"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Nana, nina,não. Se vai bater, então ba


autor: adriano.master
publicado em: 18/11/16
categoria: hetero
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A primeira vez que a vi, sua beleza me conquistou. Estávamos na praia, um dia lindo de sol. Ela usava um sutiã amarelo do seu biquine e um shortinho florido, dando um charme a mais. Ela tem cabelos negros, abaixo do ombro. Sua pele morena, seu sorriso cativante, seios médios, coxas grossas , e uma linda bunda. A beleza em forma de mulher.

Fizemos amizade facilmente. Ela era inteligente, simpática, divertida. conversamos durante toda a tarde, trocamos números de telefone e prometemos nos rever. Durante a semana conversamos pelo telefone e marcamos de nos encontrar no sábado.

Fomos a um lugar onde poderíamos conversar, dançar e nos divertir. Passadas algumas horas decidimos ir a um lugar mais reservado. Onde pudéssemos dar voz aos nossos desejos.
Seu beijo era delicioso, gosto de descoberta, como quando descobrimos uma nova cor, um novo sabor, um novo desejo. Minhas mãos percorriam seu corpo, rijo, cheio de curvas, quente.

Nos deitamos, sentir seu corpo sob o meu foi uma delicia. Comecei a tirar sua roupa, expus seus seios, médios, duros, marcados pelo sol. Comecei a suga-los. Seus duros, rijos, empinados. Os bicos ficaram durinhos com o toque da minha língua. Continuei percorrendo seu corpo, cobrindo-o de beijos. Sua barriga lisinha.

Retirei sua calça jeans, ela usava uma calcinha cinza, minúscula, que mal cobria sua bucetinha linda. Retirei devagar, saboreando o prazer de vê-la, completamente nua pela primeira vez. Parei... admirei seu corpo, e busquei sua xaninha com a língua. Beijei levemente, sentindo o calor e o sabor. Encontrei seu grelinho e chupei, como a um sorvete. A xaninha começa a ficar mais quente e a exalar um sabor delicioso.

Seguro suas coxas grossas, firme e comecei a enfiar a língua, tirando e colando tirando e colocando. Beijo o grelinho. Mil beijos. Sentido ele durinho. Suguei com desejo. Ela geme e se contorce de prazer. Chupo sua bucetinha ainda durante alguns minutos.

Ela me puxa pelos e nos beijamos com força e diz:

_Fui uma menina má e mereço ser punida, Senhor.

_De quatro na cama, puta.

Ela obedeceu. Seu rabo lindo, se apresentado em todo o sua beleza e esplendor.

_Você tem uma chinelinha pra que eu possa usar no seu rabo, minha safada?

_Nana, nina,não. Se vai bater, então bata direito. Tire seu cinto, dobre ao meio e faça a festa.

_Suas palavras, como sempre, me arrancaram um largo sorriso.

Retirei a calça e a cueca, ficando nu. Minha pica dura. Peguei o cinto e me coloquei por trás dela e ao lado. Comecei devagar, saboreando cada uma das vezes que usei o cinto, naquela bunda dura e firme.
Zaapptttttttt, zaaappttt, zaaapptttt, zaatppttttttt, zaaaaptt, zaaaaptttttt.

Ela gemeu alto, e caiu com o corpo na cama. Sua bunda marcada, era um tesão de ser ver. Dei uns dois minutos para ela se recupera. Aproveitei para tocar seu corpo, acariciando a buceta, onde coloquei dois dedos. Ela estava quente e bastante molhada.

_Volte a posição. Ordenei.

Ela se recompôs e voltou a posição.

Zaaaptttt, gostoso... zaapttttt, zaaptttttt, zaaaptttttt... tesudo. Zzzppttttt, zaptttttttt.

Sua bunda estava vermelha e um pouco inchada onde o cinto havia tocado sua carne.

_Empine a bunda e abra as pernas, vou lhe examinar.

Me aproximei e apertei sua pele, ela respondeu tentando se afastar e gemendo. Apertei com mais força, por sua desobediência. Coloquei mão em forma de concha e acariciei sua xaninha. Enfiei um dedo profundamente, sentido sua carne se abrir. Coloquei e retirei diversas vezes. Ter aquela linda mulher, entregue a minha vontade me deu um enorme prazer.

Subi na cama e me deitei de bruços. Meu pau duro, apontando pra cima. Ela entendeu o recado e o cobriu com a boca. Ela chupava com volúpia, engolindo até o talo e voltado a cabeça inchada. Ela segurou meu pau, iniciou uma gostosa punheta, sorrindo pra mim.

Ela segurou meu pênis pelo inicio do tronco e punhetou de leve, passando a língua na cabeça, me deixando arrepiado de prazer. Logo ela colocou a cabeça na boca e sugou e sugou.

Não resistindo, engoliu por completo minha vara. Subindo e descendo, passando a língua, quente e gostosa, por todo comprimento. Eu ia a loucura. Agarrei sua cabeça e enfiei até o talo na sua garganta.
Depois de algum tempo, a puxei pra cima de mim. Ela segurou meu pau e direcionou para entrada da xaninha lisa. Ela sentou devagar, aproveitando o momento.

Em instante ela estava cavalgando com rapidez, esfolando meu cacete. Seu corpo tinha um ritmo delicioso e o prazer que ela me proporcionava era bom demais. Meu cacete dentro dela e observa seu corpo, sua bucetinha subindo e descendo. Sua barriga chapada, seus seios duros como pedra. Seu sorriso, os cabelos negros caindo até a altura dos ombros, tudo isso aumentava o meu tesão e o meu prazer.

Segurei sua cintura e mudamos de posição. Me deitei sobre seu corpo quente, macio e rijo ao mesmo tempo. Me segurei pelos seus ombros, beijei sua boca e enfeie, enfiei, e enfiei... penetrando profundamente. Sentido sua bucetinha, se expandir, se abrir, receber e me aceitar...
Nossos corpos grudados e suados, buscando e compartilhando prazer e algo mais... desejo sem fim.

Mordi seus seios, segurei seu rosto e a beijei. Mordi seus lábios, tentado aplacar minha sede.
Minha vara a invadia, sem pedir permissão. Meu desejo incontrolado, não me permitia mais me expressar em palavras, apenas fudia, com força e mais força. Penetrava, adentrava, afundava, se perdia no seu corpo.

Ela começou a dar sinais que logo o orgasmo a dominaria, seu rosto vermelho, sua voz rouca, seu olhar, seu gemido. Sua buceta, pulsava ao redor do meu pau, apertando e soltando, apertando e soltando. Abracei seu corpo e senti o prazer a preencher por completo. Ela ofegava e pulsava, meu mel cobrindo meu pau e escorrendo por nossas pernas. Não resisti, apoiei minha mãos na cama, e coloquei meu peso todo em cima dela, logo estava gozando aos jorros, meu corpo, tendo espasmos de prazer. Gozei, gozei prazerosamente e ao mesmo tempo dolorosamente, pois não queria que acabasse.

Ficamos lado a lado, ouvindo nossas respirações cansadas, mas plenas de satisfação. Nos tocávamos de leve, prendendo nossas mãos, não querendo nos separar e esperando que aquele momento perdurasse.





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