anos, negro muito bonito que por isso não tem dificuldade de arranjar mulheres.

Tudo comecou numa segunda-feira fim de tarde. Nessa hora Eliza estava no seu quarto, usando seu baby doll que a deixa com o bumbum muito gostoso. Deitada de bruço na cama ouvindo musica resolve ir a cozinha beber água.

Já na cozinha bebendo sua água Eliza ouve seu pai conversando com alguem, ao olhar pela janela se depara com um homem que meche com ela deixando-a toda "oriçada". Mesmo ficando empolgada e excitada com a visita resolveu voltar para seu quarto, mas a imagem daquele homen não saía de sua cabeça.

No dia seguinte, no almoço ela pergunta pra seu pai quem era aquele homem com quem estava conversando ontem atarde, ele então diz que era o pedreiro que iría fazer a churrasqueira lá no fundo do quintal.

Então nesse dia ápos o almoço Eliza resolveu ir lá no quintal conhecer o pedreiro. Essas idas ao quintal se tornaram frequentes e com isso criou uma amizade entre os dois.

No decorrer dos dias o sábado chegou, esse dia sería o último que Eliza iría ver o Jorge. E nesse dia seus pais estavam viajando e seu irmão estava trabalhando e só chegaria tarde da noite.

Quando o relojo marcou 11:15 Eliza desperta do seu sono e logo em seguida ela aparece lá na churrasqueira e Jorge lá lavando as ferramentas finalizando o servico. Eliza de pé ainda vestindo seu baby doll com um copo de leite na mão observando e apreciando aquele negro bonito, gostoso, olhos castanhos claros e com um corpo todo definido, que estava ali a sua disposicão, mas que agora estava indo embora.

Ao chegar a conclusão que não saberia quando retornaria a ver aqele homem, ela decide se aprocimar de Jorge para conversar, nesse momento ele estava molhando o chão. Enquanto "conversa vai e conversa vem" acompanhada de muitas risadas Eliza pede pra segurar a mangueira. Com um olhar maldoso de "segundas intenções" Jorge entrega a mangueira pra ela que estava estampado em seu rosto um sorriso de menina sapeca que estava com a "chochota" coçando. Brincando Eliza molha Jorge todo, revidando Jorge também molha ela por completo.

Quando a brincadeira acabou Eliza foi buscar toalha para se secarem, ao retornar olhando para ele todo molhado fala, num tom de brincadeira, que iría secá-lo.

Com a maior naturalidade ele simplesmente diz que poderia, dessa forma ele autoriza aquele pedido. Meio surpresa e um pouco envergonhada, mas mesmo assim não se fazendo de rogada, foi logo tirando a camisa encharcada de Jorge e começou a secar seu corpo, foi passando a toalha pelo seu peitoral, nos seus braços fortes e até em seu abdome até a virilha bem proximo daquilo que ela estava na espectativa de conhecer e esperimentar.

Era claro que Eliza já estava era acariciando Jorge, e ele também já tinha percebido oque estava acontecendo. Aquele momento estava sendo muito prazeroso para os dois.

Eliza enquanto o secava só pensava em morder aquele peitoral e lamber aquela barriguinha de tanquinho, ela nunca tinha imaginado aquilo acontecer, pois Jorge era apenas educado com ela, em nenhum momento ele demonstrava interesse por uma menina novinha.

Eliza faz novamente mais uma proposta, diz a ele que não pode ficar com aquela calça toda molhada. Nessa hora ela ficou com medo da reação dele, mas novamento surpreendendo-a Jorge apenas olha para ela e desabutua a calça, com isso Eliza se agacha para pega a calça e nesse momento bem proximo da virilha, bem pertinho do seu pênis ela percebe o volume na sua coeca vermelha a crescer e pulsando como se tivesse vida propria.

Eliza já ajoelhada diante daquele instrumento, não resiste em segura-lo, mesmo sobre a coeca ela o sente duro que nem uma pedra e muito quente. E mais uma vez com medo de seu atrevimento, mas mesmo assim ela coloca para fora aquilo que estava escondido e coloca tudo dendro da boca sentindo aquela rola crescendo mais e ficando cada vez mais grossa. Logo começou a chupar e lamber todo aquele ferro.

