"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Era para ser uma limpeza de pele, mas...


autor: Publicitario45
publicado em: 23/11/16
categoria: hetero
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Depois da trepada no Reveillon eu evitava o máximo possível me encontrar com Ana. Além de ser casada, o marido dela é um grande amigo da minha tia e isso poderia dar merda.

Só que Ana é persistente. Mandava mensagem quase que diariamente. Eu evitando até onde seria possível, já que a carne é fraca e a trepada é de primeira qualidade. Me esquivei até onde foi possível e a coisa desandou num churrasco.

Num churrasco na cobertura do prédio da minha tia, tinha vários amigos dela e meus amigos também, meus primos já sabiam do ocorrido e ficavam botando pilha o tempo todo. No meio de uma conversa besta, comentei na mesa que precisava fazer limpeza de pele e Ana na hora se ofereceu para fazer. Disse que já tinha trabalhado com isso por muitos anos e que poderia me atender na minha casa ou na dela e que me cobraria a mesma coisa que ela cobrava da minha tia e dos amigos dela.

Para piorar a minha situação e ajuda-la mesmo sem saber do que estava por vir, Afonso, o corno, disse que realmente a limpeza de pele dela era sensacional. Pronto, Ana já foi logo agendado para o dia seguinte na casa dela, a tarde e com a cara mais vagabunda do mundo me disse que eu poderia ficar tranquilo, pois o marido estaria fora da cidade.

Minha tia me fuzilou com os olhos, meus primos faziam cara de inocentes e os olhos de Ana brilhava com a possiblidade de outra trepada.

No dia seguinte minha tia me ligou apenas para pedir para eu me comportar, já que ela não queria se indispor com o amigo por causa da esposa putinha. Prometi me comportar mas sabe como é, não tive muito êxito não.

Cheguei na casa de Ana e Afonso as 19h como marcado. Ela tinha colocado uma maca na sala e ao lado da mesa tinha tudo que ela precisava para fazer a limpeza de pele. Realmente ela entendia do riscado, ficou muito bom o resultado mas vamos direto ao assunto.

Ana me recebeu com uma blusa branca, shortinho jeans e me deixou bem a vontade. Por alguns minutos eu achei até que ela iria se comportar. Me deitei na maca, ela passou alguma coisa no meu rosto e começou a fazer a tal limpeza. Como eu nunca tinha feito, achei um pouco chato o procedimento, mas o resultado final foi muito bom.

Depois que ela terminou, pediu que eu ficasse deitado na maca e que voltaria em alguns minutos. Por lá fiquei e tempo depois Ana voltou, usando apenas uma calcinha minúscula e um corpete branco, meias três quarto, salto alto na mesma cor da meia.

- Pronto, voltei!
Quando eu olhei quase cai da maca. Ana estava uma delícia, tinha passado creme pelo corpo, soltado os cabelos cacheados, passado um batom vermelho nos lábios. Seu cheiro já tinha tomado conta da sala. Me levantei e fui em sua direção. Quando me aproximei ela disse que queria dar a noite toda, o marido ficaria dois dias fora, mas tinha uma condição.

- Qual?
- Tem que ser no meu quarto, na minha cama de casal.
- Se você que é casada não está preocupada com isso, não serei eu a me reocupar.

Ana riu e seguimos pro quarto. Fechei a porta e a empurrei pra cima da cama. Ela caiu com as pernas abertas e eu já fui chegando e colocando a calcinha de lado. Sua boceta já estava encharcada, o mel escorria com fartura. Com um dos dedos eu fiquei pressionando o grelo, fazia movimentos circulares. Ana se contorcia na cama, pedia que eu a chupasse logo mas eu estava a fim de castiga-la. Continuei pressionando o grelo, ela abrias as pernas, eu via o fio de mel escorrer. Depois comecei a beijar sua pele, seu pescoço, mordia sua orelha, desci e fui para barriga. Com meu corpo entre suas pernas, sentia Ana se mexer como se quisesse que eu metesse logo.

Soltei a parte de cima do corpete, mamei seus seios, um de cada vez, mordi o bico com um pouco mais de força, ela gemeu, sentiu dor e prazer, fui pro outro e fiz a mesma coisa.

Depois desci pelo seu corpo, cheguei na virilha e beijei ali bem de leve, chupei sua boceta por cima da calcinha, Ana colocava ela de lado e eu voltava o tecido pro lugar.
Virei-lhe o corpo deixando ela de bunda pra cima, uma bunda média, arredondada, durinha. Dei um tapa num lado um tapa forte, firme, certeiro. Ana gemeu, me xingou de cachorro e recebeu mais dois tapas ainda mais fortes no outro lado da bunda.

Com o meu corpo por cima do dela, puxei-lhe os cabelos e comecei a provoca-la.

- Você quer o que putinha?
- Quero pica!
- O corno do seu marido não te dá pau não?
- Não fala dele...
- Responde vagabunda – perguntei novamente lhe puxando os cabelos.
- Não.
- Você quer ser a minha putinha casada? Quer?
- Quero, me come logo por favor.

Com as duas mãos eu rasguei a calcinha de Ana deixando seu corpo coberto apenas pelas meias três quartos e o par de salto alto. Meti a mão entre suas pernas e massageei o cuzinho e o grelo ao mesmo tempo. Alternei s movimentos, meti um, depois dois e três dedos na sua xana, pressionei o grelo sensível de novo e Ana gozou na minha mão, nos meus dedos atolados na sua boceta quente e apertada.

- Chupa e limpa meus dedos.

Ana apenas obedeceu. Sentou-se na beira da enorme cama do casal e se colocou a chupar um por um, deixou todos eles limpos. Enquanto ela me chupava suas mãos desabotoavam meu cinto, depois o zíper da calça que foi ao chão, me livrei delas, depois da cueca e fiquei completamente nu em sua frente.

Enrolei seus cabelos cacheados na minha mão e com a outra mão mirei minha rola em direção a sua boca.

- Chupa!

Ana abriu a boca e eu meti o pau inteiro la dentro, ela chupou com vontade, mordeu a cabeça da minha pica. Depois segurei sua cabeça com as duas mãos e comece a foder a sua boca, enfiava meu pau até a sua garganta, ela babava nele, eu esfregava meu pau na sua cara depois metia novamente na sua boca, ela chupava mais e e eu fui nessa sacanagem até que anunciei que iria gozar na sua boca e que não poderia deixar escapar nenhuma gosta de porra. Ana segurou meu pau com as duas mãos, chupou, movimentou e ainda apertou bebendo até a última gosta de porra.

Depois que gozei foi a minha vez de presentear a putinha casada. Ana já sabia o que eu queria e já foi se abrindo toda. Pedi que ela ficasse de quatro na beira da cama, abri bem suas pernas de novo e cai de boca n cuzinho, chupei, lambi, meti a língua como se fosse penetra-la. Ana rebolava e esfregava o rabo na minha cara enquanto dois dedos meus penetravam sua xana. Desci a língua e comecei a chupar o grelo, não demorou e ela gozou na minha boca me deixando com a cara toda melada.

Me levantei e coloquei o pau na porta da boceta. Segurei ela pela cintura e fui entrando, devagar, em movimentos lentos. Aos poucos o ritmo foi crescendo, as estocadas eram mais fortes e eu sai de dentro dela para chupar sua boceta de novo. Ana gemeu alto, pediu pica, sua voz estava abafada pelos travesseiros. Me levantei e comecei a meter de novo, com força e sempre que ela dava sinais que iria gozar eu parava e começava a chupar sua boceta de novo. Ana estava descontrolada, reboava na minha cara e do nada eu me levantava e metia a pica de novo. Mais estocadas fortes e mais chupadas no grelo que já se mostrava inchado. Ana anunciou que iria gozar na minha boca e quando já perdia o controle e gemia alto meti o pau de novo e desta vez soquei com mais forla até que ela terminasse o tão sonhado orgasmo.

Depois Ana deitou com o corpo meio mole, de bundinha pra cima, um convite para que adora meter o pau num cuzinho apertado. Abri sua bundinha, posicionei o pau e fui entrando, Ana gemia, tentava recuar mas não tinha muito como escapar. Ela foi relaxando, abrindo as pernas meu pau foi sumindo dentro do cuzinho, ela se acostumou e pediu que eu começasse a socar até o talo.

O rabinho piscava, apertava meu pau, parecia morde-lo. Fui socando cada vez mais rápido e senti meu corpo aquecer, era meu goz se aproximando, acelerei o ritmo, meti mais e com mais força e gozoei enchendo aquele rabo de porra quente.

Depois da trepada estávamos exaustos. Ficamos deitado na cama com os corpos suados. Ana foi até a cozinha e trouxe uma garrafa grande de agua, a sede nos consumia mas ela parecia querer mais. Matei minha sede e deitei na cama de novo, precisa descansar mais alguns minutos para continuarmos nossa farra.

Meu pau estava meio mole, melado e Ana tratou de me reanimar. Com a boca gelada ela voltou a chupar meu pau, aquela sensação boa foi me despertando e em pouco tempo meu pau estava duro de novo.

Ana então se levantou, ficou agachada por cima de mim e com uma das mãos posicionou a cabeça bem na porta do cuzinho. Soltou o corpo e foi descendo, subia e descia, me olhava por cima dos ombros, via a minha cara de tesão e ficou nesse ritmo ate me fazer gozar de novo.

Eu e Ana trepamos mais uma vez no chuveiro, depois me despedi e fui embora com a pele limpa e extremamente cansado de tanto trepar na cama do marido preguiçoso.








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