Enquanto Eliza se deliciava com aquilo tudo Jorge coloca sua mão na cabeça de Eliza fazendo com que ela engolisse tudo, que não era tão pequeno. Eliza estava engasgando com aquilo dentro de sua garganta, mas ela nao pensava em tirar, queria era mais.

Enquanto Eliza trabalhava naquele pau, lambendo e chupando como um bebe que chupa sua mamadeira para estrair o leite que o sacia e era o que ela estava querendo o leite grosso dele. Jorge enquanto tudo isso acontecia ficava ali em pé apenas gemendo de puro prazer e pedindo mais e que nao parasse.

Com um grande desejo de possuir aquela novinha ele levanta Eliza e abraça por trás esfregando seu membro mostrando o seu desejo de penetra-la, enquanto isso a beijava e lambia seu pescoço e acariciava todo seu corpo.

Já no seu limete em esperar Jorge empurra Eliza, fazendo com que ela ficasse apoiada sobre alguns sacos de simentos que estavam empilhados no canto da parede, fazendo com que ela ficasse de quatro deixando sua bucetinha toda babada pedindo rola exposta para o macho.

Acariciando aquela bunda espetacular, Jorge começa a morde-la, lambe-la. Com sua lingua preparava aquela bucetinha fazendo com que Eliza quase gozasse, mas quando elecomeçou a lamber, lambuzar de saliva e enfiar sua língua bem no meio daquele cu rosado, ela se arrepiou toda e nao conseguiu evitar de gozar ao ponto de escorrer e gemer muito com os seus dedos entrando e saindo de dentro dela.

Depois de ter sido toda lambida e gozado ela ainda queria mais, e disse pra Jorge que queria rola. Em resposta aquele pedido o negão começa a empurrar a cabeça naquela bucetinha pequena apertatinha e lisinha. Quando a cabeça entrou ardeu, mas depois quando ele comecou a bombear Eliza só sentia prazer com aquilo tudo lhe rasgando.

Jorge a lhe puchava pelos ombros para que entrasse mais e a chamava de gostosa. Os dois, um possuindo o outro gemião e suspiravam de prazer.

Depois de uma penetração frenetica Jorge levanta Eliza, ainda com a rola dentro dela, senta no saco de simento. Naquela nova posição Eliza sente mais ainda Jorge lhe possuindo, sente uma mistura de prazer com uma sensação de preenchimento fazendo-a quase gozar. Enquanto isso ela o ouve ele pedir que ela rebolasse, e foi o que ela fez.

Enquanto ela rebolava Jorge acariciava seu grelinho fanzedo com que ela tivesse um outro orgasmo tam intenso e profundo que a fez tremer todo seu corpo. Sem muita demora Jorge solta um grito de prazer, nesse momento ela já exausta sente ter sua chochotinha alvejada por forters jatos de porra fazendo com que ela ficasse repleta de leite grosso e quente.

Quase dormindo com seu pau amolecendo ainda dentro de Eliza, Jorge fala ao pé do seu ouvido que que aquela foda foi a melhor que ele já teve e que a bucetinha dela era uma delicia e queria comer outras vezes.

Eliza se levanta sorridente, ainda nua, da um beijo de tirar o fôlego em Jorge e sê despede, a caminho de seu quarto ela passa o dedo na sua buceta dolorida e sente o leitinho escorrendo pela perna e ficava imaginando quando seria a próxima vez.

Ai leitor, gostou? Esse foi o segundo conto. Novamente venho lhe pedir que se pronunciasse, se gostou, oque que gostou, se nao gostou e o que nao gostou. Se você já imaginou algo parecido me fale ou me escreva que tipo de conto o deixa de pau duro ou de buceta molhada. Entre em contato: email: wxr30001@gmail.com / WhatsApp: 38 9 8422-3867.

Obrigado pela atenção.






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